O segredo para um assado de panela que derrete na boca está no corte da carne e na paciência. Aprendi isso depois de várias tentativas com peças erradas, até que um açougueiro me explicou que o miolo de acém tem a gordura interna perfeita para esse preparo.
Minha técnica favorita veio de um curso de culinária brasileira, onde descobri que o shoyu não só salga, mas ajuda a amaciar as fibras da carne. A combinação com vinagre branco e especiarias como noz moscada cria um caldo profundamente saboroso.
Quando faço esse assado aqui em casa, o cheiro toma todo o apartamento e deixa até o Titan de orelha em pé. É uma daquelas comidas que transforma um jantar comum em celebração, perfeita para reunir quem a gente ama.
Vou te mostrar a versão clássica na panela de pressão, que fica incrivelmente macia em pouco tempo. Depois você descobre outras 16 variações criativas lá no final. Bora preparar esse clássico?
Tabela de conteúdo:
receita de assado de panela simples e fácil: Saiba Como
Ingredientes
O miolo de acém é perfeito para assado porque tem aquela gordura marmorizada. Se não achar, patinho também funciona. A carne aqui rende para 4 a 6 pessoas, dependendo de quanto cada um come.
Informação Nutricional
Porção: 250g (1/4 da receita)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 385 kcal | 19% |
| Carboidratos Totais | 8.5g | 3% |
| Fibra Dietética | 1.2g | 5% |
| Açúcares | 3.8g | 8% |
| Proteínas | 45.2g | 90% |
| Gorduras Totais | 18.6g | 24% |
| Saturadas | 6.2g | 31% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 135mg | 45% |
| Sódio | 1,850mg | 80% |
| Potássio | 680mg | 15% |
| Ferro | 5.8mg | 32% |
| Zinco | 12.5mg | 114% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
- Pega uma tigela grande, daquelas que cabem a carne toda. Coloca a cebola picada, o alho amassado, o vinagre branco, shoyu, sal, pimenta, salsinha, manjericão e a noz moscada. Mistura tudo com uma colher até formar uma marinada.
- Adiciona a peça de acém inteira na tigela. Vai virando a carne na marinada, massageando bem para pegar tempero em todos os lados. Eu deixo uns 15 minutos assim, mas se tiver mais tempo, deixa meia hora que fica ainda melhor.
- Na panela de pressão, esquenta o óleo em fogo médio. Quando estiver quente, coloca a carne e toda a marinada junto. Toma cuidado para não respingar.
- Tampa a panela e deixa cozinhar por cerca de 1 hora depois que pegar pressão. O tempo pode variar dependendo da panela e do fogão, então fica de olho.
- Quando começar a chiar, abaixa o fogo para o mínimo e deixa cozinhando mais uns 15 a 20 minutos. Não fica abrindo a panela para ver, deixa fazer o trabalho dela.
- Passado o tempo, desliga o fogo e espera a pressão sair sozinha antes de abrir. Testa a carne com um garfo – se estiver desfiando fácil, está no ponto. Se ainda estiver dura, volta para a panela por mais uns 15 minutos.
Esse assado de panela é daqueles que a gente faz uma vez e repete sempre. A carne fica tão macia que quase não precisa faca. A Daiane adora porque rende para mais de uma refeição, e no dia seguinte está ainda mais saborosa.
Você costuma fazer assado na panela de pressão? Me conta nos comentários se tem algum truque diferente. Às vezes coloco batata junto na panela, fica ótimo também.
Quanto tempo dura essa delícia?
Essa carne fica boa na geladeira por até 3 dias – mas duvido que sobre! Se quiser guardar por mais tempo, congela que fica show por até 2 meses. Dica bônus: o molho que sobra vira um ótimo caldo pra sopa ou pra regar um arroz. Já fiz isso aqui em casa e a Daiane achou genial (até tirou print pra não esquecer).
Tá de dieta? Vem cá...
Confira a tabela nutricional completa logo acima! Uma porção de 250g fica em torno de 385 calorias, dependendo da gordura da carne. Quer cortar? Troca o óleo por azeite em spray e reduz o shoyu (ou usa a versão light). Mas sério, às vezes vale a pena o extra – vida que segue, né?
Sem algum ingrediente? Relaxa!
• Shoyu virou um unicórnio na sua despensa? Usa molho inglês ou até 1 colher de café de extrato de tomate + 1 pitada de açúcar mascavo
• Vinagre branco acabou? Limão tá valendo, ou até vinagre de maçã
• Noz moscada não é sua praia? Pimenta síria ou cominho dão um toque diferente mas incrível
Os 3 pecados capitais do assado de panela
1. Não selar a carne: Se tiver tempo, doure rapidamente antes de levar à pressão. Faz MUITA diferença no sabor!
2. Excesso de líquido: A carne solta água, então não precisa encher de caldo. 1/4 de xícara no máximo!
3. Panela errada: Usar panela fininha = carne grudando. Panela de fundo grosso é a chave do sucesso.
Hack que mudou minha vida
Coloca 1 folha de louro e 2 cravos-da-índia escondidos no meio da carne. Quando você for servir, ninguém vai saber o que deixou o sabor tão bom – segredo de mestre! Outra? Depois de pronta, tira a carne e reduz o molho em fogo alto por 5 minutos. Vira um glacê divino.
O que servir com essa carne?
• Clássico paulista: purê de batata e uma farofinha de bacon
• Quer inovar? Polenta cremosa e escarola refogada
• Modo rápido: arroz branco soltinho e uma saladinha de pepino com iogurte
Bebida? Um tannat argentino se quiser ficar chique, ou até uma cerveja escura gelada
Dietas especiais? Sem stress!
• Low carb: Troca o shoyu por tamari e serve com abobrinha refogada
• Sem glúten: Shoyu sem glúten ou molho de peixe (sim, funciona!)
• Vegetariano: Faz com jackfruit ou palmito pupunha – já testei e fica surpreendente
Tá com tempo? Bora inovar!
• Versão cervejada: Substitui metade do shoyu por cerveja preta (perigo de sabor viciante)
• Doce e apimentado: Adiciona 1 colher de mel e 1 pimenta dedo-de-moça
• Ultra rápido: Faz no liquidificador todos os temperos, vira um marinado express
O ponto crítico: quando a carne ainda tá dura
Já aconteceu COMIGO: a carne ficou parecendo sola de sapato. Solução? 1 copo de água quente + 20 minutinhos extra na pressão. Se ainda assim não resolver, corta em fatias finas e deixa cozinhando no molho – vira um "strogonoff de pobre" delicioso.
Quer impressionar? Faz isso aqui
No final, salpica raspas de laranja e um fio de azeite trufado. Parece coisa de restaurante 5 estrelas, mas custa quase nada. Outra jogada? Serve com cebolinha fresca e gergelim torado por cima – fotogênico e saboroso!
Contando os centavos? Eu também!
• Compra a carne em promoção e congela
• Usa tempero caseiro ao invés dos desidratados (cebolinha e alho-poró congelados salvam)
• Substitui o shoyu por 1 colher de sopa de sal + 1 colher de açúcar mascavo
• Faz em maior quantidade – essa receita escala bem e fica até melhor no dia seguinte
Sobrou? Transforma!
• Desfia a carne e faz pastel, escondidinho ou sanduíche
• O caldo vira base para sopa ou risoto
• Congela em porções individuais – meu "prato feito" de emergência
• Cascas de cebola e alho? Lava bem e faz um caldo vegetal (sim, funciona!)
De onde veio essa maravilha?
Essa é uma adaptação dos "pot roasts" americanos, mas com tempero brasileiro. O shoyu entra como substituto moderno do tradicional vinho ou cerveja. Curiosidade: no interior de SP, tem versão com café coado no lugar do vinagre – já experimentei e é bizarramente bom!
2 segredos que ninguém conta
1. A panela de pressão velha da sua avó faz a MELHOR carne – algo sobre o alumínio envelhecido que deixa tudo mais gostoso
2. Se deixar esfriar totalmente na panela e esquentar de novo no dia seguinte, o sabor fica 3x melhor. Alquimia culinária!
O que mais combina com esse sabor?
Experimenta passar uma pitada de wasabi ou mostarda dijon na carne depois de pronta. Parece loucura, mas o contraste é divino. Outra combinação surpresa: um pouco de cream cheese derretido por cima. Não me agradeça depois!
Perguntas que sempre me fazem
"Posso fazer sem panela de pressão?" Pode, mas vai levar umas 3 horas em fogo baixo. Paciência é virtude!
"Congela bem?" Melhor coisa! Fica até mais macia depois do freezer
"Por que meu molho fica aguado?" Provavelmente exagerou no líquido ou não reduziu o molho no final
Se TUDO der errado...
• Carne dura? Corta em cubos e vira sopa
• Sem graça? Joga um cubo de caldo de carne e deixa reduzir
• Queimou o fundo? Passa pra outra panela e finge que foi proposital (já fiz isso, funciona!)
• Exagerou no sal? Batata crua descascada dentro do molho por 10 minutos absorve o excesso
Confissões de quem já errou
Uma vez esqueci a panela no fogo e o molho secou completamente. Resultado? Carne desfiada crocante que virou o melhor recheio de tapioca da história. Moral da história: na cozinha, até os erros podem virar acertos criativos!
O que ouvir enquanto cozinha?
Minha seleção pra essa receita:
• "Como Nossos Pais" - Elis Regina (pra entrar no clima)
• Qualquer álbum do Tim Maia (o ritmo ajuda a mexer a carne)
• "Chefão" - Atitude 67 (pra ficar no personagem)
Sabia que...
O vinagre na marinada não é só pra sabor – ele ajuda a quebrar as fibras da carne, deixando mais macia. E o shoyu? Contém glutamato natural, que realça todos os outros sabores. Ciência na panela!
Cardápio que vai fazer seu domingo virar festa (e sua panela ser a estrela)
Quem disse que assado de panela precisa ser jantar simples? Montei um menu completo pra transformar sua refeição em banquete - do primeiro petisco até a última colherada de doce. Aqui em casa a Daiane já aprovou todas as combinações, então pode confiar!
Para abrir o apetite
Bolinho de batata recheado: Crocante por fora, cremoso por dentro e com aquele recheio que escorre só de olhar. Faço sempre que recebemos visitas e nunca sobra um!
Pão de batata caseiro: Aquele cheirinho de padaria em casa, ainda quentinho com manteiga derretendo... não tem quem resista.
Os parceiros perfeitos
Farofa de banana da terra: Doce, salgada e crocante - fica tão boa que as vezes como até de sobremesa (shhh, não conta pra ninguém).
Batata asterix: Prática, diferente e fica ótima pra acompanhar. Adoro fazer quando quero impressionar sem muito trabalho.
Batata frita crocante: Clássico que nunca falha. Dica: faça em quantidade porque some rápido!
Para fechar com chave de ouro
Mousse de maracujá com suco: Leve, refrescante e azedinha no ponto. Minha sobremesa favorita depois de comidas mais pesadas.
Bolo de cenoura com brigadeiro: Humilde mas poderoso. Quando sobra (raramente), adoro um pedaço com café no dia seguinte.
Brigadeiro de leite ninho: Creamy, dreamy e viciante. A Daiane sempre faz um pote extra "só pra assaltar a geladeira de noite".
Bebidas que realçam cada garfada
Sagu de vinho: Diferente, elegante e combina surpreendentemente bem. Ótimo pra ocasiões especiais.
Água aromatizada: Simples mas eficaz. Gosto de fazer com limão siciliano e alecrim - fica chique e refrescante.
E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiu deixar algum prato pra sobremesa ou se atacou tudo antes como fazemos aqui!
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
2º. A dupla imbatível: batata com carne
Autor: Receitinhas com Amor
Essa combinação é daquelas que nunca falham, né? A batata absorve todo o caldo da carne e fica com um sabor que é quase uma sobremesa salgada. Uma vez, fiz essa receita num domingo chuvoso e a Daiane falou que parecia comida de alma, aquela que aquece por dentro.
O segredo que aprendi com essa versão é cozinhar as batatas um pouco separadas no início, só para darem uma douradinha, antes de juntar com a carne. Isso evita que virem uma pasta e mantém a textura perfeita. É um daqueles pratos que parece simples, mas quando bem feito, vira motivo de elogios por dias.
3º. Maciez garantida na pressão
Autor: Receitas da Josi
Confesso que demorei para pegar o jeito da panela de pressão, tinha um certo medo, sabe? Mas quando descobri como ela transforma cortes mais duros em carne que desfia com o garfo, não parei mais. Essa receita é minha salvação quando quero impressionar sem muito trabalho.
A dica de ouro aqui é não abrir a panela imediatamente depois que desliga o fogo. Deixa descansar uns 5 minutinhos com a pressão ainda lá dentro, a carne continua cozinhando no vapor residual e fica ainda mais temperada. Já testei fazer direto no sábado de manhã e serviu até para visita inesperada no almoço.
4º. Cebola: muito mais que um tempero
Te contar um segredo: eu odiava cebola quando era mais novo. Cortava e jogava fora, que absurdo, né? Mas aí aprendi que quando ela cozinha junto com a carne, magicamente vira um creme que engrossa o caldo e doce natural. Essa receita me converteu completamente.
O truque está em fatiar bem fininho, ou até ralar, para ela quase desaparecer no molho, liberando todo o sabor sem aqueles pedaços que algumas pessoas estranham. Virou meu ingrediente secreto para dar corpo aos caldos, sem precisar de espessantes.
5º. Carne de porco: a subestimada
Todo mundo fala da picanha, do contra-filé, mas a carne de porco para assar é uma das mais generosas que existe. Ela absorve os temperos de um jeito único e fica incrivelmente suculenta. Essa receita em particular me surpreendeu pela simplicidade, são poucos ingredientes, mas o resultado é sofisticado.
Aprendi que o segredo está em não ter pressa. A carne de porco precisa de fogo baixo e tempo para liberar sua gordura natural, que vai se transformar no melhor molho do mundo. É um daqueles pratos que engana: parece trabalhoso, mas na verdade você só precisa de paciência.
6º. Lagarto: o corte inteligente
O lagarto era um corte que eu evitava, achava que ficava seco fácil. Que engano! Quando bem preparado, ele vira uma das carnes mais saborosas e, olha, bem mais em conta que muitos cortes nobres. Essa receita me ensinou a amar o lagarto.
A técnica do recheio com bacon e cenoura é genial porque mantém a carne úmida por dentro enquanto o bacon vai derretendo e temperando tudo. Na primeira vez que experimentei fazer, até o Titan ficou olhando fixo para a panela, o que nunca acontece, ele só ignora tudo normalmente.
7º. Calabresa: o toque brasileiro
Quer saber uma combinação que nunca falha aqui em casa? Carne assada com calabresa. A linguiça solta sua gordura temperada que se mistura com o caldo da carne, criando um sabor que é puro conforto. Essa receita é daquelas que resolvem jantares de sexta-feira cansativa.
Um detalhe que faz diferença: doure a calabresa separadamente antes de juntar com a carne. Parece trabalho extra, mas é isso que garante aquela casquinha crocante que contrasta com a maciez do assado. E sobre o vinho rosé que sugerem, experimentei e, realmente, combina perfeitamente.
8º. Linguiça toscana: história na panela
Sabe aqueles ingredientes que carregam séculos de história? A linguiça toscana é assim. Quando faço essa receita, sempre penso nessa tradição toda que vem dos imigrantes e virou parte do nosso dia a dia. E o melhor: ela transforma um assado simples em algo especial.
Uma coisa que notei: a qualidade da linguiça faz MUITA diferença. Quando possível, pego aquelas de açougue mesmo, menos industrializadas. Elas soltam menos água e mais sabor. Já usei até um pouco de linguiça caseira que ganhei de um amigo, nossa, mudou completamente o prato.
9º. Bacon: o coringa das carnes
Vou ser sincero: bacon em carne assada parece exagero, mas quando você prova, entende por que essa combinação existe há milênios. A gordura que derrete envolve a carne em sabor, e os pedacinhos crocantes que ficam são como surpresas deliciosas a cada garfada.
Dica prática: se for usar bacon em fatias, frite bem antes de acrescentar à carne. Se for em cubos, pode colocar direto. Aprendi isso depois de fazer uma vez com bacon cru que ficou borrachento, não cometa esse erro! Agora sempre dou uma pré-fritada e o resultado é infinitamente melhor.
10º. Cenoura: doce e nutritiva
As avós sempre souberam, cenoura faz bem para os olhos e para a alma. Nessa receita, ela não é só acompanhamento, vira parte fundamental do molho, liberando seu açúcar natural que equilibra a acidez do tomate. Fica um caldo adocicado sem precisar adicionar açúcar.
Um truque que descobri por acaso: se ralar um pouco de cenoura bem fina e misturar no caldo, ela some completamente mas deixa o molho mais encorpado e com cor linda. Virou meu segredo para engrossar molhos sem farinha, mais sabor e menos calorias, win-win!
11º. Molho madeira: elegância acessível
Sempre achei que molho madeira era coisa de restaurante chique, até tentar essa receita. A verdade é que é bem simples, basicamente vinho, caldo de carne e temperos. O que faz diferença é a redução, aquele processo de cozinhar até engrossar e concentrar os sabores.
Uma coisa que ninguém conta: não precisa usar vinho caríssimo. Um vinho de mesa decente já resolve. O importante é não usar vinho de cozinhar, aquele salgado, porque estraga completamente o sabor. Já errei isso uma vez e tive que jogar tudo fora, aprendi na dor.
12º. Vinho: o amaciante natural
Além de dar um sabor incrível, o vinho na carne assada funciona como amaciante natural. Os ácidos suavizam as fibras enquanto cozinham, resultando numa textura que parece manteiga. Essa receita em particular equilibra perfeitamente o vinho com outros temperos.
Meu conselho: se for marinar a carne com vinho antes, não descarte a marinada! Use para regar durante o cozimento, porque todo o sabor da carne que saiu está ali. Já fiz assim e o resultado foi tão bom que agora virou padrão aqui em casa.
13º. Frango assado: leve e saboroso
Quem disse que assado de panela tem que ser só carne vermelha? O frango fica incrível nesse preparo, ainda mais para quem prefere algo mais leve ou está tentando reduzir a carne bovina. E o melhor: cozinha mais rápido e fica super suculento.
O segredo está em usar peças com osso e pele, sim, a pele! Ela protege a carne durante o cozimento mais longo e deixa o caldo mais saboroso. Depois é só retirar se quiser. Na última vez que fiz, usei sobrecoxas e ficou tão bom que repetimos no domingo seguinte.
14º. Recheado: para impressionar
Essa é para quando você quer fazer bonito mesmo. Carne recheada parece complicada, mas essa receita quebra o processo em passos tão simples que até quem nunca tentou consegue. E o efeito visual quando você corta e mostra o recheio? Pura magia.
Aprendi que amarrar bem a carne é crucial, use barbante de algodão e dê nós firmes, mas sem apertar demais. Na primeira vez, fiz com pressa e o recheio vazou todo. Agora vou com calma e sempre dá certo. É um daqueles pratos que fazem todo mundo pensar que você passou horas na cozinha, quando na verdade é mais esperteza que trabalho.
15º. Cerveja: o segredo da maciez
As enzimas da cerveja realmente fazem milagres na textura da carne. E não é lenda, experimentei com e sem, e a diferença é absurda. A carne fica tão macia que quase não precisa de faca. Essa receita usa uma cerveja mais encorpada que combina perfeitamente com a carne bovina.
Dica importante: use cerveja normal, não precisa ser artesanal caríssima. Mas evite as muito amargas, que podem deixar o caldo com sabor residual desagradável. Uma pilsen comum ou até mesmo uma lager mais suave funciona perfeitamente. E sim, o álcool evapora durante o cozimento, fica só o sabor.
16º. Barbecue: do século XV para sua panela
A história do molho barbecue é fascinante, vem de uma época em que não existia geladeira e precisavam conservar carnes. Hoje em dia, é puro prazer. Essa receita adapta essa tradição para o assado de panela, com um molho que penetra na carne e forma uma casquinha saborosa.
Um erro que cometi no começo: colocar o molho barbecue muito cedo. Ele queima fácil por causa do açúcar. O ideal é passar na carne quando já estiver quase pronta, só para dar aquele glaze final. Agora faço assim e nunca mais tive problema com sabor amargo.
17º. Airfryer: praticidade moderna
Confesso que era cético sobre carne assada na airfryer, achava que ficaria seca. Que surpresa quando testei essa receita! A carne fica incrivelmente dourada por fora e suculenta por dentro, com muito menos óleo. Virou minha opção para dias corridos.
O segredo está em não encher demais a cesta e virar a carne na metade do tempo. Na primeira tentativa, empilhei fatias e umas ficaram cruas por dentro. Agora faço em camada única e o resultado é consistente. E a limpeza? Muito mais fácil que panelas engorduradas.
E ai, qual dessas vai para sua panela primeiro? Cada uma tem seu toque especial. Tem as práticas para o dia a dia, as especiais para domingo, as que impressionam visitas... Se fizer alguma, não esquece de vir aqui contar tudo, sempre descubro coisas novas falando sobre essas experiências culinárias!






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