A primeira vez que tentei maionese vegana foi um desastre completo. Ficou aquela mistura aguada e separada que até meu bulldog francês torceu o focinho. Mas depois de muitos testes, e algumas lições valiosas dos meus cursos de confeitaria sobre emulsões, finalmente cheguei numa versão que engana qualquer paladar.
O segredo tá no leite de soja concentrado, que faz o papel do ovo na emulsão. Aprendi na prática que tem que bater primeiro com pouco azeite, só depois adicionar o resto devagarinho. Quando vi aquela textura cremosa saindo do liquidificador, quase não acreditei.
Essa maionese vegana virou coringa aqui em casa. Uso em sanduíche, como base para outros molhos, até na batata frita. O limão no final é crucial, mas tem que mexer na mão senão fica amargo, já errei isso umas três vezes antes de aprender.
Se você já teve medo de tentar maionese sem ovo, essa receita vai te surpreender. É mais fácil do que parece e o resultado é incrivelmente cremoso. Depois me conta nos comentários se funcionou pra você também.
Tabela de conteúdo:
Receita de Maionese Vegana: saiba como fazer
Ingredientes
Essa receita é daquelas que parece mágica quando dá certo. O leite de soja concentrado é o truque principal, já tentei com leite normal e não deu certo, fica aquela coisa aguada. O alho-poró realmente deixa mais suave se você não curtir o sabor forte.
Informação Nutricional
Porção: 15g (1 colher de sopa)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 45 kcal | 2% |
| Carboidratos Totais | 1.2g | 0.4% |
| Fibra Dietética | 0.3g | 1% |
| Açúcares | 0.5g | 0.5% |
| Proteínas | 1.8g | 2% |
| Gorduras Totais | 3.8g | 5% |
| Saturadas | 0.5g | 2% |
| Trans | 0g | 0% |
| Colesterol | 0mg | 0% |
| Sódio | 85mg | 4% |
| Potássio | 45mg | 1% |
| Cálcio | 25mg | 2% |
| Ferro | 0.4mg | 2% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
- Pega o liquidificador e coloca o leite de soja concentrado, o alho (ou alho-poró se preferir) e o sal. Adiciona só umas duas colheres do azeite pra começar, o resto fica pra depois. Liga no médio e deixa bater uns 4 minutos. Esse início devagar é o segredo da emulsão, aprendi isso depois de algumas tentativas frustradas.
- Agora vem a parte chave: com o liquidificador ainda ligado, vai despejando o resto do azeite bem devagar pela aberturinha da tampa. Não tem pressa aqui, se jogar tudo de uma vez, pode separar. Vai vendo a textura engrossando aos poucos, formando aquele creme característico.
- Quando estiver com uma consistência boa, desliga o liquidificador. Agora adiciona o suco de limão, mas atenção: mexe só com uma colher, nada de bater no liquidificador de novo. Já errei isso e ficou com aquele amargor chato. Mistura delicadamente até incorporar.
- Prova e vê se precisa ajustar o sal. Às vezes coloco mais uma pitadinha nessa hora, depende do dia. Se ficou muito espesso, pode acrescentar uma colher de água, mas só se precisar mesmo.
- Transfere pra um pote de vidro com tampa e guarda na geladeira. Dura uns 5 dias tranquilo, mas confesso que aqui em casa some bem antes disso. A Daiane adora usar no sanduíche do almoço.
Se quiser reduzir a gordura, pode adicionar uma colher de sopa de polvilho ou amido de milho e levar ao fogo pra engrossar, mas pessoalmente prefiro a versão original. E sobre o armazenamento, potes menores realmente conservam por mais tempo, mas eu acabo usando um pote grande mesmo pela praticidade.
Essa maionese vegana foi uma daquelas descobertas que mudaram minha cozinha. Depois que peguei o jeito da emulsão, virou algo que faço quase no automático. O melhor é que funciona como base pra vários outros molhos, já fiz versão com ervas, com pimenta, até um aioli vegano que ficou surpreendente.
E você, já tentou fazer maionese sem ovo? Como foi sua experiência? Se testar essa receita, conta pra gente nos comentários se deu certo ou se teve algum problema. Às vezes esses pequenos ajustes caseiros fazem toda diferença no resultado final.
Quanto tempo dura essa maionese vegana?
Na geladeira, ela fica perfeita por até 5 dias – mas eu já arrisquei 7 dias e sobrevivi pra contar a história. O segredo? Potinhos de vidro bem fechados e sempre usar colher limpa. Se notar cheiro estranho ou cor alterada, joga fora sem dó. Melhor prevenir que passar o fim de semana no banheiro, né?
E as calorias, hein?
Cada colher de sopa (15ml) tem em média 45 kcal, conforme nossa tabela nutricional completa. Bem menos que a maionese tradicional, que pode chegar a 100 kcal na mesma medida. Mas cuidado: por ser leve, a gente acaba passando mais... e aí a conta engorda junto.
Troca-troca de ingredientes
• Leite de soja pode virar leite de castanha-de-caju (fica mais cremoso) ou até água de cozimento de grão-de-bico (aquela "aquafaba" que os veganos amam)
• Azeite muito forte? Usa óleo de girassol ou milho, mas perde um pouco o sabor
• Limão pode ser vinagre de maçã – fica mais suave
• Alho demais? Tenta 1/2 colher de chá de mostarda em pó pra dar um kick sem o bafo
Os 3 pecados capitais da maionese vegana
1. Desespero no liquidificador: Colocar TODO o óleo de uma vez é pedir pra ficar aguada. Vai pingando devagar como se fosse um ritual sagrado.
2. Excesso de acidez: Limão demais = maionese amarga. Começa com metade do suco e vai ajustando.
3. Temperatura errada: Ingredientes gelados não emulsionam direito. Deixa tudo em temperatura ambiente antes de começar.
Hack que a Daiane descobriu por acidente
Se a maionese desandar (ficar líquida), coloca 1 colher de sopa de leite em pó de soja e bate de novo. Funciona que é uma beleza! Ela fez isso quando tava distraída vendo série e salvou o almoço de domingo.
Para todo tipo de dieta
• Low carb: Tá safe, já é naturalmente low carb
• Sem glúten: Só verificar se seu amido de milho é certificado
• Proteica: Adiciona 1 colher de proteína vegetal sem sabor junto com os ingredientes secos
• Keto: Aumenta a gordura trocando parte do leite por creme de coco
7 maioneses em 1
• Pimentinha: Bate com 1 pimenta dedo-de-moça sem sementes
• Ervas finas: Mistura manjericão, salsinha e cebolinha picados
• Defumada: Adiciona 1/2 colher de chá de páprica defumada
• Mostarda e mel: 1 colher de mostarda + 1 de mel agave
• Wasabi: Pra acompanhar sushi vegano (cuidado que arde!)
• Caprese: Tomate seco e manjericão
• Trufada: 1 colher de chá de azeite trufado no final
O que botar embaixo dessa maionese?
• Batata-doce assada (meu preferido)
• Hambúrguer de grão-de-bico
• Sanduíche de berinjela grelhada
• Nuggets de jaca verde
• Aquela torrada integral com abacate
• Ou... vai me julgar? Colher direto do pote às 2 da manhã
Sobrou? Não joga fora!
Transforma em:
• Molho para salada (mistura com um pouco de água)
• Base para patê (bate com tofu defumado)
• "Recheio" de legumes assados (abobrinha fica incrível)
• Ou congela em formas de gelo pra usar depois em sopas cremosas
Modo chef Michelin
Usa azeite extra virgem premium + 1 colher de chá de flor de sal no final. Decora com microfolhas e pétalas comestíveis quando servir. Parece que veio direto do MasterChef, mas só você sabe que foi 15 minutos no liquidificador.
Faça por menos
• Compra leite de soja em pó a granel (rende mais)
• Usa óleo vegetal comum no lugar do azeite
• Limão tahiti é mais barato que siciliano
• Faz em quantidade maior e divide com os amigos - cada um leva um potinho
Perguntas que todo mundo faz
"Posso bater na mão?" Pode, mas vai cansar o braço. Melhor usar mixer ou liquidificador mesmo.
"Ficou muito líquida, e agora?" Adiciona 1/2 colher de amido dissolvido em água fria e esquenta em banho-maria mexendo sem parar.
"Congela?" Até congela, mas pode separar ao descongelar. Melhor fazer fresquinho.
2 segredos que ninguém conta
1. A maionese vegana fica mais gostosa no dia seguinte - os sabores se casam melhor depois de algumas horas na geladeira.
2. Se usar leite de soja caseiro feito na hora (aquele que fica com espuminha), a emulsão fica tão estável que parece mágica.
De onde veio essa ideia?
A primeira maionese vegana surgiu nos anos 90, quando os hippies veganos estavam cansados de comer cenoura crua sem graça. Brincadeira! Na verdade foi uma adaptação da técnica tradicional, substituindo ovos por leguminosas. Hoje até o chef Alex Atala já fez versão com tucupi.
Harmonização maluca que funciona
• Com pão de cerveja escura (o amargor combina)
• Cerveja IPA (contraste incrível)
• Suco de maracujá (acredite)
• Chá gelado de hibisco com canela
Já errei pra caramba
Uma vez usei leite de soja light sem ver... virou sopa rala. Outra vez bati com alho demais e parecia que tinha comido uma cabeça inteira crua. E a pior: esqueci na porta da geladeira por 3 dias e quando fui usar tava com cara de experimento científico. Aprendi na marra que maionese vegana também estraga!
Sabia que...
Essa maionese emulsiona porque as proteínas da soja imitam a ação da lecitina do ovo? E tem restaurante chique servindo como "espuma aerada" com sifão! Quem diria que nossa receitinha caseira poderia ser tão high-tech, né?
Combinações que vão fazer sua maionese vegana brilhar
Depois de preparar essa maionese vegana que é puro sabor, você vai querer montar uma refeição completa em torno dela. Aqui vão nossas sugestões favoritas - a Dai já testou várias combinações e aprova cada uma delas!
Para começar com o pé direito
Caponata de berinjela (passo a passo): O contraste do doce e azedo combina perfeitamente com a cremosidade da maionese.
Taco de jaca desfiada: A textura da jaca fica incrível quando acompanhada dessa maionese - aqui em casa é sucesso garantido.
Bolinho de grão-de-bico com curry: O toque especiado pede um acompanhamento refrescante, e essa maionese cai como uma luva.
Pão sírio com babaganoush: Essa dupla de acompanhamentos cria uma experiência de sabores incrível para começar a refeição.
Pratos principais que vão além
Hambúrguer de grão-de-bico (detalhes da receita): Essa maionese vegana é o toque final perfeito para deixar seu burger ainda mais especial.
Carne de jaca desfiada: A textura carnuda da jaca fica ainda melhor quando acompanhada dessa maionese cremosa.
Quibe de abóbora assado: O doce da abóbora combina surpreendentemente bem com o sabor marcante da maionese.
Espaguete de abobrinha com molho de tomate seco: Uma colherada dessa maionese por cima transforma esse prato em algo ainda mais especial.
Strogonoff de cogumelos: Quer deixar o clássico ainda melhor? Sirva com essa maionese para dar um toque extra.
Para fechar com chave de ouro
Mousse de maracujá vegana: O contraste ácido depois da refeição rica em sabores é perfeito.
Brigadeiro de leite em pó: Doce, cremoso e vegano - combina com toda a proposta da refeição.
Cookies de aveia e banana: Práticos e deliciosos, são o final perfeito para uma refeição descontraída.
Torta de limão sem lactose: O frescor cítrico é o contraponto ideal depois dos sabores encorpados.
Para acompanhar
Limonada de pepino: Refrescante e diferente, corta a riqueza dos sabores sem competir com eles.
Leite de aveia (preparo da receita): Cremoso e neutro, harmoniza bem com todos os pratos sugeridos.
Chá verde gelado com hortelã: O frescor da hortelã limpa o paladar entre uma garfada e outra.
Suco de beterraba com maçã: Doce terroso que complementa os sabores da refeição sem sobrecarregar.
Essas são nossas combinações testadas e aprovadas - a Dai sempre me lembra que a maionese vegana nunca dura muito tempo aqui em casa! Conta pra gente nos comentários qual combinação você testou e como ficou, adoramos trocar ideias sobre essas experiências gastronômicas.
Agora que você já pegou o jeito, que tal se aventurar a explorar outras versões incríveis de maionese vegana?
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
2º. A surpresa cremosa do abacate
Autor: Chef Helena Jang
Confesso que fiquei meio cético quando ouvi falar em maionese de abacate pela primeira vez. Na minha cabeça, ia ficar com aquele gosto forte de guacamole que nem sempre combina com tudo. Mas essa receita me mostrou como estava enganado, a textura fica tão lisa e cremosa que você nem acredita.
O pulo do gato aqui é a mostarda Dijon, que corta a gordura do abacate e dá um toque especial. Uma dica: use abacates bem maduros, mas não aqueles que já estão passando do ponto, senão pode ficar com sabor muito forte. Funciona incrivelmente bem em sanduíches, principalmente aqueles com proteínas vegetais grelhadas.
3º. Cenoura que engana qualquer um
Autor: Atelier de Culinária Livre
Já teve aquela cenoura esquecida na gaveta da geladeira, meio murcha? Essa receita é a solução perfeita. A cenoura cozida dá uma cor linda e um sabor suave que nem parece cenoura, sério, já servi pra visita e ninguém adivinhou o ingrediente principal.
O que aprendi fazendo essa versão: coe a cenoura depois de cozida e escorra bem a água. Parece bobagem, mas se tiver muito líquido, a maionese não emulsiona direito. Ah, e funciona como base para outros sabores, já adicionei curry em pó e ficou sensacional.
4º. Semente de girassol, a versão nutritiva
Essa é para quem quer um plus nutricional sem abrir mão do sabor. As sementes de girassol dão uma cremosidade diferente e deixam a maionese com aquele fundinho tostado que lembra um pouco tahine.
Deixa eu te contar um segredo: deixe as sementes de molho por pelo menos 4 horas antes de usar. Isso tira um pouco daquele amargor natural e ajuda a bater melhor. Fica ótima em saladas de batata ou como base para molho rosé vegano.
5º. Tofu, a proteica
Eu sempre tive certo preconceito com tofu achando que era sem graça, até descobrir que o segredo está em como você prepara. Essa maionese é uma das melhores formas de começar a usar tofu, fica com textura incrível e absorve os temperos perfeitamente.
Usei tofu firme na primeira vez e não deu certo, ficou granulado. Aprendi que tem que ser o tofu sedoso, aquele mais macio. E escorra bem a água, pressionando com um pano limpo. Com isso, fica cremoso e neutro o suficiente para aceitar qualquer tempero que você inventar.
6º. Versão fit sem óleo
Teve uma época que estava tentando reduzir óleo na alimentação e quase desisti das maioneses veganas. Até encontrar essa versão com castanha de caju que mudou tudo. A gordura natural da castanha dá a cremosidade que a gente precisa, mas são gorduras boas, sabe?
Dica importante: deixe as castanhas de molho na água por pelo menos 8 horas. Não pule essa etapa, porque é isso que garante que elas vão bater até ficar lisinhas. Fica um pouco mais grossa que as outras versões, mas é ótima para passar em torradas ou como base de patês.
7º. Feijão branco, o coringa escondido
Quem diria que aquele feijão branco que a gente usa na salada poderia virar uma maionese? Essa foi a descoberta mais inusitada da minha jornada vegana. O feijão branco cozido tem uma textura perfeita para emulsão e quase não tem sabor, então aceita qualquer tempero.
Aprendi na prática: use o feijão sem o caldo e bem escorrido. Na primeira vez, usei com um pouco do caldo e ficou aquela sopa. Com o feijão seco, fica cremoso e fofo, quase como um paté. É ótimo para quem tem restrição à soja também.
8º. Inhame que imita o original
Dessas todas, essa do inhame foi a que mais me surpreendeu pelo quanto lembra a maionese tradicional. O inhame cozido fica com uma textura tão sedosa que nem parece que é vegana. A Daiane experimentou e jurou que era maionese comum.
O processo é diferente porque precisa refogar a cebola antes. Não tente pular essa etapa achando que vai dar na mesma, a cebola crua deixa um sabor forte que domina tudo. Refogadinha, ela dá só aquele toque suave que complementa perfeitamente.
9º. Linhaça, a substituta clássica do ovo
Se você está começando no veganismo, provavelmente já ouviu falar que linhaça substitui ovo. Mas será que funciona mesmo para maionese? Funciona, e como! A linhaça hidratada forma um gel que emulsiona tão bem quanto a clara.
Usei a linhaça dourada na primeira tentativa e deu certo, mas a marrom tem um sabor mais forte. Deixe hidratando até formar aquele gel grudento, se não chegar nessa textura, não vai emulsionar direito. É impressionante como fica parecido com a versão original.
10º. Grão de bico, clássico reinventado
O grão de bico é tipo aquele amigo que nunca te deixa na mão. Já usei para tudo, hambúrguer, patê, e agora maionese. Essa versão é super proteica e fica com uma cor clarinha que engana qualquer um.
O processador realmente funciona melhor que o liquidificador aqui. E preste atenção no ponto: quando a pasta ficar bem branquinha, é sinal que está no ponto certo. Se ainda estiver com grumos ou cor escura, continue processando. Fica ótima como base para molho tártaro vegano.
11º. Aquafaba, a mágica da água do grão
Essa é das mais impressionantes, usar a água do cozimento do grão de bico que a gente normalmente joga fora. Parece mágica ver aquela água virar uma emulsão cremosa. Na primeira vez que arrisquei fazer, chamei a Daiane para ver porque não acreditava.
O segredo está em bater a aquafaba até formar picos bem firmes antes de adicionar o óleo. Se não estiver bem firme, não emulsiona. E adicione o óleo bem devagar, tipo uma fiozinho, senão desanda tudo. É a versão mais parecida visualmente com a maionese tradicional.
E aí, qual dessas vai ser a primeira experiência na sua cozinha? Cada receita tem a sua própria personalidade, mas todas resolvem aquele problema de falta de maionese vegana gostosa. Se cozinhar alguma, volta para compartilhar suas impressões, eu curto muito uma troca de experiências sobre os resultados!
Adicionar comentário