13 Receitas de Charuto de Repolho + Formas de Preparo Perfeitas Para Sua Dieta

  • Um prato inusitado que pode conquistar todos em sua casa.
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Charuto de repolho é um prato que carrega sabor e história em cada mordida. Quando eu descobri que era possível transformar aquela folha que muitas vezes é deixada de lado numa refeição completa e cheia de personalidade, minha visão sobre cozinhar com vegetais mudou completamente.

O segredo, aprendi depois de alguns enrolamentos meio frouxos, está em escaldar o repolho no tempo certo. Nem pouco, para a folha não quebrar, nem muito, para não ficar moles demais. A técnica do enrolamento, com uma quantidade generosa de recheio e aquela dobra apertadinha, veio de muita prática e de observar receitas tradicionais do leste europeu.

Essa receita de charuto de repolho com carne moída e um molho de tomate caseiro é minha versão preferida, que equilibra simplicidade e um resultado que impressiona. O processo é terapêutico e o sabor final, uma verdadeira conquista. O passo a passo completo tá ali embaixo, vale cada minuto. Depois me conta como foi a sua experiência nos comentários.

Receita de Charuto de repolho simples com carne moída: saiba como fazer

Rendimento
20 unidades
Preparo
1h 50min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 24 marcados

Para o Repolho e o Recheio:

Para o Caldo e Finalização:

Para o Molho de Tomate:

Parece muita coisa, mas é tudo organizado. A parte mais trabalhosa é enrolar os charutos, mas depois que pega o jeito, vai embalando. Separe uma bancada limpa e uma tigela grande pra misturar o recheio, facilita muito.

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Informação Nutricional

Porção: 2 charutos (aproximadamente 150g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 185 kcal 9%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Fibra Dietética 2.8g 11%
   Açúcares 3.2g 6%
Proteínas 8.2g 16%
Gorduras Totais 9.1g 12%
   Saturadas 2.8g 14%
   Trans 0g 0%
Colesterol 18mg 6%
Sódio 420mg 18%
Potássio 380mg 8%
Cálcio 65mg 5%
Ferro 1.5mg 8%
Vitamina C 28mg 31%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para controle de peso
  • Alto em Fibras: Bom para digestão
  • Opção Vegetariana: Adaptável sem carne
  • Rico em Vitamina C: Fortalece imunidade

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten no caldo de carne (verificar marca)
  • Insight: Repolho cozido preserva nutrientes e oferece fibras solúveis
  • Sódio controlável usando caldo caseiro ou reduzindo sal

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando as Folhas (O Truque Tático):

  1. Primeiro, vamos com o repolho. Com uma faca pontiaguda, corte e remova o cabinho do fundo, aquele miolo duro. Faça um corte em cruz, não muito fundo, só pra ajudar a soltar as folhas depois.
  2. Coloque o repolho inteiro numa panela bem grande e cubra com água. Leve ao fogo alto e deixe ferver por uns 10 minutos. O ponto é: as folhas de fora começam a ficar maleáveis, mas ainda com um tiquinho de firmeza. Se deixar demais, vira uma papa e fica impossível de enrolar.
  3. Com muito cuidado (está quente!), retire o repolho e coloque numa bacia ou pia. Deixe esfriar o suficiente pra manusear. Agora, vá soltando as folhas uma a uma, começando pelas de fora. Se algumas das internas ainda estiverem duras, pode devolver o coração à água por mais uns minutinhos. Reserve algumas folhas menores ou quebradas para forrar a panela depois.
  4. Não jogue a água! Coe e reserve pelo menos 700ml desse caldo de repolho. Ele vai ser a base do cozimento e dá um sabor incrível, juro. Deixa esfriando ali.

Fazendo o Recheio e Enrolando (Hora da Mão na Massa):

  1. Enquanto o repolho esfria, bora pro recheio. Num bowl grande, junte a carne moída, o arroz cru, a cebola ralada, os tomates picados, o alho ralado, a salsinha, a cebolinha, o sal, as duas pimentas e o azeite.
  2. Misture tudo muito bem. O ideal é usar as mãos limpas, mesmo. Amassa, aperta, até virar uma mistura homogênea e que grude um pouquinho. Isso vai ajudar a segurar no enrolamento. Deixa ali descansando, os sabores vão se conhecendo.
  3. Pegue uma folha de repolho estendida na bancada. Se o talo central (a nervura) estiver muito grosso e duro, você pode aplainá-lo batendo de leve com a lateral da faca, pra não rachar ao dobrar. Coloque cerca de uma colher de sopa bem cheia de recheio no centro, perto da base da folha.
  4. Dobre as laterais da folha sobre o recheio, como se fosse um rolinho primavera. Depois, comece a enrolar de baixo para cima, apertando com cuidado para que fique bem firme. Não precisa ser uma obra de arte, mas quanto mais justinho, menos chance de abrir na panela. Repita até acabar o recheio e as folhas boas.

Cozinhando e Finalizando com o Molho:

  1. Forre o fundo de uma panela grande (que tenha tampa) com as folhas de repolho que reservou. Isso impede que os charutos grudem. Arrume os charutos bem juntinhos, em camadas se precisar.
  2. Despeje por cima a água do cozimento do repolho que você reservou, até quase cobrir os charutos. Leve ao fogo médio-alto até ferver. Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar por 1 hora e 10 minutos. O arroz e a carne vão cozinhar nesse vapor saboroso.
  3. Passado esse tempo, dissolva o tablete de caldo de carne na água quente e regue os charutos com essa mistura. Tampe de novo e reserve enquanto faz o molho.
  4. Para o molho: Bata no liquidificador os 4 tomates cortados, o suco de limão, o sal, a pimenta, o extrato de tomate, o alho amassado e 1 xícara (chá) da água do cozimento que tá na panela (tira com uma concha). Bata por cerca de 1 minuto até ficar liso.
  5. Despeje esse molho por cima de todos os charutos na panela. Leve de volta ao fogo médio, sem tampar, e deixe ferver por mais uns 10 minutos. O molho vai engrossar levemente e envolver tudo.

A primeira vez que fiz, a Daiane ficou me olhando enrolar e disse que parecia uma linha de produção caseira. Ela tem razão, mas é uma produção que vale cada segundo quando você prova o resultado. Serve direto da panela, quentinho. O arroz fica soltinho, a carne suculenta e a folha fica com uma textura que derrete na boca.

Pronto! Pode parecer uma missão, mas a verdade é que é um processo gostoso, daqueles que a gente vai fazendo no seu ritmo. A paciência no cozimento é o que garante que o arroz fique no ponto e a folha fique macia sem desmanchar. A sensação de servir um prato desses, que você construiu literalmente folha por folha, é muito boa.

E aí, topou o desafio? Se fez, me conta nos comentários como foi sua experiência com o enrolamento. Deu certo de primeira? Usou algum truque diferente? Ou se ainda tá com dúvida sobre algum passo, é só perguntar. Adoro saber quando alguém se aventura numa receita mais mão na massa como essa!

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Esses charutinhos são daqueles que melhoram no dia seguinte! Na geladeira, duram até 3 dias se guardados em potes herméticos. Se quiser congelar (ótima ideia pra meal prep), coloque em camadas separadas por papel manteiga e dura até 2 meses. Na hora de esquentar: banho Maria ou micro-ondas com um fio de água pra não ressecar.

Quanto custa em calorias?

Cada porção de 2 charutos tem aproximadamente 185 kcal, conforme detalhado na tabela nutricional completa abaixo da lista de ingredientes. A combinação de repolho, carne moída e arroz cria um prato equilibrado, com boa quantidade de fibras e proteínas. Quer reduzir ainda mais? Troque o arroz branco por integral e use carne moída patinho para menos gordura.

Os 3 pecados capitais do charuto

E como evitar desastres

1) Folhas quebradiças: não cozinhe demais o repolho! 10 minutos são suficientes pra folhas maleáveis sem virar papel molhado. 2) Recheio vazando: não exagere na quantidade - 1 colher de sopa é o ideal. 3) Molho aguado: bateu no liquidificador? Coe rapidamente pra ficar encorpado.

Sem carne? Sem gluten? Sem problemas!

• Vegano: troque a carne por lentilha cozida e amassada + 1 colher de farinha de linhaça. O caldo de carne vira caldo de legumes.
• Low carb: substitua o arroz por couve-flor ralada crua (ela cozinha junto).
• Sem glúten: só verificar se o tablete de caldo é GF (geralmente é).

Truque de mestre pra desenrolar (literalmente)

Luta pra enrolar os charutos? Faz como eu: corta a nervura central das folhas com uma tesoura (só a parte grossa). Elas dobram que é uma beleza! Outra: se sobrar recheio, faz bolinhas e cozinha no molho - vira almôndega "furtiva".

O que servir junto?

• Clássico: pão sírio e coalhada seca
• Upgrade: purê de batata-doce com noz-moscada
• Inusitado: fatias de abacaxi grelhado (corta o doce do molho)
• Bebida: chá gelado de hibisco ou, se for ousar, um Riesling semisseco.

Charuto mutante

Quer surpreender? Faz a versão "invertida": usa folhas de acelga no lugar do repolho e recheia com frango desfiado + quinoa. Ou a bombástica versão mineira: troca o arroz por angu e coloca torresmo picado no recheio (minha esposa Daiane quase me expulsou da cozinha quando fiz isso, mas depois admitiu que ficou bom).

O momento crítico: enrolar sem surtar

Pega a folha na palma da mão, coloca o recheio perto da base (não no meio!), dobra as laterais pra dentro e rola como se fosse um rocambole. Se rasgar, não entra em pânico: usa outra folha pra "remendar". Nas primeiras vezes sempre saem uns frankencharutos, mas o gosto é o mesmo!

Modo MasterChef

Passe os charutos na manteiga clarificada e doure rapidamente numa frigideira antes de levar ao molho. Na finalização, salpique raspas de limão siciliano e folhas de endro frescas. Parece restaurante 5 estrelas e o trabalho extra é mínimo.

Faça 20 porções gastando menos

• Compre repolho fora da época (fica mais barato e cozido não faz diferença)
• Use sobrecoxa moída no lugar de patinho
• Substitua o extrato de tomate por polpa caseira (2 tomates batidos sem pele)
• O caldo de carne pode ser caseiro - congele cubinhos antes.

O que fazer com as sobras?

As folhas que não foram usadas viram sopa instantânea: refoga com alho, joga no liquidificador com a água do cozimento e vira creme. O talo do repolho? Pica fino e coloca no recheio pra render. Até as folhas rasgadas podem virar "ninho" no fundo da panela pra não grudar.

De onde vem esse rolinho?

O charuto de repolho é um prato típico do Leste Europeu (chamado de "sarma" ou "golubtsy"), mas tem versões no Oriente Médio também. Curiosidade: na Turquia, usam folhas de parra! A técnica de enrolar comida em folhas é milenar - basicamente o avô do wrap fitness de hoje.

2 segredos que ninguém conta

1) O repolho roxo dá um visual incrível e deixa o prato fotogênico (mas mancha tudo de roxo, então cuidado).
2) Se colocar 1 colher de café de canela no recheio, ninguém vai saber identificar o que tem de especial, mas vai elogiar sem parar!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar cru? Pode, mas cozinhe direto do freezer (acrescente 15min no tempo).
Por que meu molho fica ácido? O segredo está no açúcar - ele neutraliza a acidez do tomate.
Posso usar repolho cru? Até pode, mas fica difícil de enrolar e o cozimento demora o dobro.

O som ideal pra enrolar charutos

Coloca um Balkan Beat (bandas como Goran Bregović ou Beirut) ou, se preferir algo nacional, vai de Elba Ramalho ("Festa do Interior" combina surpreendentemente bem). O ritmo ajuda no embalo dos rolinhos!

Já errei pra você não precisar errar

Uma vez usei repolho chinês achando que era a mesma coisa... resultado: charutos aquosos que desmancharam. Outra vez exagerei na pimenta síria e tive que chamar os bombeiros (brincadeira, mas ardía pra caramba). Moral da história: siga as medidas na primeira tentativa!

Harmonização inusitada

O doce-amargo do repolho combina com: cream cheese derretido por cima, nozes picadas no recheio ou até umas gotas de mel no molho. Se for servir como entrada, experimente com fatias de manga verde - a acidez corta a gordura da carne.

E aí, bora fazer esses charutos? Conta aqui nos comentários se já conhecia ou se vai arriscar pela primeira vez. Me conta também qual foi sua adaptação favorita - adoro ideias novas pra testar na cozinha!

Mistura de tradição e criatividade: 12 formas diferentes de preparar charuto

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O Autêntico Charuto Árabe

Autor: Record TV Goiás

Essa versão é a base de tudo, o ponto de partida. O que mais me chamou a atenção foi o método: colocar o arroz e a carne *crus* dentro da folha para só então cozinhar tudo junto. Parece estranho, mas é genial. O arroz absorve os caldos da carne e do repolho de um jeito que fica extremamente saboroso, nem comparado com quando você cozinha separado.

A hortelã fresca é o segredo absoluto aqui. Ela dá uma frescor que corta a gordura da carne e transforma completamente o prato. É um daqueles erros que eu cometia — pensar que charuto era só carne e molho. Depois que você prova com a hortelã, não tem volta.

3º. Charuto Vegano de Mandioca

Autor: abcVEGE

Já precisei improvisar um jantar para amigos vegetarianos e foi um pequeno desespero. Até achar receitas como essa. Usar mandioca cozida e amassada no lugar da carne é uma adaptação tão inteligente. Ela dá uma consistência cremosa e um pouco densa, que segura bem o recheio, e tem um sabor neutro que aceita todo tipo de tempero.

É uma ótima oportunidade pra abusar de especiarias. Já fiz com curry e ficou sensacional. A dica é cozinhar bem a mandioca até ficar bem macia, senão pode formar uns gruminhos no recheio.

4º. Gratinado no Forno: Para Quem Ama Queijo Derretido

Se tem uma coisa que leva qualquer prato simples para outro patamar, é uma camada crocante de queijo gratinado. Essa receita resolve aquele problema do charuto às vezes ficar muito "molhado" ou com a folha muito mole. O forno dá uma segurada, o queijo forma aquela casquinha e o molho engrossa de um jeito perfeito.

Faço muito assim no inverno. Parece um prato novo, mais encorpado. Só cuidado para não exagerar no tempo no forno, senão o queijo queima e o repolho pode secar. Dou uns 15 a 20 minutos no forno alto, só para dourar.

5º. Versão Leve com Frango Desfiado

Pra quem acha a carne moída muito pesada às vezes, ou quer variar a proteína, essa é a saída. O frango desfiado fica incrível porque absorve o sabor do molho e dos temperos com uma facilidade absurda. Fica suave, mas nem um pouco sem graça.

O meu insight aqui é usar um caldo de legumes caseiro no molho, em vez de só água. Ele dá uma profundidade de sabor que combina demais com o frango. E não tenha medo de desfiar o frango ainda morno, fica muito mais fácil e a textura fica melhor.

6º. Charuto Low Carb Cheio de Sabor

Olha, se você acha que low carb tem que ser sem graça, essa receita vai te surpreender. O segredo está em trocar o arroz por mais proteína e gordura de qualidade — bacon e linguiça. Isso aqui é pura umami, aquele gosto profoto e satisfatório. O charuto fica super recheado e o molho fica incrivelmente saboroso.

É uma opção fantástica pra quem está cuidando dos carboidratos mas não quer abrir mão de uma comida caseira e gostosa. Só uma observação: como não tem arroz pra absorver a umidade, o recheio pode soltar um pouco mais de líquido. Nada que estrague, só avisando.

7º. Prático e Rápido na Panela de Pressão

Confesso que demorei a tentar na pressão, com medo do repolho virar uma papa. Mas é a solução para um dia corrido. Em 25 minutos você tem o prato pronto, com a folha incrivelmente macia e o recheio perfeitamente cozido. A economia de tempo é brutal.

A dica de ouro, que aprendi na marra, é não encher demais a panela. Deixe um espaço para o vapor circular, senão os de baixo amassam. E use sempre a quantidade de líquido que a receita pede, que geralmente é o molho.

8º. Simples e Direto: Charuto Sem Arroz

Essa é para quem quer o sabor do charuto mas com menos trabalho — ou menos carboidrato mesmo. A carne moída bem temperada é a protagonista total. Fica um charuto mais "puro", onde você sente melhor o gosto da carne e do repolho.

Como o recheio encolhe um pouco durante o cozimento, minha sugestão é não economizar na hora de colocar na folha. Enche bem, que depois fica no ponto. Fica surpreendentemente bom, e é uma ótima porta de entrada para quem nunca fez.

9º. O Clássico com Queijo Derretido no Recheio

Ah, essa aqui é a receita do abraço. Colocar uma fatia de queijo mussarela ou prato no meio do recheio é uma jogada de mestre. Quando você corta o charuto, o queijo derretido escorre e se mistura com o molho. É um espetáculo de sabor e textura.

Já fiz para amigos e a reação é sempre a mesma: um "uau" coletivo. Só toma cuidado na hora de enrolar para o queijo não vazar pelos lados. Aprendi que é melhor colocar a fatia no centro e fechar bem as pontas da folha.

10º. Colorido e Vegano com Legumes

Essa versão é uma festa de cores e nutrientes no prato. Pique bem fininho cenoura, brócolis, tomate, o que tiver. O segredo é refogar os legumes levemente antes, só para tirar a água e concentrar o sabor. Se colocar crus, podem soltar muita água e deixar o recheio aguado.

É uma ótima forma de fazer as crianças — e os adultos também — comerem mais vegetais sem nem perceber. Fica doce, colorido e muito gostoso. Uma verdadeira refeição completa em um pacotinho.

11º. Proteína Vegetal com Carne de Soja

A carne de soja tem um potencial incrível, mas precisa ser bem preparada. O grande erro é não hidratar e temperar direito. Esse vídeo mostra bem isso: depois de hidratar, você precisa espremer bem para tirar o excesso de água e depois refogar com bons temperos. Ela vai absorver tudo como uma esponja.

O resultado é um recheio surpreendentemente saboroso e com uma textura que lembra, sim, uma carne moída. Para quem está em transição ou quer reduzir o consumo de carne animal, é uma alternativa honesta e muito boa.

12º. Desconstruído: Charuto Aberto e Sem Enrolação

Sem tempo, paciência ou habilidade para enrolar? Essa receita é a salvação. Você basicamente faz um refogado de carne, repolho em pedaços e arroz, tudo junto. Mantém o espírito do prato, mas elimina a parte mais trabalhosa.

É prático, rápido e rende muito. Perfeito para um almoço de semana. A Daiane adora fazer assim quando a correria é grande. A gente chama de "charuto preguiçoso", e ele é tão gostoso quanto o tradicional.

13º. Para uma Ocasião Especial: Charuto de Bacalhau

Essa é a versão gourmet, para impressionar ou para uma data comemorativa. O bacalhau desfiado tem um sabor único e salgado que se equilibra perfeitamente com a suavidade do repolho. Parece um prato de restaurante bom.

O investimento é maior, claro, mas vale cada centavo pela experiência. A dica crucial é dessalgar o bacalhau direitinho antes. Se ficar salgado demais, estraga o prato todo. É um trabalho que exige um pouco mais de cuidado, mas a recompensa é gigante.

E então, qual dessas variações mais combinou com o seu estilo? Tem desde a versão árabe tradicional até o charuto preguiçoso para os dias sem tempo. Conta pra mim qual você vai testar primeiro, ou se já tem uma receita de família — adoro descobrir essas histórias!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 01:58

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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