16 Receitas de Paçoca de Carne Surpreendente COM Variações para Deixar Seu Almoço Ainda Mais Gostoso

  • Perfeita para o almoço ou tira gosto com os amigos.
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Quem disse que paçoca é só doce? A versão salgada com carne seca desfiada e farinha de mandioca torrada conquistou meu paladar de um jeito que nunca imaginei.

Aprendi em um dos meus estudos sobre culinária brasileira que o segredo está no ponto da farinha de mandioca. Ela precisa estar bem torradinha para dar aquele crocante que contrasta com a maciez da carne. E olha que já errei feio nessa parte, coloquei farinha crua e ficou com gosto de massa.

O que mais me surpreendeu foi descobrir como essa receita é versátil. Serve como prato principal, tira-gosto e até sanduíche. A Daiane adora fazer uns pãezinhos na churrasqueira e rechear com essa paçoca, fica sensacional.

Se você quer impressionar com uma paçoca de carne que vai além do básico, vem comigo que te mostro todos os detalhes. É mais simples do que parece e o sabor, nossa, compensa cada minuto de preparo. Depois me conta o que achou!

Receita de paçoca de carne seca com farinha de mandioca: Saiba Como Fazer

Rendimento
650g de paçoca
Preparação
1 hora
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 6 marcados

Se conseguir encontrar manteiga de garrafa, vale a pena usar no lugar da manteiga comum. Dá um sabor especial que combina muito com a carne seca. Mas se não tiver, a manteiga normal funciona bem também.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 162g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 405 kcal 20%
Carboidratos Totais 15.2g 5%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
   Açúcares 1.5g 3%
Proteínas 45.3g 91%
Gorduras Totais 16.8g 21%
   Saturadas 8.2g 41%
   Trans 0g 0%
Colesterol 125mg 42%
Sódio 1,850mg 80%
Potássio 680mg 15%
Ferro 3.2mg 18%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 15g/porção, ideal para dietas low-carb
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Versão com azeite é livre de lactose
  • Alto em Proteína: 45g por porção para ganhos musculares

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Reduza o sal para hipertensos
  • Gordura saturada – Use azeite para versão mais saudável
  • Insight: Excelente fonte proteica pós-treino; versão com azeite reduz gordura saturada em 60%

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Comece na noite anterior: corta a carne seca em cubos grandes e lava bem em água corrente. Coloca de molho numa tigela com água e leva pra geladeira. Troca essa água pelo menos duas vezes durante esse período, isso ajuda a tirar o excesso de sal.
  2. No dia seguinte, escorre a água e coloca a carne numa panela de pressão com água nova. Cozinha em fogo baixo na pressão por uns 30 minutos. Quando abrir a panela, a carne deve estar bem macia.
  3. Deixa a carne esfriar um pouco e depois vai pro processador. Tritura aos poucos no modo pulsar, cuidado para não virar uma pasta. Se não tiver processador, o liquidificador funciona, mas faz de pouquinho em pouquinho.
  4. Enquanto isso, pica a cebola e o alho. Numa panela grande, aquece a manteiga e refoga a cebola com uma pitada de sal até ficar transparente.
  5. Adiciona o alho picado e deixa dourar levemente. Junta a carne desfiada e refoga por uns 10 minutos, mexendo de vez em quando.
  6. Agora vem a parte importante: vai colocando a farinha de mandioca torrada aos poucos, mexendo bem pra incorporar. Deixa mais uns 3 minutos no fogo, só pra misturar tudo direitinho.

Uma vez eu tentei pular a etapa de deixar a carne de molho e ficou salgada demais. Aprendi que essa parte é importante mesmo, então não pule. E sobre a farinha, tem que ser a torrada mesmo, a crua não dá certo, fica com gosto de massa.

Essa paçoca fica ótima servida com arroz branco e uma saladinha, mas também dá pra fazer sanduíche ou até colocar em pão de queijo. A Daiane adora quando faço uns pãezinhos na churrasqueira e recheio com essa paçoca, fica sensacional.

Essa paçoca de carne seca é daquelas receitas que enganam pela simplicidade, parece básica, mas o sabor é incrível. O contraste entre a maciez da carne e o crocante da farinha de mandioca torrada funciona muito bem. E rende bastante, dá pra servir em várias refeições ou até congelar porções.

E você, já fez paçoca salgada em casa? Se testar essa receita, me conta como ficou! Também fiquei curioso pra saber se você usou algum tempero diferente ou serviu de algum jeito especial. Adoro descobrir novas formas de preparar receitas tradicionais!

Quanto tempo dura essa paçoca?

Se guardar direitinho na geladeira, dura até 5 dias. Mas sério, quem é que consegue resistir tanto tempo? Aqui em casa some em 2 dias! Dica: se quiser guardar por mais tempo, pode congelar por até 1 mês. Só tirar e esquentar na frigideira com um fio de manteiga que fica igualzinho.

E as calorias, hein?

Cada porção de 162g tem cerca de 405 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas olha, é proteína pura da carne seca e energia boa da farinha de mandioca. Vale cada garfada! Só não exagera no tamanho da porção se estiver de dieta, porque é daquelas receitas que a gente come sem perceber.

Tá sem algum ingrediente? Bora improvisar!

- Manteiga de garrafa é top, mas se não tiver, azeite fica ótimo também
- Farinha de mandioca crua pode substituir a torrada, só tostar antes na frigideira
- Carne seca muito salgada? Deixa de molho por mais tempo ou usa carne de sol mais fresca
- Vegano? Testei com jaca verde desfiada no lugar da carne e ficou surpreendente (mas confesso que não é a mesma coisa)

Os 3 pecados capitais da paçoca

1. Não deixar a carne de molho o suficiente - fica salgado demais!
2. Triturar a carne ainda quente - vira uma pasta grudenta
3. Colocar farinha de uma vez só - fica seco que nem deserto

Truque secreto da Daiane

Minha esposa descobriu que se você colocar uma colher de café de mel na hora de refogar a cebola, dá um toque doce incrível que contrasta com o salgado. Eu duvidei, mas depois experimentei e... nossa, mudou o jogo!

O que serve junto?

- Pimenta de cheiro picadinha por cima (clássico!)
- Banana-da-terra fatiada e dourada na manteiga
- Uma cervejinha bem gelada ou caipirinha de caju
- Arroz branco soltinho pra fazer aquela "montanha" com a paçoca no meio

Quer inovar? Tenta essas versões

- Paçoca crocante: finaliza no forno por 10 minutinhos
- Com queijo coalho derretido por cima (perigo: viciante)
- Incrementada com castanhas picadas
- Versão nordestina autêntica com manteiga de garrafa e nata

A parte mais chatinha

Triturar a carne pode ser trabalhoso. Dica: se o processador tá cheio, faz aos poucos. E não tenta acelerar o processo batendo tudo de uma vez - já fiz isso e o motor do liquidificador quase chorou. Outra: a carne deve estar BEM escorrida antes de ir pro processador, senão vira uma sopa.

Sobrou? Não joga fora!

- Vira recheio de pastel assado
- Mistura com ovos batidos e faz uma omelete diferente
- Recheia pão de queijo antes de assar
- Faz bolinhos, empanha e frita (ai meu coração!)

Modo chef Michelin

Quer impressionar? Finaliza com farofa de bacon crocante por cima e um fio de azeite trufado. Serve numa tábua de madeira com raminhos de coentro e rodelas de pimenta dedo-de-moça. Garanto que vão pedir a receita!

Se tudo der errado...

- Ficou seco? Adiciona um pouco do caldo do cozimento
- Muito salgado? Mistura batata doce cozida e amassada
- Virou uma pasta? Transforma em patê adicionando cream cheese
- Queimou o fundo? Não mexe e passa pra outro recipiente a parte de cima

De onde vem essa delícia?

A paçoca de carne seca é irmã mais salgada da paçoca doce de amendoim. Tem raízes no Nordeste, onde a carne seca era conservada para durar meses. A farinha de mandioca, herança indígena, era o complemento perfeito. Juntas, viraram a dupla dinâmica da culinária sertaneja!

2 coisas que ninguém te conta

1. A paçoca era comida de tropeiro - ficava dias na sacola sem estragar
2. No interior, tem gente que come paçoca com café preto no café da manhã (eu testei e é bom, mas confesso que estranhei no começo)

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode sim, mas descongela na geladeira antes de esquentar
Dá pra fazer na Airfryer? Dá! 5 minutinhos a 180°C fica crocante
Carne de sol é melhor? Depende do gosto, a de sol fica mais suave
Por que minha paçoca fica grudenta? Provavelmente a carne não estava bem escorrida

Harmonização que funciona

O salgado intenso da carne seca pede contrapontos: doce (mel, banana), ácido (limão, vinagrete) ou picante (pimentas). Minha combinação favorita? Paçoca + vinagrete de cebola roxa + uma pitada de mel. Parece estranho mas é um equilíbrio perfeito!

Fazendo no modo econômico

- Usa os retalhos de carne seca (são mais baratos)
- Faz um lote grande e congela porções
- Substitui parte da carne por abóbora cozida (fica incrível!)
- Compra a farinha a granel em casas de produtos naturais

Quando servir?

- Festa junina: num potinho de barro com bandeirinhas
- Churrasco: como entrada com cerveja artesanal
- Brunch: com ovos mexidos e tapioca
- Jantar especial: em formato de torre com camadas alternadas de purê

Sabia que...

No sertão, a paçoca era chamada de "comida de andarilho" porque não precisava de prato - comia-se direto na mão. E tem uma versão portuguesa chamada "esfarrapado" que leva bacalhau no lugar da carne seca. Interessante, né?

E aí, já fez sua paçoca? Conta nos comentários como ficou ou se inventou alguma variação diferente! Aqui em casa toda vez que fazemos sai de um jeito - última vez a Daiane botou um pouco de cheiro-verde e ficou surpreendentemente bom. Quero saber suas experiências também!

Paçoca de carne e sua trupe de sabores: um cardápio que vai fazer seu domingo virar festa

Quem disse que prato rústico não combina com criatividade? Montei aqui um menu completo pra você transformar aquela paçoca de carne - que já é uma delícia - num banquete memorável. A Daiane sempre diz que essas combinações são suas preferidas quando queremos um almoço farto sem complicação.

Pra começar com o pé direito

Pastel de angu fácil e rápido: crocância que lembra feira livre, perfeito pra abrir o apetite. Aqui em casa sempre rola uma disputa pelo último pedaço!

Tapioca salgada: versátil como São Paulo, pode ir de queijo coalho a carne seca. Eu sou do time que coloca tudo junto e misturado.

Pão de batata (veja como é fácil preparar): quentinho, fofinho... cuidado que esse aqui some rápido da mesa!

Os parceiros ideais

Polenta frita (clique aqui e surpreenda-se): crocante por fora, cremosa por dentro. Combina tão bem que parece que nasceram uma pra outra.

Espetinho de frango (clique aqui para o passo a passo): pra quem gosta de variar as proteínas sem perder o clima de comida de raiz.

Polenta de fubá (veja a receita aqui): cremosa que nem beijinho de vó, perfeita pra molhar o pão.

Doçuras pra fechar com chave de ouro

Sorvete de abacate que toda a família pede: refrescante e diferente, a Daiane adora servir depois de comidas mais encorpadas.

Cocada branca (clique aqui e aprenda): doce tradicional que nunca sai de moda. Melhor ainda se deixar esquentar um pouquinho no sol...

Bolo de fubá (confira os ingredientes): humilde mas poderoso, especialmente se vier com uma xícara de café.

Casadinho de goiabada: clássico que dispensa apresentações. Só aviso que um pedaço nunca é suficiente!

Bebidas: Harmonização para quem aprecia detalhes

Sagu de vinho fácil e rápido: pode servir como sobremesa ou bebida refrescante. Dica: deixe bem geladinho.

Suco de caju: do nordeste pra sua mesa, combina surpreendentemente bem com sabores robustos.

Água de coco gelada: às vezes o simples é tudo que a gente precisa, não é mesmo?

E aí, qual combo vai testar primeiro? Se fizer igual eu e a Daiane, vai querer experimentar todos no mesmo final de semana! Depois me conta como ficou - e se sobrou alguma coisa pra segunda-feira...

Com a versão clássica no repertório, que tal inovar com algumas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Liquidificador: seu aliado na cozinha

Autor: Vovó Elenita

Confesso que nunca tinha pensado em usar liquidificador para paçoca até testar essa versão. E olha, foi uma revelação, principalmente para quem tem preguiça de picar tudo muito fininho. O aparelho faz um serviço maravilhoso na textura, deixa tudo bem homogêneo.

A dica que aprendi aqui é usar banha de porco no lugar da manteiga comum. Dá um sabor mais autêntico, sabe? E se conseguir encontrar farinha de puba, típica do Norte do país, o resultado fica ainda mais especial. Já testei com farinha normal também e fica ótimo, mas essa variação regional é uma experiência à parte.

3º. Método tradicional no pilão

Autor: Edmilson Adorno Vida na Roça

Essa é para quem quer a experiência completa, do jeito que faziam os indígenas. Eu demorei um pouco para pegar o jeito de usar o pilão, na primeira vez espalhei metade da farinha pela cozinha, não vou mentir. Mas quando acerta, o resultado é outra coisa completamente diferente.

O legal é que você controla exatamente o ponto que quer: mais soltinho ou mais compacto. E tem um charme nesse processo manual que torna a comida ainda mais gostosa, talvez pela energia que você coloca em cada golpe. É daquelas receitas que te conectam com a tradição brasileira de verdade.

4º. Carne de sol: praticidade no dia a dia

Se você já teve dificuldade para encontrar carne seca de qualidade, essa versão com carne de sol resolve o problema. É mais fácil de achar na maioria dos mercados e o sabor fica incrível, talvez até mais suave para quem não está acostumado com a intensidade da carne seca tradicional.

O cheiro verde faz toda diferença aqui. Uma vez a Daiane resolveu colocar só no final, como garnish, e percebemos que quando você incorpora durante o preparo o sabor fica mais integrado. Pequenos detalhes que transformam uma receita boa em excelente, né?

5º. Sobras de churrasco ganham nova vida

Quantas vezes sobrou carne do churrasco e você não soube o que fazer? Essa receita veio para resolver esse dilema eterno. A carne já assada traz um sabor defumado que combina perfeitamente com a farinha crocante.

Dica importante: se a carne já estava bem temperada no churrasco, cuidado na hora de acrescentar mais sal. Já cometi esse erro e a paçoca ficou intragável, tive que fazer tudo de novo com mais farinha para equilibrar. Aprendi do jeito difícil para você não precisar aprender também.

6º. Bacon: a irresistível gordura extra

Vamos combinar que bacon melhora quase tudo na vida, e na paçoca não é diferente. O que descobri com essa versão é que a gordura do bacon ajuda a manter a umidade ideal, problema comum quando a farinha fica seca demais.

Uma técnica que testei e deu super certo: frite o bacon primeiro e use a própria gordura para umedecer a farinha. O sabor fica incrível e você aproveita tudo. Só cuidado para não exagerar, porque o bacon já salga bastante. Essa é daquelas receitas perigosas, difícil parar de comer depois que começa.

7º. Banana: o acompanhamento perfeito

Se você é do time que acha que paçoca pede um acompanhamento doce, essa combinação com banana vai te conquistar. A doçura natural da banana contrasta maravilhosamente com o salgado da carne, é uma daquelas combinações que simplesmente funcionam.

Testei com banana da terra frita e com banana nanérmica madura, e ambas ficaram ótimas, mas de jeitos diferentes. A dica é: se quiser um contraste mais marcante, vá de banana da terra. Se preferir algo mais suave, a nanica madura é perfeita. E o cheiro verde completa tudo com seu frescor.

8º. Feijão verde: prato completo para domingo

Essa versão transforma a paçoca em um prato principal digno de domingo em família. O feijão verde com nata cria um acompanhamento cremoso que complementa perfeitamente a textura da carne e da farinha.

O que mais gosto aqui é como os sabores se complementam, o feijão verde tem um frescor que equilibra a riqueza da paçoca. É uma daquelas combinações que parecem feitas uma para a outra. Já servimos para visitas e sempre pedem a receita depois.

9º. Manteiga de garrafa: o segredo do sabor

Se você nunca experimentou manteiga de garrafa, está perdendo um dos sabores mais característicos da culinária nordestina. Ela tem um gosto mais intenso que a manteiga comum e, detalhe importante, sempre fica líquida, o que facilita na hora de incorporar na receita.

Usei pela primeira vez numa tentativa de reproduzir o sabor que lembrava de uma viagem, deu certo demais. Agora sempre que quero impressionar com uma paçoca especial, recorro à manteiga de garrafa. A diferença no sabor é perceptível logo no primeiro garfo.

10º. Torresmo: crocância em cada garfada

Para quem adora textura, essa versão com torresmo é simplesmente viciante. O crocante do toucinho frito contrasta com a maciez da carne de um jeito que faz você querer repetir o prato várias vezes.

Aprendi que o segredo está em dosar bem o torresmo, muito pouco e você nem percebe, muito e pode dominar o sabor. A medida certa? Uns 20% em relação à quantidade de carne fica perfeito. E use a própria gordura do torresmo no preparo, faz toda diferença no sabor final.

11º. Carne de porco: uma variação suína

Quem disse que paçoca tem que ser só de carne bovina? Essa versão com carne suína no pilão me surpreendeu pela suavidade, e pelo fato de combinar perfeitamente com um café da tarde reforçado, como fazem no Norte do país.

Testei com lombo e com pernil, e ambos funcionaram, mas o pernil deu um resultado mais saboroso por causa da gordura. É uma ótima opção para quando você quer fugir do tradicional sem medo de errar. Serve bem como prato principal ou até como petisco em reuniões.

12º. Farinha de milho: alternativa regional

Se você tem dificuldade com farinha de mandioca muito seca, a farinha de milho pode ser uma solução interessante. Ela tem uma textura ligeiramente diferente, mais soltinha, e um sabor que lembra virado à paulista, sabe?

Confesso que fiquei com pé atrás na primeira vez que tentei, mas o resultado me conquistou. É uma variação que vale a pena experimentar, principalmente se você já gosta de pratos com farinha de milho. Dá até para fazer uma versão meio paçoca, meio cuscuz, as fronteiras da culinária brasileira são mesmo deliciosamente fluidas.

13º. Charque: quando a carne seca não está disponível

Essa é para os momentos de emergência culinária, quando a vontade de comer paçoca bate mas a carne seca ou carne de sol não estão disponíveis. O charque salva muito nessa hora, e o sabor fica bem parecido com o original.

Dica importante: o charque pode ser mais salgado que as outras carnes, então deixe de molho por mais tempo e prove antes de temperar. Já quase estraguei uma receita por não seguir esse passo, sorte que deu para corrigir acrescentando mais farinha. Aprendi que na cozinha é sempre melhor pecar pela falta do que pelo excesso de sal.

14º. Arroz de leite: cremosidade que complementa

Se você gosta de contrastes de textura, essa combinação com arroz de leite é simplesmente genial. O cremoso do arroz com nata e leite equilibra perfeitamente a paçoca mais sequinha, é como se um completasse o outro.

O arroz vermelho dá um sabor mais terroso que combina demais com a carne. Uma vez servimos essa combinação num almoço de família e foi um sucesso, até meu cunhado, que normalmente não é fã de comidas muito cremosas, elogiou. Às vezes as combinações mais inusitadas são as que mais funcionam, né?

15º. Pirão de queijo: para os amantes de queijo

Queijo coalho ralado no pirão é uma daquelas ideias tão óbvias que você se pergunta por que nunca pensou nisso antes. O sabor defumado do queijo combina perfeitamente com a paçoca, é quase uma trapaça de tão gostoso.

O segredo aqui é ralar o queijo na hora, nada daqueles queijos ralados de pacote que perdem todo o sabor. A diferença é absurda. Essa combinação virou fixa aqui em casa quando queremos impressionar visitas, funciona sempre, sem exceção.

16º. Salada de feijão fradinho: opção refrescante

Para os dias mais quentes ou quando você quer algo mais leve, essa salada de feijão fradinho é a companheira perfeita da paçoca. O frescor do feijão com limão ou vinagre limpa o palato entre uma garfada e outra da paçoca mais encorpada.

Gosto de fazer essa salada com bastante cebola roxa e pimentão, dá um crocante que contrasta bem com a textura da paçoca. É uma daquelas combinações que fazem você se sentir bem depois de comer, sem aquela sensação de estômago pesado. Perfeita para o verão, mas honestamente, funciona em qualquer época do ano.

Por qual dessas receitas você vai começar? Cada receita tem a sua própria personalidade. Se provar alguma versão, volta aqui para dar sua opinião, é muito bom compartilhar dicas e truques sobre essas experiências culinárias. E se tiver sua própria variação, compartilha nos comentários que eu fico curioso para testar também!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 10:20

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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