Torta Capixaba: Segredo Culinário do Espírito Santo

  • Uma maneira diferente de comer peixe.
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Se você já viu uma torta capixaba e pensou: “isso é comida de outro mundo”, você não está sozinho. Eu também achei.

Na primeira vez que tentei, usei camarão congelado, esqueci de dessalgar o bacalhau direito e o colorau virou lama. A torta saiu do forno como um desastre de texturas, e mesmo assim, a Daiane comeu até a última fatia sem falar nada. Só depois me disse: “Ficou com cara de viagem.”

Isso me ensinou algo: o segredo não é a quantidade de frutos do mar, é o equilíbrio. O bacalhau precisa de tempo, o palmito precisa de água quente, e o colorau? Ele não é só cor. É o fundo que faz tudo parecer mais antigo, mais de verdade. Não tem jeito fácil. Mas quando dá certo, o cheiro que sobe do forno é o mesmo que eu senti em Vitória, numa feira de domingo, sem saber que um dia ia tentar replicar.

Se você tá com os ingredientes na geladeira e só quer saber se vale a pena, vale. A receita está lá embaixo. Me conta depois: você também teve aquele momento em que a comida te levou pra outro lugar?

Receita de torta capixaba: Saiba como fazer

Rendimento
Serve até 6 pessoas
Preparação
40 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Tudo isso parece muito, mas é o jeito capixaba. Eu já tentei fazer com menos. Ficou parecendo uma torta de legumes com peixe. Não era a mesma coisa. Se não tiver aratu, não insista. O resto você encontra no mercado da esquina. E se o bacalhau não estiver dessalgado, não comece. Vai dar errado.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 250g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 385 kcal 19%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Fibra Dietética 3.2g 13%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 35.8g 72%
Gorduras Totais 18.6g 24%
   Saturadas 3.8g 19%
   Trans 0g 0%
Colesterol 285mg 95%
Sódio 980mg 43%
Potássio 620mg 13%
Ferro 4.5mg 25%
Cálcio 180mg 14%
Vitamina B12 3.2µg 133%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 12.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Pescetariano: Rica em frutos do mar
  • Alto em Proteína: 35.8g por porção
  • Rico em Ferro: 25% do VD

Alertas & Alérgenos

  • Alérgenos: Contém frutos do mar (camarão, siri, mexilhão, aratu) e ovos
  • Sódio moderado: Atenção para hipertensos devido ao bacalhau
  • Alto colesterol: 95% do VD - moderar consumo
  • Insight: Excelente fonte de Ômega-3 e vitamina B12 para saúde cerebral

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Refogado:

  1. Coloque bastante azeite numa panela de barro, se não tiver, use a de ferro. Azeite quente, mas não fumegando. Adicione a cebola cortada em cubos e deixe murchar, bem devagar.
  2. Quando a cebola começar a ficar transparente, junte o alho picado. Mexa com cuidado, só o suficiente pra não queimar. Se cheirar queimado, começa tudo de novo.
  3. Adicione o colorau e misture bem. Deixe ele soltar o cheiro, uns 30 segundos. Não deixe mais, senão fica amargo.
  4. Acrescente o tomate passado no liquidificador, sem água, só a polpa. Cozinhe até virar um purê, quase seco. É nesse ponto que a cor da torta nasce.

Palmito e frutos do mar:

  1. Enquanto isso, ferva água com um pouco de vinagre e sal. Coloque o palmito e deixe por 10 minutos. Escorra bem. Não deixe na água depois.
  2. Na mesma panela onde está o refogado, adicione o bacalhau desfiado, o camarão, o siri, o mexilhão e o aratu. Mexa com calma, só pra misturar. Não cozinhe muito, eles vão terminar no forno.
  3. Junte o palmito escorrido, as azeitonas picadas e metade da cebolinha e coentro. Misture de novo. Prove. Se precisar de sal, coloque pouco. O bacalhau já dá o seu.

Creme de ovos:

  1. Na batedeira, bata as claras até ficarem em neve. Adicione uma pitada de sal. Não precisa de açúcar.
  2. Quando estiver firme, comece a acrescentar as gemas uma a uma, esperando cada uma se incorporar antes de colocar a próxima. Não apresse. Se fizer rápido, o creme vai rachar.
  3. Despeje metade desse creme sobre a mistura de frutos do mar e mexa com uma espátula, bem devagar, só pra distribuir. Não bata.

Montagem e assamento:

  1. Despeje a mistura na panela de barro. Cubra com o restante do creme de ovos, espalhando com cuidado, como se estivesse cobrando um bolo.
  2. Decore com rodelas grossas de cebola e algumas azeitonas inteiras. Não exagere. A torta tem que parecer simples, mas cheia de história.
  3. Leve ao forno pré-aquecido a 200°C por 20 minutos, ou até o topo dourar e ficar firme ao toque. Não espere ficar escuro. Só dourado.
  4. Retire, deixe descansar 5 minutos. Espalhe o resto da cebolinha e coentro por cima. Sirva morno, não quente.

Fiz essa torta pela primeira vez em um sábado de chuva. Tinha tudo na geladeira, menos o aratu. Fiz igual a receita, só omiti. A Daiane comeu, olhou pra mim e disse: “não é a mesma coisa, mas ainda assim, é bom.” Acho que foi o maior elogio que já ouvi.

Não precisa ser perfeito. Precisa ser honesto. Se o bacalhau não estiver bem dessalgado, não force. Se o colorau for de pacote, use. Mas não compre o mais barato. Ele tem cheiro, e isso conta.

Já fez? O que mudou? Trocou o aratu por alguma coisa? Esqueceu o palmito? Me conta nos comentários, eu quero saber se você também sentiu que, por um instante, a cozinha virou uma feira em Vitória.

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Essa torta capixaba é daquelas que some rápido da mesa, mas se sobrar (milagre!), guarde na geladeira por até 2 dias em pote hermético. Quer congelar? Pode, mas só a parte de peixes - o creme de ovos não vai bem no freezer. Descongele na geladeira e aqueça no forno com papel alumínio por cima pra não ressecar.

E as calorias?

Uma fatia generosa de 250g fica em torno de 385 kcal - como mostra nossa tabela nutricional completa. A boa notícia: é proteína pura! Bacalhau, camarão e siri turbinam o valor nutricional com 35g de proteína por porção, além de ser uma excelente fonte de vitamina B12 e ômega-3.

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Aratu difícil? Usa caranguejo desfiado ou até carne de siri enlatada (sim, eu já fiz e fica bom)
• Palmito in natura caro? O de vidro resolve, mas deixe de molho pra tirar o ácido
• Colorau acabou? Páprica doce + uma pitada de pimenta dá um jeito
• Azeitonas verdes: as pretas salvam, mas reduza o sal depois

Os 3 pecados capitais da torta capixaba

1. Excesso de líquido: se o refogado ficar muito molhado, a torta vira sopa. Solução? Deixe reduzir bem o tomate.
2. Bater as claras errado: ponto de neve firme é sagrado! Se tiver dúvida, vira a tigela - se não cair, tá no ponto.
3. Misturar com força: quando juntar o creme de ovos, seja delicado senão a torta fica "baixinha".

Truque secreto da panela de barro

Não tem panela de barro? Eu também não! Use uma frigideira de ferro fundido ou refrateário, mas esquente bem antes. Um hack da Daiane: forrar com folha de bananeira (achamos na feira da Liberdade) dá um aroma incrível - só umidecer antes pra não queimar.

O que serve junto?

Bebida: vinho branco bem gelado ou uma cerveja artesanal leve
Acompanhamento: arroz branco simples ou pirão de farinha de mandioca (combinação clássica!)
Toque final: molho de pimenta caseiro pra quem gosta de arder

Versão "faz-me-rir" para convidados

Quer surpreender? Faz mini tortinhas em forminhas de empada! Ou a versão "pobre premium" que inventamos numa sexta-feira: usa só camarão e palmito, mas bota um pouco de catupiry por baixo do creme de ovos. Nossa, que pecado gostoso...

O momento crítico: ponto de neve

Já perdi uma torta inteira por pressa aqui. Dicas: tigela SEM gordura (limpa com limão se tiver dúvida), batedeira em velocidade média e... paciência! Se bater demais, as claras "quebram". Dica bônus: bata as claras por último, assim não esperam muito pra serem usadas.

Sobrou? Vira outra receita!

O refogado de peixes que não virou torta vira:
• Recheio de panqueca (com queijo coalho fica divino)
• Creme para massa seca - só adicionar um pouco de leite de coco
• Ou a nossa favorita: mistura com farinha de mandioca e faz bolinhos fritos no dia seguinte!

Modo chef Michelin (quase)

Passe o creme de ovos por peneira fina antes de cobrir a torta - fica ultra liso. Na hora de servir, salpique microfolhas de coentro e rega com azeite trufado. Juro que uma vez fizemos isso pra comemorar aniversário de casamento e até a sogra elogiou!

De onde vem essa maravilha?

A torta capixaba nasceu da mistura de influências indígenas, portuguesas e africanas no Espírito Santo. Originalmente feita para a Sexta-Feira Santa, virou símbolo do estado! O segredo está nos frutos do mar frescos - por isso sempre peço na feira de Santos (aqui em SP) na sexta de manhã, quando chega a pesca do dia.

2 fatos que ninguém conta

1. O colorau não é só cor: ajuda a conservar os peixes! Herança indígena esperta.
2. Panela de barro não é frescura - o material regula temperatura perfeitamente e deixa o fundo crocante (sim, já testei em panela normal e faz diferença mesmo).

Perguntas que sempre me fazem

"Posso usar peixes congelados?" Pode, mas descongele na geladeira antes e seque bem - água é inimiga da torta.
"Ovos batidos podem ser feitos na mão?" Até podem, mas prepare o braço - leva uns 15 minutos de bate-bate!
"Serve fria?" Tradicionalmente não, mas eu adoro no dia seguinte direto da geladeira (me julguem).

Harmonização capixaba

O amarguinho da azeitona com o doce do palmito + o umami dos frutos do mar cria um balé na boca. Para potencializar: sirva com uma saladinha de folhas amargas (radicchio ou rúcula) que corta a riqueza da torta. E não esquece o limãozinho!

Confissões de um cozinheiro arrependido

Uma vez tentei fazer versão light com claras só... virou uma tristeza seca. Outra vez, Daiane colocou bicarbonato no creme de ovos "pra crescer mais" - cresceu tanto que transbordou no forno! Moral da história: receita tradicional tem segredos por um motivo.

Se TUDO der errado...

• Massa não cresceu? Transforma em "migas de peixe" - refoga com farinha de mandioca e faz uma farofa gourmet
• Queimou embaixo? Raspa o fundo (ninguém precisa saber) e disfarça com mais cebolinha por cima
• Frutos do mar ficaram borrachudos? Pica tudo bem pequeno e vira recheio de pastel - crise viram oportunidade!

Sabia que...

Em Vitória, tem disputa de melhores tortas capixabas todo ano! E olha que curioso: originalmente não levava ovo - a versão com creme surgiu como adaptação da culinária portuguesa. E tem mais: o aratu (aquele caranguejinho) é colhido manualmente nos manguezais capixabas - por isso o preço salgado em SP.

Completa a Experiência Capixaba: Combinações Perfeitas para sua Torta

Depois de preparar aquela torta capixaba que já está deixando a casa com um cheiro incrível, que tal montar um menu completo? Selecionamos aqui opções que casam perfeitamente com esse prato típico do Espírito Santo. Dai até já deu dica: "se for fazer, faz direito - capricha no acompanhamento!"

Para Servir Como Prato Principal

Filé de pescada: leve e saboroso, equilibra bem o peso da torta capixaba.

Moqueca capixaba: já que estamos no clima, que tal a clássica da região? Combina e faz dupla perfeita.

Peixe assado com ervas: simples, mas sempre cai bem com pratos mais elaborados como a torta.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Macarrão com molho de tomate: versátil e sempre bem-vindo, principalmente se a turma for grande.

Arroz branco soltinho: básico que nunca falha, ainda mais para quem gosta de montar o prato com tudo misturado.

Farofa de banana: doce e crocante, contrasta com os sabores marcantes da torta.

Salada verde bem temperada: frescor necessário para equilibrar - aqui em casa sempre fazemos com limão siciliano.

Doces para Finalizar com Chave de Ouro

Bolo com goiabada (aprenda a receita): combinação clássica que nunca desaponta, principalmente se ainda estiver quentinho.

Casadinho de goiabada (passo a passo no link): pequeno mas poderoso, perfeito para quem quer só um docinho depois da refeição.

Sobremesa de pêssego tradicional: leve e refrescante, ótima para dias mais quentes.

Pudim de leite condensado: porque algumas tradições não podem ser quebradas, certo?

Bebidas para Harmonizar

Suco de maracujá gelado: a acidez corta a riqueza da torta - meu preferido pessoalmente.

Água de coco natural: refrescante e combina com a vibe praiana da torta capixaba.

Limoada bem gelada: simples mas eficaz, principalmente se colocar algumas folhas de hortelã.

Chá gelado de pêssego: para quem quer algo diferente mas sem complicação.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa já temos nossa favorita (Dai sempre pede o casadinho de goiabada, sem surpresas), mas adoraríamos saber como ficou sua experiência! Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua mesa também.

Descubra 10 maneiras incríveis de preparar essa maravilha capixaba

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando o bacalhau é o protagonista

Autor: Receitas sem Medidas

Te confesso que sempre tive medo de trabalhar com bacalhau, aquela história de dessalgar parece uma ciência exata, né? Mas essa receita me mostrou que o segredo está na troca de água. Deixei o meu de molho por 24 horas, trocando a água umas 4 vezes, e ficou no ponto perfeito.

O que mais gosto nessa versão é como ela valoriza o sabor do peixe sem precisar de mil ingredientes. E sobre a dica de trocar palmito por batata, testei e funciona bem, mas a textura fica diferente, mais encorpada, sabe? Depende do que você está buscando.

3º. Repolho que surpreende

Autor: Janete Culinarista Bom sabor

Nunca imaginei que repolho combinaria com frutos do mar até tentar essa receita. A Janete tem um truque genial: ela refoga o repolho rapidamente para tirar aquele sabor muito cru, mas mantém a crocância. Fica no meio termo perfeito.

Essa versão com sardinha é ótima para quando você quer algo mais econômico mas não quer abrir mão do sabor. A sardinha dá aquela potência, e o repolho equilibra com seu sabor suave. Perfeita para o dia a dia!

4º. Camarão no ponto certo

A primeira vez que fiz camarão na torta, ele ficou borrachudo, cozinhei demais, claro. A Jô ensina a adicionar os camarões quase no final, quando o recheio já está quase pronto. Parece óbvio, mas ninguém me avisou antes!

Essa receita é mais completa, com sururu e vários frutos do mar. Fica incrível para datas especiais, mas confesso que precisei ir na feira buscar o sururu, não é sempre que tenho em casa. Vale cada minuto do preparo, te garanto.

5º. Dupla infalível: palmito e sardinha

Essa combinação me pegou de surpresa, palmito e sardinha parecem opostos, mas se complementam de um jeito incrível. O palmito traz frescor e a sardinha dá profundidade. Aprendi aqui a escorrer bem o palmito para não ficar aquela água no fundo da forma.

É a receita mais rápida de todas, ideal para quando chego tarde em casa mas quero algo especial. Em 40 minutos está na mesa, e sempre sobra para o almoço do dia seguinte.

6º. Versão descomplicada

Às vezes a gente quer o sabor mas não tem paciência para processos muito longos, né? Essa versão resolve isso mantendo a essência da torta. A técnica de espremer o palmito com pano é fundamental, sem isso, fica água demais e a massa não assa direito.

Fiz essa para um almoço de domingo e todo mundo adorou. Mesmo sendo a versão simples, tem todo aquele sabor característico que a gente ama.

7º. Frango que conquista

Se tem alguém na sua família que não gosta de peixe, essa versão com frango é a salvação. O repolho aqui funciona como na receita original, dando crocância e frescor. Usei frango desfiado que tinha congelado e ficou perfeito.

É bem mais leve que as versões com frutos do mar, mas mantém aquela identidade da torta capixaba. Boa pedida para introduzir o prato para quem nunca experimentou.

8º. Na panela de barro tradicional

Comprei uma panela de barro só para testar essa receita, e agora entendo por que é tradição. O cozimento é diferente, mais uniforme, e a torta não gruda. Só precisei lembrar de curar a panela antes, senão ela racha.

O sabor fica com um toque especial, terroso, que lembra mesmo as tortas que comi no Espírito Santo. Demora um pouco mais para assar, mas a espera vale a pena.

9º. Leveza da nuvem de ovos

Essa técnica da nuvem de ovos mudou completamente minha relação com a torta. Batendo as claras em neve e incorporando delicadamente, o resultado fica aerado, quase como um suflê. Dica importante: não pode bater demais as claras, senão perde a leveza.

É a versão mais elegante de todas, perfeita para quando tenho visitas. E mesmo sendo mais trabalhosa, o resultado impressiona tanto que sempre perguntam qual é o segredo.

10º. Low carb sem perder o sabor

Estava cético sobre uma versão low carb que mantivesse a essência, mas essa receita me surpreendeu. Ela usa uma base de ovos e queijos que funciona como a massa tradicional, mas sem farinha. Fica diferente, claro, mas muito saborosa.

Perfeita para quem está cuidando da alimentação mas não quer abrir mão dos sabores tradicionais. A Daiane experimentou e nem acreditou que era low carb!

11º. Opção vegetariana

Como adaptar um prato tão marcado pelos frutos do mar? A Bia encontrou uma solução inteligente usando palmito e repolho como estrelas, com os ovos dando liga. Fica surpreendentemente saboroso, mantendo a textura característica.

É importante avisar que leva ovos, então não é vegana. Mas para vegetarianos que consomem ovo, é uma ótima alternativa para experimentar essa delícia capixaba.

E aí, qual dessas versões mais te chamou a atenção? Receitas de personalidades únicas. Se testar alguma, volta aqui e conta como foi, adoro saber das experiências de vocês com essas receitas!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 15:18

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

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O colorau dá cor mas não pode exagerar, senão escurece demais
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