Para mim, focaccia sempre foi aquele pão de padaria, sabe, que a gente compra quando tem pressa. Até que um dia, meio sem querer, resolvi fazer a minha massa em casa. O resultado foi um pão tão perfumado, com azeite de qualidade e tomates que caramelizam no forno, que o Titan nem se interessou por biscoito, ficou só olhando pra mesa.
Depois de estudar um pouco da culinária italiana, percebi que o segredo da textura macia e dos furinhos característicos está no descanso da massa e na boa hidratação. Não é só jogar água até dar ponto, é sentir a massa ficar maleável, quase viva nas mãos. Esse cuidado transforma ingredientes simples, como farinha e azeite, em uma receita de focaccia clássica que compete com qualquer padaria artesanal.
O melhor é que o processo é relaxante, quase terapêutico. O passo a passo abaixo vai te mostrar como é simples criar essa experiência em casa, perfeita para compartilhar.
Receita de focaccia clássica, macia e saborosa: saiba como fazer
Ingredientes
Para a massa:
Para a finalização:
Farinha de trigo, fermento… esses são básicos. O investimento mesmo é no azeite. Não precisa ser o mais caro, mas um que você goste de tomar no pão já faz diferença. Ah, e água morna, não quente, senão mata o fermento. Aprendi isso na prática, infelizmente.
Informação Nutricional
Porção: 200g (1/6 da receita)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 485 kcal | 24% |
| Carboidratos Totais | 78.5g | 26% |
| Fibra Dietética | 3.2g | 11% |
| Açúcares | 5.8g | 12% |
| Proteínas | 10.8g | 22% |
| Gorduras Totais | 14.2g | 18% |
| Saturadas | 2.1g | 11% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 0mg | 0% |
| Sódio | 780mg | 34% |
| Potássio | 185mg | 4% |
| Ferro | 4.8mg | 27% |
| Cálcio | 28mg | 2% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
- Começa juntando os secos. Pega uma tigela enorme – e precisa ser enorme, a massa cresce – e mistura a farinha com o sal e o açúcar. Só dá uma mexida com uma colher de pau ou com a mão mesmo pra distribuir.
- Agora, esfarela o fermento fresco por cima da farinha e mistura de novo. A ideia é ele ficar bem espalhadinho antes de entrar em contato com o líquido.
- Aqui é a parte divertida. Despeja toda a farinha numa bancada limpa. Abre um buraco bem no meio, tipo um vulcão. Dentro desse espaço, coloca todo o azeite e o óleo.
- Agora vem a água. Começa com uns 400 ml de água morna (testa no pulso, tem que ser morna mesmo). Vai derramando aos poucos dentro do “vulcão” e misturando com os dedos, puxando a farinha das bordas pro centro. A massa vai ficando grudenta, viscosa. Vai adicionando mais água aos poucos até ela parar de ficar seca e começar a formar uma bola que desgruda da bancada. Pode não usar toda a água, ou pode precisar de um pouco mais, tudo depende da farinha. O ponto é quando a massa está macia, lisa, mas ainda um pouco pegajosa – não assusta com isso.
- Sovando: Pega um punhado de farinha e espalha na bancada. Coloca a massa em cima e começa a sova. É só dobrar, empurrar com a base da mão, girar e repetir. Isso por uns 8 a 10 minutos. No começo gruda tudo, mas vai ficando elástica e suave. Se grudar muito, joga só um pouquinho de farinha. Quando ela estiver lisa, elástica e formar uma bolinha bonita, acabou.
- Pega um refratário grande ou uma tigela, unta o fundo com um fio de azeite. Coloca a bola de massa lá dentro, vira ela pra ficar toda banhada no azeite. Isso evita que forme casquinha.
- Primeiro descanso: Cobre com um pano de prato limpo e deixa descansar por 1 hora em algum canto da cozinha sem corrente de ar. A massa vai crescer, e muito. É mágico.
- Passada a hora, pega uma assadeira retangular (de preferência uma mais funda) e unta bem com azeite. Despeja a massa crescida na assadeira. Não usa rolo. Apenas com as pontas dos dedos, vai esticando e pressionando a massa pra preencher toda a forma. Fica com uns 2, 3 cm de altura. Faz aqueles furinhos clássicos com o dedo, pressionando até quase o fundo.
- Rega generosamente com mais azeite por cima. A massa deve ficar bem brilhante. Aí distribui as rodelas de tomate e as fatias de cebola, afundando elas levemente nos furinhos. Finaliza com uma chuva de orégano.
- Segundo descanso (importante): Deixa a assadeira descansar por mais 15 minutos, coberta com o pano. Isso relaxa a massa de novo depois de você ter mexido.
- Enquanto isso, preaquece o forno a 180°C. Leva a focaccia para assar por uns 30 minutos, ou até dourar por cima e soltar aquele cheiro que invade a casa toda. Se a parte de baixo não estiver dourada, pode deixar mais uns 5 minutos. Tira do forno, deixa esfriar um pouco na própria forma antes de cortar.
Cortar ainda morno é uma tentação. A Daiane sempre rouba uma pontinha antes de eu terminar de tirar as fotos. A textura fica incrível, com o azeite e os tomates caramelizados. Perfeito pra um café da tarde ou pra acompanhar uma sopa.
Essa massa pode parecer trabalhosa no início, mas a verdade é que o forno faz a maior parte do trabalho. O que a gente faz é só misturar e esperar, e essa espera vale cada minuto. A sensação de puxar uma focaccia quente do forno que você mesmo fez, com aquele cheiro de azeite e orégano, não tem preço.
E aí, se animou a tentar? O que você costuma colocar na sua focaccia? Aqui em casa já testamos com azeitonas e alecrim, que também fica sensacional. Se fizer, me conta depois como ficou e se o pessoal aí em casa aprovou. Ou se você também teve que defender a focaccia dos "prova-panelas" antes de servir.
Quanto tempo dura essa belezinha?
Essa focaccia fica incrível no mesmo dia, mas dura até 3 dias em temperatura ambiente se guardada num pote fechado. Se quiser estender a vida dela, pode congelar por até 1 mês (eu sempre corto em pedaços antes pra facilitar). Dica da Daiane: esquenta no forno com um fio de azeite por cima antes de servir que fica igualzinho à recém-feita!
E as calorias, hein?
Conforme você pode ver na tabela nutricional completa, cada pedaço tem em média 485 kcal. Se quiser reduzir, dá pra diminuir um pouco o óleo, mas aí perde um tanto da maciez - escolhas difíceis da vida!
Os 3 pecados capitais da focaccia
1. Excesso de farinha na hora de sovar - a massa fica seca e dura. 2. Não deixar descansar o tempo suficiente - resultado: pão borrachudo. 3. Colocar os ingredientes em cima muito cedo - eles afundam e some na massa. Já cometi todos, aprendi na marra!
Sem um ingrediente? Trocas que salvam
• Fermento fresco: use 10g de fermento seco (aqueles de pacotinho)
• Azeite: pode ser só óleo comum, mas perde um pouco do sabor
• Tomate fresco: tomate seco fica incrível também
• Farinha de trigo: mistura meio a meio com farinha integral funciona bem
Truque secreto que aprendi com uma nonna
Antes de levar ao forno, molhe levemente as mãos e faça aqueles furinhos característicos da focaccia com os dedos. A água evita que a massa grude e ainda ajuda a criar aquela textura perfeita!
O ponto da massa te assusta? Relaxa!
O segredo tá na água: coloque aos poucos até a massa ficar macia mas não grudenta. Se errar a mão e ficar muito mole, acrescente farinha aos poucos. Se ficar dura, um borrifada de água e sove mais um pouco. Fica a dica: é melhor errar pra menos que pra mais!
Quer inovar? 3 versões malucas que funcionam
1. Focaccia de bacon: coloque cubinhos de bacon por cima antes de assar
2. Doce: tira o sal, aumenta o açúcar e finaliza com canela
3. Caprese: depois de assada, coloque mussarela de búfala e manjericão fresco
O que serve com isso?
• Puro já é perfeito, mas fica incrível com:
• Azeite aromatizado com pimenta e alho pra mergulhar
• Queijos brancos como burrata ou ricota
• Uma taça de vinho branco seco - combinação divina!
Para todo mundo poder comer
• Sem glúten: substitua por farinha sem glúten + 1 colher de goma xantana
• Low carb: use farinha de amêndoas (fica bem diferente, mas gostosa)
• Vegana: já é naturalmente vegana, só confirmar se o açúcar é refinado sem osso animal
Sobrou? 3 ideias anti-desperdício
1. Fatia e torra no forno pra fazer croutons
2. Transforma em sanduíche frio no dia seguinte
3. Faz uma farinha de rosca caseira assando e triturando
Modo restaurante 3 estrelas
Depois de assada, regue com azeite trufado e polvilhe flocos de sal rosa. Coloque folhinhas de alecrim fresco e ralinho de limão siciliano. A Daiane fez assim uma vez e quase não deixei os convidados comerem!
De onde vem essa delícia?
A focaccia nasceu na Itália, lá pela região da Ligúria. Dizem que os romanos já faziam algo parecido chamado "panis focacius" (pão da lareira). A versão com azeite e ervas surgiu em Gênova e virou mania mundial. Sorte nossa, né?
2 coisas que ninguém te conta
1. A massa descansando perto do forno pré-aquecendo cresce mais rápido (o calorzinho ajuda)
2. Se colocar uma tigela com água no forno enquanto assa, a focaccia fica ainda mais fofinha!
TUDO deu errado? Calma, tem jeito
• Massa não cresceu? Transforma em pizza
• Queimou embaixo? Raspa o fundo e vira torrada
• Ficou dura? Molha levemente e esquenta no microondas coberto com pano úmido
Já salvei uma focaccia que parecia tijolo assim!
Harmonização além do óbvio
Experimenta servir com:
• Mel de abelha puro (sim, combina!)
• Patê de azeitona preta
• Coalhada seca com pimenta do reino
Sério, essas combinações vão explodir sua mente!
Perguntas que sempre me fazem
Pode fazer na batedeira? Pode, mas sovar na mão deixa melhor
Por que dois tipos de óleo? O azeite dá sabor, o óleo ajuda na textura
Precisa sovar tanto? Até ficar lisinha e elástica - uns 10 minutos geralmente
Sons pra sovar no ritmo
Coloca um italianinho básico:
• "Volare" - Domenico Modugno
• "Tu Vuò Fà L'Americano" - Renato Carosone
• Qualquer coisa do Andrea Bocelli
Bônus: se errar o ponto da massa, culpa a emoção do cantor!
Meus maiores erros
1. Uma vez coloquei fermento químico em vez de biológico - virou uma pedra
2. Esqueci o sal e ficou sem graça (agora sempre provo a massa crua)
3. Deixei crescer 3 horas achando que ia melhorar - virou um monstro que escapou da vasilha!
Sabia que...
Na Itália tem focaccia doce recheada com creme! Em Recco, fazem com queijo stracchino derretido no meio - uma tentação. E tem até um dia da focaccia (16 de fevereiro). Imagina ter que inventar desculpa pra comemorar...
Focaccia e Companhia: Montando uma Mesa para Lembrar
Depois de preparar aquela focaccia quentinha, é hora de pensar no que vai acompanhar. Aqui em casa, adoramos montar combinações que transformam um simples lanche em uma refeição completa. E a gente sabe que você também vai querer repetir!
Para Deixar a Mesa Mais Farta
Escondidinho de batata irresistível: Um clássico que nunca falha, perfeito para quando a focaccia vira entrada em um jantar mais elaborado.
Escondidinho de bacalhau (aqui): Para quem quer um toque mais sofisticado, esse aqui é pedida certa em dias especiais.
Risoto de funghi: Se a ideia é um menu italiano completo, esse risoto cremoso combina perfeitamente com a focaccia. A Daia sempre pede!
Acompanhamentos que Fazem a Diferença
Cebola roxa caramelizada (preparo aqui): Doce, ácida e crocante - fica incrível em cima da focaccia ou como acompanhamento.
Tomates assados com alecrim: Simples mas cheio de sabor, combina com tudo e deixa o prato mais colorido.
Bruschetta de berinjela: Outra opção italiana que casa perfeitamente com o tema da refeição.
Para Finalizar com Charme
Torta de sorvete prático: Depois de uma refeição salgada, nada como um doce geladinho para refrescar.
Sobremesa de abacaxi (descubra os detalhes): Leve, doce e azedinha - perfeito balanço depois da focaccia.
Panna cotta com frutas vermelhas: Mais uma sobremesa italiana para manter o tema da noite.
Bebidas para Harmonizar
Limonada siciliana: Refrescante e combina com qualquer refeição de verão.
Chá gelado de pêssego: Doce sem exagero, ótimo para acompanhar pratos mais encorpados.
Água aromatizada com limão e manjericão: Para quem prefere algo mais leve e natural.
Essas são nossas sugestões, mas conta pra gente nos comentários: qual combinação você testou? Aqui em casa já estamos planejando o próximo final de semana com essas ideias!
A massinha deu certo? Então bora ver como ela vira outras delícias incríveis
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito.
2º. Quando a Focaccia Vira Pizza (e Todo Mundo Aprova)
autor: Strange Pizza
Olha, essa é a solução para aquela briga em casa sobre o que pedir: pizza ou pão? Juntou os dois. A reação que ela sempre provoca é de uma surpresa gostosa, porque a massa fica mais alta e fofinha que uma pizza comum, mas ainda segura bem os ingredientes. É perfeita para um final de semana despretensioso, quando você quer algo mais caprichado sem ter que fazer molho de pizza do zero. A dica que eu aprendi é não exagerar no recheio, senão o centro pode ficar úmido e a massa não assa por igual. Menos é mais, especialmente com queijo.
3º. A Simplicidade em Cinco Ingredientes
autor: Deli&Co.
Se você quer entender de verdade o que é uma focaccia, começa por essa. Farinha, água, azeite, sal, fermento. Nada mais. O problema que ela contorna é a gente achar que precisa de um milhão de coisas para fazer um pão bom. A magia está no tempo e no manejo. O vídeo mostra bem essa filosofia. Fazer essa versão me ensinou a sentir a massa, a respeitar o descanso, a perceber quando os furinhos estão no ponto certo de serem abertos com os dedos. É quase uma meditação. Depois que você domina essa base, o mundo é literalmente sua osteria.
4º. O Sabor Profundo da Fermentação Natural
Essa aqui é para quem já está no mundo dos pães ou tem curiosidade de mergulhar. A focaccia com fermentação natural traz uma complexidade de sabor que fermento biológico não consegue — tem um toque levemente ácido, uma textura que parece viva. A ocasião que a valoriza é num café da tarde especial, com um azeite bom para molhar. Não é a mais rápida, claro, mas o processo é parte da diversão. Se você mantém um levain ativo, essa receita é uma forma linda de usá-lo. O cheiro que fica na cozinha é indescritível, aviso logo.
5º. Levain: Para os Amantes da Massa Madre
Outra para o time do sourdough, mas com uma proposta ligeiramente diferente. A memória afetiva que ela traz é daquelas padarias artesanais caras, sabe? Só que saindo do seu forno. A hidratação é um pouco maior, o que promete um miolo incrivelmente aberto e úmido. É um projeto para um dia que você esteja em casa, com tempo. O resultado é um pão com personalidade forte, que não precisa de quase nada em cima, só um pouco de sal grosso e azeite. Se você tem levain e não sabe o que fazer com ele, tá aí a resposta.
6º. O Clássico Sabor de Calabresa
Calabresa e azeite são melhores amigos. Essa versão é a prova. É uma adaptação inteligente para quem quer um lanche mais substancial, quase uma refeição. A gordura da calabresa vai impregnando na massa enquanto assa, ficando uma coisa de outro mundo. Dica: use calabresa em rodelas não muito finas, para que elas não sequem totalmente no forno. Essa é infalível para agradar visitas, especialmente se acompanhar uma cerveja bem gelada. Nunca sobra um pedaço, pode confiar.
7º. A Surpresa Camada por Camada da Recheada
Aqui a brincadeira fica séria. Imagine abrir a massa, espalhar um recheio — queijo, talvez um pouco de presunto, um pesto — e depois fechar. Quando você morde, não é só a cobertura, tem uma camada extra de sabor no meio. É um problema que ela resolve: a vontade de comer algo mais elaborado sem fazer dois pratos diferentes. Fica lindo de cortar e servir. Combine com uma saladinha verde e chame de jantar. Funciona sempre.
8º. A Autêntica Genovese, Direto da Itália
Se você é purista ou quer saber como é a coisa real, essa é sua parada. A focaccia Genovese tem regras: farinha 00 italiana com um W alto (isso diz sobre a força do glúten), hidratação específica, azeite de qualidade. O resultado é um pão com uma alveolatura linda, crocante por fora e úmido por dentro, que é um espetáculo à parte. Fazer essa receita é como seguir um mapa do tesouro. Não é a mais fácil, mas a satisfação de acertar é enorme. Para um jantar especial, não tem erro.
9º. A Elegância Simples do Alecrim
Às vezes um único ingrediente faz toda a diferença. O alecrim fresco, espetado na massa ainda crua e regado com azeite, assa e solta um aroma que invade a casa toda. É sofisticado sem esforço. Perfeita para acompanhar queijos, azeitonas e um vinho branco. A dica não óbvia é esfregar um pouco de alecrim entre os dedos antes de colocar, para soltar mais os óleos. Fica com um sabor que é ao mesmo tempo familiar e especial.
10º. O Recheio Coringa de Frango
Frango desfiado bem temperado é sempre uma boa ideia, né? Essa versão usa fermento químico, o que a torna super rápida — não precisa esperar a massa crescer. É a solução para uma fome repentina de algo gostoso e caseiro. A massa fica mais no estilo de um pão de queijo assado, sabe, densa e saborosa. Ideal para a lancheira das crianças ou para um lanche rápido no meio da semana. Não espere a textura de uma focaccia de fermentação longa, mas sim o prazer de um salgado quentinho em pouco tempo.
11º. A Versão para uma Vida Low Carb
Se você está cortando carboidratos mas morre de saudade de um pãozinho para acompanhar o café, essa pode ser uma luz. Feita com farelo de aveia ou farinha de amêndoas, ela tem uma textura diferente, é claro, mas sacia a vontade. É mais um "pão" low carb no estilo focaccia do que uma réplica fiel. A ocasião onde ela brilha é no café da manhã ou no lanche da tarde, com uma fatia de queijo e um fio de azeite por cima. Gerencia as expectativas e você vai se surpreender positivamente.
12º. Praticidade no Liquidificador
Sem tempo para sovar? Sem problema. Jogar tudo no liquidificador é a saída mais rápida possível. A massa fica mais parecida com uma de panqueca grossa, mas o resultado ainda é muito gostoso, especialmente carregada de presunto e queijo. É a receita para ligar o forno quando os amigos já estão a caminho da sua casa. Não vai ter a mesma estrutura cheia de bolhas, mas vai ter o sabor e a função: matar a fome de todo mundo com algo quentinho e caseiro. As vezes é só isso que a gente precisa.
13º. A Dobradinha Doce que Surpreende
Focaccia doce existe, e é uma maravilha. Imagine a massa levemente adocicada, assada com uma generosa camada de açúcar e canela por cima, que derrete e forma uma casquinha. É aquele tipo de coisa que você faz para o café de domingo e todo mundo pede a receita. Diferente do que todo mundo pensa, não fica pesado. Combina demais com um café com leite forte ou um chá preto. Uma adaptação inteligente que descobri: passar uma fina camada de manteiga antes de colocar o açúcar garante que ele grude e caramelize melhor.
14º. A Ousadia da Focaccia Frita
Isso aqui é basicamente um pastel de pizza. E é tão bom quanto parece. A massa, mais fininha, vai direto do descanso para o óleo quente, inflando e ficando super crocante. É petisco de bar, comida de feira, pura indulgencia. A ocasião ideal é uma reunião descontraída com cerveja. Cuidado para o óleo não estar muito quente, senão queima por fora e fica cru por dentro. Depois de frita, salpique sal e pode até passar um alho esfregado por cima, se você for corajoso. Impossível comer só um.
15º. Inclusiva e Deliciosa: A Versão Vegana
Não leva nada de origem animal, mas não fica devendo em nada em sabor ou textura. O óleo vegetal e a boa hidratação garantem uma massa fofinha e saborosa. É a receita que você faz quando quer agradar a todos, sem exceção. O alho-poró ou alecrim sugeridos dão um toque especial. Particularmente, detesto quando pensam que comida vegana é sem graça, e essa receita é a prova contrária definitiva. Fica tão boa que nem percebem a diferença.
16º. A Fofura Extra do Brioche
Aqui a coisa fica rica. Com leite e manteiga (ou um substituto vegetal, se preferir), a massa ganha uma textura de brioche mesmo: fofa, amanteigada, derrete na boca. É um luxo. Perfeita para um brunch ou um jantar mais elaborado. Os quadradinhos com queijo no meio são uma jogada de mestre, criando bolsões de derretimento. Demanda um pouco mais de cuidado no manejo, porque a massa é mais macia, mas o resultado é de padaria fina. Vale cada minuto.
17º. A Alternativa Sem Glúten com Farinha de Arroz
Para quem precisa ou quer evitar o glúten, essa é uma opção fantástica. A farinha de arroz dá uma textura diferente, um pouco mais quebradiça, mas ainda assim muito saborosa. É a receita que mostra que restrições alimentares não precisam ser sinônimo de privação. Todo mundo pode comer junto da mesma travessa, e isso é o que importa. A dica é não esperar uma textura idêntica à da farinha de trigo, mas sim apreciar a delícia única que ela se torna. Funciona muito bem.
E então, qual dessas vai ser a primeira experiência? Tem desde as tradicionais até as mais malucas. Se fizer, volta aqui para contar como foi a sua, eu fico curioso para saber qual versão conquistou sua mesa.
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