13 Receitas de Empadinha de Liquidificador + Versões Desse Lanche Fácil, Prático e Delicioso para Surpreender Todo Mundo

  • Um prato versátil, saboroso e super rápido de ser preparado!
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Rendimento
17 empadinhas
Preparo
40 min
Dificuldade
Fácil

A verdade é que eu sempre tive uma relação de amor e ódio com massa de empadinha. Adoro comer, mas a preguiça de fazer aquela massa que precisa sambar na bancada era maior. Até que a Daiane, numa daquelas tardes de sábado, soltou: "por que não tenta no liquidificador?" Foi a sacada que faltava. Depois de ajustar as medidas baseado no que aprendi em confeitaria, cheguei numa massa que é um milagre de praticidade. O segredo tá no parmesão ralado na hora, ele dá um sabor incrível e ajuda na textura.

A massa fica tão lisa no liquidificador que parece creme, e na forminha ela cresce uniforme, ficando dourada e crocante por fora, macia por dentro. Essa receita de empadinha de liquidificador virou nosso coringa para visitas inesperadas. É rápida, versátil e sempre impressiona. Quer ver como é simples? O passo a passo tá logo abaixo, pronto pra salvar seu dia.

receita de empadinha de liquidificador Simples: saiba como fazer

Ingredientes

0 de 11 marcados

Para a massa:

Para pincelar e finalizar:

Ah, você vai precisar de um pouco de óleo ou azeite só pra untar as forminhas. Capricha nessa parte, é o que garante que elas saiam inteiras depois de assadas.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Fazendo a massa no liquidificador:

  1. Liga o forno em 200°C. Enquanto isso, pega o liquidificador. É sério, é tudo nele. Coloca dentro os ovos, o óleo, o leite, o queijo parmesão e o sal. Nem precisa misturar antes.
  2. Tampa e bate por cerca de 1 minuto. A mistura vai ficar bem homogênea, cremosa e com umas bolhinhas. É o sinal de que tá no ponto.
  3. Agora, com o liquidificador ainda ligado, você vai adicionar a farinha de trigo peneirada. Joga pela abertura do copo, em fio. Bate só por uns 20 segundos, até incorporar. Não passa muito disso, senão pode desenvolver o glúten e a massa ficar dura. A consistência é de um creme grosso, que escorre da colher devagar. É exatamente isso que a gente quer.

Montando e assando as empadinhas:

  1. Pega suas forminhas de empada (aquelas de alumínio mesmo) e unte bem cada uma com um fio de óleo ou azeite. Usa um pedaço de papel toalha ou um pincel. Essa etapa é chata, mas crucial. Se pular, vai se arrepender na hora de desenformar.
  2. Coloque a massa nas forminhas. Enche só 1/3 da altura de cada uma. Usa uma colher de sopa ou uma concha pequena pra ajudar, a massa é meio grudenta.
  3. Agora, coloque o recheio. Uma colher de chá cheia já basta. Com a ponta de um garfo, pressiona o recheio levemente para baixo, para ele afundar um pouco na massa base e não transbordar. Não precisa compactar muito.
  4. Complete a forminha com mais massa, até quase a borda. Deixa um espacinho de uns 2mm, porque ela cresce um pouquinho. A massa vai cobrir todo o recheio.
  5. Leva a assadeira com as forminhas para o forno já quente e deixa assar por 20 minutos. Não abre o forno antes disso, senão elas murcham.
  6. Enquanto isso, prepara a gema para pincelar. Num potinho, mistura a gema com a colher de chá de água, até ficar bem lisinha.
  7. Passados os 20 minutos, tira a assadeira do forno com cuidado. As empadinhas já vão estar firmes, mas ainda clarinhas. Pincela a gema diluída em cima de cada uma. Cuidado para não encostar o pincel no recheio. Depois, polvilha um pouco de orégano.
  8. Devolve a assadeira ao forno por mais 10 minutos, ou até ficarem com aquele dourado bonito e uniforme. O cheiro na cozinha vai ficar insuportável de bom.
  9. Tira do forno e deixa esfriar por uns 5 minutos na assadeira. Depois, com elas ainda mornas, vai desenformando. Vira de cabeça para baixo na palma da mão e dá uma batidinha leve. Se você untou bem, elas saem inteirinhas, redondinhas e perfeitas.

A Daiane sempre me apressa nessa parte do recheio, quer colocar mais. Mas colocar demais faz a empada rachar ou o recheio vazar. Menos é mais aqui, confia.

Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 1 empadinha (aproximadamente 45g)

CALORIAS145 kcal
PROTEINAS4.8g
GORDURAS8.7g
OvolácteoInfantilEnergia RápidaContém glúten, farinha de trigo na massaContém lactose, leite e queijo parmesãoContém ovos, massa e pincelamento

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados, não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

E aí, viu como é prático? A massa fica com uma textura incrível, meio que um meio-termo entre folhada e massa podre, e o sabor do parmesão marca um gostinho leve que combina com qualquer recheio. É daquelas receitas que você memoriza de tanto fazer.

Essa quantidade rende umas 17 unidades, dependendo do tamanho da sua forma. Se sobrar massa, ela guarda na geladeira por um dia em um pote fechado. Agora me conta: qual recheio você vai colocar aí dentro? Tem um favorito? Se fizer, aparece aqui nos comentários e me diz se a massa realmente não grudou na forma. Adoro saber se as dicas funcionaram direitinho na sua cozinha.

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura essa belezinha?

Essas empadinhas são perfeitas pra comer quentinhas, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 3 dias. Se quiser congelar, embala direitinho e dura até 1 mês. Só esquentar no forno antes de servir pra ficar crocante de novo. A Daiane uma vez esqueceu uma forminha no fundo da geladeira por uma semana... Melhor nem contar o final dessa história.

Sem trigo? Sem problema!

Troque a farinha de trigo por farinha de arroz + 1 colher de sopa de amido de milho pra ficar sem glúten. Vegano? Substitua os ovos por 2 colheres de sopa de chia hidratada e use leite vegetal. E o queijo parmesão? Pode pular ou usar aqueles farelos veganos que imitam queijo.

Truque secreto da massa perfeita

Se a massa ficar muito líquida (acontece dependendo do tamanho dos ovos), acrescente farinha aos poucos até ficar tipo creme grossinho. E olha essa dica de ouro: unte as forminhas com azeite usando um pincel, fica mais uniforme que só jogar óleo.

Os 3 pecados capitais das empadinhas

1) Encher demais a forminha, a massa cresce! 2) Não apertar o recheio com garfo, aí ele fica solto. 3) Tirar antes da hora, tem que dourar bem por baixo também. Já cometi todos esses erros numa fornada só, resultado: empadinhas desmontáveis (mas comemos tudo mesmo assim).

A parte mais chatinha (e como facilitar)

Colocar a massa nas forminhas pode ser um porre. Solução? Use um saco de confeitar ou até uma garrafa pet com bico cortado. Fica mil vezes mais rápido e menos bagunça. Aprendi isso depois de encher 30 forminhas com colher e quase surtar.

Empadinha 2.0 - versão surpresa

Que tal fazer mini empadinhas doces? Mesma massa, mas troca o sal por 1 colher de açúcar e o recheio por doce de leite ou brigadeiro. Pincela com geminha e canela em vez de orégano. Fica um ABSURDO. Melhor invenção depois da empada tradicional.

O que serve junto?

Um cafezinho fresquinho é clássico, mas experimenta com chá gelado de limão, combinação perfeita pra tarde. Se for servir como entrada, um molhinho de pimenta caseiro ou até aquela maionese temperada fazem sucesso garantido.

Modo econômico ativado

Dica pra fazer render: use frango desfiado com requeijão como recheio (rende muito). E as forminhas? Lava bem e reutiliza sempre. Aqui em casa temos umas que já devem ter virado umas 50 fornadas, tá valendo!

Como impressionar os amigos

Põe um pouco de cream cheese na massa e usa recheio de cogumelos shitake. Na hora de servir, salpica um pouco de parmesão ralado na hora por cima. Pronto, virou prato de restaurante chique (mas só você sabe que foi fácil).

Se tudo der errado...

A massa grudou toda na forma? Vira um "muffin" de empada, só raspar e servir como se fosse planejado. Recheio vazou? Chama de "empada aberta" e diz que é o novo estilo gastronômico. Já salvei várias receitas assim, acredite.

De onde veio essa maravilha?

A empadinha de liquidificador é uma versão moderna das tradicionais empadas portuguesas, que vieram pra Brasil na época da colônia. A massa no liquidificador foi uma invenção esperta de quem queria praticidade sem perder o sabor. Funcionou, né?

Sabia que...

O parmesão na massa não é só pra sabor, ele ajuda a dar aquela crocância perfeita. E o orégano por cima? Além de bonito, ele corta a gordura do recheio. Detalhes que fazem diferença!

2 coisas que ninguém te conta

1) Se bater a massa demais no liquidificador, pode ficar elástica, 20 segundos é sagrado! 2) Empadinha morna é melhor que quente, espera 5 minutinhos depois do forno pra não queimar a língua (falo por experiência própria).

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas sem o recheio molhadinho.
Forma de alumínio ou silicone? Alumínio doura melhor, mas o silicone desenforma mais fácil.
Por que minha massa ficou crua embaixo? Forno fraco ou forminha muito cheia, sempre testa com um palito.

E aí, bora fazer?

Agora você já sabe tudo que eu demorei anos (e muitas empadinhas falhas) pra aprender. Conta nos comentários como ficou a sua, e se descobrir algum truque novo, compartilha com a gente! Tô sempre testando variações aqui na cozinha.

Completo o seu menu com essas combinações imperdíveis

Depois de preparar aquela empadinha de liquidificador que vai deixar todo mundo com água na boca, que tal montar uma refeição completa? Selecionamos aqui os melhores acompanhamentos, sobremesas e bebidas para transformar seu lanche num banquete!

Para servir como prato principal

Pizza caseira simples e fácil: Pra quando a empadinha for o aperitivo e você quiser algo mais robusto como principal. A massa fica perfeita!

Acompanhamentos que elevam o sabor

Maionese de alho caseira: Pra quem gosta de um toque especial (e cheiroso!) pra acompanhar.

Maionese de leite caseira tradicional: Mais leve que a tradicional e perfeita pra untar naquela empadinha quentinha.

Bebidas para harmonizar

Suco de laranja natural: Clássico que nunca falha e todo mundo gosta.

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado, perfeito para dias quentes.

Água aromatizada com limão e hortelã: Pra quem prefere algo mais leve mas cheio de sabor.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Aqui em casa a gente já tem a favorita (dica: envolve a maionese de alho e a pizza caseira), mas adoraríamos saber qual versão vai fazer aí na sua casa. Conta pra gente nos comentários!

Depois de pegar o jeito da massa básica, dá uma olhada nessas ideias criativas de recheio e massa.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A clássica que nunca, nunca falha

Autor: Gisele Teixeira

Pra ser sincero, sempre fico em dúvida entre frango com ou sem requeijão. Mas essa versão com creme de leite na massa é um caminho sem erro pra quem tem medo da massa ficar seca, sabe? Ela garante uma empadinha fofinha por dentro mesmo se você distrair um pouquinho no forno. O fermento em pó dá uma ajudinha extra, claro, mas o creme é o segredo da suculência. Virou padrão aqui em casa pra quando a fome aperta e a preguiça de fazer coisa complexa é maior.

3º. Para todo mundo poder comer junto

Autor: Gisele Teixeira

Aqui a dica que aprendi foi com o mix de farinhas sem glúten. No começo, achava que ia ficar um desastre, tipo aquelas massas que desmancham. Mas o leite de arroz e a combinação certa de farinhas formam uma estrutura boa, viu? Fica crocante sim. A textura é um pouquinho diferente da tradicional, mas o sabor compensa totalmente. É a prova de que da pra incluir todo mundo no lanche da tarde sem ninguém ficar só olhando os outros comerem.

4º. O truque da massa extra fofinha

Já tentou usar amido de milho na massa? Eu também não, até ver essa receita. A grande sacada é que ele dá uma quebrada na “força” do glúten, então a massa não fica elástica e dura, fica é mais soltinha, quase como um biscoito mais aerado. Perfeito pra quem prefere uma casquinha que se desfaz na boca ao invés daquela que precisa de uma mordida mais firme. Dá pra brincar com recheios mais leves, como legumes.

5º. Quando você quer um lanche mais leve

Trocar a farinha de trigo pela de aveia muda completamente o jogo nutricional, mas fica gostoso? Fica, sim. A massa ganha um sabor meio amendoado, bem suave. O pulo do gato é não esperar a mesma textura super lisa no liquidificador, a aveia deixa ela um pouco mais granulada, e tá tudo bem. Fica ótima com recheios de frango ou palmito. É a opção coringa pra quando você quer repetir sem aquele peso no estômago depois.

6º. A praticidade em estado puro

Essa aqui é daquelas que você praticamente joga tudo no liquidificador de uma vez. O requeijão na massa já dá um sabor e uma umidade incríveis, e o recheio é só picar presunto e muçarela. Não precisa refogar nada. Já fiz assim num domingo à noite, com a geladeira quase vazia, e salvou a situação. A textura fica meio que um meio termo entre pão de queijo e empada tradicional. Bizarramente boa pra algo tão simples.

7º. O clássico vegetariano que todo mundo ama

Palmito pra mim tem que vir com bastante limão e cheiro verde, senão perde a graça. A dica dessa receita é justamente caprichar nos temperos do recheio e deixar ele bem sequinho antes de colocar na massa. Nada pior que um recheio aquoso abrir um buraco na empadinha assada. A massa com parmesão ralado na hora combina perfeitamente, cria um contraste salgado que corta o ácido do palmito. Fica um espetáculo.

8º. Para os dias de “vamos nos mimar”

Bacon, muçarela, azeitona. É, difícil errar com essa combinação. O que essa receita me ensinou foi a não usar bacon muito gorduroso, porque ele solta muita água e óleo dentro da empadinha. Prefiro aquele mais sequinho, quase em torresmo, picado bem miudinho. Aí ele dá sabor sem deixar tudo encharcado. É a minha escolha para quando recebo amigos, sempre some do tabuleiro em minutos.

9º. A solução para não ter forma de metal

Já aconteceu com você de querer fazer empadinha e lembrar que emprestou as forminhas? Comigo sim. Usar formas de papel é uma saída genial. A massa feita no mixer, que é basicamente um liquidificador de potência menor, fica perfeita. Só um aviso: encha só até a metade, porque ela cresce e pode vazar se você exagerar. O recheio de frango com bacon e milho é clássico, mas a grande estrela aqui é a praticidade de não precisar untar nem lavar formas depois.

10º. Pizza em forma de empadinha, sério

Presunto, muçarela, tomate, orégano. Isso é uma pizza, né? Coloca dentro de uma massa de empada fofinha e fica algo inexplicavelmente viciante. Acho que é a combinação do crocante da massa com o queijo derretido. Uma dica: seque bem os tomates picados com um papel toalha antes de botar no recheio. A umidade deles é traiçoeira. Essa versão é sucesso absoluto com crianças, mas os adultos aqui em casa brigam pela última do tabuleiro também.

11º. Simples, puro e infalível

Às vezes a gente complica demais. Empadinha de queijo só precisa de um bom queijo, eu gosto de misturar uma muçarela com um prato mais saboroso, e uma massa bem temperada. É a receita que eu mais erro a quantidade, porque sempre faço pouco e todo mundo quer mais. Se sobrar, o que é raro, esquenta no forno ou airfryer que fica quase tão boa quanto recém-saída. Perfeita pra acompanhar um café à tarde.

12º. Para impressionar em uma ocasião especial

Camarão com requeijão pode soar estranho, mas acredita, funciona. O cremoso do requeijão abraça o sabor do camarão sem overpower. Claro, o camarão tem que ser de boa qualidade, bem limpo e cozido no ponto. Essa é a receita que eu levo quando sou convidado pra algo e quero levar um salgado que foge do comum. A reação das pessoas é sempre a mesma: surpresa seguida de um “nossa, que diferente e gostoso!”.

13º. A aposta saudável que surpreende

Fubá e grão de bico juntos numa massa sem glúten. Soa experimental, mas o resultado é uma massa com personalidade, sabe? Tem um sabor terroso, diferente, e uma textura meio densa, mas gostosa. É rica em fibra mesmo, então uma ou duas já dão uma sacada boa. É pra quem tá aberto a provar coisas novas e fugir do tradicional. Fica excelente com um recheio de legumes refogados.

Bom, essas são as que já testei e posso falar com alguma propriedade. Tem desde a salvação da hora do lanche até a opção pra impressionar a visita. Qual delas mais combinou com seu momento? Se fizer alguma, volta aqui e me conta como ficou a sua, adoro trocar ideias sobre os resultados. E se tiver uma combinação secreta de recheio, compartilha nos comentários do artigo, pode ser?

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 12:00

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

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