16 Receitas com Batata Doce Cozida + Muitos Preparos Doces e Salgados com Ela

Descubra agora como transformar a batata doce em um aperitivo incrível.
16 Receitas com Batata Doce Cozida + Muitos Preparos Doces e Salgados com Ela
Avalie este item
(25 votos)

Batata doce cozida amassada no prato. Parece um começo sem graça para um prato, eu sei. Foi o que pensei até pegar aquela polpa ainda quente e perceber que ela era a tela perfeita para pintar sabores, uma base incrivelmente macia e neutra.

A grande sacada, algo que aprendi com um chef especializado em vegetais, é cozinhar a batata com uma pitada de açafrão na água. Isso não só dá uma cor linda de ouro como realça a doçura natural dela, criando um contraste fantástico com o recheio salgado de frango e milho. A textura final fica no ponto ideal para modelar aqueles bolinhos que não desmancham no forno.

O resultado são esses bolinhos assados que são pura enganação. Por fora, parecem um petisco gourmet, crostinha de molho de tomate e tudo. Por dentro, são reconforto puro, quentinhos e com um sabor que lembra aquela coxinha de frango, só que com um toque mais caseiro e interessante. Quer ver como essa transformação acontece? É só seguir o passo a passo ali embaixo.

Receita com batata doce cozida: saiba como fazer

croquete com frango delicioso

Rendimento
20 bolinhos
Preparação
40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 13 marcados

Para a massa de batata doce:

Para o recheio de frango:

Para finalizar:

Olha, a lista parece longa, mas é tudo coisa que você provavelmente tem na despensa. O frango desfiado eu aproveitei de um que sobrou do almoço anterior. Economia pura.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 100g (2 croquetes)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 98 kcal 5%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
   Açúcares 2.1g 4%
Proteínas 7.2g 14%
Gorduras Totais 2.3g 3%
   Saturadas 0.5g 3%
   Trans 0g 0%
Colesterol 18mg 6%
Sódio 85mg 4%
Potássio 280mg 6%
Ferro 0.8mg 4%
Vitamina A 450UI 9%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para controle de peso
  • Baixa Gordura: Apenas 2.3g por porção
  • Boa Fonte de Fibras: Da batata doce
  • Rico em Vitamina A: Benefícios para visão e pele

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten (farinha de trigo)
  • Insight: Assado ao invés de frito - 70% menos gordura que croquetes tradicionais
  • Açafrão oferece propriedades anti-inflamatórias

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a Base:

  1. Se a sua batata doce ainda não estiver cozida, é hora. Descasca ela, pica em cubos médios e cozinha em água com uma colher de chá de açafrão. O açafrão não dá só cor, ele dá um toque sutil que faz diferença depois, acredita. Cozinha até ficar bem macia, que um garfo entre fácil.
  2. Escorre a batata, joga numa tigela e amassa bem com um garfo. Não precisa ser um purê lisinho, pode ficar com alguns pedacinhos, até gosto mais. Deixa esfriar um pouco, porque mexer com batata quente é pedir pra queimar o dedo.

Fazendo o Recheio:

  1. Pega uma panela, coloca um fio de óleo e liga em fogo médio. Refoga a cebola e o alho picados até ficarem cheirosos e levemente dourados. Cuidado pra não queimar o alho, senão fica amargo.
  2. Joga o frango desfiado na panela. Mexe bem pra ele pegar o sabor da cebola e do alho. Tempora com sal, pimenta do reino e orégano. Eu gosto de botar uma quantidade legal de orégano, acho que combina demais com frango.
  3. Acrescenta o milho escorrido, uma pitada de Sazon e mais uma pitadinha de açafrão em pó só pra integrar os sabores. Mexe tudo por mais uns 2 minutinhos só pra aquecer o milho e os temperos se conhecerem melhor. Desliga o fogo.

Montando e Assando:

  1. Agora, junta o recheio de frango com a batata doce amassada na tigela. Mistura tudo muito bem, com as mãos mesmo, se estiver numa boa temperatura. É a melhor forma de sentir se a textura tá homogênea.
  2. Adiciona a cebolinha picada e as duas colheres de farinha de trigo. A farinha é o segredo pra dar uma segurada, pra massa não abrir no forno. Mistura de novo até incorporar tudo.
  3. Deixa a massa descansar por uns 5 minutinhos, só pra esfriar de vez e ficar mais fácil de moldar. Previne aquela grudança total nos dedos.
  4. Unte as mãos com um pouquinho de óleo ou água. Pega porções da massa e modela em bolinhas, ou faz aqueles formatos alongados, tipo croquetes. Coloca os bolinhos em uma assadeira untada ou forrada com papel manteiga, com um espaço entre eles.
  5. Pega um pincel de silicone ou até uma colherzinha e pincela cada bolinho com uma camada generosa de molho de tomate. Isso aqui vai criar uma casquinha deliciosa quando assar.
  6. Leva ao forno pré-aquecido a 180°C por uns 25 minutos. O tempo pode variar um pouco, então fica de olho. Você quer eles douradinhos por baixo e com o molho de tomate meio caramelizado em cima.

Eu já errei a mão na farinha uma vez, botei três colheres. Os bolinhos ficaram meio secos por dentro. Duas colheres é a medida certa, a massa fica maleável mas não gruda.

O que mais me pega nesses bolinhos é como eles enganam. Parecem algo complicado, daqueles que você vê em festa chique, mas na verdade são puro aproveitamento de comida e um trabalho bem simples. A Daiane botou um potinho na mesa do café da tarde e sumiu antes mesmo de eu pegar o segundo. A textura é massa, né? Por fora, aquela casquinha do molho de tomate que fica com um docinho, e por dentro, macio e com aquele sabor caseiro de frango com batata que todo mundo gosta.

Eles são versáteis pra caramba. Servem quentinhos como petisco, acompanham um arroz branco num jantar mais leve, ou até viram a estrela da lancheira. Se fizer, me conta aí qual formato você preferiu, se de bolinha ou mais alongado. E se inventar algum recheio diferente, compartilha nos comentários, pode ser? A gente sempre aprende um com o outro.

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Esses croquetes são perfeitos pra fazer em quantidade! Na geladeira, duram até 3 dias se guardados em potinho hermético. Eu sempre congelo uma parte - ficam ótimos por até 1 mês. Pra descongelar, é só deixar na geladeira overnight e depois dar aquela esquentada no forno ou airfryer. A Daiane adora quando eu deixo uns congelados pra ela levar pro trabalho.

Tá de dieta? Vem cá!

Confira a tabela nutricional completa logo acima! Cada croquete tem aproximadamente 49 calorias (considerando 20 unidades), totalizando 98 kcal para 2 unidades. Se quiser reduzir ainda mais, troque a farinha de trigo por aveia em flocos finos e use frango sem pele. Mas sério, não fica tão gostoso - às vezes vale a pena a caloria extra, né?

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Sem batata doce? Abóbora cabotiã salva! Fica até mais docezinha
• Troque o frango por atum ou soja texturizada (pra versão vegetariana)
• Farinha sem glúten? Use polvilho doce ou farinha de arroz
• Milho verde pode virar ervilha ou até pedacinhos de cenoura cozida

Os 3 pecados capitais do croquete

1. Massa muito mole: se acontecer, acrescente mais farinha aos poucos até ficar moldável
2. Croquete desmanchando: deixa esfriar BEM antes de moldar, sério!
3. Queimar embaixo: coloque papel manteiga na assadeira, é meu segredo

Truque de mestre que aprendi na marra

Usa um sorveteiro pra moldar os croquetes! Fica tudo do mesmo tamanho e bem redondinho. Outra? Passe os dedos levemente molhados na água antes de moldar - a massa não gruda.

Versões pra todo mundo

• Low carb: diminui a batata e aumenta o frango, usa farinha de amêndoas
• Vegano: troca frango por jackfruit ou proteína de soja, e ovo por linhaça
• Proteico: bota mais frango e adiciona 1 ovo na massa (fica top!)

O que servir com essa belezinha?

• Molho de iogurte com hortelã (meu preferido!)
• Uma saladinha de rúcula com limão siciliano
• Pra beber: suco de maracujá gelado ou até uma cervejinha (pra quem curte)
• Se for lanche, põe num pão sírio com cream cheese - fica absurdo!

Tá afim de ousar? Experimenta essas versões

• Croquete doce: tira o salgado e bota canela + coco ralado (sim, funciona!)
• Apimentado: acrescenta pimenta dedo-de-moça picadinha
• Croquete-surpresa: coloca um cubinho de queijo no meio de cada um (quando assar, vira recheio derretido)

A parte mais chatinha (e como facilitar)

Moldar os croquetes pode ser trabalhoso. Minha dica? Faz a massa de noite, deixa na geladeira e molda no dia seguinte - fica bem mais fácil. Ou chama alguém pra ajudar e vira até programa de casal - a Daiane sempre reclama que eu deixo os croquetes muito grandes, mas no final ela adora!

Quer impressionar? Faz assim

• Finaliza com fios de cebola crispy por cima
• Usa molho de tomate caseiro ao invés do pronto
• Coloca um pouco de gengibre ralado no frango (dá um toque especial)
• Serve num prato de madeira com raminhos de alecrim

Tá sem grana? Sem stress!

• Frango pode ser daqueles mais baratos (coxa/sobrecoxa desfiada)
• Milho verde troca por salsinha picada (dá cor e é baratinho)
• Faz só metade da receita e completa com mais batata inglesa
• Compra os temperos a granel - sai bem mais em conta

Se TUDO der errado...

A massa virou uma pasta? Transforma em tortinha - forra uma forma, coloca a massa e joga queijo por cima. Queimou embaixo? Raspa o fundo e disfarça com molho. Ficou sem graça? Salva com pimenta e um fio de azeite. Já fiz tudo isso e sobrevivemos pra contar a história!

De onde veio essa ideia?

Essa receita é uma mistura de influências! O croquete tradicional veio da França, mas a versão com batata doce é bem brasileira. O açafrão foi uma adaptação que aprendi com uma amiga mineira - ela jura que dá cor e saúde. E o molho de tomate por cima? Isso foi invenção da Daiane numa tarde de preguiça, e acabou ficando!

2 coisas que ninguém te conta sobre croquete

1. Eles são ótimos pra viagem - não derretem e podem ser comidos frios (já levei num piquenique no Ibirapuera e foi sucesso)
2. Congelados, viram "isca" pra airfryer - direto do freezer pra fritar, ficam crocantes por fora e cremosos por dentro

Perguntas que sempre me fazem

Pode fritar ao invés de assar? Pode, mas fica mais gorduroso (e perde o charme de ser mais saudável)
Dá pra fazer sem trigo? Dá sim, como falei ali em cima, mas ajuda a ligar a massa
Por que meu croquete fica seco? Provavelmente cozinhou demais o frango ou a batata - eles devem ficar só no ponto

Sabia que...

A batata doce era chamada de "batata dos deuses" pelos incas? E olha que eles nem conheciam airfryer! Outra curiosidade: o açafrão não só dá cor como tem propriedades anti-inflamatórias. E o molho de tomate por cima cria uma crostinha deliciosa quando assa - foi um acidente feliz na minha cozinha!

Se a ideia de bolinhos te animou, espera só para ver onde mais essa batata doce cozida pode te levar.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Panquecas que sustentam o dia

Autor: Paula Fit

Eu achava que panqueca doce e fofa era sinônimo de muita farinha e açúcar. Até testar essa versão. A batata doce cozida dá uma umidade e um corpo que dispensa um monte de coisa, sério. Fica aquela panqueca alta, que não murcha na hora de virar na frigideira, sabe? Dica de ouro: deixa a massa descansar uns cinco minutos antes de levar ao fogo. Parece besteira, mas a tapioca da massa hidrata e fica no ponto perfeito, sem ficar grudentona.

É o café da manhã ideal pra quem tem uma manhã agitada pela frente ou precisa de energia antes de treinar. Fica doce naturalmente, então eu costumo só finalizar com uma pitada de canela e uma fruta picada. Minha esposa Daiane adora fazer um lote no domingo e congelar, aí é só esquentar durante a semana. Funciona que é uma beleza.

3º. Linguiga e batata, tudo numa forma só

Autor: Delícias da Eleni

Isso aqui é a definição de jantar sem stress. Joga tudo na forma, tempera, cobre com papel alumínio e esquece no forno. A gordura que solta da linguiça vai penetrando na batata, que fica com um sabor incrível, meio defumado. A batata cozinha no vapor que fica ali dentro, então não resseca nunca.

O erro que a gente comete é não furar a linguiça antes. Se não fizer, ela pode estourar e a casquinha fica meio borrachuda. Fura com um garfo, deixa o sabor vazar e mingar por todo o fundo da forma. No final, tiro o alumínio e deixo mais uns minutinhos pra dourar. Praticidade que entrega um sabor de comida de domingo, num dia de semana qualquer.

4º. Omelete que segura a fome até o almoço

Contrariando o que geralmente se pensa, a batata doce na omelete não deixa o negócio pesado. Pelo contrário. Ela dá uma cremosidade e tira aquele ar de "só ovo" que às vezes não sustenta. Eu bato os ovos bem, jogo na frigideira antiaderente bem quente e, quando começa a firmar embaixo, espalho aquele purê de batata doce por cima, com um pouco de queijo ralado. Dobre na metade e já era.

O resultado é uma omelete super recheada, nutritiva e que realmente segura a fome. Você não fica com aquela vontade de beliscar algo uma hora depois. Pra variar, às vezes coloro umas folhinhas de espinafre junto com o ovo. Fica lindo e ainda mais nutritivo.

5º. Caramelizada na panela, sem água

Essa técnica é um daqueles pulos do gato que a gente aprende e nunca mais esquece. Joga a batata em cubos direto no açúcar na panela, sem água. Parece que vai queimar tudo, mas não. O açúcar derrete, vira um caramelo claro e vai cozinhando a batata no próprio vapor. Ela fica macia por dentro, com uma casquinha doce e brilhante por fora.

É perfeita pra servir como acompanhamento de uma carne mais salgada, tipo um pork chop. O contraste fica absurdo. Só cuidado na hora de mexer, no começo o açúcar gruda tudo, mas depois que dissolve e vira caldo, fica tranquilo. Uma receita que impressiona com muito pouco esforço.

6º. Bolo de leite condensado, feito à mão

Confesso que sou preguiçoso pra lavar batedeira. Essa receita caiu como uma luva. É tudo no bowl, misturando com uma colher de pau. A batata doce cozida e amassada garante que o bolo fique úmido por dias, e o leite condensado dá a doçura e aquele pesinho gostoso na massa. Fica com cara de bolo de padaria antiga, aquele que é simples mas todo mundo adora.

O ponto é não exagerar na farinha. Como a batata já é espessa, você precisa só do suficiente pra dar liga. Se colocar demais, o bolo fica seco. Eu peneiro a farinha aos poucos e paro de colocar quando a massa desgruda do bowl, mas ainda fica meio grudenta nas mãos. Esse é o sinal. Assa e fica uma beleza.

7º. Purê aveludado que é um abraço

Depois de um dia cansativo, nada como um purê cremoso. O de batata doce tem um sabor mais aconchegante, sei lá. O segredo para ficar aveludado, sem pedacinhos, é passar a batata cozida ainda quente pelo espremedor. Liquidificador deixa muito pastoso, quase grudento. O espremedor dá aquela textura perfeita.

Aí, na panela, eu acrescento o leite já quente, quase fervendo. Se o leite estiver frio, o purê pode talhar. Mexo bem, coloco uma nozinho de manteiga e ajusto o sal. Fica liso, brilhante e com um cheiro que chama todo mundo pra cozinha. É o acompanhamento curinga para qualquer proteína.

8º. Carne de panela que se desmancha

Fazer a batata cozinhar junto com a carne é um golpe de mestre. Ela absorve todo o caldo saboroso e fica infinitamente melhor do que se fosse cozida separadamente. Para a carne ficar macia assim, o negócio é selar bem em fogo alto antes de acrescentar a água. Cria uma crosta escura cheia de sabor que depois se dissolve no cozimento.

Uso sempre patinho ou coxão mole. Coloco a batata em pedaços grandes para não desmanchar, e no final, ela fica inteira, mas macia como manteiga. O caldo fica ligeiramente adocicado e espesso, perfeito para jogar por cima de um arroz branco. Almoço de domingo garantido, sem frescura.

9º. Batata recheada para noite a dois

Isso aqui tem um quê de jantar romântico, mas é tão fácil que parece trapaça. Assa a batata inteira com casca até ficar macia, faz um corte no meio e abre. A polpa fica fofinha. Aí é só caprichar no recheio. Já fiz com frango desfiado ao molho branco, com brócolis e queijo, até com carne moída refogada.

A dica é não colocar o recheio muito úmido, senão a batata fica encharcada. Escorrer bem o que for de molho. Depois de montadas, é só dar uma voltinha no forno só para gratinar o queijo. Fica lindo no prato, sustenta bem e a melhor parte: suja pouca louça. O que a gente mais quer numa quarta-feira à noite, né?

10º. Doce de cortar com faca

Esse doce é uma experiência de textura. Ele fica firme, mas não duro, sabe? Dá para cortar em quadradinhos que mantêm o formato. O sabor é puro, bem de batata doce mesmo, sem máscaras. É aquele docinho que não enjoa, perfeito pra finalizar uma refeição ou tomar com um café forte.

O ponto é o mais importante. Você vai mexendo no fogo baixo até a massa começar a desgrudar do fundo da panela e formar uma bola. Parece que nunca vai acontecer, mas de repente, ela solta toda. É hora de tirar e colocar na forma. Paciência é a chave. O resultado é lindo e rende bastante.

11º. Bolinhos para despensa vazia

Essa receita nasce de uma necessidade real: o fim do mês chegando e a geladeira meio vazia. Se tem batata doce, ovo e um pouco de farinha, você salva o lanche da tarde. A batata já cozida é a base, então a massa fica pronta em minutos. Dá para fazer doce, com uma pitada de canela, ou salgado, com ervas finas.

Para ficarem dourados e bonitos, eu passo um pouquinho de óleo nas mãos antes de moldar os bolinhos. Assim não gruda e cria uma casquinha mais uniforme no forno. Eles saem macios por dentro, com aquele sabor levemente adocicado que agrada todo mundo. A criançada devora.

12º. Pão doce e macio como nuvem

Pão com batata doce é uma jogada genial para quem tem medo de trabalhar com fermentação. A batata ajuda a reter umidade e deixa a massa muito mais tolerante, menos suscetível a erros. Esse aqui fica com um miolo tão fofo e úmido que parece bolo. É ótimo para quem está começando no mundo dos pães caseiros.

Deixo a batata amassada bem fina, sem nenhum gruminho, para se incorporar completamente à farinha. E uso o leite morno, nunca quente, para ativar o fermento. O cheiro enquanto assa é divino. Corta ainda morno, passa uma manteiga e esquece. Vira o protagonista do café.

13º. Na Air Fryer: do cozido ao chips

A Air Fryer é a melhor amiga da batata doce. Para cozinhar inteira, fura com um garfo, envolve em papel alumínio e deixa uns 40 minutos. Fica perfeita, sequinha por fora e cremosa por dentro. Mas a brincadeira fica séria quando você fatia fininho, tempera com sal e páprica e faz chips.

O segredo do chips é deixar as fatias bem, bem finas e uniformes. E não lotar a cesta. Elas precisam de espaço para o ar circular e ficarem crocantes. Sai uma porção gigante por uma fração do preço do pacote, sem conservante nenhum. Perigo: é viciante. É impossível parar de comer.

14º. Pizza sem glúten e sem mistério

Massa de pizza com batata doce soa estranho, mas juro que funciona. Ela fica meio que uma massa estilo "pan", mais alta e macia, não aquela fina e crocante. É ótima para quem evita glúten ou só quer experimentar algo novo. A batata dá a liga que a farinha de trigo normalmente daria.

Usei farinha de arroz e deu super certo. A massa é bem grudenta no começo, então sovar com as mãos úmidas ajuda. E a pré-assada é essencial, senão o recheio molha tudo. Depois que sai do forno, ela fica firme por baixo, mas com um miolo bem fofinho. Uma experiência diferente e gostosa.

15º. Bolo cremoso sem liquidificador

Para saber mais dessa receita incrível, acesse a receita acima e aproveite. Mas vou te adiantar: a graça tá na simplicidade. É misturar tudo numa tigela com uma colher. A batata doce cozida e amassada garante a cremosidade, então o bolo fica úmido mesmo sem muito óleo ou manteiga. É daqueles que você erra as medidas um pouco e ainda assim dá certo.

Fica perfeito para um café da tarde corriqueiro, sem pretensões. Polvilha açúcar de confeiteiro por cima enquanto ainda está morno, que derrete e faz uma casquinha doce. Bolo caseiro no sentido mais verdadeiro da palavra. Aquele que a gente faz mais pelo prazer de ter algo quentinho e feito em casa do que para impressionar.

16º. Crepioca para recomeçar o dia

Cansado de omelete e tapioca pura? Essa crepioca é a salvação. A batata doce dá um corpo e uma saciedade que a tapioca sozinha não consegue. A massa fica mais fácil de manusear na frigideira, não rasga fácil. E o sabor é neutro, combina com recheio doce ou salgado.

Eu bato ovo e a batata amassada primeiro, até ficar homogêneo. Depois acrescento a goma de tapioca e o sal. Se a mistura ficar muito espessa, coloco uma colher de água. A frigideira precisa estar bem quente antes de colocar a massa, senão gruda. Douro dos dois lados e recheio com o que tiver pela geladeira. Rotina de café da manhã transformada.

E então, qual será a primeira a quebrar a rotina na sua cozinha? Tem desde jantar rápido até doce para sobremesa, né? Me conta nos comentários se alguma te surpreendeu ou se já possui uma receita antiga com batata doce que é sucesso aí na sua casa. Adoro essas trocas!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Baiano Jeferson
0 Baiano Jeferson
Receita 10/10. Fácil, rápida e gostosa. Não tem como errar.
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário