Coxinha de Frango: O Segredo Crocante que Vai Virar Febre

  • Por que comprar fora se pode fazer em casa? Todo mundo irá invejar a sua massa!
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Falar que todo mundo ama coxinha é fácil, né. O desafio de verdade é fazer uma que fique tão crocante por fora e tão cremosa por dentro que ninguém acredite que saiu da sua cozinha. Eu levei um bom tempo pra acertar esse equilíbrio, mas quando vi a Daiane pegar a terceira seguida, soube que a receita estava redonda.

A chave está na massa. Em um dos cursos de confeitaria que fiz, aprendi que o ponto dela desgrudar do fundo da panela é sagrado. Se passar disso, fica dura. Se tirar antes, vira uma cola. Mas quando você acerta, ela fica maleável, fácil de moldar e aceita a fritura perfeita. Usar um bom caldo de frango caseiro faz toda a diferença no sabor, transformando essa coxinha de frango fácil em uma verdadeira experiência.

O passo a passo aqui embaixo é o que eu uso sempre. Ele te leva direto ao ponto certo da massa e a um recheio bem temperado. Vamos fazer uma fornada?

Receita de coxinha de frango tradicional e macia: saiba como fazer

Rendimento
7 unidades (ou 14 pequenas)
Preparação
1h
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para o recheio:

Para a massa e empanamento:

Parece uma lista, mas é tudo coisa que você provavelmente já tem. A dica de ouro aqui é o caldo de frango caseiro mesmo, faz o sabor da massa subir uns três andares. Se for usar de caixinha, reduz um pouco o sal depois.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 unidade (aproximadamente 100g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 28.5g 9%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 1.5g 2%
Proteínas 12.8g 26%
Gorduras Totais 13.2g 17%
   Saturadas 4.8g 24%
   Trans 0.1g 1%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 420mg 18%
Potássio 185mg 4%
Cálcio 35mg 4%
Ferro 1.8mg 10%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Proteína Moderada: Boa fonte proteica
  • Com Frango: Inclui proteína animal
  • Energético: Carboidratos para energia

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – devido à farinha de trigo
  • Alta gordura – fritura aumenta teor lipídico
  • Calorias moderadas – consumir com moderação
  • Insight: Para versão mais light, asse em forno a 200°C por 25-30 minutos até dourar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o recheio (enquanto o caldo do frango esfria):

  1. Vamos começar pelo que tem mais sabor. Pega uma frigideira e coloca no fogo médio. Aquece o azeite e refoga a cebola picada até ela ficar bem macia e transparente, sem queimar.
  2. Joga o frango desfiado na frigideira. Meze bem para ele se encontrar com a cebola e pegar um pouco de calor. Um minuto ou dois tá ótimo.
  3. Agora é a hora de personalizar. Adiciona as azeitonas picadas e a salsinha. Meze mais uma vez para espalhar.
  4. Tempere com sal e pimenta. Aqui, prova sem medo. O recheio precisa estar bem saboroso, porque depois ele fica envolto na massa. Se estiver sem graça, ajusta agora. Desliga o fogo e reserva. Deixa esfriar completamente, recheio quente é um problema na hora de moldar.

A mágica da massa (o ponto é tudo):

  1. Em uma panela de fundo grosso (ajuda muito), coloque o caldo de frango, a manteiga e um pitada de sal. Leve ao fogo médio e espere começar a ferver, com aquelas bolhas subindo firmes.
  2. Quando estiver fervendo, despeje toda a farinha de trigo de uma só vez. Não vai jogando aos poucos, é tudo junto mesmo. Imediatamente, comece a misturar vigorosamente com uma colher de pau.
  3. Vai parecer que não vai dar certo, mas dá. Continue mexendo sem parar. A massa vai começar a se formar e a desgrudar do fundo e das laterais da panela. O ponto certo é quando ela forma uma bola única e deixa um filme fininho no fundo da panela, sabe? Isso leva uns 2 a 3 minutos de mistura constante. Não tire antes disso.
  4. Transfira essa bola de massa para um prato ou tábua e deixe esfriar o suficiente para você conseguir manuseá-la com as mãos. Não precisa ficar fria, só morna.

Montagem, empanamento e a fritura dourada:

  1. Polvilhe um pouco de farinha de trigo na bancada. Sove levemente a massa até ela ficar lisa e homogênea. Se estiver muito grudenta, coloca mais um pouquinho de farinha, mas sem exagero.
  2. Pegue porções da massa. Para 7 coxinhas grandes, faça 7 bolinhas. Para umas 14 pequenas, faça bolinhas menores. Com o polegar, faça uma cavidade no meio de cada bolinha, como se fosse uma mini tigela.
  3. Coloque uma porção generosa de recheio frio no centro. Agora, com paciência, feche a massa sobre o recheio, selando bem as bordas. Vá moldando com as mãos no formato clássico da coxinha. Se aparecer uma rachadinha, umedece o dedo com água e fecha. Não quer recheio vazando na fritura, né.
  4. Coloque todas as coxinhas prontas em uma assadeira e cubra com um pano de prato levemente umedecido. Isso impede que a massa resseque enquanto você termina o lote.
  5. Prepare a estação de empanamento: um prato com um pouco de farinha de trigo, uma tigela com os ovos batidos e um prato com farinha de rosca.
  6. Passe cada coxinha primeiro na farinha de trigo (bem leve, só para secar a superfície), depois no ovo batido (deixe o excesso escorrer) e por fim, envolva bem na farinha de rosca, pressionando um pouco para grudar.
  7. Aqueça o óleo em uma panela funda. O ponto ideal é quando você joga um farelo de farinha de rosca e ele sobe rápido à superfície. Frite as coxinhas em lotes, sem amontoar, até ficarem douradas e crocantes. Vira elas na metade do tempo para dourar por igual.
  8. Retire com uma escumadeira e escorra em papel toalha. Espere esfriar o suficiente para não queimar a língua... ou não, vai com coragem. O contraste do crocante com o cremoso é a recompensa.

Pronto. O processo parece passo a passo, mas depois que pega o jeito da massa, fica automático. A primeira sempre sai feia, faz parte do aprendizado. A sétima já vai estar impecável. Me conta depois qual foi a reação aí na sua casa quando você serviu essas coxinhas caseiras.

O que ninguém te conta é que a primeira coxinha que você molda sempre fica com uma cara estranha, meio torta. A minha parecia um pimentão magro. A questão é não desistir. A massa vai ficando mais maleável com o calor das suas mãos, e na terceira ou quarta você já tá no ritmo. É um daqueles processos culinários que é quase terapêutico, vê o negócio tomando forma.

Essa receita é a base. Depois que domina ela, o céu é o limite. Já fiz com recheio de catupiry, de carne seca, até uma versão doce com goiabada uma vez (foi uma experiência). Mas a clássica de frango, bem temperadinha, ainda é imbatível pra mim. Se você fizer, tira uma foto do seu tabuleiro antes de fritar e comenta aqui. Adoro ver as formas que todo mundo cria, é a parte mais divertida.

Quanto tempo dura? Dicas pra guardar sem perder a crocância

Coxinha é daquelas coisas que raramente sobram, mas se sobrar: 2 dias na geladeira em pote fechado (e pode congelar por até 1 mês). Dica de ouro: pra recuperar a crocância, esquenta no airfryer ou forno em vez de micro-ondas. Já cometi o erro de esquentar no micro e virou uma massinha triste - a Daiane até zoou: "Parece que a coxinha tá com depressão, Rafa".

De olho na conta: calorias por unidade

Conforme nossa tabela nutricional completa, cada coxinha dessa versão tradicional fica em torno de 285 calorias por unidade (depende do tamanho e da quantidade de óleo que ela absorver). Se quiser reduzir, dá pra assar em vez de fritar - mas confesso que perde um pouco a graça, né?

Trocas inteligentes pra fugir do básico

• Sem glúten? Troca a farinha de trigo por mix de farinhas sem glúten e a farinha de rosca por flocos de arroz.
• Vegano? Usa margarina no lugar da manteiga e um "ovo" de linhaça pra empanar.
• Quer inovar no recheio? Jaca desfiada no lugar do frango fica incrível!
• Azeitona não é sua praia? Coloca uva passa (sim, tem gente que ama) ou até cubinhos de queijo.

Os 3 pecados capitais da coxinha (e como evitar)

1. Massa muito mole: acontece quando não deixa o caldo ferver direito antes de colocar a farinha. Se acontecer, adicione mais farinha aos poucos.
2. Recheio vazando: massa muito fina ou mal fechada. Dica: deixa um "gordinho" de massa na base quando for fechar.
3. Coxinha que abre na fritura: óleo não tá quente o suficiente. Testa jogando um farelo de massa - se borbulhar na hora, tá no ponto.

Truque secreto da massa perfeita

Quando for fazer a massa, em vez de mexer com colher, vira a panela de cabeça pra baixo sobre a bancada (cuidado pra não queimar a mão!). A massa vai desgrudar inteirinha e você evita aqueles gruminhos chatos. Aprendi isso com uma tia baiana que fazia coxinha pra vender - mudou minha vida.

O que servir junto? Vamos além do molho de pimenta

• Molho tártaro caseiro fica divino (maionese + picles + limão)
• Uma cerveja bem gelada ou guaraná antártica pra equilibrar
• Pra ficar chique, sirva com uma saladinha de rúcula e melancia - combinação improvável que funciona!

Versão "madame" pra impressionar

Faz mini coxinhas (tipo de 3 bocadas) e recheia com frango desfiado + cream cheese + geleia de pimenta. Empanha com farinha panko pra ficar extra crocante e serve em bandejinha como canapé. Já fiz pra um jantar aqui em casa e todo mundo pediu a receita!

A parte mais chata (e como facilitar)

Moldar as coxinhas pode ser trabalhoso, então bora de dica: untar as mãos com óleo em vez de farinha evita que a massa grude e acelera o processo. Outra: se cansar do formato tradicional, faz "trouxinhas" - é mais rápido e fica igualmente gostoso.

Modo econômico ativado

• Usa sobrecoxas em vez de peito - mais barato e fica até mais saboroso
• Faz o caldo de frango caseiro com osso e cascas de legumes
• Reaproveita a farinha de rosca das outras frituras (pode congelar)
• Frita em óleo de soja em vez de canola - rende mais

Sobrou óleo? Não jogue pelo ralo!

Depois de fritar, espera esfriar, coa e guarda em garrafa pet. Leve em pontos de coleta de óleo usado (supermercados costumam ter). Ou faça sabão caseiro - tem tutorial fácil no YouTube. Já acumulei óleo por 2 meses sem saber o que fazer... hoje a Daiane me cobra reciclagem direto!

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode! Mas só crua ou já frita - nunca semi-pronta.
Por que minha massa racha? Ou tá seca (falta caldo) ou você não amassou o suficiente.
Dá pra fazer no airfryer? Dá, mas passa um fio de óleo antes pra dourar bem.

Coxinha do futuro e do passado

• Versão ancestral: no século XIX, as coxinhas eram feitas com a coxa de frango mesmo (daí o nome!), com osso e tudo. Imagina comer assim hoje?
• Curiosidade geek: em São Paulo tem um food truck que faz coxinha recheada com... strogonoff! Já experimentou alguma versão maluca?

A polêmica da origem

Dizem que a coxinha foi inventada no século XIX pra agradar um menino nobre que só comia frango. Mas tem quem diga que veio de imigrantes portugueses. O certo é que virou mania nacional - em SP tem até briga de qual padaria faz a melhor. E você, tem uma favorita?

Harmonização inusitada

Experimenta comer coxinha quentinha com... café coado! Parece estranho, mas o amargo do café corta a gordura e realça o sabor. Parece que tô louco? Testa e me conta depois!

SOS: salvando o desastre culinário

Massa virou uma cola? Transforma em bolinho: mistura o recheio direto, faz bolinhas e frita. Recheio ficou sem graça? Joga um creme de leite e deixa reduzir. Coxinha abriu na fritura? Vira "farofa de coxinha" - despedaça e joga sobre arroz. Já salvei um jantar assim!

Confissões de um coxinheiro

Uma vez esqueci o sal na massa toda. Resultado: 30 coxinhas insossas que tive que disfarçar com MUITO molho. Outra vez exagerei no alho no recheio e até o gato espirrou. Mas é assim que se aprende, né? Conta aí: qual seu maior fracasso na cozinha?

Sabia que...

O formato de coxinha não é à toa: imita mesmo uma coxa de frango! E tem um motivo científico pra massa ser feita com caldo quente: o cozimento do trigo libera amido, que dá aquela elasticidade perfeita. Natureza é sábia, né não?

Completa o seu lanche com essas sugestões que vão deixar todo mundo com água na boca

A coxinha de frango é aquela receita coringa que todo mundo ama, mas que tal montar uma refeição completa em volta dela? Aqui em casa a gente sempre faz essas combinações, especialmente quando vem visita ou nos fins de semana preguiçosos. A Dai até brinca que eu exagero nas quantidades, mas nunca sobra nada!

Para fechar o almoço ou jantar

Bisteca de porco e bovina simples e fácil: Carnes suculentas são sempre uma boa pedida para balancear com a coxinha. Essa receita é infalível e deixa o prato mais robusto.

Pizza caseira simples e fácil: Se for um jantar descontraído, nada como dividir uma pizza fresquinha com os salgadinhos. A massa caseira faz toda diferença!

Frango assado com batatas: Clássico que nunca falha. O tempero do frango combina perfeitamente com o recheio da coxinha, e as batatas ficam crocantes por fora e macias por dentro.

Acompanhamentos que roubam a cena

Receita de Biscoito de farinha de trigo super simples: Crocantes e leves, são ótimos para beliscar entre uma coxinha e outra. A gente sempre faz um monte porque acabam rápido!

Vinagrete de pimentão: Esse aqui é meu toque especial - o frescor do vinagrete corta a gordura dos salgados. Fica show numa tábua de petiscos.

Palitinho de legumes com dip: Cenoura, pepino e talos de salsão ficam ótimos com um hummus ou cream cheese. Fica bonito e ajuda a equilibrar a refeição.

Doces para finalizar com chave de ouro

Bolo vulcão simples e fácil: Macio e com aquele recheio escorrendo... hum! A Dai adora quando faço versão com doce de leite.

Receita de Cream cheese caseiro simples: Pode servir com frutas ou pães doces. Fica tão bom que às vezes a gente come até de colher!

Cupcake de chocolate (veja aqui): Práticos, bonitos e sempre sucesso com crianças (e adultos que se dizem maduros).

Bebidas: O gole perfeito para suavizar sua refeição

Caipiroska muito fácil: Refrescante e combina com petiscos. Para quem gosta de drinks, é sempre hit nas reuniões aqui em casa.

Suco de maracujá natural: Azedinho e refrescante, corta a gordura e todo mundo gosta. Faço sempre que tem coxinha no cardápio.

Água aromatizada com limão e hortelã: Para quem prefere algo mais leve, é uma ótima pedida. Fica chique e hidrata sem pesar.

E aí, curtiu essas combinações? Aqui em casa testamos todas e posso garantir que são sucesso! Se fizer alguma versão, conta pra gente nos comentários como ficou - adoramos trocar ideias sobre comida. E se tiver sua combinação secreta com coxinha, compartilha aí que a gente tá sempre procurando novas inspirações!

Se a minha coxinha te deixou com água na boca, espera só pra ver essas outras maravilhas que separei

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a Batata Assuma o Controle da Massa

autor: Mallu Hessel

Pra ser sincero, eu tinha um certo preconceito com massa de batata. Achava que ficava pesada ou então que desmanchava na fritura. Que besteira, né? A Mallu mostra direitinho que o segredo está justamente no caldo do frango, que entra no lugar da água pra cozinhar a batata. O resultado é uma massa que tem um sabor incrível de raiz e que molda super fácil — não gruda tanto nos dedos, o que pra mim já é uma vitória e tanto. Fica com uma textura macia por dentro que contrasta perfeitamente com a casquinha. Uma dica que aprendi é deixar a batata bem sequinha depois de cozida e espremida, senão a massa pode umedecer.

3º. O Abraço Cremoso do Catupiry

autor: Receitinhas

Essa aqui resolve um problema clássico: a coxinha que esfria e o recheio fica seco. Com catupiry, isso simplesmente não acontece. O queijo mantém uma cremosidade que é um convite pra você comer ainda quente, com aquele fio puxando — cuidado pra não queimar a boca. Eu sempre faço um lote maior dessas porque elas têm um poder de desaparecimento impressionante. A Daiane, que normalmente é mais contida, direto pergunta se sobrou alguma dessa versão. O vídeo é bem direto e mostra como incorporar o catupiry sem medo de errar. Perfeita pra quando você quer impressionar mas não tem muito tempo.

4º. A Revolução Sem Massa (É Sério!)

Olha, eu fiquei desconfiado quando ouvi falar. Coxinha sem massa? Mas aí eu vi a lógica genial: é basicamente o frango desfiado, muito bem temperado, que se transforma na própria casquinha ao ser empanado e frito. O requeijão cremoso no recheio é a jogada de mestre, porque dá a liga e a umidade que você perderia sem a massa. É a opção ideal pra quem tá evitando farinha ou pra aquela situação onde você só tem frango e uns ingredientes básicos em casa. Fica crocante de um jeito diferente, sabe? Experimenta e me diz se não é a coisa mais esperta da semana.

5º. Para os Dias de Low Carb Sem Abrir Mão do Prazer

Todo mundo que segue uma dieta mais restritiva já deve ter sentido falta de um salgadinho crocante. Essa versão é a salvação. Ela brilha justamente nessa ocasião, quando a vontade bate mas a consciência pesa. O legal é que o preparo usa ingredientes que criam uma "casca" bem consistente em volta do recheio, então você ainda tem a experiência de morder e sentir texturas diferentes. Não espere uma réplica idêntica da massa tradicional, claro, mas sim uma delícia própria que vale muito a pena. É daquelas que você faz e pensa: "nossa, até que dá pra ser feliz assim".

6º. A Magia da Fritadeira sem Óleo

Eu sou do time que adora uma fritura, mas tem dia que o cansaço de limpar óleo e o cheiro que fica na casa são um empecilho. Aí entra essa receita da air fryer. O grande lance que o Everson mostra é o pré-cozimento do frango. Isso evita aquele desastre da coxinha ficar dourada por fora mas com o recheio ainda frio por dentro — já aconteceu comigo, confesso. Ela fica sim crocante, mas com uma crocância mais leve e sequinha. Perfeita pra um lanche da tarde sem peso na consciência ou pra fazer uma quantidade maior e congelar já pré-assada.

7º. A Cremosidade que Só o Leite Oferece

Contrariando o que geralmente se pensa, o leite na massa não é só para dar sabor. Ele interfere na textura final de um jeito maravilhoso, deixando a parte interna da massa mais macia e úmida, quase como um pão de leite frito recheado. O perigo é a massa ficar muito mole durante o manuseio, mas o vídeo dá a dica de ouro: mexer até desgrudar do fundo da panela. Quando você acerta esse ponto, a massa fica maleável e fácil de trabalhar. É uma versão que sempre surpreende quem prova pela primeira vez. Você já tentou com leite?

8º. Batata Doce: Do Nutritivo ao Irresistível

Aqui a batata doce não é só um substituto, ela é a estrela. Ela traz um sabor levemente adocicado e uma cor linda para a massa. O Gustavo ainda facilita tudo sugerindo assar a batata na airfryer — fica pronto bem rápido. Essa receita me fez perceber que às vezes a gente se prende muito ao tradicional e perde outras combinações incríveis. A massa fica com uma consistência firme e a batata doce ainda dá uma segurada na absorção de óleo na fritura. Ideal pra quem quer um lanche mais nutritivo ou simplesmente ama o sabor desse tubérculo.

9º. A Jogada Infalível do Queijo Derretido

Confissão: eu costumava colocar só um pouquinho de queijo no recheio, com medo de derreter tudo e vazar. Até ver essa receita. O segredo está em usar o queijo mozzarella ralado e misturar bem com o frango ainda morno, ele meio que gruda e cria uma rede elástica dentro da coxinha. Quando frita, vira aquela meleca gloriosa que deixa tudo mais gostoso. É um erro comum querer colocar o queijo em cubos muito grandes — ralado distribui melhor o sabor e derrete por igual. Essa versão é garantia de sucesso, pode fazer pra visita que ninguém vai criticar.

10º. A Técnica Ragazzo para uma Crocância de Outro Mundo

Essa talvez seja a mais crocante de todas as listadas aqui. A técnica ragazzo, que basicamente envolve uma mistura de batata, farinha e um empanamento especial, cria uma casca que é praticamente uma casquinha de sorvete salgada. O som ao morder é satisfatório demais. Ela evita aquele problema da massa ficar encharcada de óleo porque a proteção externa é bem eficiente. Demanda um passo a passo a mais, mas o resultado justifica cada minuto. Faça no final de semana quando tiver mais tempo pra se dedicar, a reação das pessoas vai te fazer querer repetir sempre.

11º. Massa de Arroz: A Surpresa Sem Glúten

Se você ou alguém da sua casa precisa ou quer evitar o glúten, essa é a sua opção. A massa de arroz, junto com um pouco de polvilho, dá uma liga incrível e fica com uma textura lisa e uniforme. Eu achava que seria difícil de modelar, mas não é — talvez seja até mais fácil que a massa tradicional de trigo. Fica super leve depois de frita. É uma daquelas adaptações inteligentes que descobri por necessidade e hoje faço por opção, porque o sabor é neutro e deixa o recheio brilhar. Uma dica: use a farinha de arroz mais fina que encontrar.

12º. O Sabor Rústico da Massa de Milho

Essa aqui traz uma memória afetiva forte, me lembra quitutes de festa junina, mas na forma de coxinha. A farinha de milho dá um sabor característico e uma textura um pouco mais granulada à massa, o que eu acho muito interessante. É uma ótima maneira de inovar e sauter da rotina sem complicação. Como a massa é um pouquinho mais porosa, ela forma uma casquinha bem dourada e sequinha. Perfeita para acompanhar um molho de pimenta caseiro. Prepare o dobro, porque o pessoal costuma estranhar no primeiro pedaço e, no segundo, já tá pedindo mais.

13º. A Prova de que Vegano Pode Ser Incrível

A autora começa o vídeo dizendo que é a melhor coxinha que já comeu na vida, e sabe de uma coisa? Ela tem razão. Essa receita é a resposta para quem acha que comida vegana é sem graça. O "frango" é feito com uma base de palmito pupunha e jaca, os temperos são bem dosados e a massa também é isenta de produtos animais. O resultado é um salgado crocante, saboroso e que agrada qualquer paladar, não apenas veganos. Fiz uma vez para uns amigos e vários nem perceberam a diferença até eu contar. É um espetáculo de sabor e criatividade.

14º. Para os Apaixonados por Cheddar

Aqui o cheddar não é só um detalhe no recheio, ele é parte da proposta. E ele tem um poder de derreter e criar um sabor marcante que é inconfundível. A receita ainda leva mandioca na massa, o que dá uma base sólida e um toque a mais. Cuidado só com a temperatura do óleo na hora de fritar, porque o queijo esquenta muito e pode queimar por dentro se a casca dourar rápido demais. Mas seguindo o passo a passo, você vai conseguir aquela coxinha com o recheio cremoso e alaranjado que é simplesmente viciante. Uma verdadeira tentação.

15º. Dois em Um: Com e Sem Massa com Cream Cheese

Esse vídeo é um achado porque num tutorial só você aprende duas técnicas diferentes. A versão com massa ganha uma cremosidade extra e sofisticada com o cream cheese. Já a sem massa, usando o cream cheese como base de liga para o frango empanado, fica incrivelmente prática. É a opção ideal para quando você está em dúvida sobre qual caminho seguir ou quer oferecer duas variedades numa festa sem trabalhar o dobro. A Karol explica tudo de um jeito muito tranquilo. Bora experimentar?

Ufa, quanta coxinha boa, né? Difícil escolher uma favorita. Me conta nos comentários qual dessas chamou mais sua atenção ou se já possui uma receita coringa aí na sua casa. Adoro trocar ideias sobre essas descobertas na cozinha.

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 01:40

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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