17 Receitas de Creme de Palmito COM Versões Alternativas Para Se Aquecer No Frio

  • Aprenda receitas deliciosas que são servidas até nos mais renomados restaurantes e que irão te aquecer neste inverno.
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O segredo dos cremes mais caros dos restaurantes não está no leite integral, mas em um truque de textura que aprendi em uma aula de bases francesas. E o palmito, esse ingrediente nobre, é o protagonista perfeito para isso.

Uma vez, tentando impressionar a Day num jantar, usei palmito em conserva sem escorrer bem. O creme ficou aguado, quase uma sopa. Foi um desastre saboroso, mas um desastre. A lição foi dura: seque muito bem o palmito antes de bater, e a couve-flor cozida deve estar bem macia, quase pastosa, para dar aquele corpo aveludado que gruda na colher.

Quando feito direito, esse creme de palmito tem uma sofisticação caseira que engana qualquer um. É cremoso, levemente adocicado pela couve-flor e com um toque terroso da noz moscada. Uma experiência completa para aquecer as noites frias sem precisar sair do sofá. Vou te mostrar como acertar de primeira.

Receita de Creme de Palmito como Sopa: Como Fazer

Rendimento
3 porções
Preparação
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Para o Creme:

Essa lista parece de restaurante, mas juro que é tudo do mercado comum. O alho-poró às vezes some das prateleiras, a cebola cobre o serviço. A couve-flor cozida pode ser daquelas congeladas, ninguém vai perceber.

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Informação Nutricional

Porção: 250g (1/3 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 125 kcal 6%
Carboidratos Totais 15.8g 5%
   Fibra Dietética 4.2g 17%
   Açúcares 8.5g 17%
Proteínas 8.3g 17%
Gorduras Totais 4.7g 6%
   Saturadas 0.8g 4%
   Trans 0g 0%
Colesterol 5mg 2%
Sódio 480mg 21%
Potássio 620mg 13%
Cálcio 220mg 22%
Vitamina C 28mg 31%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para dietas de redução
  • Vegetariana: Sem ingredientes de origem animal
  • Lactose-Free: Usando leite vegetal como opção
  • Alto em Fibras: Bom para digestão

Alertas & Alérgenos

  • Atenção ao sódio do palmito em conserva
  • Insight: Rico em potássio e vitamina C; opção leve para jantar
  • Para versão vegana, substitua leite por bebida vegetal

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a base e o creme:

  1. Primeira coisa: escorra bem o palmito. Deixa numa peneira, aperta de leve com um papel toalha, o que for. Tirar a água da conserva é o truque pra não estragar a textura. Separa umas 2 colheres de sopa das rodelinhas mais bonitas pra finalizar depois, guarda elas de lado.
  2. Joga o resto do palmito escorrido no processador ou liquidificador. Adiciona a couve-flor cozida (tá morna ou fria, tanto faz) e despeja o leite. Bate até ficar liso, mesmo. Pode parar e raspar as laterais se preciso. Deve ficar como um líquido grossinho.
  3. Agora pega uma panela média e coloca no fogo médio. Acrescenta o azeite e o alho-poró fatiado. Refoga, mexendo de vez em quando, até o alho-poró amolecer e começar a ficar douradinho nas pontas. Isso vai dar um perfume incrível.

Finalizando e servindo:

  1. Com o alho-poró dourado, despeja o creme de palmito que você bateu na panela. Tempere com sal (cuidado) e adicione a noz moscada ralada. Meche bem pra incorporar.
  2. Deixa cozinhar até começar a ferver, formando aquelas bolhinhas na superfície. Quando ferver, abaixa o fogo para baixo e deixa cozinhar por mais 3 minutos, mexendo às vezes. O creme vai engrossar um pouco mais. Não precisa ferver violentamente.
  3. Esse é o ponto. Desliga o fogo. O creme deve cobrir o dorso da colher, nem muito líquido, nem muito pesado. Ele engrossa um pouco mais ainda enquanto esfria, então não fica ansioso.
  4. Na hora de servir, distribui nas tigelas ou potinhos. Finaliza com uma boa pitada de cebolinha picada fresca e as rodelinhas de palmito que você separou no início. Fica lindo e dá um contraste de textura legal.

Esse creme é aquele tipo de coisa que parece muito mais trabalho do que realmente é. Fica prontinho em 15 minutos e impressiona qualquer um. Combina super bem com um pedaço de pão torradinho pra mergulhar, ou até como um jantar leve sozinho.

Esse creme de palmito tem um lugar especial aqui porque é uma daquelas receitas que transforma ingredientes simples em algo que parece de menu. A couve-flor some no sabor, mas é ela que dá aquele corpo cremoso sem precisar de farinha ou creme de leite. A noz moscada, pra mim, é o segredo que eleva tudo, então não pule essa etapa.

Você já tinha pensado em fazer um creme com palmito? Eu demorei pra tentar, mas depois que peguei o jeito de escorrer bem o palmito, nunca mais deu errado. Se fizer, me conta como ficou aí nos comentários. E se inventou alguma variação, tipo colocar um pouco de batata cozida junto, compartilha aí que a gente troca ideia.

Quanto custa em calorias?

Uma porção dessa sopa cremosa de palmito tem aproximadamente 125 kcal (valores detalhados na tabela nutricional completa). Se quiser deixar mais leve, dá pra trocar metade do leite por água - a textura fica um pouco menos cremosa, mas o sabor continua incrível.

Guarda bem? Dura quanto?

Na geladeira, dura até 3 dias num pote fechado. Mas olha só: essa sopa congela MUITO bem! Faz umas porções extras e guarda em potinhos individuais. Quando bater aquela preguiça, é só esquentar e jogar a cebolinha fresca por cima - fica igualzinho à receita fresca.

Sem leite? Sem problemas!

Se você é do time lactose-free ou vegano, pode trocar o leite desnatado por:
• Leite de coco (fica mais encorpado)
• Bebida de amêndoas (mais leve)
• Até água mesmo (e aumenta um pouco a noz moscada pra dar um up no sabor)
Já testei todas e a Daiane prefere a versão com leite de coco - ela diz que fica com um toque tropical.

Os 3 pecados capitais do creme de palmito

1. Não reservar palmito pra finalizar - parece bobagem, mas aquelas rodelinhas por cima fazem TODA diferença visual e de textura.
2. Exagerar na noz moscada - essa especiaria é poderosa! Rala pouco e vai provando.
3. Deixar o alho-poró cru - tem que fritar até ficar bem douradinho, senão fica aquele gosto "empedrado".

Truque secreto do palmito

Lava o palmito antes de usar? Pare! Aquele líquido da conserva tem um sabor incrível. Escorre bem, mas não lava - pode usar um pouco desse líquido pra ajustar a consistência do creme se precisar. Meu irmão que é chef me ensinou isso e mudou completamente minhas receitas com palmito!

O que servir junto?

Pão de queijo mineiro - combinação perfeita pra dias frios
Torradinhas de pão integral com um fio de azeite
Taça de vinho branco seco - o ácido corta a cremosidade
Salada de rúcula com lascas de parmesão - contraste de texturas
Na última vez que fizemos, a Daiane inventou de servir com chips de batata-doce caseiros... Virou nossa combinação oficial!

Versões para todo mundo

Low carb: Tira a couve-flor e bota abobrinha cozida no lugar.
Proteica: Junta 1 colher de sopa de cream cheese no final.
Sem glúten: Já é naturalmente sem glúten (só atenção aos acompanhamentos).
Detox: Troca o leite por água de coco e usa só 1 fio de azeite.

Quer inovar? Tenta essas versões

Palmito com bacon: Frita pedacinhos de bacon junto com o alho-poró (perigo de vício)
Creme verde: Bate espinafre cru junto no processador
Picante: Adiciona uma pimenta dedo-de-moça sem sementes no processador
Suprema: Finaliza com camarões refogados por cima (pra impressionar visitas)

O ponto crítico: o alho-poró

Corta só a parte branca e o começo do verde claro. Lava BEM entre as camadas (já peguei areia e foi triste). Na hora de fritar, fogo médio e paciência - tem que ficar bem douradinho mas não queimado. Se precisar, abaixa o fogo e vai mexendo. Quando achar que tá pronto, deixa mais 1 minutinho - é sério, faz diferença!

Não joga fora!

As partes verdes escuras do alho-poró que não usamos? Lava bem, corta em pedaços e congela. São perfeitas pra fazer caldo de legumes caseiro depois. E a água que cozinhou a couve-flor? Espera esfriar e rega as plantas - elas adoram os nutrientes!

Eleva o nível em 2 segundos

Na hora de servir, dá um fio de azeite trufado por cima e umas flores de alecrim. Parece coisa de restaurante 5 estrelas, mas custa quase nada. Outra dica: usa palmito pupunha fresco (aquele roxinho) pra decorar - a cor fica linda!

Socorro, deu ruim!

Ficou muito líquido? Dissolve 1 colher de maisena em água fria e mistura no creme fervendo.
Sem palmito pra decorar? Usa tomate cereja cortado ao meio ou até cogumelos fatiados.
Esqueceu de reservar o palmito? Pega um garfo e pesca algumas rodelas do creme antes de misturar tudo - funciona!

De onde veio essa ideia?

O creme de palmito tem raízes na culinária indígena brasileira, que já usava o palmito como alimento básico. A versão cremosa com leite surgiu nas cozinhas dos engenhos de açúcar, onde misturavam ingredientes nativos com técnicas portuguesas. Hoje é um clássico que vai desde botecos até restaurantes finos!

2 fatos que ninguém te conta

1. O palmito é um dos poucos alimentos que contém naturalmente ácido fólico e potássio na mesma medida ideal pra saúde cardiovascular.
2. Na década de 1920, essa sopa era considerada afrodisíaca e servida em jantares românticos - não que eu esteja sugerindo nada, mas... quem sabe né?

Por que a couve-flor?

Além de dar cremosidade sem precisar de creme de leite, a couve-flor tem um composto chamado sinigrina que realça o sabor do palmito. E o melhor: é quase imperceptível no sabor final! A Daiane detesta couve-flor pura, mas adora essa sopa - até hoje não contei o segredo pra ela (shhh!).

Perguntas que todo mundo faz

Pode usar palmito fresco? Pode, mas tem que cozinhar antes (cerca de 20 minutos em água fervente).
Dá pra fazer na panela de pressão? Não recomendo - o palmito fica muito mole e perde textura.
Posso congelar? Pode sim! Só deixa sem a cebolinha final e acrescenta na hora de servir.

E aí, bora testar?

Essa receita é daquelas que engana pela simplicidade - parece básica, mas o sabor é sofisticado pra caramba. Já fiz pra visita achando que era "só uma sopinha" e todo mundo pediu a receita depois. Conta aqui nos comentários como ficou a sua versão! Inovou em algo? Descobriu alguma combinação maluca que deu certo? Tô sempre buscando novas ideias pra testar na cozinha!

Combinações que vão fazer seu creme de palmito brilhar ainda mais

Depois de preparar aquele creme de palmito que já é sucesso garantido, que tal montar um menu completo? Selecionamos aqui opções que casam perfeitamente, desde entradas leves até sobremesas para fechar com chave de ouro. A Dai já aprovou várias dessas combinações - e olha que ela é bem exigente!

Para começar com o pé direito

Pão de minuto (preparo aqui): Quente e fofinho, perfeito para mergulhar no creme e já dar aquela animada no jantar.

Pão caseiro: Clássico que nunca falha, especialmente quando tem um creme gostoso para acompanhar.

Torradinhas de alho: Crocantes e aromáticas, dão um toque especial antes do prato principal (e combinam demais com palmito).

Pratos principais que roubam a cena

Filé de peixe: Leve e saboroso, forma uma dupla incrível com o creme de palmito como acompanhamento.

Receita de Fricassê de frango super simples: Cremoso como nosso acompanhamento principal, mas com textura diferente que cria um contraste interessante.

Lasanha de frango (veja aqui): Para quando quiser transformar o jantar em um evento especial. O creme de palmito fica ótimo como acompanhamento.

Frango grelhado com ervas: Simples mas cheio de sabor, deixa o creme brilhar como estrela do acompanhamento.

Doces finais para fechar com sorrisos

Torta mousse de chocolate (aprenda aqui): Cremosa como nosso prato principal, mas doce - o contraste perfeito!

Cocada simples (veja a receita aqui): Doce tradicional que lembra infância e combina com qualquer refeição caseira.

Pudim de leite condensado: Clássico que nunca sai de moda e sempre tem espaço, mesmo depois de uma refeição completa.

Para refrescar e harmonizar

Limãoada gelada: O ácido corta a cremosidade do prato principal e deixa o paladar renovado.

Suco de maracujá natural: Doce e levemente ácido, combina com todos os pratos sugeridos.

Chá gelado de pêssego: Leve e aromático, perfeito para refeições mais elaboradas como essas.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Aqui em casa a gente adora o filé de peixe com o creme de palmito seguido da torta mousse - é pedir para repetir! Conta pra gente nos comentários qual foi sua experiência com essas sugestões.

Agora que o segredo do palmito bem seco está aí com você, bora ver como ele pode virar outras coisas incríveis.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O sabor de feira que cabe na sua panela

autor: SUSSA RODRIGUES

Me diz uma coisa: você já ficou curioso para saber qual é o recheio daquele pastel de palmito crocante da barraquinha? Essa receita é basicamente a resposta. A textura que ela entrega é exatamente aquela, sabe, nem muito líquida nem muito pastosa, fica no ponto de grudar na colher mas escorrer devagar. O que eu gosto é que ela não fica complexa, os ingredientes são mesmo básicos. E se um dia você encontrar palmito pupunha fresco, não hesita. A textura é mais firme e o sabor é mais suave, ele realmente eleva o prato.

3º. O recheio coringa para tudo que é massa

autor: Nicia Trufas & Balas Geladas

Essa aqui resolve aquele problema clássico: o recheio que fica aguado e encharca a massa da torta. A consistência desse creme é perfeita para isso, ele segura bem. Já usei para rechear uma torta de massa podre e ficou divino, cada pedaço mantinha o formato. A dica de ouro que eu aprendi com essa versão é deixar o creme esfriar completamente antes de colocar na massa, seja de torta ou de lasanha. Ele engrossa um pouco mais e não vaza. Funciona tão bem que já pensei em usar até em panquecas salgadas.

4º. Aveludado mesmo, com creme de leite

Depois do meu fiasco com o creme aguado que mencionei lá no começo, essa versão com creme de leite virou minha garantia. O creme de leite, principalmente se for o fresco, dá uma estabilidade e uma riqueza que o leite sozinho não consegue. O resultado é realmente aveludado, daqueles que cobre o fundo da colher feito um casquinha. E sim, tudo que leva creme de leite fica mais gostoso, é uma lei não escrita da cozinha. Dá pra servir num pote fundo com uns croutons, parece até de restaurante.

5º. A base clássica com manteiga e farinha

Essa é a técnica de roux, que é a base de muitos molhos franceses. A manteiga e a farinha cozinham juntas e formam uma pastinha que, quando você adiciona o leite aos poucos, engrossa sem formar grumos. É um método que parece chato, mas depois que pega o jeito, você usa pra tudo. O legal desse vídeo é que ele mostra o passo a passo bem devagar, então mesmo se você nunca fez um roux na vida, consegue acompanhar. É a receita que te dá uma habilidade nova, e o creme fica liso que é uma beleza.

6º. Low carb sem sofrimento nenhum

Acho que o maior medo de quem come low carb é achar que vai ficar só comendo ovo e frango grelhado. Receitas como essa quebram esse mito. O palmito já é low carb por natureza, e a espessura aqui vem de ingredientes como creme de leite e queijos, não de farinha. Fica tão cremoso e satisfatório que você nem sente falta do carboidrato. É uma das minhas alternativas favoritas para um jantar rápido quando quero algo quente e que não pese. Rende bem e congela perfeitamente.

7º. A versão vegana que não deixa a desejar

Fazer um creme encorpado sem nenhum derivado de leite parece um desafio, mas essa receita mostra que é possível e ainda fica saboroso. Ela usa a batata cozida para dar corpo e cremosidade, e um leite vegetal. O resultado é leve, mas ainda assim reconfortante. É a prova de que com uma adaptação inteligente, você não precisa abrir mão do sabor. Perfeito para quando tem visita com restrição alimentar e você quer servir algo especial, e não apenas uma salada.

8º. O toque sofisticado do alho-poró

O alho-poró tem um sabor único, mais suave que a cebola e com uma doçura incrível quando refogado. Nessa receita, ele não é só um tempero, é co-protagonista. Ele traz uma camada de sabor que deixa o creme menos óbvio, mais interessante. Dá a sensação de um prato trabalhado, mas na real é só picar e refogar. Essa é a minha escolha para quando quero impressionar sem muito esforço. E ela tem razão, com o alho-poró você realmente não precisa de muito mais, talvez só uma noz-moscada ralada na hora.

9º. Quando o bacon entra em cena

Ah, o bacon. Ele tem o poder de transformar qualquer prato simples em uma festa. E nesse creme, a gordura que solta do bacon para refogar a cebola e o palmito carrega um sabor defumado que impregna tudo. É a receita antirresfriado, daquelas que aquecem da primeira colherada. A dica é deixar o bacon bem crocante e usar parte da gordura no refogado. A outra parte você reserva para salpicar por cima na hora de servir. O contraste do crocante com o creme é simplesmente genial.

10º. Frango desfiado para um prato único

Essa é a definição de comida reconfortante e prática. Você pega aquele frango desfiado que sobrou do almoço e transforma num jantar completamente novo. O creme de palmito envolve o frango, deixando tudo úmido e saboroso. Fica tão bom que realmente não precisa de muito acompanhamento, talvez só um pãozinho para mergulhar. E a sugestão dela é perfeita: fica excelente com um vinho branco seco. É um daqueles pratos que resolve a noite e deixa todo mundo satisfeito.

11º. Para a torta fria perfeita

Fazer torta para vender requer um recheio que não mude de textura com o tempo, que fique estável na geladeira. Esse creme aqui é exatamente isso. Ele é firme o suficiente para segurar o formato da fatia, mas ainda cremoso na boca. A montagem que ela ensina é um plus enorme, porque uma torta bem montada já é meio caminho andado para o sucesso. É uma daquelas receitas que dá confiança, você sabe que se seguir direitinho, o resultado vai ser profissional.

12º. A cremosidade infalível da batata

Usar batata para engrossar cremes é um truque antigo e muito eficiente, especialmente se você quer algo mais leve do que um roux com farinha. A batata cozida e batida dá uma textura incrivelmente cremosa e aveludada, quase como um purê líquido. Essa receita é super familiar, daquelas que todo mundo na mesa gosta. E a ideia de servir em uma ocasião como um encontro de amigos é boa, porque rende bastante e é difícil encontrar alguém que não goste.

13º. A versão gourmet com camarão

Palmito e camarão são uma combinação de sabores que funciona muito bem, um é terroso e o outro traz o sabor do mar. Essa receita é um pouco mais elaborada, com direito a gratinar no forno, mas o resultado vale cada passo. O molho branco com leite de coco é um toque genial, dá um perfume incrível. É um prato para uma data especial, para comemorar alguma coisa ou receber alguém importante. Parece de restaurante chique, mas as instruções são claras para você replicar em casa.

14º. A receita de família que vira tradição

Tem um charme especial em receitas que são passadas de mãe para filha, né? Elas carregam um toque a mais, um jeito de fazer que não está escrito, mas que faz toda a diferença. Esse creme tem essa vibe. É mais do que a lista de ingredientes, é a memória afetiva de preparar e compartilhar. Cozinhar em família, cada um fazendo uma parte, é uma das melhores formas de criar vínculo. O prato fica gostoso, claro, mas a experiência de fazer junto é que fica guardada.

15º. A parceria inusitada com bife

Quem pensaria em servir um creme de palmito sobre um bife? Pois é, e funciona maravilhosamente bem. O creme age como um molho rico e saboroso que complementa a carne sem overpower. É uma maneira diferente de sair do trivial do arroz, feijão e bife. A chave aqui é o contraste: a carne tem seu sabor, e o creme traz a cremosidade e o toque vegetal. Pode parecer estranho no papel, mas no prato é uma combinação surpreendente e muito satisfatória.

16º. Sopa rápida para quando o frio aperta

Essa é para aqueles dias em que o tempo some e você precisa de algo quente na mesa em 30 minutos, no máximo. A simplicidade é a maior virtude dessa receita. Poucos ingredientes, pouca louça para lavar e um resultado que entrega muito sabor e conforto. É a prova de que comida boa não precisa ser complicada. Às vezes, é só o que a gente precisa: uma panela fumegante, uma colher e um sofá aconchegante esperando.

17º. O clássico que nunca falha: no pão italiano

Algumas combinações são clássicas por um motivo: são perfeitas. Creme de palmito e pão italiano é uma delas. A crocância do pão, morna por dentro, contrastando com o creme quente e liso… não tem como errar. Serve como uma entrada incrível para um jantar ou até como prato principal leve. É daquelas receitas que todo mundo conhece e ama, e que sempre cai bem. Simples, direta e infalivelmente gostosa.

Ufa, quanta inspiração, hein? Depois de ver todas essas possibilidades, qual te deixou com mais vontade de ir para a cozinha? É o clássico no pão, a ousadia com camarão ou a praticidade da sopa? Se fizer alguma, me conta nos comentários como foi a experiência e se você fez algum ajuste no tempero. Adoro saber as versões de cada um!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 08:57

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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