11 Receitas de Abobrinha Frita COM Variações Incríveis para Arrasar no Almoço do Final de Semana

  • A abobrinha é um ingrediente simples e nutritivo utilizado vastamente em nossa culinária.
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Como a Daiane, minha esposa, diz com razão: tem dia que a gente só quer um acompanhamento crocante e sem complicação. A verdade é que abobrinha frita, quando bem feita, compete de igual com qualquer aperitivo. Juro.

Mas a coisa toda desanda se a massa fica encharcada ou a abobrinha vira uma papa. Depois de alguns testes, descobri que o segredo é duplo: fatiar bem fino e manter o óleo na temperatura certa, um truque que peguei lendo sobre frituras perfeitas. A massa com amido de milho dá aquele crunch que faz toda diferença.

O resultado são rodelas douradas, leves por dentro e irresistivelmente crocantes por fora. Uma receita de abobrinha frita que vira o astro do almoço de domingo ou a salvação de uma tarde com fome. Quer ver como é simples? O passo a passo tá logo abaixo, esperando por você.

Receita de abobrinha frita Empanada: saiba como fazer

Rendimento
3 porções
Preparação
10 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 11 marcados

Tudo bem básico. A páprica e o chimichurri são os toques que saem do comum, mas se não tiver, não desiste da receita. Só com sal e pimenta já fica gostoso, prometo. O amido de milho é o segredo do crocante, então tenta não pular essa.

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Informação Nutricional

Porção: 150g (1/3 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 2.8g 10%
   Açúcares 4.2g 8%
Proteínas 7.8g 16%
Gorduras Totais 14.2g 18%
   Saturadas 2.3g 12%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 480mg 21%
Potássio 420mg 9%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 1.8mg 10%
Vitamina A 320UI 6%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto ovo e leite)
  • Boa fonte de fibras: Auxilia na digestão
  • Rico em vitaminas: Vitamina A e minerais
  • Energia rápida: Carboidratos para atividades leves

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura: Por ser frito, absorve óleo consideravelmente
  • Contém glúten: Presença de farinha de trigo
  • Contém lactose: Presença de leite na massa
  • Insight: Para versão mais leve, asse em vez de fritar e reduza em até 40% as calorias

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, a gente prepara a abobrinha:

  1. Lava bem a abobrinha e seca com um pano de prato. Pega uma faca boa, afiada, e corta em rodelas bem fininhas, com mais ou menos 1/2 cm de espessura. Se ficar muito grossa, não fica crocante direito. Coloca todas as rodelas numa vasilha ou travessa.
  2. Joga sal, pimenta, a páprica doce e o chimichurri por cima das abobrinhas. Usa as mãos limpas pra misturar tudo com carinho, até cada rodela ficar bem "melada" com os temperos. Isso vai dar sabor de dentro pra fora. Deixa reservado enquanto você faz a massa.

Agora, vamos para a massa:

  1. Em outra vasilha, quebra o ovo e bate levemente com um garfo só pra misturar a gema com a clara. Não precisa fazer espuma, é só juntar mesmo.
  2. Acrescenta o leite e mistura. Tempere essa mistura líquida com um pouco de sal, pimenta e o cheiro verde picado. Mexe pra distribuir.
  3. Vai adicionando a farinha de trigo aos poucos, mexendo com o garfo ou uma colher de pau. A ideia é não formar grumos. Se ficar muito grosso, pode colocar um pouquinho mais de leite, mas a massa não pode ficar líquida, tem que ter uma consistência que grude na colher, meio pesada.
  4. Por último, adiciona a colher de amido de milho, sempre mexendo. Você vai sentir a massa mudar um pouco, ficar mais "encorpada". Isso é o amido fazendo seu trabalho. Deixa a massa descansando por uns 2 minutinhos enquanto aquece o óleo.

A hora da verdade: fritar!

  1. Pega uma panela funda ou uma frigideira alta e coloca óleo suficiente para cobrir as rodelas. Liga em fogo médio pra esquentar. Dica de ouro: testa o óleo jogando um pedacinho de massa. Se ele subir rapidinho e começar a borbulhar em volta, tá na temperatura certa. Se queimar rápido, tá quente demais, baixa o fogo.
  2. Enquanto o óleo esquenta, passa cada rodela de abobrinha na massa, garantindo que fique totalmente coberta. Pode usar um garfo ou as mãos mesmo, só cuida pra não quebrar as fatias.
  3. Com o óleo no ponto, coloca as abobrinhas empanadas, algumas por vez, sem encher muito a panela. Se colocar tudo de uma vez, a temperatura do óleo cai e elas ficam encharcadas. Frita em fogo médio-baixo.
  4. Deixa dourar por uns 2 a 3 minutos de cada lado, até ficar bem douradinha e crocante. Vai virando com uma escumadeira. Quando estiver do jeito que você gosta, tira e coloca direto num prato forrado com papel toalha, pra escorrer o excesso de óleo.

Sirve logo em seguida, que é quando está no auge do crocante. A Daiane sempre pega uma da frigideira antes de eu terminar de fritar tudo, então fica o aviso: perigo de sumirem antes de chegar à mesa. Vai bem com um molho de iogurte com ervas, ou só um limão espremido por cima mesmo.

Pronto, é basicamente isso. A chave mesmo está na espessura da abobrinha e na paciência de fritar em fogo não muito alto. Quando você acerta, o contraste é incrível: por fora, uma casquinha que faz aquele barulho satisfatório ao morder; por dentro, a abobrinha macia e quentinha. Parece besteira, mas faz uma diferença enorme no resultado final.

Essa é daquelas receitas que quebram um galho enorme, seja como petisco, seja como acompanhamento de um bife ou frango. E aí, topa o desafio? Se fizer, me conta como foi, se a massa ficou crocante do jeito que falei ou se você adaptou algo. Adoro ouvir as experiências de vocês aí da outra lado da tela.

Quanto tempo dura essa delícia?

Essa abobrinha empanada é melhor comer na hora – ela perde a crocância rápido. Mas se sobrar (difícil!), guarde na geladeira por até 2 dias e esquente no forno ou airfryer pra recuperar a textura. Nunca microondas, vira uma sopa mole!

De olho nas calorias

Cada porção tem cerca de 285 kcal conforme nossa tabela nutricional completa. Quer reduzir? Bora pro próximo tópico...

Versões pra todo mundo

Sem glúten:

Troca a farinha de trigo por farinha de arroz + 1 colher de sopa de goma xantana. Fica igual!

Low carb:

Em vez de farinha, use farinha de amêndoas e ovo batido com queijo parmesão ralado. Frita igual, mas fica mais densa.

Vegana:

Substitui o ovo por 1 colher de chia + 3 colheres de água (deixa hidratar 10 min) e usa leite vegetal.

Tá sem algum ingrediente? Relaxa!

• Chimichurri: usa orégano + alho em pó
• Páprica doce: pimentão doce moído ou até ketchup na massa (sério!)
• Amido de milho: maisena ou polvilho doce
• Óleo pra fritar: se não quiser fritar, asse no forno com óleo em spray (mas confesso que não fica TÃO bom)

Os 3 pecados da abobrinha empanada

1. Óleo frio: a massa absorve óleo e fica encharcada. Testa jogando um farelo de massa – se borbulhar, tá no ponto.
2. Fatiar muito grosso: ideal é 0,5cm no máximo. Se não, o interior não cozinha antes da massa queimar.
3. Misturar a massa com colher: usa um garfo ou fouet pra não ficar pesada. Já errei isso e virou uma cola de parede!

Truque secreto da textura perfeita

Deixa as abobrinhas temperadas descansando 10 minutos antes de empanar. Elas soltam água e a massa gruda melhor. A Daiane (minha esposa) descobriu isso por acaso quando o delivery atrasou – virou regra em casa!

O que jogar do lado?

• Molho iogurte: iogurte natural + limão + hortelã
• Picante: molho de pimenta com mel
• Clássico: maionese temperada com alho
• Bebida: cerveja bem gelada ou suco de maracujá com gengibre

Abobrinha disfarçada

Versão parmegiana: depois de frita, cubra com molho de tomate e queijo – leve ao forno pra gratinar.
Palitinho: corta em tiras finas no lugar de rodelas – fica ótimo pra petisco.
Doce?! Sim! Tira os temperos, passa na massa com canela e frita. Polvilha açúcar e serve com sorvete (experimenta antes de duvidar!).

O ponto crítico: a massa

A textura ideal é de panqueca grossa. Se ficar líquida, acrescente farinha aos poucos. Se ficar pastosa, um fio de leite. Testa mergulhando uma rodela – a massa tem que cobrir sem escorrer todo. Minha primeira vez foi um desastre: parecia sopa de farinha, tive que refazer!

Sobrou óleo? NÃO jogue na pia!

Esfria, coa e guarda numa garrafa pet pra reutilizar (até 3 vezes). Ou leva a um posto de coleta. Jogar no ralo entope e polui – a Daiane me educou nisso depois de um vazamento caríssimo!

2 coisas que ninguém te conta

1. As sementes da abobrinha soltam água durante a fritura e podem fazer óleo espirrar. Corta as rodelas no sentido do comprimento pra reduzir isso.
2. Se bater a massa no liquidificador, ela fica super aerada e cria uma casquinha mais crocante – mas tem que usar na hora!

De onde veio essa ideia?

A abobrinha empanada é prima distante da berinjela à parmegiana, mas nasceu como "comida de aproveitamento" no interior da Itália. Os camponeses empanavam legumes pra estender refeições. Hoje até chef estrelado (@chef.tal - link) tem versão gourmet!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas só crua (já empanada). Frita direto do freezer.
Por que amido de milho? Deixa a massa mais crocante que só farinha.
Outros temperos? Experimenta com curry ou za'atar – fica sensacional!

Harmonização surpreendente

O amargor da abobrinha combina com: melancia + queijo feta (contraste doce/salgado) ou café expresso (sim, depois da refeição!). Estranho? Talvez. Delicioso? Com certeza.

Meus maiores erros

• Usar abobrinha orgânica sem lavar (achando que não precisava). Resultado: terra na massa.
• Fritar com óleo de canola velho – deu gosto de peixe! Agora só uso fresco.
• Colocar muito sal na massa em vez de só na abobrinha. Ficou intragável!

Se TUDO der errado...

• Massa grudou? Transforma em bolinhos: mistura com queijo, faz bolinhas e frita de novo.
• Queimou por fora e cru por dentro? Termina no forno em banho-maria (180°C por 5 min).
• Sem abobrinha? Usa banana verde – fica incrível e ninguém desconfia!

Sabia que...

A abobrinha italiana tem menos sementes que a comum, por isso é melhor pra fritar. E não é legume – é fruta! (sim, como o tomate). Na Turquia, existe um ditado: "Quem planta abobrinha nunca passa fome" – ela cresce rápido e rende muito.

E aí, bora testar?

Conta nos comentários como ficou sua versão! Inventou alguma variação? Teve algum desastre épico? Todo mundo aqui quer saber (e rir junto dos erros, porque cozinha é isso!).

Combinações que vão fazer sua abobrinha frita brilhar ainda mais

Depois de preparar essa abobrinha frita que é pura crocância, que tal montar uma refeição completa? Selecionamos opções que casam perfeitamente, desde entradas leves até sobremesas que vão fechar com chave de ouro. Aqui em casa testamos todas (a Dai aprova cada uma!)

Para começar com o pé direito

Receita de Bolinho de arroz de liquidificador fácil: Crocante por fora e macio por dentro, perfeito para abrir o apetite sem pesar.

Hambúrguer de grão de bico (a receita): Opção vegetariana que até os carniceiros vão adorar, combina demais com o lado crocante da abobrinha.

Sopa de abóbora que faz sucesso: Para noites mais frias, um clássico que nunca falha. Dai sempre pede "mais um pouquinho".

Bruschetta de tomate seco: Nosso plus para quando queremos algo rápido mas cheio de sabor. Pão torradinho, queijo e aquela acidez que corta a fritura.

Pratos principais que roubam a cena

Risoto de palmito que todo mundo elogia: Cremoso e vegetariano, faz um contraste incrível com a textura da abobrinha.

Lasanha de frango (cliquei aqui): Clássico domingueiro que sempre agrada. A Dai diz que fica melhor ainda com a abobrinha como acompanhamento.

Peixe ao molho (veja os ingredientes): Leve e saboroso, ótimo para uma refeição mais light sem perder o sabor.

Frango grelhado com ervas: Nosso coringa para dias corridos. Simples, mas quando bem temperado vira estrela principal.

Para terminar com doçura

Receita de Cocada de leite condensado fácil: Doce tradicional que derrete na boca. Cuidado que é viciante!

Sorvete de leite ninho (receita no link): Cremoso e refrescante, perfeito depois de uma refeição mais encorpada.

Pavê de pêssego (receita aqui): Leve e frutado, aquele final que deixa todo mundo feliz.

Banana caramelada: Nosso plus para quando queremos algo rápido - só jogar açúcar e canela na frigideira e voilà!

Bebidas para acompanhar o seu prato favorito

Limonada siciliana: Azedinha e refrescante, corta a gordura da fritura na medida certa.

Suco de maracujá natural: Clássico brasileiro que nunca sai de moda. A Dai sempre bate com umas folhinhas de hortelã.

Chá gelado de pêssego: Para quem gosta de algo menos doce, feito na hora fica incrível.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui já estamos planejando o próximo menu - a abobrinha frita com certeza vai repetir.

Agora, se você curtiu o básico bem feito, dá uma olhada nessas variações. Tem ideia pra todo tipo de momento, desde um lanche rápido até um prato mais elaborado.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Chips de Abobrinha: Quando o Crocante é o Objetivo

autor: MARA CAPRIO CULINÁRIA E DICAS

Olha, essa aqui é pra acabar com aquela vontade de batata chips de um jeito mais leve. O segredo, que a Mara mostra bem, é fatiar fininho, fininho mesmo. Se você acha que está fino, passa mais uma vez no mandolin, ou no fatiador. Acho que o maior erro é deixar muito grosso, aí não fica crocante, fica borrachudo.

Ela usa um tempinho no forno que é perfeito. Uma dica que eu peguei com essa receita: deixa esfriar totalmente na grade antes de guardar. Se você colocar ainda morno no pote, o vapor amolece tudo e perde a graça. Vira aquele snack que some em cinco minutos, é perigoso.

3º. Abobrinha à Milanesa: O Clássico que Nunca Falha

autor: SUSSA RODRIGUES

Fugindo ao que todo mundo pensa, empanar abobrinha não é só passar na farinha e jogar no óleo. Ela solta água e pode desmanchar a farinha toda. A Sussa resolve isso com uma dica que agora eu sempre uso: passa na farinha de trigo primeiro, bem levinho, antes de ir pro ovo e pra farinha de rosca.

Essa camada inicial de farinha seca a superfície e cria uma barreira. O empanado fica grudado, uniforme, e fica aquele dourado lindo. Fica tão bom que já virou substituto de bife em alguns almoços por aqui, especialmente com um arroz bem soltinho e feijão. É reconfortante de um jeito simples.

4º. Na Airfryer: Para os Dias de "Quero Mas sem Bagunça"

Confesso que eu era cético com abobrinha frita na airfryer. Achava que ia ficar murcha. A Receitas da Mommy me provou o contrário. O truque tá em não encher a cesta, deixar um espaço entre os pedaços para o ar circular. E um fio de óleo, só um fio mesmo, ajuda a dourar e ficar com a textura certa.

É a solução perfeita pra quando você quer aquele acompanhamento crocante mas não tá afim de lidar com panela de óleo quente e aquele cheiro que gruda na cozinha. Fica pronto rápido e a louça é mínima. Você já testou abobrinha na airfryer? Se ainda não, essa receita é um bom ponto de partida.

5º. Na Manteiga: Sabor que Lembra Restaurante Bistrô

Se você quer transformar um legume simples em algo com um sabor mais nobre, a manteiga é o caminho. Mas não é só jogar a manteiga e pronto. O Canal Aprendiz ensina a deixar a manteiga dourar, ficar com aquele tom castanho claro e cheiro de nozes. É nesse ponto que a mágica acontece.

Jogue a abobrinha já fatiada nessa manteiga tostada, dá uma refogada rápida em fogo alto. Ela fica com um sabor profundo, quase amanteigado, mas ainda com um leve crunch. Particularmente adoro servir assim com um peixe grelhado, fica um contraste incrível. É rápido, mas parece coisa de menu.

6º. Frita no Azeite: A Opção Saudável (e Muito Saborosa)

Trocar o óleo comum por azeite muda completamente o jogo. Dá um sabor frutado e uma complexidade a mais. O cuidado que o Cueca Cook toma, e que é super importante, é controlar a temperatura. Azeite muito quente queima e fica amargo. Você quer aquela friturinha gentil, em fogo médio.

O resultado é uma abobrinha mais delicada, que absorve o sabor do azeite. Fica ótima em cima de uma bruschetta ou misturada num macarrão al dente. É uma daquelas adaptações inteligentes que descobre que saudável não é sinônimo de sem graça, longe disso.

7º. Com Amido de Milho: O Crocante Vegano Perfeito

Essa receita resolve um problema comum: como empanar sem ovo e sem ficar uma massa grudenta. A solução com amido de milho e água é genial. Cria uma película super fina e, quando frita, vira uma casquinha translúcida e super crocante, quase como uma tempurá leve.

É impressionante como fica seco por dentro, sem aquela umidade que as vezes atrapalha. Pra quem tá evitando laticínios e ovos, ou só quer experimentar uma textura diferente, essa é uma aula. Mostra que com poucos ingredientes a gente consegue resultados muito profissionais.

8º. Assada no Forno: Para Fazer em Quantidade

Quando preciso de uma quantidade maior, tipo pra um almoço de família ou pra deixar pronto pra semana, vou de forno. O método do Cueca Cook aqui é infalível: abobrinha com um pouquinho de óleo, bem espalhada na assadeira, e o forno bem quente. A reação que sempre provoca é "nossa, mas ficou crocante assim no forno?".

A chave é não amontoar. Se amontoar, ela fica cozida no vapor e não doura. Prefiro assar em duas levas se for preciso. Aí depois é só guardar na geladeira e dar uma esquentada rápida na frigideira ou no forno antes de servir. A praticidade é enorme.

9º. Recheada com Queijo: A Tentação em Forma de Snack

Essa aqui é a receita que você faz pra impressionar sem esforço. Parece complicada, mas a ideias na cozinha quebra em passos super simples. Corta a abobrinha em rodelas mais grossinhas, faz um furo no meio com uma colher e enfia aquele queijo derretido que todo mundo ama.

O cuidado é na hora de fritar, pra virar com delicadeza e não deixar o queijo vazar tudo. Mas mesmo que vaze um pouco, fica uma casquinha queimada de queijo que é uma delícia. É impossível comer só uma. Sério, faz o teste e me conta se conseguiu.

10º. Em Tiras: O Formato Versátil para Qualquer Molho

Cortar em tiras finas, tipo palito, muda completamente a experiência. Ela fica crocante por fora mas ainda com um miolo macio, perfeita para mergulhar. O vídeo do Emagrecer Certo foca nesse preparo mais clean, que realmente deixa o sabor da abobrinha em evidência.

Eu gosto de fazer um molho rápido de iogurte com limão siciliano e hortelã pra acompanhar. Fica um contraste de temperaturas e texturas sensacional. É um prato que funciona tanto como entrada quanto como parte de uma refeição maior, você que decide.

11º. Frita e Recheada: Um Prato Completo e Confortante

Agora, se você quer ir além do acompanhamento e transformar a abobrinha na estrela do prato, essa é a sua escolha. A Bete faz uma versão recheada que é quase uma refeição completa. Ela usa um recheio mais elaborado, que pode levar carne moída, ou grãos, o que você tiver aí.

A dica de ouro dela, que eu sempre sigo, é escavar a abobrinha com cuidado, deixando uma bordinha para ela não desmanchar. Aí é fritar até dourar essa borda e o recheio ficar quentinho. Dá um trabalho a mais, mas a recompensa é um prato lindo, farto, que alimenta o corpo e o espírito de verdade. Vale cada minuto.

Bom, são muitas opções, né? Tem desde a versão rápida na airfryer até a mais elaborada recheada. Qual delas combina mais com o seu próximo almoço de domingo? Se você fizer, volta aqui pra contar qual foi a reação da galera aí na sua casa. Adoro ouvir essas histórias!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 11:39

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Miriam
Minha mãe fazia assim, faz anos que não comia. Valeu pela lembrança
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0 Gabi_Baby Silva
Tem coisas que o sabor traz de volta, né?
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0 Miriam
Exatamente, cheiro de abobrinha frita é infância no interior
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0 Luiz
Fiz com abobrinha congelada? Será que funciona?
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0 Rafael Gonçalves
Não recomendamos usar congelada, porque solta muita água e a massa não adere direito
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0 Úrsula
Tentei uma vez e a crosta saiu toda, melhor usar fresca mesmo
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0 Vó Aninha
Nem sabia que abobrinha dava pra fritar assim, aprendi aqui
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0 Wanessa Yasmin Soare
Eu também! Sempre descartava, agora virei fã
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