Filé à Parmegiana: O Segredo dos Sabores Clássicos

  • Esta delícia típica vai te deixar com água na boca e fazer você se sentir na Itália.
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Se você já comeu um filé à parmegiana que parecia um bife de frango coberto de molho de caixinha e queijo derretido por obrigação, entende o que eu quero mudar. Eu fiz isso. Três vezes. A primeira com molho pronto, a segunda com queijo ralado de pacote, a terceira… bem, a terceira foi quando percebi que o segredo não está no forno. Está no respeito.

O frango não é só carne barata. É uma tela. A farinha de rosca precisa ser leve, não crocante como pedra. O molho não pode ser de sachê. Tem que ser tomate bem cozido, com alho e um toque de orégano que não grita. E o queijo? Tem que derreter devagar, não virar lama.

Receita de filé à parmegiana que uso hoje é a que aprendi depois de desistir da facilidade. Não é a mais rápida. Mas é a que faz o titanzinho parar de roer a pata e ficar olhando fixo para a travessa. Daiane não fala nada quando serve. Só pega o primeiro pedaço, come devagar, e depois pede mais. Isso é tudo que preciso.

Se você quer um prato que não parece feito em lanchonete, que não pede desculpas por existir, dá uma olhada no passo a passo abaixo. E me conta: qual foi o pior filé à parmegiana que você já comeu?

Receita de Filé à Parmegiana De Frango no forno simples e fácil: saiba como fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
40 minutos
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 220ml

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para os filés:

Para o molho e cobertura:

Tudo que você precisa está no supermercado. Mas o segredo não é o ingrediente. É o jeito. Já fiz com molho de caixinha e com molho feito em casa. O de casa é melhor. Mas o da caixinha… ainda assim, se fizer direito, vira algo bom.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 filé (aproximadamente 200g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 2.5g 10%
   Açúcares 4.2g 8%
Proteínas 38.2g 76%
Gorduras Totais 22.8g 29%
   Saturadas 8.5g 38%
   Trans 0.2g
Colesterol 185mg 62%
Sódio 980mg 43%
Potássio 520mg 11%
Cálcio 320mg 32%
Ferro 2.8mg 16%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
† Valor Diário não estabelecido

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Ideal para recuperação muscular
  • Rico em Cálcio: Bom para saúde óssea
  • Não Vegetariano: Contém frango e ovos

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Moderar consumo para hipertensos
  • Gordura saturada – 38% do VD em uma porção
  • Contém glúten – Farinha de trigo na empanagem
  • Contém lactose – Queijo muçarela
  • Insight: Para versão mais light, asse direto sem fritar e use queijo light

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Temperar e empanar:

  1. Numa tigela, tempere os filés com pimenta-do-reino, orégano, sal, cominho e o alho amassado. Deixe marinar por 15 minutos na geladeira. Não precisa mais que isso.
  2. Em outra tigela, bata os dois ovos com duas pitadas de sal. Em uma terceira, coloque a farinha de trigo. E em uma quarta, a farinha de rosca.
  3. Passe cada filé primeiro na mistura de ovos, depois na farinha de trigo, depois de novo na mistura de ovos, e por fim na farinha de rosca. Pressione levemente pra grudar bem. Não fique balançando. Isso faz a farinha cair.
  4. Repita com todos os filés e reserve. Se tiver tempo, deixe eles por 10 minutos na geladeira. Aí a empanação fica mais firme.

Fritar:

  1. Aqueça o óleo em uma frigideira grande, em fogo médio. Não precisa estar fervendo, só quente o suficiente pra fazer a farinha de rosca estalar levemente quando você colocar um pedacinho.
  2. Frite os filés, dois por vez, por cerca de 4 minutos de cada lado, até dourar bem. Não aperte com a colher. Deixe que o calor faça o trabalho.
  3. Retire e coloque sobre papel-toalha pra absorver o excesso de óleo. Não deixe na panela. Vai ficar mole.

Montar e assar:

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C. Enquanto isso, espalhe metade do molho de tomate no fundo de uma travessa de vidro.
  2. Coloque os filés fritos em cima, sem sobrepor. Cubra com o restante do molho.
  3. Disponha as fatias de muçarela por cima, deixando espaço entre elas. Não cubra tudo. Quer ver o molho por baixo.
  4. Finalize com uma pitada de orégano. Só uma. Não exagere.
  5. Leve ao forno por 15 minutos, ou até o queijo começar a borbulhar nas bordas. Se ficar mais tempo, vira queijo seco.

Finalizar:

  1. Retire do forno e deixe descansar 5 minutos. Isso é importante. O queijo continua derretendo, e o molho volta pra dentro.
  2. Sirva quente. Com arroz branco, se quiser. Mas não precisa. Às vezes, só com um pãozinho na mão, é suficiente.

Esse prato não é pra ser perfeito. É pra ser honesto. O queijo não precisa ser da melhor marca. O molho não precisa ser feito de tomate fresco. Mas o respeito, sim. A primeira vez que fiz com molho de caixinha e ainda assim consegui que o titanzinho ficasse parado na porta, olhando, eu achei que tinha acertado. Daiane não disse nada. Só pegou um pedaço, comeu devagar, e depois pediu mais. E não pediu para eu fazer de novo. Ela só pediu mais um prato.

Se você já comeu um filé à parmegiana que parecia um bife de plástico com queijo derretido por cima… eu já comi. E já fiz. E já errei. Mas cada erro me ensinou uma coisa: o que importa não é o que está na embalagem. É o que você coloca na travessa. Se você tentar essa, me conta: qual foi o pior filé à parmegiana que você já comeu? E o que você aprendeu com ele? Comenta aí.

Quanto custa em calorias esse pecado?

Uma porção desse filé à parmegiana tem 485 kcal (valores detalhados na tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, veja as dicas de ajustes mais pra baixo!

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Na geladeira: 2 dias no máximo (e já fica meio triste depois do primeiro). Congelado: até 1 mês, mas embrulhe bem pra não pegar cheiro. Dica: congele SEM o molho e o queijo, acrescente só na hora de assar!

Os 3 pecados capitais do parmegiana

1) Frango muito grosso: bata levemente os filés pra ficarem uniformes (senão fica cru por dentro e queimado fora). 2) Farinha grudando: seque bem o frango antes de empanar. 3) Queijo borrachudo: não exagere no molho ou o queijo não gratinará direito.

Truque secreto do empanado crocante

Depois de empanar, deixe os filés descansarem 10 minutos na geladeira. A farinha "cola" melhor e fica mais crocante! Outra: misture um pouco de parmesão ralado na farinha de rosca - mudou minha vida.

Sem trigo? Sem pânico!

Farinha de rosca sem glúten: use flocos de milho triturados ou farinha de arroz. Vegano: substitua os ovos por "leite" de aveia engrossado com 1 colher de amido de milho. Queijo: experimente mussarela de búfala pra um upgrade surpreendente!

O que serve junto? Aqui vai o combo perfeito

Arroz branco soltinho (óbvio), mas experimente purê de mandioquinha com noz-moscada. Bebida: um vinho suave tipo Pinot Noir ou, se for dia de preguiça, guaraná gelado com limão espremido. Molho extra: misture um fio de azeite e manjericão fresco no molho pronto!

Versão fitness? Bora adaptar!

Low carb: empanado com farinha de amêndoas + gergelim. Air fryer: 12 minutos a 200°C (passe óleo com pincel antes). Proteico: acrescente queijo cottage entre o frango e a mussarela. Juro que fica bom!

Tá cansado do mesmo parmegiana? Chacoalha esse prato!

Parmegiana de berinjela: substitua o frango por fatias grossas de berinjela assadas. Parmegiana apimentada: acrescente pimenta calabresa no molho. "Parmegiana" de banana da terra: sim, existe e é incrível (mas isso é história pra outro dia).

Modo restaurante 3 estrelas (com 1 ingrediente só)

Rale um pouco de noz-moscada no molho de tomate antes de levar ao forno. Sério, parece mágica - dá um aroma que vai fazer todo mundo perguntar "o que você botou nisso?". Outra: finalize com folhas de manjericão fresco.

Fazendo o frango render mais

Corte os filés no meio no sentido horizontal (fica mais fino e rende o dobro). Molho caseiro: refogue 1 cebola, 2 tomates maduros e 1 colher de extrato por 15min. Queijo: compre um bloco e fatie em casa - sai mais barato que os pré-fatiados!

A parte chata: empanar sem bagunça

Use uma mão só pra passar no ovo e outra na farinha (senão vira cola nas mãos). Dica da Daiane: coloque tudo em sacos plásticos e "chacoalhe" o frango dentro - limpeza instantânea! Depois é só tirar com um garfo.

Se tudo der errado... (minhas confissões)

Queimou o queijo? Rala mais por cima e volta pro forno rapidinho. Empanado descolando? Passe mais ovo e farinha e frite de novo. Molho aguado? Escorra o excesso e polvilhe um pouco de amido de milho. Já salvei um jantar assim!

Sabia que isso não é italiano de verdade?

O "parmegiana" original (Parmigiana) é feito com berinjela! A versão com frango surgiu no Brasil nos anos 1950, provavelmente em São Paulo. Curioso: na Argentina eles fazem com presunto entre as camadas - já experimentou assim?

2 coisas que ninguém te conta sobre parmegiana

1) O cominho no tempero é um toque brasileiríssimo - não existe na receita original. 2) Se deixar o frango marinando no leite por 1 hora antes, fica ainda mais macio (mas seca bem antes de empanar!).

Perguntas que sempre me fazem

"Posso congelar já pronto?" Melhor não, o queijo fica esquisito. "Dá pra fazer sem fritar?" Até dá, mas perde a graça. "Por que meu empanado não fica crocante?" Provavelmente o óleo não estava quente o suficiente - teste com um farelo de farinha: se borbulhar, tá no ponto!

O segredo do molho perfeito

O molho pronto é prático, mas se quiser impressionar: refogue 1 cebola, acrescente 3 tomates maduros sem pele, 1 folha de louro e deixe cozinhar por 20min. Bata no liquidificador e volte ao fogo com 1 colher de açúcar (tira a acidez). Mágica!

Jantar italiano com filé à parmegiana: combinações que vão fazer seu domingo mais gostoso

Quem nunca planejou um jantar especial e ficou na dúvida do que servir junto? Aqui em casa, a Daiane e eu adoramos um bom filé à parmegiana, mas sabemos que o prato principal merece companhias à altura. Por isso, selecionei algumas sugestões que vão transformar sua refeição em um banquete memorável - cuidado com a vontade de repetir o prato três vezes!

Para começar com o pé direito

Esfirra de carne (saiba mais sobre a receita): essa aqui é um clássico que nunca falha. Crocante por fora e suculenta por dentro, é perfeita para abrir o apetite sem roubar a cena do prato principal. A Daiane sempre faz umas mini esfirras quando temos visita - diz que fica mais charmoso (e ela tá certíssima!).

Acompanhamentos que complementam

Creme de espinafre que nunca falha: meu preferido para acompanhar. O cremoso do espinafre combina absurdamente bem com o queijo derretido do filé. Um segredo? Coloco um pouco de noz-moscada que fica divino.

Risoto de funghi (veja como é fácil preparar): para quem quer dar um toque sofisticado. Os cogumelos trazem um sabor terroso que contrasta perfeitamente com o molho de tomate. Na primeira vez que fizemos, quase não sobrou espaço para o prato principal!

Lasanha de abobrinha que toda a família pede: opção mais leve que fica uma delícia. A abobrinha assada no forno ganha um sabor incrível e a textura fica no ponto certo - nem muito mole, nem muito firme.

Para fechar com chave de ouro

Salada de frutas simples: depois de uma refeição robusta, nada melhor que algo refrescante. Sugiro usar frutas da estação e um fio de mel - aqui em São Paulo sempre tem manga e morango bons nessa época.

Arroz de leite cremoso: clássico que lembra infância. Faço com canela em pau e casca de limão - o cheiro invade a casa toda e já aviso: é impossível comer só uma porção.

Para acompanhar

Chá de maçã que todo mundo elogia: quentinho no inverno ou gelado no verão, esse chá tem um sabor suave que não compete com os sabores da refeição. Adiciono um pau de canela quando quero dar um toque especial.

Água com gás e rodelas de limão siciliano: nossa combinação preferida para refeições mais pesadas. A acidez do limão ajuda a "limpar" o paladar entre uma garfada e outra.

E aí, qual combinação mais te tentou? Conta pra gente nos comentários se testou alguma dessas sugestões - e não esquece de avisar se conseguiu parar antes da sobremesa (aqui em casa é raro!)

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Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Mignon

autor: Costelão Na Brasa

Essa é a minha receita de quando quero que alguém me diga “isso é diferente”. O mignon é macio, mas não pode ser fino. Se for fino, vira carne de frango. E o segredo? Não pule a etapa de bater a carne. Não é pra deixar fina. É pra quebrar as fibras. E a farinha de rosca? Não use a industrializada. Pique pão francês velho, torre no forno e triture. Aí ela fica leve, não crocante como pedra. E o queijo? Muçarela fresca, não a de pacote. Ela derrete devagar, como um suspiro. Se você colocar parmesão por cima, não misture. Espalhe só no final. Aí ele dá um salto de sabor. Já comi essa em uma casa em Bento Gonçalves. Não lembro o nome. Mas lembro do silêncio. E do pão que sobrou.

3º. Com Macarrão

autor: Receita fácil da Simone Silva

É minha favorita quando quero que o jantar pareça um abraço. Mas atenção: não cozinhe o macarrão junto com o filé. Ele vira mingau. O segredo? Cozinhe o macarrão separado, escorra bem, e coloque no fundo da forma. Aí o molho escorre por cima, e o filé fica por cima dele. Aí, quando você corta, o macarrão não se mistura. Ele fica como uma base. Se preferir que fique mais cremoso? Adicione uma colher de requeijão ao molho. Só uma. Aí ele vira um abraço. E se alguém perguntar se é tradicional? Diga que é. Mas que a gente pode fazer do jeito que quiser.

4º. Contra Filé

Esta receita é a que sempre funciona quando quero que o prato pareça que veio de um restaurante. O contra filé tem gordura. E isso é bom. Mas não pode ser muito. Corte bem. E a farinha panko? Ela não é só crocante. Ela é leve. Mas não use se você não tiver tempo. Se não tiver, use farinha de rosca caseira. O segredo? Deixe a carne repousar por 10 minutos depois de bater. Aí ela não encolhe no fogo. Se quiser que o resultado fique mais saboroso? Passe um pouco de azeite no filé antes de empanar. Só um fio. Aí ele pega o tempero melhor. Já fiz essa com Daiane. Ela não falou nada. Mas comeu três pedaços. E isso é tudo que importa.

5º. De Tilápia

Essa versão é a que eu preparo quando quero que alguém entenda que filé à parmegiana não é só carne. É equilíbrio. O peixe é delicado. Então o molho não pode ser pesado. E o limão? Não é só para tirar o cheiro. É para acordar o gosto. Use o suco de meio limão no tempero. Se preferir que a receita fique mais leve? Não frite. Asse no forno. Aí o peixe não perde a maciez. E se você quiser que fique mais bonito? Coloque uma folha de manjericão por cima. Só uma. Aí ele parece que veio de um lugar que não é lanchonete. E se alguém perguntar se é autêntico? Diga que é. Mas que a autenticidade não está no nome. Está no respeito.

6º. Mignon com Purê de Batata

É a minha escolha quando quero que o prato pareça um abraço quente. O purê não pode ser líquido. Tem que ser cremoso, mas com corpo. E o segredo? Use batata nova. Ela tem mais sabor. E não use leite. Use água. Aí ele não fica pesado. Se desejar que fique mais encorpado? Misture uma colher de manteiga no final. Só uma. Aí ele brilha. Caso deseje que fique mais bonito? Faça uma camada de purê, depois o filé, depois o molho. Não coloque o queijo por cima do purê. Aí ele não derrete bem. Já fiz essa no inverno. A Daiane colocou um cobertor na mesa. Não disse nada. Mas eu vi o olhar.

7º. De Frango com Farinha de Trigo

É minha favorita quando quero que o filé tenha textura. A farinha de trigo não é só grossa. Ela é macia por dentro. Mas atenção: não use farinha com fermento. Ela incha. Caso queira que fique mais crocante? Passe duas vezes na farinha. Primeiro, passe no ovo. Depois na farinha. Depois no ovo de novo. Depois na farinha de novo. Aí ela vira uma armadura. Caso prefira que fique mais leve? Não use óleo. Use azeite. Só um pouquinho. Aí ele dá um sabor que a gente não esquece. Já fiz essa com o titanzinho sentado na porta. Ele não comeu. Mas ficou olhando. Como se soubesse que era especial.

8º. De Frango na Frigideira

Esta versão é a que sempre preparo quando não tenho forno. Ou quando não quero sujar tudo. O segredo? Não cozinhe o filé por muito tempo. Apenas até dourar. Aí coloque o molho, o queijo, e tampe a frigideira. O vapor derrete o queijo. Se você quiser que fique mais saboroso? Coloque um pouquinho de orégano seco no molho. Só umas duas pitadas. Aí ele não grita. Ele sussurra. Se quiser que fique mais bonito? Passe um fio de azeite por cima antes de servir. Só um fio. Aí ele brilha. Já fiz essa sozinho, numa noite de chuva. Não tinha ninguém pra impressionar. Mas eu me impressionei.

9º. De Frango Fit

Essa não falha, é a que nunca falha quando quero que o prato não pareça uma desculpa. A farinha de aveia não é só saudável. Ela é saborosa. Mas não use a integral. Ela é amarga. Use a fina. E não frite. Asse no forno. Mas atenção: não coloque o queijo no começo. Coloque no final. Aí ele não queima. Se preferir que fique mais cremoso? Misture uma colher de iogurte natural ao molho. Só uma. Aí ele fica suave. Já fiz essa para Daiane. Ela não disse nada. Mas comeu o prato inteiro. E pediu para fazer de novo. E isso é tudo que importa.

10º. De Merluza

É a minha escolha quando quero que o peixe pareça que veio de um lugar que não é lanchonete. A merluza é delicada. Então o molho não pode ser pesado. E o cheiro verde? Não é só para enfeitar. É para acordar o sabor. Coloque no final. Se quiser que o resultado fique mais leve? Não use queijo parmesão. Use só muçarela. Aí ele não sobrecarrega. Se preferir que a receita fique mais bonito? Coloque uma folha de manjericão por cima. Só uma. Aí ele parece que veio de um lugar que não é lanchonete. Já fiz essa com o titanzinho sentado na porta. Ele não comeu. Mas ficou olhando. Como se soubesse que era especial.

11º. De Frango com Macarrão

É minha favorita quando quero que o prato pareça uma festa. Mas atenção: não misture o macarrão com o molho. O macarrão tem que estar separado. E o segredo? Cozinhe o espaguete um pouco menos que o indicado. Aí ele continua firme. E se você quiser que fique mais saboroso? Passe o macarrão no azeite depois de escorrer. Só um fio. Aí ele não cola. Se desejar que fique mais bonito? Coloque o filé por cima do macarrão, e o molho por cima do filé. Aí ele parece que veio de um lugar que não é lanchonete. Já fiz essa no domingo. A Daiane não falou nada. Mas colocou o prato na mesa de novo.

12º. Mignon Suíno

Essa é a que eu costumo fazer quando quero que o prato pareça que veio de outro lugar. O mignon suíno é mais suave. Mas não pode ser fino. E o segredo? Não use molho pronto. Faça com tomate fresco. Caso deseje que fique mais saboroso? Coloque um pouco de vinagre balsâmico no molho. Só umas duas colheres. Aí ele dá um contraste. Caso queira que fique mais bonito? Use queijo muçarela de búfala. Ela é mais cremosa. Aí ele derrete como manteiga. Já fiz essa com Daiane. Ela não falou nada. Mas comeu três pedaços. E isso é tudo que importa.

13º. Mignon Recheado

É a minha escolha quando quero que o prato pareça um presente. O recheio não pode ser muito líquido. E o segredo? Misture o requeijão com o queijo ralado. Não use creme de leite. Ele vira água. Caso prefira que fique mais saboroso? Coloque um pouquinho de noz-moscada. Só uma pitada. Aí ele dá um toque que a gente não esquece. Se você quiser que fique mais bonito? Não corte o filé antes de rechear. Deixe inteiro. Aí ele parece que veio de um lugar que não é lanchonete. Já fiz essa para um jantar. Não tinha ninguém. Mas eu me senti bem.

14º. De Sassami

É minha favorita quando quero que o frango pareça carnes nobres. O sassami é magro. Mas não pode ser seco. E o presunto? Não é obrigatório. Mas se você usar, use o de boa qualidade. E o segredo? Não bata muito o filé. Apenas o suficiente para abrir. Aí ele não vira massa. Se quiser que fique mais saboroso? Passe um fio de azeite no filé antes de empanar. Só um fio. Aí ele pega o tempero melhor. Já fiz essa com Daiane. Ela não falou nada. Mas comeu o prato inteiro. E pediu para fazer de novo. E isso é tudo que importa.

15º. De Frango na Airfryer

Essa é a minha receita de quando quero que o prato pareça fácil, mas não pareça desculpa. A airfryer não é mágica. Mas ela ajuda. O segredo? Não coloque o queijo no começo. Coloque no final. Aí ele não queima. Se preferir que fique mais saboroso? Passe um fio de azeite no filé antes de assar. Só um fio. Aí ele pega o tempero melhor. Se quiser que o resultado fique mais bonito? Coloque uma folha de manjericão por cima. Só uma. Aí ele parece que veio de um lugar que não é lanchonete. Já fiz essa no fim de semana. A Daiane não falou nada. Mas colocou o prato na mesa de novo.

E aí, qual receita desperta mais sua curiosidade? Alguma que você já fez e não está aqui? Me conta nos comentários, às vezes a gente descobre uma nova versão só por causa de um comentário.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 15:26

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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