14 Receitas de Paella (Paeja) MAIS Boas Opções Simples E Fáceis Com Muito Sabor

  • Um dos pratos mais saborosos que surpreenderá seus convidados. Uma explosão de sabores que fará muito sucesso em sua casa.
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Um restaurante espanhol caro cobrou quase trezentos reais por uma paella que, sinceramente, deixou a desejar. O arroz estava empapado, os frutos do mar passados. Foi naquele dia que decidi: nunca mais pagaria caro por um prato que eu poderia fazer melhor em casa.

O segredo, aprendi em um curso de arroz, está no arroz arbóreo e na paciência. Ele solva o amido na medida certa, criando aquela cremosidade única sem virar mingau. E o açafrão? Não é só cor. Ele dá um fundo terroso que eleva todo o sabor do mar. A dica é tostar os grãos no azeite antes de adicionar o caldo, isso faz toda a diferença.

Fazer essa paella virou um evento aqui. A gente coloca a panela no meio da mesa e todo mundo se serve direto dela, é uma experiência completa. A receita abaixo é a minha versão confiável, testada e aprovada depois de muitos ajustes. Vamos cozinhar?

Receita de paella espanhola tradicional: Saiba como fazer

Rendimento
4 porções
Preparação
60 min (ativo)
Dificuldade
Média
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 18 marcados

Para a Paella:

Para o Tempero:

Olha, a lista parece grande, mas é porque a paella é um prato de celebração, sabe? A boa notícia é que muitos ingredientes são substituíveis. Não achou marisco? Põe mais camarão. O importante é ter um bom caldo e não ter medo de usar o açafrão, que dá aquele amarelo lindo.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 400g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 685 kcal 34%
Carboidratos Totais 78.5g 26%
   Fibra Dietética 4.2g 15%
   Açúcares 6.8g 14%
Proteínas 32.8g 66%
Gorduras Totais 24.3g 31%
   Saturadas 6.2g 31%
   Trans 0.1g -
Colesterol 145mg 48%
Sódio 1,850mg 80%
Potássio 680mg 15%
Ferro 3.5mg 19%
Cálcio 85mg 9%
Vitamina C 45mg 50%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Pescetariano: Baseado em frutos do mar
  • Gluten-Free: Ingredientes naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Alto em Proteína: Fonte completa de proteínas
  • Rico em Vitaminas: Vitamina C e minerais

Alertas & Alérgenos

  • Alérgenos: Contém crustáceos (camarão), moluscos (mariscos, mexilhões) e peixes
  • Alto sódio – Principalmente do caldo de peixe e linguiça
  • Alta caloria – Rico em energia, ideal para refeições principais
  • Insight: Excelente fonte de ômega-3 dos frutos do mar; substitua a linguiça por frango para menos sódio e gordura

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando os ingredientes e o sofrito:

  1. Primeiro, organize tudo. Pique a cebola, o alho, o pimentão e os tomates em cubinhos pequenos. Corte a linguiça em rodelas não muito finas e a lula em anéis ou pedacinhos. Deixe os frutos do mar lavados e escorridos. Isso aqui é mise en place, parece chato mas deixa o processo muito mais tranquilo, acredita.
  2. Pegue uma paellera ou uma frigideira grande e funda (que pode ir ao fogo) e aqueça bem o azeite em fogo médio-alto. Quando o azeite estiver soltando um leve fumacinha, jogue os pedaços de lula. Deixe dourar por uns 2 minutos, mexendo de vez em quando. Eles vão ficar firmes e levemente dourados. Retire a lula com uma escumadeira e reserve num prato. Não limpe a panela, esse fundo de sabor que ficou é ouro.
  3. Na mesma panela, adicione um fio a mais de azeite se precisar e refogue a cebola e o alho. Mexe até ficarem macios e perfumados, mas sem queimar o alho, isso é importante.
  4. Junte o pimentão picado e deixe cozinhar por uns 5 minutos, até ele começar a amaciar. Aí, entra a linguiça. Mexe bem e deixa a gordura da linguiça se soltar e misturar por mais 1 minuto.
  5. Chegou a hora do tomate. Acrescente os cubinhos e tempere com a páprica doce, sal e pimenta-do-reino a gosto. Deixe cozinhar em fogo médio por uns 5 minutos, até o tomate desmanchar um pouco e formar um molho grosso junto com os outros ingredientes. Esse é o sofrito, a base de sabor da sua paella.

Cozinhando o arroz e finalizando:

  1. Volte a lula reservada para a panela e adicione também as ervilhas. Misture tudo e deixe refogar junto por uns 3 minutos, para os sabores se conhecerem.
  2. Despeje o caldo de peixe quente na panela. Tempere com aquela pitada generosa de açafrão (ou cúrcuma) e mexa para dissolver e colorir todo o caldo de um amarelo bonito.
  3. Espalhe o arroz arbóreo de maneira uniforme pela panela. Não mexa mais o arroz depois disso, sério! Apenas distribua ele e deixe cozinhar até o caldo começar a ferver e borbulhar ativamente.
  4. Assim que estiver fervendo, arrume por cima do arroz os camarões, os mexilhões e os mariscos. A ideia é que eles fiquem na superfície, cozinhando no vapor que sobe do arroz, e não submersos no caldo. Dá uma leve acomodada com a espátula, mas sem enterrar.
  5. Abaixe o fogo para médio-baixo, tampe a panela e deixe cozinhar sem mexer por cerca de 20 minutos. O arroz vai absorver o caldo e ficar no ponto, al dente. Passado esse tempo, abra a tampa e salpique a salsinha fresca picada por cima de tudo. Tampe de novo, desligue o fogo e deixe abafar por uns 3 a 5 minutos. Esse descanso é sagrado, deixa os sabores se assentarem.

Na hora de servir, leva a panela direto pra mesa, é mais autêntico. Não esquece de cortar o limão em gomos ou fatias e servir junto. Aquele toque ácido na hora de comer quebra a riqueza do prato e fica sensacional. E se achar aquela camada crostinha de arroz no fundo da panela, sabe o que é? É o socarrat, uma iguaria que todo mundo briga pra pegar um pedaço.

Fazer paella em casa tem um quê de mágica, né? O processo todo, o cheiro que invade a casa, e no fim você tem essa panela linda e cheia de sabor pra compartilhar. Pode parecer um prato de chef, mas a verdade é que, quando você entende a lógica – fazer um bom sofrito, não mexer no arroz e deixar o vapor cozinhar os frutos do mar – fica muito intuitivo. A minha primeira tentativa foi um desastre de arroz empapado, mas hoje é um prato que faço com confiança quando quero impressionar (ou só matar a vontade mesmo).

E aí, se animou a tentar? Qual foi o ingrediente mais difícil de encontrar aí na sua cidade? Conta pra mim nos comentários como ficou a sua paella, ou se você tem algum truque próprio na hora de fazer. Adoro saber das adaptações que cada um cria na cozinha!

Quanto tempo dura essa paella?

Se sobrar (o que é difícil, né?), guarde na geladeira por até 2 dias em pote fechado. Mas olha: o arroz resseca rápido. Dica da Daiane: coloca um pano úmido em cima antes de tampar. Pra congelar? Nao recomendo - os frutos do mar ficam com textura estranha.

Tá de dieta? Vem cá...

Cada porção tem cerca de 685 calorias (confira a tabela nutricional completa abaixo da lista de ingredientes). Quer reduzir? Troque a linguiça por peito de frango e diminua o azeite. Mas sério, às vezes vale a pena o extra - é uma refeição completa com proteínas de alta qualidade!

3 erros que vão arruinar sua paella

1. Mexer o arroz depois de colocar o caldo - vira mingau. 2. Usar panela pequena - os ingredientes precisam de espaço. 3. Colocar todos os frutos do mar juntos - camarão cozinha mais rápido que mexilhão.

Sem açafrão? Sem crise!

Aquele pacotinho de açafrão custa o olho da cara. Substitua por colorau + uma pitada de curry (fica bem parecido). Outras trocas: caldo de peixe por caldo de legumes, arbóreo por carnaroli e linguiça defumada por bacon.

Hack secreto do socarrat

Quer aquele arroz crocante no fundo (o famoso socarrat)? Nos últimos 5 minutos, aumenta o fogo e fica ouvindo - quando começar a estalar, desliga! Parece mágica, mas é ciência pura.

Paella pra todo mundo

Sem glúten: já é! Low carb: troca arroz por couve-flor picada. Vegana: usa cogumelos no lugar dos frutos do mar e linguiça vegetal. Proteica: dobradinha de camarão e frango.

O que servir com isso?

Um vinho branco bem gelado (Alvarinho combina perfeitão) e pãozinho pra limpar o prato (nao julgo). De sobremesa? Crema catalã ou simplesmente mais paella.

Paella mutante

Versão paulistana: joga uns pedaços de frango com quiabo. Versão festa: faz individual em mini panelas. Versão preguiça: usa só camarão e linguiça. Já fiz até de linguiça toscana com catupiry - me julguem.

O ponto do arroz é aqui

Quando colocar o caldo: ele deve cobrir o arroz em 1 dedo acima. Se secar muito rápido, acrescente água QUENTE. O arroz ideal fica "al dente" - se ficar empapado, já era.

Se tudo der errado...

Arroz cru? Adiciona mais caldo e tampa. Queimou o fundo? Troca de panela rápido e tira a parte de cima. Frutos do mar borrachudos? Cozinha mais 5 minutos no vapor. Já salvei uma paella com GATORADE no lugar da água (não pergunte).

Modo economia ativado

Corta os frutos do mar pela metade e completa com frango. Usa pimentão vermelho que é mais barato que o amarelo. E o maior truque: compra os mexilhões congelados - sai pela metade do preço.

Elevando o nível

Joga uns pistaches por cima na hora de servir. Ou melhor: faz um molho de alho assado pra acompanhar. A última vez que fiz isso, a Daiane quase casou comigo de novo.

De onde vem essa delícia?

Nasceu em Valencia, na Espanha, como comida de trabalhador rural. Os caras usavam o que tinham: arroz, frango, coelho e vagem. A versão com frutos do mar veio depois - e olha no que deu!

Sabia que...

A paella original leva CARACÓIS? E que o nome vem da panela (paellera), não do prato? Ah, e os espanhóis brigam feio se você chamar de "paella valenciana" e botar camarão.

2 fatos que ninguém te conta

1. O limão é polêmico - puristas dizem que estraga o sabor do arroz. 2. Na Espanha, a paella perfeita deve ser cozida com lenha de laranjeira - dá um fumê divino.

Perguntas que todo mundo faz

Posso usar paellera? Claro, mas panela grande de ferro funciona. Sem mariscos? Pode, mas perde o charme. Congela? Nem pense nisso. Arroz parboilizado? Meu deus, não.

Harmonização maluca

O açafrão pede algo cítrico - uma cerveja witbier cai bem. O sabor defumado da linguiça combina com uísque (sim, sério). E o segredo é: quanto mais gente, melhor fica a paella.

Confissões de um cozinheiro

Já usei ketchup no lugar de tomate (tava desesperado). Uma vez esqueci o açafrão e tingi com colorau - ninguém percebeu. E a pior: comprei camarão podre e só percebi na hora de servir. Desastre total.

O que fazer nos 20 minutos de espera?

Prepara uma sangria. Limpa a bagunça (porque vai sujar tudo). Tira foto pro Instagram (@sabornamesaoficial). Ou faz como eu: fica olhando pela tampa e rezando pra dar certo.

Paella Clássica: Um Banquete Espanhol Para Deixar Todo Mundo Com Água Na Boca

Quer impressionar na próxima refeição especial? Essa combinação vai transformar seu jantar numa festa mediterrânea. A Daiane sempre solta um "ué, tá sobrando?" quando faço esse menu - e olha que ela nem é de exageros!

Para Começar Com Tudo

Croquete de carne moída fácil e rápido: Crocantes por fora, cremosos por dentro. Faço um monte porque desaparecem num piscar de olhos.

Quiche de espinafre que vai te conquistar: Nosso clássico pré-jantar. Combina tanto que até quem torce o nariz para verduras acaba pedindo bis.

Torradas com azeite: Simples mas matadoras. Passo um alho cru por cima pra dar aquele toque especial - segredo de bar espanhol autêntico.

Acompanhamentos Que Roubam a Cena

Antepasto de berinjela (clique aqui para o passo a passo): Esse aqui é traiçoeiro. Começa com "só um pouquinho" e quando vê, acabou o pote todo.

Espinafre refogado rápido: Com alho e um fio de azeite, fica tão bom que até crianças comem sem reclamar (juro!).

Tomates recheados: Bonitos na mesa e uma explosão de sabor. Uso aqueles tomates italianos carnudos.

Doce Final Perfeito

Pudim de coco (ingredientes e preparo no link): Minha fraqueza. A textura cremosa e o coco torradinho em cima são a combinação dos deuses.

Bolo de laranja com casca (tutorial completo no link): Úmido, perfumado e com aquele glacê simples que derrete na boca. Sobra? Nunca vi.

Bebidas: Opções que complementam pratos intensos

Caipirinha de morango que parece de restaurante: Para quem curte drinks, essa versão frutada é refrescante sem ser pesada.

Água aromatizada: Faço com laranja, hortelã e um toque de gengibre. Fica chique e hidrata sem pesar.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Se fizer igual aqui em casa, prepare-se para pedidos de bis e elogios sem fim. Depois me conta como ficou!

Pronto pra levar o domingo a outro nível? Escolha sua paella favorita.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Paella Caipira: Quando a Espanha Encontra o Interior

autor: Prato Rápido

Essa versão resolve um problema comum: fazer uma paella saborosa sem depender de peixes e frutos do mar, que às vezes são caros ou difíceis de achar. Ela usa linguiça, frango, e legumes que a gente já tem por perto. O sabor fica incrivelmente reconfortante, sabe? Mais pé no chão.

O Prato Rápido acerta em manter a simplicidade. É a receita ideal pra quem tá começando a se aventurar no mundo da paella e quer um resultado garantido, que agrada todo tipo de paladar, das crianças aos avós. Você não vai errar com essa.

3º. Valenciana Autêntica: A Aula de História

autor: DW Brasil

Diferente do que a gente imagina, a paella original nem sempre leva frutos do mar. A valenciana tradicional é terrestre, com coelho, frango e um feijão especial chamado garrofó. É uma textura e um sabor completamente diferentes. Ver essa receita da DW é como fazer uma pequena viagem.

Ela brilha quando você quer impressionar com autenticidade. Requer um pouco mais de busca por ingredientes, mas a recompensa é única. É aquele prato que gera conversa na mesa, todo mundo quer saber o que é cada coisa. Experiência pura.

4º. Frutos do Mar: O Esplendor do Litoral na Panela

O erro comum aqui é cozinhar demais os frutos do mar. Eles viram borracha. A dica de ouro é adicionar os camarões e os mexilhões por último, quase no final do cozimento do arroz, só pra aquecer e abrir. O calor residual da panela faz o resto. Assim, tudo fica perfeito.

O canal Meu Umbigo No Fogão tem um bom timing nesse vídeo. É a receita clássica que a maioria das pessoas sonha em fazer. Perfeita para um almoço especial de verão, com a mesa posta do lado de fora e aquele vinho branco bem gelado. Puro teatro gastronômico.

5º. Mineira: O Aconchego em Forma de Arroz

Sabe aquele domingo nublado que pede uma comida que abraça? Essa é a paella mineira. Ela traz a riqueza de sabores do interior de Minas, com carnes variadas e um caldo de legumes profundamente saboroso. Não é leve, é satisfatória. Deixa a gente cheio e feliz.

O arroz parboilizado, como ele sugere, é uma boa pedida mesmo. Segura melhor o ponto sem virar papa. Essa versão é menos sobre frescor do mar e mais sobre a riqueza da terra. É brasileiríssima.

6º. Campeira: Para Quando a Galera Toda Vem

Essa é a paella das festas, das reuniões grandes. Leva um pouco de cada carne – frango, linguiça, porco – e rende uma panela gigante. O segredo tá em dourar bem cada tipo de carne separadamente antes de juntar tudo. Assim, cada uma libera seu sabor único e não fica tudo igual.

A receita do Diário de Santa Maria é direta, focada no resultado. É a opção prática pra quem não quer fazer várias panelas diferentes. Serve uma turma inteira com um único preparo. Eficiência pura.

7º. De Frango: Simples, Mas Nem Tanto

Por ser mais simples, a versão só de frango tem um perigo: pode ficar sem graça. A solução está no caldo. Não use só água. Faça um bom caldo de legumes ou de galinha, caseiro mesmo. É ele que vai carregar o sabor do arroz da primeira à última colherada. Faz uma diferença absurda.

A Gi Souza domina essas receitas rápidas. Essa aqui é perfeita pra um jantar em família durante a semana, quando você quer algo um pouco mais especial sem muito trabalho. Acessível e gostosa.

8º. Vegana: Um Mar de Sabores... Sem o Mar

A alga nori é a jogada de mestre aqui. Ela dá aquele sabor umami, de mar, sem usar nenhum produto animal. É só tostar levemente uma folha e esfarelar sobre a paella quase pronta. Você vai se surpreender como um ingrediente tão simples transforma o prato.

O Presunto Vegetariano tem ótimas ideias para substituições. Essa receita prova que dá para ser inclusivo sem abrir mão do sabor. É colorida, cheia de textura e muito, muito saborosa. Agrada até os carnívoros de plantão.

9º. De Peixe: Leveza com Personalidade

Usar peixe firme é crucial. Evite filés muito finos ou que desmanchem fácil. Peixes como badejo, robalo ou até cação são ótimos. E o pinhão, ah, o pinhão é uma surpresa deliciosa que fica incrível, dando um toque terroso e levemente adocicado.

Essa do Negócios da Terra é rápida mesmo, perfeita pra quando você não tem o dia todo pra cozinhar. É uma paella mais leve, que não pesa no estômago mas ainda assim é uma refeição completa. Bem diferente.

10º. De Marisco: Intensidade Pura

A reação que essa paella sempre provoca é um silêncio reverente seguido de um "nossa". O sabor do marisco é concentrado, profundo. Fazer o caldo com as cascas, como ele mostra, é não-negotiable. É onde mora metade do sabor. Não pule essa etapa pensando em economia, não vale a pena.

O canal, em espanhol, vale cada segundo. Mesmo se você não entender tudo, o visual é didático. É a receita para os verdadeiros amantes de frutos do mar, que querem a essência do oceano em cada colher.

11º. De Bacalhau: Sabedoria Portuguesa

O bacalhau já é salgado, então atenção redobrada com o sal do resto do prato. A dica é dessalgar o bacalhau muito bem e não adicionar sal até o final, só provando. É fácil estragar a receita com excesso de sal. Já aconteceu comigo, e foi uma pena.

A receita da Saúde Alcalina é clean, focada no ingrediente principal. O bacalhau desfia e se integra perfeitamente ao arroz, criando uma mistura incrível. É um prato reconfortante e cheio de personalidade.

12º. De Legumes: A Explosão Colorida

Cortar os legumes em tamanhos similares é a chave para um cozimento uniforme. Nada de cenoura em cubo grande e ervilha fina. Se tudo tiver mais ou menos o mesmo tamanho, fica perfeito. E usar cogumelos, como a receita sugere, dá um corpo carnudo maravilhoso ao prato.

A Lucilia Diniz traz elegância até para os pratos mais simples. Essa paella é visualmente linda, uma verdadeira pintura na panela. Leve, saudável e cheia de sabor. Perfeita pra um almoço leve ou para acompanhar uma carne grelhada.

13º. Nordestina: O Tempero do Brasil

A adaptação inteligente aqui é o queijo coalho. Coloca uns cubos por cima na última etapa, para gratinar levemente. Derrete só um pouquinho, fica com aquela pontinha tostada. É uma combinação inesperada que funciona demais, trazendo cremosidade e um sabor defumado.

O Com Sabor captura a alma da nossa culinária. Essa paella é vibrante, ousada no tempero, cheia de personalidade. É pra quem gosta de comida com caráter, que não tem medo de uma páprica apimentada. Diferente de tudo.

14º. Portuguesa: A Fusão que Deu Certo

Essa versão brilha em ocasiões de verdadeira celebração. Ela junta o melhor dos dois mundos: a técnica espanhola e os ingredientes portugueses que a gente ama, como bons enchidos e peixes. Fica majestosa. Harmonizar com um vinho do Porto tinto, não branco, é a minha sugestão ousada. Combina perfeitamente com a riqueza das carnes.

O vídeo do emontarelli tem aquele cuidado típico. É uma receita completa, para ser feita com tempo e apreciada sem pressa. Aquele tipo de prato que vira evento. Se você quer uma experiência gastronômica de domingo inesquecível, essa é a escolha.

Então, qual dessas vai ser a estrela do seu próximo almoço em família? Eu tenho um fraco pela Campeira pela praticidade, mas a de Frutos do Mar me pega pelo espetáculo. Me conta nos comentários qual versão mais te atraiu ou se você já tem uma receita de paella de família. Adoro descobrir essas tradições!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 21:47

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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