Pão de cebola: o segredo cremoso que vai conquistar você

  • É uma maravilha preparar pães para acompanhar o café da manhã ou como lanchinhos da tarde. Não tem quem não goste.
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Me julguem, mas eu achava que pão de cebola bom só existia naqueles restaurantes chiques com toalha de mesa. Até tentar uma receita em casa e descobrir que o segredo não é segredo nenhum, é pura técnica.

O pulo do gato, que aprendi mexendo em várias receitas de confeitaria, está na cebola batida no liquidificador junto com os líquidos. Isso cria um creme úmido que se incorpora perfeitamente à massa, garantindo um miolo incrivelmente fofinho e úmido, sem pedacinhos secos de cebola. O caldo de galinha em tablete, confesso, foi uma descoberta de acidente que hoje não abro mão, ele dá um *umpf* de sabor que faz toda diferença.

O resultado é um pão de cebola caseiro que arranca elogios fácil. A casca fica dourada, o cheiro toma a cozinha e cada pedaço é uma experiência de sabor completa. Vou te mostrar o passo a passo tão simples que até quem tem medo de massa vai se surpreender. Bora pra cozinha?

Favorita: Receita de pão de cebola fofinho com recheio – saiba como fazer

Rendimento
23 pães
Preparação
30 min (+ 1h de espera)
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Pode confiar no caldo de galinha, ele vai dar um sabor que nem você sabe de onde veio. É aquele truque que pega todo mundo desprevenido.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 pão (85g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 45.2g 15%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
   Açúcares 5.8g 12%
Proteínas 8.9g 18%
Gorduras Totais 7.6g 10%
   Saturadas 2.3g 12%
   Trans 0g 0%
Colesterol 45mg 15%
Sódio 480mg 21%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 2.8mg 16%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Opção sem recheio de presunto
  • Boa Fonte de Fibra: Auxilia na digestão
  • Energético: Carboidratos para energia
  • Fonte de Ferro: Importante para oxigenação

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – Não adequado para celíacos
  • Contém lactose – Leite na composição
  • Atenção ao sódio – Caldo de galinha concentrado
  • Insight: Para versão mais leve, reduza o óleo pela metade e use queijo branco no recheio

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o creme de cebola (a base de tudo):

  1. Pega o liquidificador. Joga lá dentro os ovos, a cebola picada, o óleo, o fermento, o açúcar, o sal, o leite morno e os dois tabletes de caldo de galinha. Se o tablete for grande, quebra ele um pouco com a mão antes, só pra ajudar a bater.
  2. Liga no alto por uns 3 minutos. A ideia é que fique um líquido lisinho, sem pedaços de cebola. Você vai ver que fica com uma cor meio cremosa e cheiro já maravilhoso. Se o seu liquidificador for mais fraco, deixa um pouco mais, até ficar bem homogêneo.

Montando e sovando a massa:

  1. Pega uma tigela bem grande, daquelas que você acha que é exagero mas nunca é. Despeja o creme do liquidificador nela.
  2. Agora, começa a adicionar a farinha de trigo. Eu faço de xícara em xícara, misturando bem com uma colher de pau ou espátula depois de cada adição. No começo, fica uma massa bem mole e grudenta, normal.
  3. Quando já tiver colocado mais ou menos uns 800g de farinha e a massa começar a desgrudar mais das laterais da tigela, é hora de ir pra bancada. Joga um pouco de farinha na mesa e transfere a massa pra lá.
  4. Sova até o ponto: Aqui é o trabalho. Sove a massa, amassando e dobando ela sobre si mesma, por uns 8 a 10 minutos. Vai adicionando mais farinha aos poucos, só o necessário pra ela parar de grudar muito nos seus dedos. O ponto é quando a massa fica lisa, macia e elástica. Se você apertar com o dedo, ela volta devagarinho. Não exagere na farinha, senão o pão pode ficar seco, o segredo é só até parar de grudar.
  5. Faz uma bola bonita, coloca de volta na tigela (pode untar com um fio de óleo se quiser), cobre com um pano de prato limpo ou plástico filme e deixa descansar em um lugar sem vento por 1 hora. Ela vai crescer bastante, quase dobrar de tamanho.

Recheando, modelando e assando:

  1. Passada a hora, a massa vai estar bem fofinha. Sova ela de leve só pra tirar o ar. Agora, divide em 23 bolinhas mais ou menos do mesmo tamanho. Se quiser pesar, dá uns 70g cada, mais ou menos.
  2. Pega cada bolinha, abre ela na mão como se fosse uma pequena tigelinha. Coloca um pedacinho de queijo e outro de presunto no meio (se for rechear). Fecha bem, apertando as bordinhas pra ficar selado, e faz uma bolinha lisa de novo. Se não quiser rechear, é só bolear mesmo.
  3. Vai colocando os pães numa forma untada com um pouquinho de azeite ou óleo, deixando um espaço entre eles porque eles vão crescer mais um tiquinho.
  4. Pré-aquece o forno a 180°C. Enquanto isso, pincela a gema batida sobre todos os pães. Isso dá aquele dourado lindo e brilhante depois de assado.
  5. Leva ao forno por cerca de 25 a 30 minutos. O forno de cada um é um pouco diferente, então fica de olho depois dos 20 minutos. O sinal é a cor: um dourado bonito e uniforme. O cheiro na cozinha já vai te dar certeza de que deu certo.

Tira do forno e deixa esfriar um pouco numa grade. Mas se você for igual eu, vai querer comer um ainda quente, com aquele queijo derretendo. É um risco que corro sempre e nunca me arrependo.

O que mais me surpreende nesse pão de cebola é como ele parece muito mais trabalhoso do que realmente é. A verdade é que o liquidificador faz a parte mais chata, e a massa é bem tranquila de lidar. A Daiane, que tinha um certo receio de massas, se amarra nessa receita agora porque nunca falha. Ela diz que o cheiro do caldo de galinha assando é a melhor propaganda da casa.

Ele fica macio por dias, ótimo pra lancheira ou pra congelar. Experimenta fazer metade recheada e metade simples, pra ver qual a galera mais gosta. E me conta aqui embaixo como ficou o seu, se a turma em casa aprovou na primeira mordida. Às vezes o melhor restaurante é a nossa cozinha, né?

Quanto custa em calorias esse abraço de pão?

Cada pãozinho de cebola fofinho tem aproximadamente 285 calorias (valor sem recheio - confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes). Se for recheado com queijo e presunto, pode chegar a 350 calorias. Mas quem tá contando, né? Vale cada mordida!

Quanto tempo dura essa maravilha?

Em temperatura ambiente: 2 dias (se resistirem). Na geladeira: até 5 dias. Congelado: 2 meses (dica: esquenta no forno com um copinho d'água ao lado pra não ressecar).

Sem leite? Sem trigo? Sem problema!

• Troque o leite por água morna ou leite vegetal (fica menos fofo, mas ainda bom)
• Farinha integral: substitua até 30% da farinha branca (se botar tudo, vira tijolo)
• Vegano? Use 3 colheres de linhaça hidratada no lugar dos ovos e pule o queijo

Os 3 pecados capitais do pão de cebola

1. Farinha demais: a massa deve grudar levemente nas mãos, senão fica seco
2. Fermento com leite fervendo: mata o fermento! Morno é o segredo
3. Apresse o fermento: se não crescer bem, espere mais 30 minutos (eu já errei isso 3 vezes)

Truque da vovó que ninguém conta

Coloque 1 colher de sopa de vinagre na massa - o ácido deixa o pão ainda mais fofinho! E pra cebola não pesar, rale ela no ralador de queijo em vez de picar.

O ponto da massa te assusta? Relaxa!

Quando a massa começar a "desgrudar" das mãos mas ainda estiver levemente pegajosa, PAROU. Não insista! Uma vez a Daiane quis "ajeitar" e acabou com pães que pareciam pedras de jardim...

Quer dar uma agitada?

Pizza Bread: recheie com mussarela e pepperoni
Doce surpresa: troque o sal por 1 colher de canela e recheie com doce de leite
Fit? Adicione 2 colheres de aveia e recheie com frango desfiado

O que beber com isso?

Café preto forte (clássico), chá mate gelado com limão (surpreendente!) ou - se for ousar - uma cerveja pilsen bem gelada. Combina mais do que você imagina!

Sobrou? Transforma!

Pães velhinhos viram:
• Croutons (corte em cubos, asse com azeite e alho)
• Pudim de pão (sim, funciona!)
• Farinha de rosca (bata no liquidificador e guarde)

Modo chef Michelin

Pincele os pães com manteiga derretida + alho picado ANTES de assar. Depois de prontos, finalize com cebolinha fresca e flocos de sal rosa. Vai parecer de padaria artesanal!

Se tudo der errado...

Massa muito líquida? Adicione farinha aos poucos. Muito seca? Um fio de óleo. Não cresceu? Faça pão sírio (achate e asse direto). Queimou embaixo? Rale a parte queimada e chame de "crosta crocante". Já salvei um jantar assim!

De onde vem essa delícia?

O pão de cebola tem raízes na Europa Oriental (Hungria e Polônia), mas a versão brasileira ganhou esse toque de caldo de galinha - nossa contribuição genial! O recheio é invenção tupiniquim, claro.

2 segredos que ninguém fala

1. A cebola age como adoçante natural - por isso o sabor fica equilibrado
2. O óleo na massa não é só pra maciez - ele cria uma barreira que mantém o gás do fermento, deixando o pão aerado

Perguntas que sempre me fazem

"Posso fazer sem liquidificador?" Pode! Basta misturar tudo muito bem e amassar com as mãos.
"Congela cru ou assado?" Os dois! Cru: deixe fermentar depois de descongelar. Assado: esquente no forno.

Sabia que...

Na Rússia, existe uma versão chamada "pirozhki" que é quase idêntica - mas eles usam kefir no lugar do leite. E na Argentina, botam azeitonas no recheio. Já experimentou alguma variação diferente? Conta nos comentários!

Combinações que vão fazer seu pão de cebola brilhar ainda mais

Depois de preparar esse pão de cebola que já é uma estrela por si só, que tal montar um menu completo? Aqui vão sugestões que a gente testou e aprovou em casa - a Daia sempre dá um toque especial nas escolhas!

Pratos principais que casam perfeitamente

Pizza de pão de forma (veja a receita aqui): Prático e delicioso, combina com o clima descontraído do pão de cebola. Ideal para quando bate aquela preguiça de massa fresca.

Receita de Pizza de atum fácil: O sabor marcante do atum equilibra a doçura da cebola. Nosso segredo? Caprichar na cebola roxa por cima!

Risoto cremoso de parmesão: A cremosidade do risoto é o contraste perfeito para a crocância do pão. Dai sempre faz quando quer impressionar visitas.

Acompanhamentos para deixar tudo ainda melhor

Salada Caesar crocante: O contraste de temperaturas e texturas fica incrível. A gente sempre coloca croutons extras!

Macarrão com molho de tomate: Clássico que nunca falha. Dai gosta de acrescentar manjericão fresco na hora de servir.

Bruschetta de tomate seco: Continuando no tema pães, mas com um toque italiano. Cuidado que é viciante!

Sobremesas para fechar com chave de ouro

Pão de mel caseiro que surpreende: Mantendo a vibe aconchegante dos pães, mas no doce. Perfeito para acompanhar um café.

Bombom caseiro gourmet (veja o preparo detalhado): Pequenas doses de chocolate para quem não resiste a um docinho após a refeição.

Receita de Bombom aberto super simples: Versão mais "desconstruída" do bombom, ótima para servir em eventos. Sai rápido sempre!

Mousse de maracujá: O azedinho corta a gordura do pão e deixa tudo equilibrado. Nosso segredo é colocar raspas de chocolate branco.

Bebidas para harmonizar

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado, combina demais com o sabor marcante da cebola.

Água aromatizada com limão siciliano e hortelã: Nosso coringa para qualquer refeição. Fica lindo na jarra e é super fácil.

Suco verde de maçã com couve: Para quem quer algo mais saudável. Dai sempre brinca que é nosso "detox pós-indulgência".

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui já estamos planejando o próximo final de semana com essas delícias...

Inspirado pelo clássico? Veja essas outras maneiras incríveis de fazer pão de cebola.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A Rapidez do Liquidificador

autor: GORDICES DA TEKA

Ah, a praticidade. Essa é pra quando bate aquela vontade de pão caseiro mas a preguiça de sovar é maior. A Teka manda bem demais nessa. Bater tudo no liquidificador realmente cria uma massa rápida, mas fica a dica: depois de bater, deixa a massa descansar na vasilha por uns 10 minutinhos antes de modelar. Parece bobeira, mas dá uma segurada na glutem que formou e o pão fica com uma textura mais legal, menos "pesada". Já fiz direto pra assar e depois deixei descansar, a diferença é perceptível.

É a salvação de um fim de semana preguiçoso, pode acreditar.

3º. O Toque Fresco da Cebolinha

autor: Receitas Dona Dirce

Contrariando a opinião geral, a cebolinha aqui não é só enfeite. Quando você coloca por cima antes de assar, ela tosta levemente no forno e libera um aroma fresco que corta a riqueza da massa, sabe? A Dona Dirce faz um pão tamanho família que é ideal pra reunir a galera. Um detalhe que aprendi com ela: se a cebolinha estiver muito molhada, seca levemente com um papel toalha antes de salpicar. Assim ela não "cozinha" e murcha muito rápido no forno, mantendo a cor viva e o sabor mais presente.

4º. Na Pegada Integral

Fazer versão integral de pão de cebola é um desafio, porque a farinha integral pode deixar a massa pesada e seca. O canal Tudo Fácil mostra um caminho bem honesto pra isso. O segredo, pelo que vi, tá em não tentar substituir 100% da farinha branca de uma vez. Eles usam uma mistura que mantém a fofura. Minha dica é: se for fazer em casa e a massa ficar muito seca ao sovar, não tenha medo de adicionar um fio de água ou leite. A farinha integral é traiçoeira e absorve líquido de um jeito diferente a cada lote.

5º. A Versão Vegana que Engana

Leite de amendoim? Pois é, parece esquisito, mas funciona como uma mágica. Ele tem uma gordura natural e um sabor neutro que ajuda a substituir a função do leite e dos ovos, dando liga e maciez. Essa receita do Paveg Blog é um excelente exemplo de como a culinária vegana vai além de só tirar ingredientes, é sobre encontrar substitutos inteligentes. Se você não tiver leite de amendoim, pode testar com leite de soja sem sabor ou de aveia, mas o resultado na textura pode mudar um pouquinho. Vale o experimento.

6º. O Clássico Melhorado com Parmesão

Isso aqui é para quem acha que pão de cebola já é bom e quer deixar ele inesquecível. O queijo parmesão ralado por cima não é só estética. No forno, ele forma uma casquinha crocante e salgada que contrasta perfeitamente com o miolo molhadinho. A Ly ensina direitinho. Só cuidado: usa um parmesão de boa qualidade, aquele ralado fino de pacotinho pode queimar muito rápido e ficar com gosto amargo. Rala na hora se possível, faz uma diferença absurda no sabor e no cheiro que toma a cozinha.

7º. O Pão de Forma, Para Fatiar e Compartilhar

Essa é a opção mais sociável de todas. Em vez de pãezinhos individuais, você faz um único pão lindo numa forma de bolo inglês. É perfeito para levar para um encontro, cortar na mesa e todo mundo se servir. A dica de ouro aqui é untar bem a forma e polvilhar farinha, porque a massa é bem úmida e gruda fácil. Quando tirar do forno, deixa descansar na forma por uns 5 minutos antes de desenformar, senão ele pode quebrar. A espera é sofrida, mas necessária.

8º. A Aveia para uma Textura Diferente

A aveia não só acrescenta fibras, como muda completamente a personalidade do pão. Ela dá uma textura mais densa e satisfatória, aquele "corpo" que enche mais. A receita da Élida é bem clara. Se for usar aveia em flocos grossos, uma sugestão: bate rapidinho no liquidificador pra virar quase uma farinha. Isso ajuda a incorporar melhor na massa e evita que os flocos fiquem muito aparentes e secos no pão assado. Fica uma delícia, mesmo.

9º. O Caminho Low Carb

Vamos combinar que fazer um pão low carb que preste já é arte. A Lis Gomes manja muito desse universo. É importante ter expectativas certas: a textura não vai ser idêntica à de um pão com farinha de trigo, vai ser mais úmida e às vezes "eggy". Mas o sabor compensa totalmente. Uma coisa que ela deve falar e eu reforço: siga as medidas à risca, principalmente de ingredientes como psyllium ou ovo. No low carb, o equilíbrio é super sensível, uma colher a mais pode desandar a receita.

10º. Com Caldo de Galinha: Meu Ingrediente Secreto

Esse aqui tem meu coração. O caldo de galinha em tablete é, na minha humilde opinião, o truque infalível para dar profundidade de sabor. O Adriano Tavares mostra uma receita clássica e muito bem executada. Só tomo um cuidado: como o caldo já é salgado, atenção redobrada na hora de botar o sal da receita. Eu costumo colocar metade, provo a massa crua (sim, pode) e ajusto se precisar. Já cometi o erro de seguir a receita cegamente e o pão ficou intragável de salgado. Aprendi do jeito difícil.

11º. Na Linha Fit

Farelo de aveia, leite em pó desnatado… essa combinação é bem esperta pra criar um pão com mais proteína e fibras, menos carboidratos simples. A Lica_food tem várias receitas nesse estilo. O pão fica mais consistente, perfeito pra torrar e passar uma pasta de amendoim ou um cottage. Não espere a mesma fofura extrema do pão tradicional, mas sim uma saciedade maior. É uma troca justa e gostosa para o dia a dia.

12º. Sem Glúten e Com Muita Personalidade

Para quem precisa ou quer evitar o glúten, essa receita é um achado. O maior desafio aqui é conseguir uma massa que não desmanche e que cresça. O canal Amor Pela Comida geralmente usa boas combinações de farinhas. Se você for adaptar uma receita normal, esqueça. É melhor seguir uma já testada como essa, porque a ciência das farinhas sem glúten é complexa. O resultado pode ser um pão mais baixinho e com miolo mais fechado, mas o sabor de cebola continua incrível.

13º. Sem Lactose, Sem Problema

Intolerante à lactose? Essa receita te salva. A substituição do leite comum por uma versão vegetal (como de amêndoas ou aveia) é tranquila. O que pode fazer falta é a manteiga, mas dá pra usar um óleo vegetal neutro ou até mesmo margarina sem lactose. A Mesa Harmoniosa deve ter uma versão bem testada. Só fica atento ao sabor do leite vegetal que for usar, alguns são mais doces ou têm gosto marcante que pode interferir. Vai de um bem neutro que é sucesso.

14º. Para Quem Odeia Sovar (Eu Entendo!)

Não tem nada de errado em não querer passar 15 minutos sovando uma massa grudenta. Essa receita é a prova viva. O segredo dessas massas "no-knead" (sem sova) é o tempo. O fermento trabalha devagar, a glutem se desenvolve sozinha com a hidratação longa. Pode parecer mágica, mas é química pura. A Cel mostra como. A massa vai ficar bem mais mole e grudenta que o normal, e tá tudo certo. É só untar as mãos com óleo na hora de modelar. A recompensa é um pão com alveolos lindos e uma casca crocante.

15º. O Toque Final do Gergelim

O gergelim é muito mais que uma cobertura bonita. Quando tosta no forno, ele libera um óleo natural e um sabor tostado incrível que complementa perfeitamente a doçura da cebola caramelizada na massa. O canal para iniciantes ensina de um jeito que ninguém erra. Para o gergelim grudar bem e não cair tudo na hora de cortar, pincela os pães com um pouquinho de água ou leite (ou a clara de ovo batida, se quiser um brilho profissional) antes de salpicar. Gruda que é uma beleza.

Puxa vida, só opção top. Eu fico na dúvida entre o com parmesão e o de liquidificador nos dias mais corridos. Conta pra mim aí nos comentários: qual dessas versões mais te chamou a atenção? Se fizer, volta pra contar como foi a experiência na sua cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 07:57

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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