Panqueca de Chocolate: Delícia Derretente

  • Essa é uma receita perfeita para qualquer hora do dia e o melhor, pode ser feita de maneira saudável para matar a vontade por doce.
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Pancakes são legais, mas a primeira vez que vi uma panqueca com a massa toda em chocolate, pensei: isso deve ficar seco. Que engano meu. A verdade é que, com a técnica certa, ela fica incrivelmente macia, quase como um brownie em forma de disco.

O segredo, aprendi em um curso de confeitaria, está no equilíbrio entre os líquidos e a farinha, e em nunca, jamais, usar fogo alto na frigideira. Deixe cozinhar em fogo médio-baixo até formar aquelas bolhinhas por toda a superfície, só então vire. É a paciência que garante o interior fofinho. Aqui em casa, virou a solução para domingos preguiçosos, e até a Daiane, que não é muito fã de café da manhã doce, sempre aparece na cozinha quando o cheiro começa a subir.

Essa receita de panqueca de chocolate é a base para um momento realmente especial. Fazer e ver a expressão de quem prova pela primeira vez não tem preço. Quer ver como é simples? O passo a passo tá logo abaixo, é só seguir.

Receita de panqueca americana de chocolate: Saiba como fazer

Rendimento
8 panquecas
Preparação
45 min
Dificuldade
Fácil
Medida da xícara: 150ml

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para a massa das panquecas:

Para a calda de chocolate:

Essa receita é daquelas que eu faço no piloto automático. A Daiane gosta com a calda ainda morna, quase quente, escorrendo por cima. E eu? Confesso que às vezes como uma panqueca direto da frigideira, sem calda nenhuma. Não conta pra ninguém.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Preparando a massa:

  1. Pega uma tigela média. Quebra o ovo dentro e bate só o suficiente pra misturar a gema e a clara. Não precisa fazer espuma, é só integrar mesmo.
  2. Joga a manteiga derretida e o açúcar na tigela. Mistura bem com um fouet ou garfo até ficar homogêneo. Vai ficar meio líquido e brilhante, normal.
  3. Adiciona o achocolatado e mistura de novo. Agora, despeja o leite. Mistura mais uma vez. Vê como vai ficando um líquido marrom? É por aí.
  4. Agora a parte importante. Peneira a farinha de trigo diretamente na tigela, mas vai colocando aos poucos, de meia xícara em meia xícara, mexendo depois de cada adição. Para quando a massa estiver espessa, tipo uma pasta grossa que cai da colher, mas que ainda se espalha. Se ficar muito pesada, tipo massa de bolo, adiciona uma colher de sopa de leite. É no olho.
  5. Por último, peneira o bicarbonato e o fermento em pó por cima da massa. Incorpora com movimentos leves, de baixo pra cima, com a espátula. Não mexe muito, só até sumir os branquinhos do fermento. A massa tá pronta.

Cozinhando as panquecas:

  1. Pega uma frigideira antiaderente (ou uma comum bem conservada) e coloca no fogo médio-baixo. Esquenta um minuto. Passa um pedaço de papel toalha com um pouquinho de óleo, só pra dar uma ajudinha. A gordura não deve ficar escorrendo.
  2. Usa uma concha média ou uma colher de sopa grande para porcionar. Despeja uma porção no centro da frigideira. Ela vai se espalhar sozinha, formando um disco. Deixa cozinhar.
  3. Aqui é onde a paciência paga. Espera até que a superfície toda fique cheia de bolhinhas pequenas e algumas estourem. As bordas também vão ficar mais opacas. Aí, com uma espátula fina, vira com cuidado. O lado de baixo deve estar com um dourado uniforme, não queimado.
  4. Cozinha o outro lado por mais um ou dois minutos, só até dourar também. Tira da frigideira e repete com o resto da massa. Vai untando com o óleo só se sentir que tá começando a grudar. Eu costumo fazer uma pilha num prato.

Fazendo a calda (enquanto as panquecas saem):

  1. Enquanto uma panqueca cozinha, você pode começar a calda. Numa panela pequena, coloca o leite e as 5 colheres de achocolatado. Mistura com um fouet ou garfo até dissolver bem, ainda com o fogo desligado.
  2. Acrescenta a margarina. Liga o fogo bem baixinho. Cozinhe, mexendo sem parar com uma espátula de silicone, por uns 5 a 7 minutos. Ela vai engrossar.
  3. O ponto é aquele "napê": passa o dedo no verso da colher (cuidado pra não queimar), se o sulco que fizer não se fechar imediatamente, tá no ponto. Desliga o fogo.
  4. Transfere a calda pra uma tigelinha e cobre com filme plástico, pressionando o filme contra a superfície da calda. Isso evita que se forme uma pele. Deixa esfriar um pouco. Ela vai engrossar mais ainda com o resfriamento.

A montagem é a parte divertida. Eu gosto de empilhar três panquecas, regar com a calda quente e, se tiver, colocar uns pedacinhos de morango ou banana por cima. Mas fica incrível só com a calda também. Se sobrar massa, guarda na geladeira por um dia, mas fica melhor fresquinha.

O que eu mais gosto nessa receita é que ela é enganosamente simples. Parece só mais uma massa de panqueca, mas aquele toque de chocolate e a maciez que o bicarbonato dá fazem uma diferença absurda. Virou o pedido oficial para domingos de chuva aqui em casa.

E você, tem um truque pra panqueca não grudar ou prefere a calda mais rala? Me conta como foi a sua experiência fazendo essa receita lá nos comentários do Sabor na Mesa. Se tiver uma foto do resultado, melhor ainda! Adoro ver as variações que todo mundo cria.

Quanto tempo essa maravilha dura? (E o que fazer com as sobras)

Vamos ser realistas: a chance de sobrar é baixa. Mas se por um milagre sobrar, anota aí. As panquecas, sem a calda, duram até 2 dias na geladeira, guardadas em um pote fechado ou enroladas em filme plástico. Elas perdem um pouco da maciez, mas ainda são uma delícia requentadas no micro-ondas por 15 segundos (cubra com um guardanapo de papel) ou na frigideira por 1 minutinho de cada lado. A massa crua também pode ser guardada, mas só por 1 dia, e pode precisar de uma mexida antes de usar. Já a calda, na geladeira e coberta com filme plástico colado à superfície, dura até 5 dias. Ela fica mais grossa, mas é só esquentar no micro-ondas ou em banho-maria, adicionando uma colherzinha de leite se precisar. Fica até mais gostosa!

Os 3 Pecados Capitais da Panqueca de Chocolate (e como não cometê-los)

Já passei por todos, então aprendi na raça. Primeiro: fogo alto é inimigo jurado. A panqueca queima por fora antes de cozinhar por dentro. Fogo médio-baixo, sem pressa. Segundo: mexer a massa demais depois de colocar o fermento e o bicarbonato. Você mata o poder de crescimento deles. Incorpore com movimentos suaves e largue a mão. Terceiro: virar a panqueca antes da hora. Espere as bolhinhas estourarem na superfície toda. Se você forçar, ela rasga. Confia no processo! Um extra: não untar a frigideira com uma piscininha de óleo. Passa um papel toalha com um pouquinho, só para criar uma película. Muita gordura deixa a borda oleosa e com textura estranha.

Hack Ninja: O Truque do Filme Plástico na Calda (e mais um)

Já vi muita gente pular esse passo e se arrepender. Depois que a calda pronta, cobre a tigela com filme plástico pressionado diretamente na superfície. Sério, faz isso! Isso impede que se forme aquela pele grossa e seca em cima. É um salva-vidas. Outro hack que descobri com a Daiane: testa a frigideira com uma gotinha de massa. Se ela começar a fazer bolhinhas em volta imediatamente e dourar uniformemente, tá no ponto perfeito. Se queimar rápido, abaixa o fogo. Se nada acontecer, espera mais um pouco. É seu termômetro pessoal e grátis.

Sem o Ingrediente X? Bora improvisar!

Trocas inteligentes para salvar o dia

Esqueceu de comprar algo? Relaxa. Achocolatado pode ser substituído por cacau em pó 100% (use a mesma medida, mas adicione 1 colher de sopa a mais de açúcar). Leite integral pode ser qualquer outro leite vegetal (aveia, amêndoas) ou até mesmo água, mas a textura fica um pouco menos cremosa. Manteiga derretida troca fácil por óleo de coco ou mesmo óleo vegetal neutro. E se não tiver fermento em pó, pode usar apenas o bicarbonato, mas aí adicione 1 colher de chá de vinagre ou suco de limão ao leite antes de misturar – a reação química vai dar uma ajudinha na maciez.

Para Todo Mundo Comer (Sim, Todo Mundo!)

Versões sem glúten, vegana e mais

Sem glúten: Troque a farinha de trigo por uma mistura pronta sem glúten ou por farinha de arroz. A textura pode ficar um pouco mais quebradiça, mas ainda é ótima. Vegana: Substitua o ovo por 1 colher de sopa de semente de linhaça moída hidratada em 3 colheres de água (deixe 5 minutos até gelificar) ou por ¼ de xícara de purê de banana. Use manteiga vegetal ou óleo. O leite, claro, pode ser vegetal. Low carb/proteica: Aqui a mudança é maior. Substitua a farinha por uma mistura de farinha de amêndoas e proteína whey sabor chocolate (em proporções iguais). O açúcar por um adoçante que vá ao forno/fogo, como eritritol. Fica uma panqueca totalmente diferente, mas muito saborosa e saciativa.

O Momento da Virada: Como Virar a Panqueca sem Drama

Esse é o passo que mais tira o sono, né? A panqueca tá lá, linda, e você tem que arriscar a virada. Meu conselho: use uma espátula fina e larga (daquelas de virar bife, mas limpa, óbvio). Deslize ela por debaixo de toda a panqueca, com firmeza e decisão. Não seja tímido. Se a borda já estiver solta e o fundo dourado, ela vai sair inteira. E se raspar um pouquinho? Nada acontece, feijoada. A próxima sai perfeita. A Daiane, no começo, virava com dois garfos. Funcionava, mas o risco de furar era maior. Hoje ela é expert na espátula.

Modo Chef: Como Elevar Isso Aqui a Outro Patamar

Quer impressionar? Em vez do achocolatado comum, use cacau em pó 70% + 1 colher de sopa de açúcar mascavo na massa. Na calda, substitua a margarina por manteiga com sal e adicione uma pitada de canela ou uma baunilha ralada na hora. Na hora de servir, não basta derramar a calda. Faça um "painting" no prato, empilhe as panquecas, regue e finalize com flocos de sal marinho, raspas de laranja ou pedaços de avelã torrada. A diferença de sabor e apresentação é absurda. Parece coisa de restaurante caro.

O Que Servir Junto? Vamos Além do Óbvio

Calda de chocolate é clássico, mas bora variar. Uma bola de sorvete de baunilha derretendo por cima é um clássico que nunca falha. Fatias de banana caramelizada com uma pitada de canela fazem uma combinação perfeita. Para um contraste de sabor incrível, experimente com uma colherada de cream cheese ou requeijão doce (sim, sério!). E para beber? Um café preto forte corta a doçura perfeitamente. Ou um copo de leite gelado, para a nostalgia total. Em um brunch, fica incrível ao lado de frutas frescas e uma porção de bacon crocante (confia, o salgado com o doce funciona).

Fazer Gostoso sem Gastar Rios

Carnê do IPVA venceu e o orçamento tá curto? Dá pra fazer essa receita gastando pouco. Use achocolatado mais em conta, a função principal é dar sabor e cor. A manteiga pode ser substituída por margarina ou até óleo mesmo. O leite integral pode ser o semidesnatado, que costuma ser mais barato. E a calda? Em vez de fazer com leite, faça uma simples mistura de achocolatado com água quente e uma pitada de maisena para engrossar. Fica menos cremosa, mas ainda assim molhadinha e saborosa. O importante é não abrir mão do momento gostoso.

Ah Não! Deu Ruim. E Agora, José?

Como salvar a receita do apocalipse culinário

A massa ficou muito grossa? Adicione leite, uma colher de sopa de cada vez, até chegar na consistência de iogurte espesso. Ficou muito líquida? Peneira mais um pouco de farinha, aos poucos. A panqueca está queimando por fora e crua por dentro? Abaixa o fogo AGORA. Da próxima, esfria a frigideira um pouco e reinicia no fogo mais baixo. A calda virou um tijolo? Adicione um pouco de leite quente e mexa em fogo baixo até dissolver. Nada deu certo e as panquecas estão uma tristeza? Corte tudo em pedacinhos, misture com a calda e use como recheio para um bolo ou camada num pote de sorvete. Zero desperdício, novo sobremesa criada. Você é um gênio.

Cansou do Clássico? Tenta Essas Versões Malucas

Adicione à massa: 1/2 xícara de gotas de chocolate meio amargo (vira panqueca de chocolate duplo). Ou 1 banana amassada (fica incrivelmente úmida e com sabor suave de banana). Para os ousados, uma colher de chá de pimenta chili em pó ou uma pitada de sal defumado dá um contraste sensacional. Já fiz uma versão "florestal" adicionando um punhado de frutas vermelhas congeladas à massa. Elas soltam um suquinho ácido que corta o doce. A Daiane torceu o nariz quando falei da pimenta, mas experimentou e aprovou. Quase não acreditei.

Coisas Que Ninguém Conta Sobre Panqueca de Chocolate

Primeiro: a frigideira ideal não é a antiaderente novinha em folha, mas aquela já curada, com uma certa história. Ela distribui o calor de forma mais uniforme. Segundo: o cheiro que invade a casa enquanto você faz essas panquecas tem um poder secreto. É um gatilho emocional fortíssimo para crianças (e adultos com memória afetiva). Vai criar lembranças. Já recebi mensagem de amigo dizendo que o filho dele associou o cheiro a "manhãs felizes". Isso não tem preço, né?

De Onde Veio Essa Ideia de Colocar Chocolate na Panqueca?

A panqueca doce é milenar, mas a versão chocolate é uma invenção bem mais moderna, filha do século 20 e da popularização do cacau em pó e achocolatados. Ela não tem uma origem específica, mas é uma evolução natural daquelas panquecas americanas (pancakes) que ganharam o mundo. O que é curioso é como o bicarbonato reage com os componentes ácidos do chocolate em pó e do leite, ajudando na maciez. Não é só o fermento que trabalha! É uma pequena reação química acontecendo na sua frigideira. A Daiane, que é bióloga, adora esse fato. Ela fica explicando enquanto eu viro as panquecas.

Perguntas que Todo Mundo Faz (e as Respostas)

Posso fazer a massa na véspera? Não recomendo. O fermento e o bicarbonato perdem força e suas panquecas podem ficar "pancadas". Faça na hora.
Por que às vezes fica com gosto amargo? Pode ser o chocolate em pó muito amargo sem ajuste no açúcar, ou você usou bicarbonato em excesso. Meça certinho!
Douro dos dois lados? Sim! O segundo lado cozinha mais rápido, mas deve ficar com uma cor dourada suave também.
Posso congelar? Pode! Depois de frias, intercale com papel manteiga em um pote. Descongele na frigideira ou micro-ondas. A calda também congela bem.
É a mesma coisa de panqueca americana? Quase! A base é similar, mas a adição generosa de chocolate (e muitas vezes só o bicarbonato, sem fermento) dá uma textura mais densa e úmida, quase de bolo.

"O Que Combina com Esse Sabor?" - Uma Experiência Sensorial

Pensa no sabor: é doce, terroso (do cacau), com um toque amanteigado. Combina com coisas que contrastam ou complementam. Contraste salgado: bacon, queijos maturados suaves, flocos de sal. Contraste ácido: frutas vermelhas, iogurte natural, geleia de damasco. Complemento cremoso: chantilly, nutella, doce de leite. Complemento crocante: granola, nozes picadas, farelo de biscoito. Fecha os olhos e experimente uma garfada com um pedacinho de morango e uma lasca de amêndoa. É uma festa na boca. Me conta depois qual foi sua combinação favorita!

Agora que você já domina a base, bora ver como esse clássico pode se transformar em 10 lanches incríveis

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Pra quem não quer sair da linha

autor: Receita Natureba

Olha, eu já encarei aquela dieta que faz a gente sonhar com doce. O que salva é ter uma alternativa que não pareça castigo. Essa versão com farinha de aveia e cacau em pó é um coringa pra isso. A dica que eu peguei de um amigo nutricionista é: bate a aveia no liquidificador até virar uma farinha fininha. Faz uma diferença absurda na textura, porque ninguém merece panqueca com farelo, né?

E sabe o que é legal? A frutose da banana, que a receita sugere, já adoça naturalmente. Eu confesso que as primeiras vezes coloquei um pouquinho de açúcar mascavo, quase que por vício, mas depois acostumei. Fica tão bom que nem parece "fit". É só uma panqueca honesta e gostosa.

3º. Quando a banana está lá, pedindo pra ser usada

autor: Cookflix

Essa aqui é solução pra dois problemas clássicos: banana madura demais na fruteira e fome repentina de doce. A banana amassada na massa é o truque. Ela deixa tudo úmido e adocicado, sabe? Parece besteira, mas tem uma coisa: o ponto fica meio diferente do tradicional. A massa fica mais pesadinha, então na hora de virar na frigideira, seja gentil. Eu já perdi uma no chão por falta de paciência, aprendi na marra.

Combina com um fio de mel ou, se você quiser algo realmente especial, uma colherada de pasta de amendoim cremosa derretendo por cima. É um café da manhã que te deixa feliz o dia todo, juro.

4º. A combinação clássica que nunca falha

Chocolate e morango. Não tem como errar, é uma verdade universal. O que eu gosto nessa abordagem é que ela não complica. Às vezes a gente vê receitas que querem transformar a panqueca num bolo de casamento, cheio de camadas. Aqui, é sobre frescor. A dica de ouro é usar os morangos bem fresquinhos e cortá-los só na hora de servir, se possível.

Um chantilly caseiro, daquele feito na hora, eleva isso aqui a outro patamar. Mas pra ser sincero, num dia comum, só os morangos limpos em cima da panqueca quentinha já são o suficiente. O calor derrete o chocolate e esquenta a fruta, fica um perfume na cozinha que é de lamber os dedos.

5º. Para os fãs do chocolate branco

Eu sempre achei que chocolate branco era doce demais pra uma massa inteira. Achei, no passado. A questão é o contraste. Essa receita me mostrou que se você usar uma fruta ácida como acompanhamento – pense em framboesa ou morango – o equilíbrio é perfeito. O aviso do vídeo é importante mesmo: cuidado com o açúcar extra.

Experimenta botar menos açúcar na massa do que você está acostumado. Eu cortei pela metade da minha medida usual e ficou ótimo. A doçura do chocolate branco mesmo, quando derrete, já dá conta do recado. É uma versão mais delicada, sabe?

6º. Para todo mundo comer junto

Essa é a prova de que dá pra fazer uma panqueca incrível sem nada de origem animal. O maior desafio, pra mim, sempre foi fazer ela desgrudar da frigideira sem ovo. O segredo tá no óleo bem aquecido e numa boa frigideira antiaderente – não adianta querer economizar aqui. E o leite vegetal faz diferença no sabor.

Testei com leite de amêndoas e de aveia. O de aveia deixa um sabor mais neutro, o de amêndoas dá um toque especial que combina muito com o chocolate. É uma receita inclusiva de verdade, daquelas que você serve pra galera sem precisar ficar explicando mil adaptações.

7º. A sobremesa de impacto rápido

Panqueca com sorvete é daquelas ideias que a gente pensa "por que não fiz isso antes?". É simples, mas o resultado parece de restaurante. O contraste quente-frio é a magia. Só tem um detalhe: faz a panqueca um pouco mais finha. Se ela for muito grossa e quente por dentro, o sorvete vira uma poça instantânea. Aprendi isso servindo pra Daiane, que ficou com uma cara de "é pra comer ou beber?".

Bota a panqueca ainda quente no prato, uma bola de sorvete bem no meio e fecha rápido. O calor amolece o sorvete só o suficiente pra criar uma cremosidade que mistura com o chocolate. Perigo: risco de querer repetir o prato.

8º. Quando a vontade é de festa

Brigadeiro e panqueca. Soa como uma dupla óbvia, mas tem um truque pra não ficar enjoativo. A sugestão do vídeo de usar um brigadeiro mais amargo é genial. Porque a massa já tem seu doce, então um recheio com cacau 70% corta a doçura e fica sofisticado. Eu faço um brigadeiro mole, daqueles que escorre só um pouquinho da colher.

E ah, não precisa fazer uma montanha. Um fio no meio de cada panqueca, você dobra ela igual a um pastel, e fica perfeito. Com granulado por cima, vira atração principal de qualquer tarde de filme em casa.

9º. A que vira rotina saudável

Aveia e cacau em pó puro, sem aqueles achocolatados cheios de açúcar. Essa é a base mais honesta pra uma panqueca que você pode comer sem culpa várias vezes na semana. O cacau em pó dá aquele amargor gostoso de chocolate de verdade. A textura da aveia é mais densa, satisfatória, sacia mesmo.

Minha combinação favorita é passar uma camada fininha de pasta de amendoim integral (só amendoim, sem nada mais) e colocar rodelas de banana por cima. Parece café de atleta, mas é só um café da manhã que te dá energia de verdade e mata a vontade de doce logo cedo. Funciona.

10º. Para um brunch com cara de especial

Frutas vermelhas congeladas são uma mão na roda pra essa receita. Elas soltam um caldinho ácido que corta a doçura do chocolate de um jeito incrível. Eu sempre tenho um pacote no freezer pra emergências doces. A dica é não cozinhar as frutas por muito tempo com a massa, senão elas viram uma geléia e somem.

Eu gosto de fazer a panqueca simples, empilhar duas ou três, e aí jogar um punhado dessas frutas por cima, ainda meio congeladas. O calor da panqueca vai descongelando elas devagar. Fica lindo no prato e o sabor é complexo, sabe, nada monótono.

11º. Para os verdadeiros chocólatras

Ganache. A palavra já é convidativa. É a versão adulta e chique da cobertura de chocolate. E o melhor: é fácil. Só precisa de chocolate bom e creme de leite quente. A proporção é tudo. Mais creme de leite, fica mais mole, tipo calda. Mais chocolate, fica mais firme, pra passar como recheio.

Eu uso meio amargo sempre. Derramo uma colher generosa em cima da panqueca ainda na frigideira, deixo derreter um pouquinho e espalho. Quando tiro, ela fica brilhante, profissional. É a minha escolha pra quando quero impressionar alguém, ou só pra me mimar mesmo, sem motivo nenhum. Às vezes não precisa de motivo, certo?

Bom, são muitas opções, né? Confesso que fiquei com vontade de fazer a de sorvete de novo só de escrever. Me conta nos comentários do artigo qual dessas chamou mais sua atenção, ou se você já tem uma versão secreta aí na sua casa. Adoro trocar ideias sobre isso!

Última modificação em Quinta, 11 Dezembro 2025 00:06

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

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