Coração de boi pode assustar quem nunca preparou, mas eu te garanto, é um dos cortes mais saborosos e perdoáveis que existe. Tudo começa com um bom tempero.
Eu aprendi a gostar depois de um jantar em um restaurante renomado de São Paulo, que servia o coração frito como petisco. Em casa, desenvolvi um método simples. A chave é fatiar bem fino, marinando com limão e alho para quebrar qualquer resíduo, e fritar em fogo baixo para não endurecer. Uso um toque de tempero baiano, uma dica que peguei de um amigo baiano, que dá um sabor único.
O resultado é crocante por fora, macio por dentro e com um sabor que lembra um bom churrasco, só que em pedaços perfeitos para petiscar. Até o Titan fica alerta com o cheiro que sobe da cozinha. Se você está curioso para experimentar algo novo e cheio de personalidade, o passo a passo tá aqui, direto e sem mistério.
Receita de coração de boi frito: Saiba Como Fazer
Ingredientes
Uma dica que dou é comprar o coração já limpo no açougue, facilita muito. O limão é o segredo para deixar a carne mais macia, então não pule essa etapa. Quanto ao óleo, já usei de soja, de milho e até azeite para uma versão diferente, todas funcionam.
Informação Nutricional
Porção: 150g (1/5 da receita)
| Nutriente | Por Porção | % VD* |
|---|---|---|
| Calorias | 285 kcal | 14% |
| Carboidratos Totais | 5.8g | 2% |
| Fibra Dietética | 0.8g | 3% |
| Açúcares | 1.2g | 2% |
| Proteínas | 28.5g | 57% |
| Gorduras Totais | 15.8g | 20% |
| Saturadas | 5.2g | 26% |
| Trans | 0.1g | 0% |
| Colesterol | 185mg | 62% |
| Sódio | 480mg | 21% |
| Potássio | 320mg | 7% |
| Ferro | 6.8mg | 38% |
| Zinco | 4.2mg | 38% |
| Vitamina B12 | 14.5µg | 604% |
*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
Etiquetas Dietéticas
Alertas & Alérgenos
Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.
Modo de preparo
- Prepare o coração: Pegue a peça de coração e corte em fatias finas, mais ou menos com meio centímetro de espessura. Se achar muita gordura branca entre os músculos, você pode aparar um pouco com a faca, mas eu deixo um pouquinho, ela derrete e fica gostoso. Coloque todos os pedaços numa tigela funda. Fatiar fino é o maior truque aqui. Fatia grossa pode ficar borrachuda, já cometi esse erro.
- Tempere bem: Esprema o suco do meio limão direto sobre a carne. Adicione o colorau (ou páprica), o tempero baiano, a pimenta do reino, o sal e os dentes de alho bem amassados. Com as mãos limpas, misture tudo com vontade, massageando a carne por uns 2 minutos para o tempero entrar mesmo. Deixe descansar por 15 minutinhos, se tiver tempo. Senão, já pode ir pra frigideira, também fica bom.
- Frite em fogo baixo: Coloque óleo ou banha numa frigideira grande, o suficiente para cobrir o fundo bem. Leve ao fogo médio para aquecer. Quando estiver quente, baixe o fogo para médio-baixo e coloque todos os pedaços de coração, junto com aquele caldinho que se formou do tempero. Fogo baixo é lei! A carne cozinha por dentro sem queimar por fora. Minha esposa Daiane sempre fica ansiosa e quer subir o fogo, mas eu seguro as pontas.
- Doure e adicione a cebola: Deixe fritar, mexendo de vez em quando, por uns 10 a 12 minutos. Você vai ver a carne mudando de cor, ficando mais firme e douradinha. Aí, junte as rodelas de cebola por cima. Mexa delicadamente para misturar e deixe por mais 2 a 3 minutos, só para a cebola murchar um pouco, mas ainda ficar com uma certa crocância.
- Finalize e sirva: Tá pronto! Desligue o fogo e tire com uma escumadeira, deixando o excesso de óleo na frigideira. Coloque num prato forrado com papel toalha rapidinho, só para tirar a gordura extra, e depois transfira para uma travessa. Serve quente, na hora. É um petisco que some rápido, pode acreditar.
Pronto, tá aí. Parece coisa de restaurante chique, mas é mais simples do que parece. O sabor é intenso, meio terroso, meio defumado pelo tempero baiano, e a cebola doce que fica no ponto é um contraste que faz toda diferença. Eu sirvo com farofa, um vinagrete ou até mesmo puro, como um petisco para acompanhar uma cerveja bem gelada.
E aí, o que achou? Já tinha coragem de fazer coração em casa? Se tentar, conta aqui nos comentários como ficou. Fala se a dica do fogo baixo fez sentido e se alguém aí na sua casa virou fã do prato. Vou adorar saber!
Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento
O coração frito dura até 3 dias na geladeira, mas sério, dificilmente sobra! Se quiser congelar, faça antes de fritar (já temperado) e guarde em porções por até 2 meses. Na hora de servir, é só jogar na frigideira quente que fica igualzinho. Uma vez frito, não recomendo congelar de novo - fica borrachudo.
E as calorias?
Cada porção tem cerca de 285 calorias (valor exato da nossa tabela nutricional). Coração é proteína pura com pouca gordura - se tirar o excesso antes de fritar, fica ainda mais leve. Comparando com contra-filé, é quase metade das calorias!
Trocas inteligentes
• Sem limão? Use vinagre de maçã (1 colher de sopa)
• Tempero baiano não tem? Mistura páprica, cominho e um pitado de canela dá um toque parecido
• Vegano? Faz com coração de jaca (mas aí muda totalmente o preparo, né?)
• Óleo vegetal no lugar da gordura de porco fica menos tradicional mas mais light
Parece fácil mas tem armadilhas
• Cortar as fatias muito grossas: o ideal é 1cm no máximo, senão o centro fica borrachudo
• Fritar em fogo alto: queima por fora e cru por dentro. Fogo médio-baixo é o segredo!
• Botar a cebola junto no começo: ela vira papa antes da carne ficar pronta. Só nos últimos 2 minutos!
• Esquecer de tirar as veias brancas - ficam duras como borracha
Hack que a Daiane inventou
Depois de temperar, ela coloca num saco plástico, tira todo o ar e deixa marinando na geladeira por 1 hora. Fica absurdamente mais saboroso! Outra: se tiver airfryer, dá pra fazer lá (12 minutos a 180°C, sacudindo na metade). Fica crocante com menos óleo.
Para todo mundo comer
• Low carb: já é, só não acompanhar com pão
• Sem glúten: naturalmente é, só cuidar os temperos industrializados
• Dieta proteica: coração tem mais proteína que frango! 28g a cada 100g
• Para quem tem colesterol alto: moderação, mas a gordura do coração é melhor que a da picanha
O que serve junto?
• Farofa de banana da terra (combina demais!)
• Vinho tinto encorpado se for jantar, ou uma caipirinha de limão se for boteco
• Purê de abóbora com alecrim
• Pão de alho caseiro pra fazer sanduíche (ai, meus pecados...)
• Molho de iogurte com hortelã pra cortar a gordura
Quer inovar? Tenta essas versões
• Churrasquinho: espetar pedaços pequenos com pimentão e abacaxi
• Ao molho: refogar com cerveja escura e mel depois de frito
• Acebolado: triplicar a cebola e deixar quase caramelizada
• Picante: acrescentar pimenta dedo-de-moça na marinada
• Crocante: passar na farinha de rosca com parmesão antes de fritar
A parte mais chata (mas importante)
Tirar as veias e gordura excedente é trabalhoso, mas faz TODA diferença. Dica: use tesoura de cozinha em vez de faca - é mais fácil. Se tiver preguiça (já tive), compre o coração já limpo no açougue. Custa um pouco mais mas salva seu tempo e paciência.
Não jogue fora!
• A gordura que sobrar da limpeza: derrete e usa pra temperar feijão (fica incrível)
• O caldo da marinada: coe e use pra regar arroz ou legumes assados
• Sobrou? Faz omelete no dia seguinte ou recheio de pastel
Versão chef Michelin
Troque o tempero baiano por uma mistura caseira de páprica defumada, coentro em pó e raspas de laranja. Na hora de servir, finaliza com flores de alecrim fritas e um fio de mel balsâmico. Parece exagero, mas experimenta antes de criticar!
De onde vem essa ideia?
O coração frito é tradição nos botecos de Minas Gerais, mas tem versões parecidas no Peru (anticuchos) e na Indonésia (sate jantung). Aqui no Brasil, virou hit por ser barato, nutritivo e - vamos combinar - uma delícia com cerveja gelada.
Perguntas que sempre fazem
Pode usar vinho na marinada? Pode, mas só 1 colher - muito ácido deixa a carne dura.
Por que o corante? Tradição mesmo, mas pode pular se quiser.
Dá pra assar em vez de fritar? Dá, mas perde a crosta crocante - se for fazer, passa azeite por cima.
Congelar cru ou cozido? Sempre cru e já temperado!
Coisas que ninguém te conta
1. O coração de boi tem gosto mais suave que o de frango - sério, experimenta comparar!
2. Na Argentina, comem o coração cru temperado com limão e pimenta (chamam de "corazón crudo"). Eu não teria coragem, mas dizem que é bom...
Sabia que...
O coração é o músculo mais trabalhado do boi - bate 40-60 vezes por minuto a vida toda! Por isso tem textura única: firme mas não dura. E tem mais ferro que fígado, mas quase ninguém sabe. Ah, e nos anos 80 era considerado "comida de pobre" - hoje virou iguaria!
Cardápio Coração: Quando o Boi Vira Estrela no Prato
Quem disse que coração de boi não pode ser a atração principal? Montei um menu completo pra você explorar todos os sabores desse corte subestimado. A Daiane já aprovou essa combinação - e olha que ela é bem criteriosa com cardápios!
Para Começar com Tudo
Receita de Pastel de angu supeer simples: Crocância mineira pra abrir o apetite sem medo. O contraste com o cremoso do coração vai surpreender.
Pão de queijo com creme de leite que vai surpreender você: Nossa obsessão de final de tarde. A versão extra-cremosa derrete na boca e prepara o paladar.
Os Parceiros Ideais
Nhoque de mandioca (aprenda aqui): Maciez que absorve o molho do prato principal feito esponja saborosa. Todo domingo tem aqui em casa.
Batata doce cozida: Doce natural contrastando com a potência do prato principal. Assa rapidinho e sempre salva quando a fome aperta.
Final Doce (ou quase)
Mousse de maracujá com tang (veja o preparo detalhado): Acidinho que corta a gordura da refeição. A Daiane faz com bis na hora de servir - segredo de mestre!
Bebidas: Opções para quem busca o equilíbrio ideal
Suco de beterraba com laranja (veja os truques): Vitalidade pura! O colorido rouba a cena e o gosto combina melhor do que parece.
Testou alguma combinação? Conta aqui nos comentários qual foi seu prato favorito - e sem economizar nos detalhes! Aqui em casa já estamos anotando as sugestões para o próximo churrasco.
Aposto que você ficou com vontade. Olha só mais essas maneiras de preparar um coração de boi que são puro espetáculo.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito.
2º. Assado na churrasqueira: o básico que não falha
autor: Churrasco em Casa - Com Renato Monteiro
Se você quer começar pelo clássico, por onde todo mundo deveria começar, essa é a aula. O Renato Monteiro tem um jeito didático de mostrar como assar a peça inteira, controlando o calor para ficar perfeita por dentro sem queimar por fora. É a receita que evita o erro mais comum, que é deixar o fogo alto e a carne ficar borracha.
Quando você acerta o ponto, fica com uma crosta saborosa e o interior suculento. É impressionante como um corte tão simples pode render tanto. Perfeito para um domingo sem pressa, com a família toda em volta. É o tipo de preparo que te dá confiança para tentar coisas mais ousadas depois.
3º. A dupla imbatível: recheado com bacon
autor: Cozinhando com Helena Pereira
Aqui a gente já entra no território da festa. Rechear o coração com bacon não é só sobre sabor, é sobre textura. A gordura do bacon vai derretendo por dentro e mantém a carne absurdamente úmida. A Helena explica direitinho como abrir a peça para receber o recheio sem estragar, um passo que assusta mas é mais fácil do que parece.
Já fiz algo parecido uma vez, e a reação na mesa é sempre a mesma: silêncio seguido de elogios. É um prato que impressiona visualmente e no paladar. Serve como centro da mesa, dá para fatiar na frente de todo mundo. Dica: use palitos de dente bons, aqueles mais grossos, para segurar bem. É investimento.
4º. Churrasco minimalista: só a carne e o sal
Diferente do que se acredita por aí, você não precisa de uma geladeira de temperos. Às vezes, o máximo de respeito que você pode dar a uma boa carne é não atrapalhar. Esse vídeo prova isso. Só coração e sal grosso. A magia está na técnica de assar, na gordura própria da peça e na crosta que o sal forma.
É uma lição de simplicidade que todo churrasqueiro deveria aprender. A carne fala por si. Combinado com um arroz branco soltinho e um vinagrete bem ácido, vira uma refeição completa e honesta. E barata, né? Isso é importante.
5º. Inteiro na brasa: para quem gosta de drama
Tem ocasião que pede um visual, sabe? Colocar o coração inteiro na brasa, com aquela fumaça subindo, é quase teatral. Esse canal foca no passo a passo para o fim de semana, então eles são realistas sobre tempo e cuidado. Ensina a manejar a peça grande sem secar.
Além de ficar uma delícia, é nutritivo pra caramba. Rico em ferro, aquela coisa toda. É o prato que sustenta. Quando você serve assim, ninguém acredita que foi você que fez. A dica é ter uma boa faca bem afiada na hora de fatiar na frente dos convidados. Faz parte do espetáculo.
6º. Dupla ação: pressão e forno para garantir a maciez
Essa receita é a resposta para quem tem medo da carne ficar dura. Primeiro você cozinha na pressão, garantindo que fique macia por dentro. Depois, leva ao forno envolto em papel alumínio para pegar sabor e aquele acabamento perfeito. É um método duplo que praticamente elimina o risco de erro.
O recheio com coentro, calabresa e bacon que ele sugere é só um ponto de partida. Já adaptei com queijo provolone e palmito, ficou sensacional. É uma técnica versátil. A parte do papel alumínio é sagrada, não pula essa etapa, ela sela todos os sucos dentro.
7º. Arroz com picadinho: o conforto em forma de panela
Isso aqui resolve o jantar de uma família inteira com uma panela só. O coração picadinho, refogado com legumes, vira um molho encorpado que se mistura ao arroz. É comida de verdade, daquelas que lembram a casa da vó — quer dizer, lembram uma cozinha acolhedora de família.
O canal Família Paiva tem essa pegada caseira que eu gosto. Eles não inventam moda, mostram como se faz no dia a dia. A dica é picar a carne em cubos bem pequenos, assim ela cozinha rápido e fica tender. Serve com farofa e uma saladinha simples. Ninguém passa fome.
8º. Cozido com batata: a praticidade que aquece
Para noites frias ou dias cansativos, você precisa de um cozido. É aquele prato que praticamente se faz sozinho. Joga tudo na panela, deixa no fogo baixo e pronto. A batata absorve o caldo da carne e fica incrível.
A receita da Elenilta é direta, sem complicação. Em meia hora você tem uma refeição completa e reconfortante. Acho que o maior elogio que um cozido pode receber é todo mundo querer repetir. E isso acontece. É simples, mas é bom demais.
9º. Na cerveja: o sabor que surpreende
Se você quer dar um twist gourmet, a cerveja é o caminho. Ela amacia a carne e adiciona uma profundidade de sabor única, meio amarga, meio adocicada. Esse preparo com costelinha, bacon e paio já é quase uma feijoada branca, mas mais refinada.
É uma daquelas receitas para quando você quer impressionar no almoço de domingo. A panela de pressão faz o serviço pesado. O resultado é um caldo escuro e saboroso que pede pão para mergulhar. Dica: use uma cerveja escura tipo stout, o sabor fica mais complexo. Mas qualquer uma serve, na verdade.
10º. Espetinho: a alegria do churrasco em pedaços
Espetinho de coração é clássico de boteco, e fazer em casa tem uma graça a mais. O segredo está no tempero simples mas eficaz, e na montagem intercalando com legumes. O vinagre balsâmico na marinada é uma jogada de mestre, corta a gordura e dá um toque ácido.
É comida de rua que você replica no quintal. Fica perfeito para uma reunião mais descontraída, onde cada um pega o seu espeto. E rende muito. Dá para fazer uma montanha. Só cuidado para não deixar o queijo coalho derreter toda no carvão, mas um pouco derretido é bom.
11º. Bife guisado: o coração que vira molho
Gosto desse canal porque eles não têm medo de começar do zero. Essa receita é básica, de panela de pressão, que transforma o coração fatiado em bifes num molho encorpado. É a solução para um almoço de semana que precisa ser nutritivo e saboroso sem dar trabalho.
O colorau e o mix de ervas fazem toda a diferença. Deixa cozinhar os 40 minutos que eles falam, a carne fica tão macia que quase desmancha. Joga por cima de um arroz branco e é felicidade pura. É o tipo de prato que depois de frio fica ainda mais gostoso, se sobrar.
12º. À milanesa: o crocante que conquista
Essa é para quem acha que coração não pode ser fino e crocante. O processo de deixar de molho no limão e depois no vinagre parece trabalhoso, mas é o que garante a maciez e tira qualquer resíduo de sabor. Depois, é só empanar e fritar como um bife à milanesa comum.
O resultado é uma surpresa. Fica dourado, crocante por fora e incrivelmente macio por dentro. Perfeito para servir com purê de batata e um limão espremido por cima. Até crianças que torcem o nariz para miúdos podem acabar gostando. É uma adaptação inteligente que muda completamente a cara do ingrediente.
13º. Frito na frigideira: o acebolado clássico
Quando a preguiça é grande mas a fome também, essa é a saída. Fritar na frigideira é o método mais direto possível. A Patricia ensina a fazer um acebolado, que é basicamente fritar a carne já temperada e jogar cebola em rodelas por cima no final.
A cebola carameliza no fundo da panela com o suco da carne, e vira um acompanhamento doce e saboroso. É rápido, suja uma panela só, e mata a vontade. Faço muito durante a semana. Dica: não mexe muito a carne na frigideira, deixa dourar de um lado antes de virar. Fica mais bonito e saboroso.
14º. Recheado na churrasqueira: a obra-prima
Para um final à altura, essa é a receita para o churrasco de respeito. Rechear com linguiça, bacon e queijo e levar direto na brasa é o nível máximo. O canal tem uma pegada tradicional, mostrando como costurar a carne para o recheio não escapar, que é o segredo do sucesso.
É trabalhoso, não vou mentir. Mas a recompensa é um prato que é uma celebração. Cada fatia tem uma surpresa no meio. É para aniversário, data especial, ou para quando você simplesmente quer se presentear. Faz uma vez, todo mundo vai te pedir a receita. E você manda o link do vídeo, porque explicar é complicado.
Depois dessa jornada, dá para ver que coração de boi é muito mais versátil do que a gente imagina, né? Desde um simples acebolado de frigideira até uma peça recheada para impressionar. Qual dessas te deixou mais com vontade de botar a mão na massa? Conta pra mim aqui nos comentários qual você vai testar primeiro, ou se já tem uma receita favorita com esse corte. Adoro trocar essas ideias!
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