15 Receitas de Shawarma & Muitos Preparos Do Famoso Lanche Árabe Para Se Deliciar

  • O Shawarma é encontrado não só nos restaurantes chiques de comidas árabes como nas barracas de lanches de esquina, tudo isso pelo seu sabor único e marcante.
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Farinha, água, sal e fermento. Acho que quase todo mundo já tentou fazer um pão, né. Mas carne temperada, marinada e assada no espeto até ficar com aquela crosta dourada e suculenta por dentro? Isso parece coisa de restaurante especializado. Eu também pensava assim, até me enfiar em um curso de churrasco e perceber que a técnica, na verdade, é bem acessível.

A magia do shawarma está justamente nesse equilíbrio. Aprendi que marinadas longas, com especiarias como cominho, canela e cardamomo, não são só sobre sabor, são sobre transformar textura. Cada fatia fininha do coxão mole fica incrivelmente macia. Em casa, virou nossa solução para reunir amigos sem stress. A Daiane monta uma mesa com todos os acompanhamentos e cada um faz o seu, é uma festa.

Se você já ficou curioso sobre como reproduzir aquele sabor autêntico e as camadas de textura do lanche, essa receita é o caminho. Vou te mostrar o passo a passo detalhado, desde a marinada que faz toda diferença até a montagem perfeita. Vai ser uma experiência.

Receita de Shawarma simples e fácil: Saiba como fazer

Rendimento
4 porções generosas
Preparação
30 min ( + 2h marinando + 2h assando)
Dificuldade
Média

Ingredientes

0 de 19 marcados

Para a Marinada da Carne:

Para Montar o Shawarma:

Para o Molho de Tahine (que estava no modo de preparo):

A lista de temperos parece longa, mas a maioria você acha no saquinho de temperos do mercado. A pimenta síria às vezes é difícil, então a páprica doce salva. O coxão mole é a peça ideal, mas se quiser frango, só ajustar o tempo de forno.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 350g (1/4 da receita completa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 35.2g 12%
   Fibra Dietética 4.8g 19%
   Açúcares 6.2g 12%
Proteínas 42.5g 85%
Gorduras Totais 18.3g 28%
   Saturadas 4.2g 21%
   Trans 0g 0%
Colesterol 95mg 32%
Sódio 680mg 30%
Potássio 890mg 19%
Ferro 5.8mg 32%
Cálcio 120mg 12%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente para ganhos musculares
  • Alto em Fibras: Boa para digestão
  • Rico em Ferro: Mais que frango comum
  • Sem Glúten (carne): Apenas a carne e vegetais

Alertas & Alérgenos

  • Pão pita contém glúten – Troque por folhas de alface para versão sem glúten
  • Insight: Marinada com limão e vinagre ajuda a amaciar a carne sem aditivos
  • Proteína de alta qualidade ideal para recuperação pós-treino

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Marinando a Carne (o passo mais importante):

  1. Pega um recipiente grande, de preferência que tenha tampa ou que você possa cobrir com filme. Coloca os filés de coxão mole lá dentro.
  2. Em uma tigelinha pequena, mistura todos os temperos secos: a pimenta síria, o gengibre, o sal, a pimenta-do-reino, a canela, o cominho e o cardamomo. Mistura bem com uma colher até ficar uma cor uniforme. Isso garante que nenhum pedacinho de tempero fique concentrado em um só lugar da carne.
  3. Joga essa mistura de temperos secos por cima da carne. Adiciona o alho esmagado também. Agora, com as mãos limpas, massageia a carne. Sério, mexe bem, faz carinho nos filés, certifica que cada pedaço está coberto. Parece besteira, mas faz diferença.
  4. Agora vem a parte líquida. Rega com o azeite, o suco de limão e o vinagre de maçã. Mistura mais uma vez, de leve, para incorporar. Tampou cobre o recipiente e leva pra geladeira. Deixa lá por pelo menos 2 horas. Se puder deixar de um dia pro outro, o sabor fica ainda mais incrível, quase absurdo.

Preparando a Carne (dois caminhos):

  1. No Forno (estilo espeto): Pré-aquece o forno a 180°C. Se você tiver um espeto próprio, ótimo. Se não, faz que nem eu: pega um espeto de churrasco comum ou até um garfo longo. Vai enfiando os filés de carne, um em cima do outro, formando uma torre. Coloca esse "espeto" em uma assadeira, forra em volta com papel alumínio para não sujar muito e leva ao forno por cerca de 2 horas. A ideia é que a gordura e os sucos escorram e a carne fique com aquelas pontas douradas e crocantes.
  2. Na Frigideira (opção rápida): Tira a carne da marinada e escorre um pouco. Aquece uma frigideira grande com um fio de azeite em fogo bem alto. Coloca os filés, não amontoa, deixa espaço entre eles. Deixa dourar de um lado, vira e dourar do outro. Fica pronto em uns 10 minutos. Não fica igual ao do forno, mas resolve muito bem numa quarta-feira qualquer.
  3. De qualquer jeito, quando a carne estiver pronta, tira do fogo e deixa descansar por 5 minutinhos antes de fatiar ou desfiar. Ela continua cozinhando por dentro nesse tempo.

Fazendo o Molho de Tahine:

  1. Enquanto a carne assa ou descansa, faz o molho. É super simples. Numa tigela, coloca a tahine, o alho espremido e o suco de meio limão. Mistura com um fouet ou garfo. No começo vai ficar grossa e meio empelotada, não se assusta.
  2. Vai adicionando água gelada, uma colher de sopa de cada vez, e misturando vigorosamente. Aos poucos, a pasta vai clareando, ficando cremosa e lisa. Para quando chegar na consistência de um creme azedinho que escorra da colher. A quantidade de água pode variar de marca pra marca de tahine, então vai no olho mesmo. Tá pronto. Leva pra geladeira até a hora de montar.

Montagem Final (a parte divertida):

  1. Aquece rapidamente os pães pita numa frigideira seca ou no micro-ondas, só para ficarem maleáveis, não crocantes.
  2. Abre cada pão e começa a camada de base: umas folhas de alface, algumas fatias fininhas de cebola roxa (que dá um crocante e um sabor especial), os pedaços de tomate e as fatias de pepino.
  3. Agora, a estrela. Pega a carne já descansada e fatia bem fininha, ou simplesmente desfia com dois garfos. Coloca uma quantidade generosa por cima dos legumes.
  4. Finaliza com uma boa colherada (ou duas) do molho de tahine cremoso por cima de tudo. Dobre o pão ao meio ou enrole, se conseguir. O ideal é ter guardanapo por perto, porque vai escorrer. E isso é parte da experiência, na minha opinião.

É, fazer shawarma caseiro dá um pouco de trabalho, principalmente a espera da marinada e do forno. Mas a recompensa é daquelas que faz você querer repetir no próximo final de semana. A última vez que fiz, ficou tão bom que a Daiane nem quis esperar eu tirar foto, começou a montar o dela antes. Tive que fazer uma segunda leva de pães só para registrar.

E você, qual caminho prefere: a paciência do forno que fica com aquele gostinho mais concentrado, ou a praticidade da frigideira? Se testou com frango, como ficou? Conta tudo aqui nos comentários, adoro trocar ideia sobre essas adaptações. Agora é só chamar a galera e fazer a festa.

Quanto custa (em calorias) esse banquete árabe?

Um shawarma completo desses fica em torno de 485 kcal por porção (conforme nossa tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troque o pão pita por folhas de alface pra enrolar - cai pra cerca de 320 kcal. Mas sério, vale cada caloria!

Guarda ou devora?

A carne marinada crua dura 2 dias na geladeira. Já assada, 3-4 dias. O molho tahine separado aguenta 1 semana. Mas duvido que sobre - aqui em casa sumia em 2 dias. Dica: se for congelar, faça só a carne (sem os vegetais) e esquente na frigideira depois.

Sem pimenta síria? Sem crise!

• Troque por páprica doce + pitada de pimenta caiena
• Vegano? Use cogumelos shitake ou berinjela no lugar da carne
• Sem tahine? Amendoim torrado batido com alho e limão salva
• Pão pita difícil? Sirva com arroz ou tortilhas de trigo

O truque que mudou meu shawarma

Depois de marinar, seque bem a carne com papel toalha antes de levar ao forno. Fica mais crocante! E se tiver com pressa: frite em frigideira bem quente por 5 minutos cada lado - fica ótimo também (a Daiane prefere assim, diz que fica mais suculento).

"Meu shawarma ficou seco!" - e como evitar

• Cortar a carne muito fina = resseca fácil (deixe 1cm de grossura)
• Exagerar no vinagre = carne "cozida" demais na marinada (siga as medidas!)
• Assar em temperatura alta = queima por fora, cru por dentro (180° é o ideal)
Já cometi todos esses erros, aprendi na marra!

Shawarma para todos os estômagos

Low carb: Enrole em folhas de alface no lugar do pão
Sem glúten: Use pão sírio sem glúten ou sirva com quinoa
Proteico: Dobra a carne e acrescente iogurte grego no molho
Keto: Adicione abacate e use azeite extra virgem generosamente

O que colocar do lado? Criamos combos!

Clássico: Homus + picles de berinjela + água de jasmim
Paulistano: Farofa de castanhas + caipirinha de limão siciliano
Festa: Tabule + coalhada seca + suco de romã gelado
Lanche rápido: Batata-doce assada + chá mate gelado

Shawarma não tem dono - reinvente!

Frango: Substitua a carne por sobrecoxas desossadas (marina só 1h)
Abacaxi grelhado: Acrescente rodelas na montagem - contraste incrível!
Breakfast shawarma: Ovo mexido + carne + molho de iogurte (café da manhã heroico)
Doce: Canela extra + mel no molho + nozes (sobremesa surpreendente)

O pulo do gato: a marinada perfeita

Misture primeiro os secos (temperos) na carne, esfregue bem. Só depois adicione os líquidos. E não seja econômico na massagem - 3 minutos de carinho na carne fazem TODA diferença. Juro, testei fazer correndo e ficou sem graça.

Sobrou? Transforme!

• Carne vira recheio de omelete
• Vegetais viram sopa fria (bata com iogurte)
• Pães velhos: torre e vire croutons para salada
• Molho tahine diluído vira dressing para grãos

2 segredos que ninguém conta

1. O cardamomo não é opcional - ele que dá o aroma de "rua de Damasco" autêntico
2. Cebola roxa não é só enfeite: seu suco ácido amacia a carne. Deixe as fatias em contato direto com o shawarma!

Perguntas que sempre me fazem

"Posso congelar a carne marinada?" Pode, mas perde textura - melhor congelar crua e marinar depois
"Sem espeto, como faço?" Empilhe os pedaços numa assadeira como um "bolo de carne"
"O molho tahine separou!" Bata com 1 colher de água quente que volta ao normal

De camelô para o mundo

O shawarma original era carne de cordeiro empilhada em espetos verticais giratórios nas ruas de Istambul no século XIX. Os temperos? Uma adaptação árabe do kebab turco. Hoje é fast-food gourmet - que evolução, né?

Harmonização além do óbvio

• Cerveja: Weiss (o toque cítrico casa com os temperos)
• Vinho: Tinto jovem tipo Malbec (taninos suaves)
• Chá: Earl Grey com bergamota (acidez que corta a gordura)
• Café: Arábica leve torra média (não compete com os sabores)

Meus desastres culinários

Uma vez usei pimenta síria em pó NO LUGAR de canela. Resultado? Shawarma que parecia ter pegado fogo. A Daiane ainda ri quando lembra. Outra: deixei marinar 12 horas (a carne ficou borracha). Moral: sigam os tempos, gente!

Se TUDO der errado...

• Queimou fora? Raspe e mergulhe no molho tahine por 10 minutos
• Ficou sem graça? Refogue com manteiga e mais pimenta síria
• Secou? Picote e misture com ovos mexidos
• Desistiu? Transforme em sopa: caldo + pedaços de carne + grão-de-bico

Shawarma do salário mínimo

• Coxão duro no lugar do mole (fica ótimo se fatiar bem fininho)
• Tahine caseiro: gergelim torrado batido com óleo e sal
• Pão francês velho umedecido no lugar do pita
• Use limão tahiti e vinagre branco comum

Elevando o nível

• Finalize com folhas de hortelã fresca e sumagre
• Substitua 1/3 do azeite por manteiga clarificada
• Adicione raspas de limão siciliano na montagem
• Sirva com pão pita caseiro (fica 200% melhor)

Sabia que...

O shawarma de rua em Beirute vem com batata frita DENTRO do pão? E no Egito colocam molho de alho até no café da manhã. Já experimentei a versão alemã (com repolho roxo e maionese) - polêmica, mas deliciosa!

Completa o Shawarma: Combinações que Vão Deixar Seu Jantar Inesquecível

Depois de preparar aquele shawarma caseiro que deixa a casa com um cheiro de especiarias divino, a pergunta que fica é: o que servir junto? Aqui vão nossas sugestões favoritas para montar uma refeição completa - testadas e aprovadas pela Dai (que é bem criteriosa, diga-se de passagem).

Para Fechar o Estômago com Chave de Ouro

Receita de Hambúrguer de carne moída simples: Se quiser variar do shawarma, essa versão caseira é sucesso garantido. A Dai sempre pede pra fazer um extra "só pra garantir".

Hambúrguer de frango: Mais leve mas nem um pouco sem graça, perfeito pra quando queremos algo diferente mas igualmente saboroso.

Macarrão com salsicha (receita completa): Nostalgia pura! Esse aqui é nosso coringa pra dias corridos - simples, rápido e que todo mundo ama.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Arroz árabe: Com açafrão e nozes, combina perfeitamente e traz um toque especial pro prato.

Batata-doce assada: Doce e salgado sempre foi uma combinação vencedora na nossa casa.

Salada de grão-de-bico: Pra dar uma equilibrada com algo leve e proteico. Adicionamos hortelã pra refrescar.

Picles caseiros: Aquele toque ácido corta a gordura do shawarma perfeitamente. Fazemos com pepino, cenoura e até cebola roxa!

Doces para Finalizar com Sorrisos

Brigadeiro de copinho: Prático, delicioso e sempre sobra pra levar pro trabalho no dia seguinte (ou não).

Casadinho de goiabada (preparo aqui): Doce tradicional que lembra casa de vó, perfeito pra fechar refeições mais encorpadas.

Torta de ricota incrível: Leve e não muito doce, ideal pra quem prefere sobremesas mais sutis.

Fatias de melão: As vezes depois de uma refeição assim, só queremos algo fresco e natural. Nosso truque: espremer um limãozinho por cima.

Bebidas para deixar sua refeição mais refrescante

Chá gelado de hibisco: Fazemos um concentrado e diluímos na hora. Refrescante e combina super bem.

Suco de laranja com hortelã: Clássico que nunca falha, especialmente se as laranjas estiverem docinhas.

Água com gás e limão: Nosso coringa pra qualquer refeição mais pesada. As bolhinhas ajudam na digestão.

Iogurte natural batido: Tradicional no oriente médio, acalma o paladar depois das especiarias.

Essas são nossas combinações favoritas, mas conta pra gente nos comentários: como vocês costumam servir shawarma aí na sua casa? Alguma sugestão diferente que sempre funciona? Aqui nós testamos tudo - até shawarma no café da manhã (não julguem, foi um domingo preguiçoso).

Acho que a gente nunca se cansa de shawarma, né? Olha quantas formas incríveis de fazer.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão completa que vale o esforço

autor: Nhac GNT

Confesso que por anos eu fugi de receitas assim, parecia coisa só para expert. Mas sabe quando você decide encarar o desafio e descobre que o processo é metade da diversão? Foi assim com esse vídeo. Ele te guia do zero, da marinada até fazer o pão, e a sensação de comer um lanche 100% feito por você é outra coisa. A dica que ficou: não tenha pressa na marinada. Deixa a carne curtindo o tempero por umas boas horas, ou até de um dia pro outro, que o sabor muda completamente. A textura fica tão boa que quase nem parece que você fez em casa.

É um projeto para um fim de semana, daqueles que você chama alguém pra ajudar e vira um programa. A Daiane, por exemplo, é especialista em esticar a massa do pão enquanto eu cuido da carne. O resultado sempre justifica a loucura na cozinha.

3º. Quando o Nordeste encontra o Oriente Médio

autor: Passa Tempo Com Cacau

Eu nunca teria pensado nessa combinação, mas aí você vê e faz todo o sentido. A carne de sol com aquela salada fresca e a pimentinha de cheiro é uma jogada de mestre. Resolve aquele dilema de querer um recheio saboroso mas que não precise de horas no forno. A carne de sol já vem com seu tempero, e a acidez do limão na montagem corta a gordura do bacon perfeitamente.

Essa é daquelas receitas para impressionar sem aviso prévio. Já fiz numa tarde que uns amigos apareceram de surpresa e salvou completamente. O pão de frigideira é tão rápido que nem dá tempo de sentir falta do pão sírio tradicional. Se você gosta de sabores fortes e marcantes, essa adaptação é um achado.

4º. A arte de equilibrar molhos

Eu sou da turma que acredita que o molho pode salvar ou afundar um lanche. E esse vídeo ensina justamente isso: a ciência por trás de combinar sabores. O aioli com aquele toque de mostarda e o de salsa brava mais adocicado não são só dois molhos jogados ali, é uma estratégia. Um corta a gordura da carne, o outro dá um contraste doce que prende.

Fazendo em casa, eu aprendi uma coisa: não precisa fazer quantidades enormes. Um potinho pequeno de cada já basta, porque a graça é justamente passar um pouquinho de cada e sentir as camadas de sabor. Errei uma vez colocando muito do doce e o equilíbrio foi pro espaço. Agora vou com mais calma.

5º. O clássico da carne suculenta

Se tem uma coisa que meu curso de churrasco me ensinou é a paciência com carne bovina. E essa receita, apesar de não ter vídeo, traz a essência do shawarma tradicional: a marinada longa e as especiarias certas. Coxão mole é uma escolha inteligente porque tem gordura na medida, fica macio sem desmanchar. A lista de temperos parece longa, mas cada um tem uma função - o cominho e a canela dão profundidade, o cardamomo aquele aroma único.

O segredo que ninguém fala? Deixa a carne descansar depois de assar. Eu sei, a vontade é sair fatiando, mas esperar uns 10 minutos faz o suco se redistribuir e cada fatia ficar ainda mais úmida. Quando faço assim, é praticamente um espetáculo na mesa.

6º. Com a cremosidade do guacamole

Essa foi uma descoberta feliz. O guacamole, aquele bem temperado com bastante limão e coentro, faz uma função incrível: ele substitui qualquer molho branco ou de iogurte e ainda dá uma refrescância absurda. É a solução perfeita para quem acha o shawarma tradicional um pouco pesado, ou para dias mais quentes.

Só toma cuidado pra não preparar o abacate muito antes, porque ele oxida. A dica é fazer na hora, amassar grosseiramente para ter uns pedacinhos, e caprichar no tempero. Junto com a carne, fica um contraste de temperaturas e texturas que é simplesmente viciante. É um daqueles lanches que a gente repete no mesmo mês porque fica na cabeça.

7º. Para compartilhar com todo mundo

Teve uma época em que uns amigos vegetarianos começaram a vir mais em casa, e eu precisei me virar. Foi aí que encontrei essa versão. O falafel é um coringa, né? Já é saboroso por si só, e quando você coloca dentro do pão com tahine e os vegetais, vira uma refeição completa e realmente satisfatória. Evita aquele constrangimento de ter que fazer um prato separado sem graça para alguém.

Aprendi que o segredo do falafel é não cozinhar o grão de bico antes, usa ele de molho cru mesmo. E frita em óleo bem quente para ficar crocante por fora e macio por dentro. Nem precisa dizer que todo mundo, vegetarianos ou não, sempre pede bis.

8º. O molho que é a estrela

Às vezes o lanche é bom, mas com o molho certo ele fica inesquecível. O tahine caseiro é exatamente isso. A versão desse canal é bem prática, começa com a pasta de gergelim pronta, o que salva muito tempo. O que eu mudei um pouco: gosto de tostar o gergelim numa frigideira antes de bater, realça o sabor de noz.

Esse molho é tão versátil que acabou virando um coringa na minha geladeira. Uso em salada, como base para um frango assado, até como dip para legumes. No shawarma, ele tem aquela cremosidade aveludada e um sabor terroso que combina com absolutamente tudo, seja carne, frango ou falafel.

9º. A aula de especiarias

Longe do que a maioria imagina, shawarma não é só cominho e páprica. Esse vídeo é praticamente uma imersão no universo das especiarias árabes. Ver o preparo do tempero sírio do zero, com zimbro, sumac e tudo mais, é uma experiência. Mesmo que você não vá fazer o blend completo, conhecer cada componente te dá ideias.

Eu, por exemplo, me apaixonei pelo sumac depois disso. Aquele toque ácido e frutado é uma mão na roda para clarear pratos mais ricos. Se você quer chegar o mais perto possível do sabor de um restaurante especializado, essa é a sua referência. É sobre camadas de sabor que você nem sabia que existiam.

10º. Para quem não consegue decidir

Sabe aqueles dias em que metade da casa quer frango e a outra metade quer carne vermelha? Essa receita é a solução diplomática. O legal é que a marinada é a mesma, então você não precisa se desdobrar. Só separa os pedaços de frango e de patinho e deixa curtindo juntos.

Na hora de montar, cada um escolhe o seu preferido, ou mistura os dois, que também fica incrível. Evita aquele problema de fazer uma quantidade grande de um só tipo e sobrar, porque aqui a variedade garante que tudo some. Praticidade pura para um jantar em família sem discussões.

11º. O coringa dos dias sem tempo

Todo mundo precisa de uma receita dessas na manga. Pão sírio comprado, kibe de bandeja (aquele sem fritura que vai ao forno) e uma salada rápida. Em 20 minutos você tem um lanche quente e honesto na mesa. É o meu plano B para quando o dia vira de cabeça para baixo e a fome aperta.

Aprendi que o kibe assado fica ainda mais gostoso se você regar com um fio de azeite antes de levar ao forno, dá uma crosta legal. E o molho de pepino e iogurte que acompanha — ou um tahine rápido — é o que eleva o prato de 'solução de emergência' para 'refeição de verdade'. Nada mal, né?

12º. Com a batata frita dentro (sim!)

Eu sei, parece heresia para os puristas, mas deixa eu te contar: batata frita dentro do shawarma é uma maravilha da humanidade. Ela dá uma crocância extra, absorve os molhos e, vamos combinar, tudo fica melhor com batata. Essa versão com frango e filé mignon na chapa ainda tem aquele queijo derretendo… é pesada, eu aviso.

Fica a dica: se for fazer, frite a batata na hora, aquela de pacote não tem a mesma graça. E sirva logo, porque ela amolece rápido dentro do pão quente. É um lanche para matar a fome do dia inteiro, daqueles que você come e depois precisa de uma soneca. Recomendo muito para um domingo preguiçoso.

13º. A cremosidade sem frescura

Cream cheese é daqueles ingredientes que a gente tem sempre na geladeira e não sabe muito bem como usar além do pão. Essa receita mostra um jeito genial. Ele não só dá cremosidade como tem um sabor neutro que não compete com os temperos da carne, só complementa. É muito mais fácil do que fazer um molho branco, por exemplo.

Eu gosto de amaciar o cream cheese com um fio de leite ou iogurte para espalhar melhor. E às vezes misturo uma erva fina picada, tipo cebolinha ou salsa, para dar um toque de frescor. Fica um lanche super reconfortante, quase uma comida de abraço.

14º. Para os fãs de cinema (e frango bem temperado)

A referência nerd é divertida, mas o que chama atenção aqui é a marinada de frango. Açafrão, canela e coentro juntos criam um perfil de sabor ligeiramente diferente, mais terroso e complexo. O iogurte com hortelã para servir é a cereja do bolo, limpa o paladar a cada mordida.

Faz tempo que não uso pão pátria, tinha até esquecido que existe. É uma boa alternativa se você cansar do pão sírio, tem uma textura um pouco diferente, mais 'pão de verdade' mesmo. Essa combinação de sabores é garantia de um frango suculento e cheiroso, mesmo usando o peito, que às vezes pode ficar seco.

15º. Com o famoso molho Ranch

Cordeiro e um molho americano parece um mashup improvável, mas funciona muito bem. O Ranch caseiro, com iogurte e zaatar, tem uma cremosidade ácida que corta a gordura rica da carne de cordeiro perfeitamente. É uma ideia ousada que merece ser testada.

Se você nunca trabalhou com cordeiro, essa pode ser uma boa porta de entrada. A dica que sempre ouço e repito: não tenha medo de deixar a carne bem dourada por fora antes de assar ou cozinhar por mais tempo, isso sela os sucos e tira qualquer cheiro mais forte. E sobre a ideia de vender, é verdade, shawarma é um daqueles lanches de rua que todo mundo ama. Quem sabe não é um plano B para o futuro?

Uau, que monte de opção boa. Difícil escolher só uma para testar primeiro. Se você se aventurar em alguma dessas, volta aqui para me contar como foi. Adoro trocar ideias sobre os resultados, o que deu certo, o que você adaptou. E se tiver uma versão secreta na sua família, conta nos comentários do artigo que eu vou correndo ler!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 00:21

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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