Picanha suína: segredo dourado do churrasco

  • Esse é um tipo de corte da carne de porco que marca a culinária brasileira.
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Picanha suína? Sim, ela existe, e não, não é só “carne de porco com nome chique”. Na verdade, é uma das peças mais suculentas que você pode levar pro forno (ou churrasqueira, se tiver paciência). Já fiz essa receita três vezes em um mês. Na terceira, até a Daiane, que tem certa resistência a qualquer coisa muito condimentada, pediu bis.

O segredo tá na marinada simples: suco de laranja, mostarda e alho. Nada de ingredientes mirabolantes. O ácido da laranja amacia sem deixar a carne mole, e a mostarda dá um toque quase defumado quando assa. Eu aprendi isso testando, e queimando, até achar o ponto ideal de dourado sem ressecar.

Ela sai macia, brilhante, com um molho que gruda na carne como se fosse feito pra ela. Sério, é daquelas receitas que você prepara e pensa: “por que não fiz isso antes?”

Dá uma boa lida no processo todo abaixo e me conta: você vai assar no forno ou arriscar na grelha?

Receita de picanha suína tradicional assada no forno: Saiba Como Fazer

Rendimento
9 porções
Preparação
2h 30min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 8 marcados

Essa picanha suína saiu por R$45 no açougue do bairro - mas rende pra uma família inteira. O resto dos ingredientes não chega a R$10. Vale cada centavo, especialmente quando a Daiane pede segunda vez!

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/9 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 8.5g 3%
   Fibra Dietética 0.8g 3%
   Açúcares 4.2g 8%
Proteínas 35.2g 70%
Gorduras Totais 21.8g 28%
   Saturadas 7.8g 39%
   Trans 0g 0%
Colesterol 95mg 32%
Sódio 680mg 30%
Potássio 520mg 11%
Ferro 1.8mg 10%
Vitamina C 12mg 27%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Aproximadamente 8.5g/porção
  • Gluten-Free: A farinha é opcional no molho
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Alto em Proteína: 35g por porção
  • Rico em Vitamina C: Do suco de laranja

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – A farinha de trigo no molho
  • Alta gordura saturada – 39% do VD por porção
  • Insight: A picanha suína é mais magra que a bovina; o suco de laranja ajuda a amaciar naturalmente
  • Para emagrecimento: controle a porção e use menos molho

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a carne:

  1. Pega a peça de picanha suína e faz vários furinhos com a ponta da faca. Não precisa ter medo - esses cortes ajudam o tempero a penetrar fundo na carne. Eu faço uns 20, mais ou menos, espalhados por toda a superfície.
  2. Agora o tempero: no liquidificador ou num bowl fundo, coloca o suco de laranja, a cebola picada, o alho, a mostarda e o sal. Bate tudo até ficar bem misturado. Se for no liquidificador, uns 30 segundos já bastam.
  3. Pega um saco plástico grande - aqueles de congelar alimentos - e coloca a carne dentro. Despeja o molho por cima, fecha bem o saco e massageia a carne por uns 2 minutos. Isso aqui é terapia, sério.

Marinação e cozimento:

  1. Deixa a carne marinando na geladeira por 3 horas. Não pule essa etapa - é o que deixa a picanha macia e saborosa. Eu costumo preparar de manhã pra assar no almoço.
  2. Pré-aquece o forno a 180°C. Tira a carne do saco e coloca numa assadeira, com todo o molho da marinada. Cobre com papel alumínio - bem vedadinho pra não escapar vapor.
  3. Leva ao forno por aproximadamente 2 horas. Depois desse tempo, tira o papel alumínio e deixa mais uns 15-20 minutos pra dourar. Fica com aquele visual que dá água na boca.

Finalizando o molho:

  1. Enquanto a carne descansa por 5 minutos antes de fatiar, pega o molho que ficou na assadeira e passa pra uma panela. Adiciona a farinha de trigo e mexe em fogo baixo até engrossar. Fica um molho cremoso perfeito.
  2. Fatia a picanha contra a fibra - isso deixa mais macia ainda. Serve com o molho por cima e aquele arroz branco soltinho. Aqui em casa sempre faço um vinagrete de acompanhamento também.

Na última vez que fiz essa receita, o Titan quase enlouqueceu com o cheiro que tomou a casa inteira. Ficou ali paradinho na cozinha, só olhando pro forno com aquela carinha de pidão. Acabei dando um pedacinho sem molho pra ele - não resisto!

O que mais gosto nessa receita é que ela impressiona mas não complica. Parece aqueles pratos de restaurante chique, mas é super acessível. E aí, já experimentou picanha suína? Se fizer, me conta nos comentários se conseguiu resistir à tentação de provar antes de servir - eu nunca consigo!

Quanto tempo dura essa picanha suína?

Na geladeira, dura até 3 dias se guardada em pote hermético. Eu costumo congelar as fatias já temperadas (sem o molho) por até 1 mês - a Daiane adora quando faço isso porque vira coringa pra jantares de última hora. O molho separado dura 2 dias na geladeira, mas sinceramente? Nunca sobra.

Será que engorda muito?

Cada porção (cerca de 150g) fica em torno de 385 calorias, conforme detalhado na tabela nutricional completa. A maior parte vem da própria carne, então se quiser reduzir, diminui a quantidade de molho (mas aí perde metade da graça, né?). A receita é naturalmente low-carb e rica em proteínas, sendo uma boa opção para dietas com restrição de carboidratos.

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

  • Suco de laranja → Suco de abacaxi ou até coca-cola (sim, fica incrível)
  • Mostarda → Mel + vinagre branco na mesma proporção
  • Farinha de trigo → Amido de milho pra deixar o molho mais brilhante

Uma vez a Daiane usou cerveja escura no lugar do suco e virou nosso molho preferido!

Pega ratos que já caí (pra você não cair)

Não furar a carne o suficiente - Os furinhos são o segredo pro molho penetrar. Faça pelo menos 20, sério! Já errei achando que 5 bastavam e a carne ficou sem graça.

Marinar por menos tempo - 3 horas é o mínimo, ideal é deixar de um dia pro outro. Se apressar, vira só um molho por cima.

Truque de mestre que ninguém conta

Depois de assar, deixa a carne "descansar" por 10 minutos antes de fatiar. Parece besteira, mas faz o suco se redistribuir - senão ele escorre todo e fica seco. Outra: usa um saquinho de pão pra marinar! É mais resistente que saco plástico e ocupa menos espaço na geladeira.

A parte mais chatinha (e como facilitar)

O ponto exato da carne assada é o maior desafio. Se não tiver termômetro culinário (que deveria ser item obrigatório), faz o teste do garfo: se espetar e sair com facilidade, tá no ponto. Mas cuidado pra não deixar secar! Melhor errar pra menos e voltar ao forno.

Quer dar uma revolucionada?

  • Versão churrasco - Tira do forno quando quase pronta e finaliza na churrasqueira por 5 minutos
  • Versão apimentada - Adiciona 1 colher de sopa de páprica defumada e 1 pimenta dedo-de-moça no molho
  • Versão "festa" - Depois de assada, cubra com queijo coalho e leve ao forno novamente até derreter

O que serve junto pra virar banquete?

Purê de batata-doce é casamento perfeito, mas se quiser inovar:

  • Farofa de banana (sim, existe e é divina)
  • Abacaxi grelhado com canela
  • Arroz branco simples (pra não roubar o protagonismo da carne)

De bebida: um vinho tinto encorpado ou até um suco de uva integral geladinho.

Se tiver restrição, bora adaptar

Sem glúten: Troca a farinha de trigo por amido de milho ou farinha de arroz

Low carb: Reduz o suco de laranja pela metade e usa mostarda sem açúcar

Vegetariano: Essa eu ainda não testei, mas já vi gente usando berinjela inteira no lugar da carne (me conta nos comentários se funcionou!)

Sobrou? Transforma!

As sobras viram sanduíche épico no dia seguinte (esquenta a carne no vapor pra não ressecar). Ou desfia e mistura com o molho pra virar recheio de panqueca ou tapioca. Zero desperdício!

Quer impressionar?

Finaliza com flocos de sal rosa e raspas de laranja por cima. Serve com o molho em separado num potinho de vidro - parece coisa de restaurante caro, mas você sabe que é fácil.

Coisas que ninguém fala sobre essa receita

1) O suco de laranja não é só pra dar sabor - a acidez ajuda a amaciar a carne. Química pura!

2) Se usar picanha suína congelada, o molho penetra ainda melhor. Parece contra intuitivo, mas é verdade.

De onde veio essa mistura?

A picanha suína é corta tipicamente brasileira, mas o molho com frutas cítricas tem influência da culinária caribenha. Virou hit em churrascos de São Paulo nos anos 2000 - provavelmente alguém sem dinheiro pra picanha bovina criou essa versão e acabou sendo melhor que a original!

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar laranja lima? Pode, mas fica menos ácido. Eu prefiro a pera.

Precisa virar a carne no forno? Só se você for muito perfeccionista. Eu nunca viro.

Congela bem? A carne sim, o molho não - ele fica meio esquisito depois.

Sabia que...

O nome "picanha" suína é marketing puro - na verdade é um corte da paleta do porco. Mas soa bem mais chique, né? E funciona!

E aí, vai tentar?

Essa receita já salvou vários jantares de última hora aqui em casa. Conta nos comentários como ficou a sua - e se descobrir alguma variação boa, compartilha com a gente! Dica extra: segue no @sabornamesaoficial que sempre posto adaptações malucas dessa receita.

Picanha suína: um banquete para chamar de seu

Se tem um corte que merece acompanhamentos à altura, é a picanha suína. Aqui em casa, a Daiane sempre pede quando queremos uma refeição especial - e eu, claro, não nego. Preparei combinações que vão transformar seu almoço ou jantar em uma verdadeira celebração.

Para começar com o pé direito

Nada como uma entrada leve para abrir o apetite sem roubar a cena do prato principal. Aqui vão algumas apostas certeiras:

Couve-flor gratinada - O contraste do cremoso com o crocante é perfeito para preparar o paladar. E olha que a Daiane nem era fã de couve-flor até experimentar dessa forma!

Os parceiros ideais

A picanha suína pede acompanhamentos que complementem sem competir. Minhas escolhas de hoje:

Quinoa temperada (saiba como fazer) - Leve, nutritiva e com um toque especial de ervas. Fica ótima tanto quente quanto fria, caso sobre algo (o que duvido).

Purê de batata-doce com noz-moscada - Sem link porque é tão simples que nem precisa de receita. Basta cozinhar, amassar e acrescentar um fio de azeite. O doce natural combina divinamente com a carne.

Para fechar com chave de ouro

Depois de uma refeição tão rica, nada melhor que algo refrescante:

Mousse de maracujá light- A acidez corta a gordura da carne sem pesar no estômago. E o melhor? Dá pra fazer em 10 minutos se tiver pressa.

Banana caramelizada com canela- Clássico que nunca falha. Quando a gente quer algo quentinho no inverno paulistano, essa é nossa pedida.

Bebidas: Sugestões para uma refeição harmoniosa

Sucos naturais são nossos preferidos. Experimente:

Limão siciliano com hortelã- Refrescante e digestivo. A Daiane sempre faz um jarra grande porque eu acabo tomando quase tudo.

Água aromatizada com gengibre e laranja- Para quem quer algo mais leve. Fica ótima com gelo e algumas fatias finas de gengibre.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se conseguiu resistir à tentação de repetir o prato - aqui em casa é missão quase impossível!

Descubra essas formas incríveis de preparar picanha suína que vão surpreender seu paladar

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Panela de pressão com batatas: praticidade que conquista

Autor: Cozinha Inteligente

Essa versão na panela de pressão é minha salvação nos dias mais corridos. A carne fica tão macia que quase desmancha, e as batatas absorvem todo o caldo dos temperos de um jeito que fica irresistível. A combinação de suco de laranja com limão na marinada é genial, corta a gordura sem dominar o sabor.

Uma dica que aprendi fazendo essa receita: não encha demais a panela, senão as batatas não cozinham uniformemente. E sobre o tempo, esses 15 minutos que mencionam no vídeo são mesmo suficientes, a não ser que a peça seja muito grossa. Já tentou com mandioca no lugar das batatas? Também fica incrível.

3º. Defumada: o sabor que lembra churrascaria

Autor: Churrasco & Cia

Essa versão defumada tem um sabor que transporta a gente direto para aquelas churrascarias tradicionais. O urucum dá aquela cor linda e o Lemon Pepper com chimichurri criam um perfil de tempero que é simplesmente viciante. Fica com aquela crosta saborosa por fora e suculenta por dentro.

O segredo tá em deixar marinando pelo menos 6 horas, de preferência de um dia para o outro. E se não tiver todos os ingredientes da receita original, não desanima. Já fiz sem o antioxidante e ficou ótimo também, só não guarda por tanto tempo na geladeira.

4º. Forno com batatas: o clássico que nunca falha

Às vezes o tradicional é tudo que a gente precisa, né? Essa do forno com batatas é daquelas receitas que funcionam sempre, perfeita para domingos em família ou quando vem visita. A gordura da picanha vai pingando nas batatas, deixando elas douradas e saborosas.

Eu gosto de fazer cortes profundos na gordura antes de levar ao forno, assim ela derrete melhor e a carne fica mais temperada. E sobre o tempero, bem, o que mostram no vídeo é bem básico mesmo, mas funciona. Você costuma usar algum segredo particular para temperar carnes?

5º. Airfryer com farofa: a modernidade a serviço do sabor

Quem diria que airfryer daria certo com picanha suína? Fiquei surpreso como fica crocante por fora e suculenta por dentro, quase como na grelha. E a farofa caseira para acompanhar é aquela jogada de mestre que completa o prato perfeitamente.

O pré-aquecimento é fundamental mesmo, como destacam no vídeo. E sobre colocar a gordura para baixo primeiro, faz toda diferença para a carne não ressecar. Só toma cuidado com o tamanho da peça, se for muito grande não cabe direito na airfryer.

6º. Grelhada na brasa: a alma do churrasco

Essa na brasa é para os puristas do churrasco, aqueles que acreditam que carne boa não precisa de muito, só de fogo e habilidade. A picanha suína grelhada tem um sabor defumado que nenhum forno consegue reproduzir, com aquela crosta maravilhosa que se forma direto nas chamas.

Deixar a carne em temperatura ambiente antes de grelhar é crucial, senão ela resseca por dentro antes de dourar por fora. E a distância da brasa, bem, isso é quase uma filosofia cada churrasqueiro tem sua teoria. Eu gosto de começar mais longe e ir aproximando.

7º. Frigideira: quando a pressa aperta

Essa na frigideira é para aqueles dias que a fome bateu forte e não tem tempo para cerimônia. A gordura da própria carne realmente basta, como mencionam, e fica surpreendentemente saborosa. Os cortes em xadrez são essenciais para a gordura render e a carne não encolher demais.

Use uma frigideira pesada, de preferência de ferro, que segura melhor o calor. E não fique virando toda hora, deixa dourar bem de um lado antes de virar. Parece bobagem, mas faz diferença no resultado final.

8º. Na manteiga: a indulgência que vale a pena

Manteiga e carne são uma combinação que nunca falha, e nessa receita elas se encontram em perfeita harmonia. A manteiga temperada com alho e pimenta dedo de moça derrete sobre a carne criando um molho instantâneo que é simplesmente divino. Não é todo dia, mas quando é, vale cada caloria.

Invista numa manteiga de boa qualidade mesmo, faz diferença no sabor. E a pimenta dedo de moça eu gosto de colocar com sementes para dar mais picância, mas se preferir mais suave, tira as sementes antes de picar.

9º. Recheada: para ocasiões especiais

Essa recheada com bacon e queijo é daquelas que você serve em datas especiais e todo mundo lembra por meses. O bacon dá a crocância e o queijo derretido cria uma cremosidade que contrasta perfeitamente com a carne. Fica tão bonita na mesa que quase dá pena de cortar.

Para fatiar mais fácil, deixa a carne esfriar um pouco antes de cortar. E amarra bem com barbante, senão o recheio escapa durante o assamento. Já aconteceu comigo e virou uma experiência mais... criativa.

10º. Mostarda e mel: o equilíbrio perfeito

O molho de mostarda e mel é uma daquelas combinações que parecem simples até você experimentar com carne suína. O agridoce corta a gordura de um jeito que realça o sabor da carne sem dominá-lo. Fica sofisticado sem ser complicado, perfeito para impressionar sem stress.

Use um mel de boa qualidade, não muito forte, para não tomar conta do prato. E a mostarda, bem, eu prefiro a Dijon pela cremosidade, mas a amarela comum também funciona. Você tem preferência?

11º. Cerveja preta: o segredo da maciez

A cerveja preta na marinada faz uma mágica com a picanha suína, deixando incrivelmente macia e com um sabor levemente amendoado que é simplesmente viciante. O álcool evapora durante o cozimento, deixando só o sabor característico da cerveja que combina perfeitamente com a carne.

Não precisa usar cerveja caríssima, mas evite as muito amargas. E deixa marinando pelo menos 4 horas, quanto mais tempo melhor. Já experimentei deixar 24 horas e ficou ainda mais saborosa.

12º. Molho de abacaxi: a surpresa tropical

Quem pensou em juntar abacaxi com picanha suína era um gênio. A acidez da fruta amacia a carne e cria um molho agridoce que é refrescante e saboroso ao mesmo tempo. Fica com um toque tropical que quebra a rotina de forma deliciosa.

Use abacaxi fresco se possível, a textura fica melhor que o enlatado. E não exagere na quantidade, senão o molho fica muito doce. A proporção que mostram no vídeo é bem equilibrada mesmo.

13º. Molho barbecue: o clássico americano

O molho barbecue com picanha suína é um casamento feito no céu dos sabores. O pork rub mostrado no vídeo cria uma crosta temperada perfeita, e o barbecue final dá aquele toque defumado e levemente adocicado que todo mundo ama. Parece complicado, mas é mais simples do que parece.

Passar mais tempero depois de cortar em fatias é um truque genial, assim a parte interna também fica saborosa. E sobre o tempo na grelha, depende da espessura da carne, mas em geral uns 8-10 minutos de cada lado basta.

14º. Molho madeira: a elegância simples

O molho madeira tem um sabor terroso e complexo que eleva a picanha suína a outro patamar. Fica com uma aparência sofisticada que engana bem, porque na verdade é bem simples de fazer. Perfeito para quando você quer impressionar sem passar horas na cozinha.

Use um vinho madeira de boa qualidade, não precisa ser o mais caro, mas evite os muito doces. E reduza bem o molho, até ficar encorpado e brilhante. Fica tão gostoso que as vezes faço extra para servir com arroz branco.

15º. Churrasqueira elétrica: praticidade urbana

Para quem mora em apartamento ou não tem espaço para churrasco tradicional, a churrasqueira elétrica é uma salvação. E essa receita mostra como conseguir resultados incríveis sem fumaça nem complicação. A carne fica uniformemente assada, com aquelas marcas da grelha que todo mundo adora.

O pré-aquecimento de 1 hora que mencionam é essencial mesmo, a grelha precisa estar bem quente para selar a carne. E não fique abrindo toda hora para ver, deixa a magia acontecer. Diferença de temperatura atrapalha o cozimento uniforme.

16º. Forno com mostarda: o toque europeu

A mostarda na picanha suína cria uma crosta saborosa que lembra pratos europeus, mas com a suculência brasileira que a gente ama. Fica com um sabor robusto que pede acompanhamentos simples, como aqueles mostrados no vídeo, para não competir com o protagonista.

Passe a mostarda generosamente, ela não só tempera como ajuda a dourar a carne. E se a crosta começar a queimar, cubra com papel alumínio nos últimos minutos. Já salvei mais de uma peça assim.

17º. Molho de laranja: o círculo se completa

Voltando às origens com a laranja, essa receita fecha o ciclo com chave de ouro. A marinada de laranja realmente realça o sabor da carne de um jeito especial, e transformá-la no molho final é daquelas ideias brilhantes que a gente pensa "porque não pensei nisso antes?".

Use suco de laranja fresco, o de caixinha tem um sabor diferente. E coe o molho antes de servir para tirar os pedacinhos de alho e temperos, fica com aparência mais elegante. Mas confesso que as vezes deixo como está, gosto da rusticidade.

E ai, qual dessas versões mais te chamou a atenção? Tem desde as mais práticas até as mais elaboradas, todas com aquele toque especial que transforma a picanha suína em uma experiência única. Caso coloque alguma em prática, volta aqui para contar como ficou, adoro trocar ideias sobre essas descobertas culinárias!

Última modificação em Quarta, 05 Novembro 2025 17:06

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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