11 Receitas de Cigarrete Com Possibilidades Especiais para Comer Um Lanche Rápido

  • Simples e gostoso, perfeito para ganhar aquela graninha extra.
Avalie este item
(15 votos)

Transforme aqueles 3 ingredientes esquecidos na geladeira no lanche mais comentado da sua semana.

Eu descobri essa mágica por acaso, numa tarde que só tinha presunto, queijo e farinha em casa. Minha esposa Daiane duvidou quando eu disse que faria algo digno de lanchonete, mas depois de provar o primeiro cigarrete saindo da frigideira, ela mesma pediu a receita.

Depois de estudar técnicas de massas em um curso de panificação, aprendi que o segredo está no descanso da massa. Aqui no Sabor na Mesa, testei essa versão mais de oito vezes até chegar no ponto perfeito, massa crocante por fora, recheio derretido por dentro.

Vamos fazer juntos? Lá embaixo mostro cada etapa, desde a primeira sovada até aquele momento dourado de tirar os cigarretes da frigideira. Sua cozinha vai ficar com aquele cheiro irresistível de lanchonete caseira.

Receita cigarrete de queijo e presunto: Saiba Como Fazer

Rendimento
20 unidades
Preparo
60 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 12 marcados

Para a massa:

Para o recheio e empanamento:

Essa receita usa ingredientes que a gente quase sempre tem em casa. A última vez que fiz, gastei menos de R$25 no total e rendeu lanche pra semana toda.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 unidade (aproximadamente 45g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 165 kcal 8%
Carboidratos Totais 15.8g 5%
   Fibra Dietética 0.7g 3%
   Açúcares 1.2g 2%
Proteínas 7.5g 15%
Gorduras Totais 8.9g 16%
   Saturadas 3.8g 19%
   Trans 0.1g -
Colesterol 25mg 8%
Sódio 320mg 14%
Cálcio 120mg 12%
Ferro 1.2mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Contém Laticínios: Muçarela e parmesão
  • Fonte de Energia: Carboidratos moderados
  • Proteína: Boa fonte proteica
  • Cálcio: Dos queijos

Alertas & Alérgenos

  • Glúten: Contém farinha de trigo
  • Frito: Alto teor de gordura por ser frito
  • Lactose: Contém queijos (lactose)
  • Dica: Para versão mais light, asse em forno a 180°C por 20-25 minutos

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a massa:

  1. Pega uma tigela grande e coloca a farinha, o açúcar e o fermento. Mistura bem com as mãos até ficar tudo incorporado. Eu sempre faço isso, acho que distribui melhor o fermento.
  2. Adiciona o sal e mexe de novo. Cuidado pra não colocar o sal direto no fermento, né? Pode atrapalhar o crescimento da massa.
  3. Agora vem a parte molhada: quebra o ovo, coloca o óleo e vai acrescentando a água aos poucos enquanto mexe. A água não é tudo de uma vez não, vai vendo como a massa está ficando.
  4. Quando a farinha tiver toda úmida, sobe pra bancada e começa a sovar com as mãos. Isso aqui é terapêutico, sabe? Sova uns 10 minutos até a massa ficar lisinha e elástica.
  5. Divide a massa em duas partes e faz umas cobrinhas compridas, igual a gente fazia com massinha de modelar quando era criança.
  6. Corta em pedacinhos de mais ou menos dois dedos de largura e faz bolinhas com cada pedaço. Não precisa ser perfeito, só enrolar mesmo.
  7. Deixa descansar por 20 minutos. Esse tempo é importante pro fermento trabalhar, então não pula essa etapa.

Montando e fritando:

  1. Passado o tempo, pega cada bolinha e abre bem fininha com o rolo, em formato retangular. Quanto mais fina, mais crocante fica.
  2. Coloca uma fatia de presunto e uma de muçarela em cada massa aberta. Eu sempre coloco bastante queijo, mas você regula conforme seu gosto.
  3. Enrola com cuidado, fazendo um cilindro, e aperta bem as pontas com os dedos pra não abrir na fritura. Já aconteceu comigo de abrir e foi uma bagunça.
  4. Repete com toda a massa. Dá trabalho, mas vale a pena quando você ver aquela pilha de cigarretes prontos.
  5. Prepara duas vasilhas: numa mistura o parmesão com a farinha de rosca, na outra bate o ovo com o leite.
  6. Passa cada cigarrete primeiro na mistura de ovo, tira o excesso, e depois rola no parmesão com farinha de rosca. Isso dá aquela casquinha maravilhosa.
  7. Esquenta o óleo numa panela e frita até dourar. Cuidado com a temperatura, se estiver muito quente queima por fora e fica cru por dentro.
  8. Tira e coloca em papel toalha pra escorrer o excesso de óleo. Melhor comer ainda quente, o queijo fica derretido e a massa crocante.

Esses cigarretes são viciantes, te aviso logo. Na primeira vez que experimentei fazer, a Daiane comeu cinco seguidos e ainda quis levar pro trabalho no dia seguinte. O que mais gosto é que dá pra congelar depois de empanado e fritar quando quiser, fica igual.

E aí, já fez cigarretes em casa? Conta pra gente como ficou o seu, se mudou alguma coisa no recheio, se a família aprovou. Aqui em casa virou pedida fixa pra visitas, todo mundo sempre pede mais.

Quanto tempo dura? Dica quente (literalmente)

Esses cigarretes são melhores recém-saídos da frigideira - crocantes por fora e derretidos por dentro. Mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 2 dias. Pra ressuscitar: 5 minutinhos no forno ou airfryer e voltam quase como novos. Dica bônus: dá pra congelar crus antes de fritar! Aí é só tirar direto do freezer pro óleo quente quando bater a vontade.

Tá de dieta? Vamos às contas

Cada unidade tem aproximadamente 165 calorias. Não é light, mas dá pra encaixar num dia especial. Se quiser reduzir, confira a tabela nutricional completa abaixo dos ingredientes e veja os alertas sobre a versão assada que fica ótima também!

Os 3 pecados capitais do cigarrete

1) Massa muito grossa: vira um tijolo. Tem que abrir bem fininha, quase transparente!
2) Óleo frio: o salgado absorve gordura e fica encharcado. Teste jogando um farelo de massa - se borbulhar na hora, tá no ponto.
3) Enrolar errado: se não apertar bem as pontas, o recheio vaza tudo na fritura. Já aconteceu aqui e virou um queijo derretido no óleo - tristeza.

Truque de mestre que ninguém conta

Usa um rolo de macarrão pra abrir a massa! Sério, fica uniforme e rápido. Outra: se não tiver farinha de rosca, tritura torradinha ou até pão velho. Fica igual! Ah, e pra enrolar: molha levemente as pontas com água antes de fechar - vira cola natural.

Sem presunto? Sem crise!

• Vegetariano: troca por palmito ou abobrinha grelhada
• Low carb: usa farinha de amêndoa no lugar da de trigo (mas a massa fica mais densa)
• Sem lactose: queijo vegano + peito de peru defumado
• Gourmet: substitui o presunto por prosciutto e a muçarela por burrata

Versão fitness (sim, existe!)

Assa no forno em vez de fritar: passa só ovo batido e cobre com gergelim+aveia em vez da farinha de rosca. Fica crocante e corta 1/3 das calorias. Ou faz no airfryer: 180°C por 10 minutinhos, virando na metade. Não fica IGUAL, mas salva o dia.

O que serve junto? Tudo!

• Molho picante: combina demais com o queijo derretido
• Uma cervejinha bem gelada (clássico)
• Pra brunch: acompanha com ovos mexidos e café forte
• Evento chique: arruma num prato com rúcula e molho de mostarda e mel

O segredo da massa perfeita

O ponto é quando para de grudar nos dedos mas ainda está macia. Se ficar dura, acrescenta água COLHER POR COLHER. Já errei isso uma vez e a Daiane riu da minha cara quando tentei abrir a massa e parecia um disco de hockey. Não seja como eu.

Quer inovar? 3 ideias malucas

1) Doce: recheia com goiabada e queijo minas, passa canela no lugar da farinha de rosca
2) Pizza: molho de tomate + mussarela + pepperoni antes de enrolar
3) Café da manhã: bacon e cheddar com uma pitada de xarope de bordo no acabamento

Sobrou óleo? Não joga fora!

Esfria, coa num pano e guarda num pote fechado pra próxima fritura. Ou faz sabão caseiro: 1 litro de óleo usado + 200g de soda cáustica + 200ml de água. (Mas pesquisa direito antes, né? Química caseira é sério).

De boteco a festa gourmet

• Festa infantil: corta menor, faz formato de minicigarros e chama de "canudinhos mágicos"
• Happy hour: serve num cesto de metal com papel toalha, estilo boteco
• Coquetel: corta em 4 pedaços e espetinha em palitos, com molho dip ao lado

2 fatos que vão te impressionar

1) A massa é basicamente a mesma do pão de cachorro-quente! Dá pra usar sobra pra fazer hot dog no dia seguinte.
2) O formato de cigarro veio da Argentina, onde chamam de "palito de queso". Mas a versão brasileira é mais recheada, claro - a gente nunca economiza em recheio!

TUDO DEU ERRADO. E AGORA?

Massa quebradiça? Amassa tudo de novo com um pouco mais de água e óleo.
Recheio vazou? Transforma em "farofa de queijo" - despedaça tudo, refoga e come com arroz.
Queimou por fora e cru por dentro? Mete no micro-ondas por 30 segundos e finge que foi proposital.

Modo econômico ativado

• Usa aparas de presunto (sai pela metade do preço)
• Substitui parte da muçarela por requeijão cremoso
• Faz a farinha de rosca em casa com pão velho
• Usa óleo de soja em vez de canola - diferença mínima no sabor

De onde veio essa delícia?

Apesar do nome francês ("cigarrete"), essa receita é 100% brasileira, criada nas padarias dos anos 80. A graça tá no contraste: massa crocante + recheio cremoso. E a farinha de rosca com parmesão? Pura genialidade - cria uma casquinha que segura o recheio e dá um crunch viciante.

E aí, bora fazer?

Essa receita é daquelas que todo mundo ama - já fiz pra visitas, pra festa da firma e até pra agradar sogra (funcionou!). Conta aqui nos comentários como ficou o seu, ou se inventou alguma variação maluca. E se der errado, não desiste - minha primeira leva foi direto pro lixo, hoje é sucesso garantido!

Combinações que vão fazer seu lanche de cigarrete virar um banquete

Depois de preparar aquela entrada irresistível, é hora de montar o resto do menu. Aqui vão algumas sugestões que combinam perfeitamente, seja para um jantar descontraído ou um encontro com amigos. A Dai sempre diz que o segredo está nos detalhes - e ela tá certíssima!

Pratos principais que roubam a cena

Torre de batata frita (veja a receita): Crocante por fora, macia por dentro e com aquele visual que impressiona. Combina tanto que parece feito sob medida.

Sanduíche de carne louca: Carnes desfiadas com molho barbecue caseiro - perfeito para quem quer algo substancial sem complicação.

Pizza de frigideira rápida: Para aqueles dias que pedem praticidade sem abrir mão do sabor. Dai adora quando faço versão com pepperoni!

Acompanhamentos que fazem diferença

Quiabo frito prático: Crocante e sem baba - até quem torce o nariz vai se render. Meu sogro pede sempre que vem aqui em SP.

Torre de batata frita (veja a receita): Sim, ela aparece de novo porque funciona tanto como principal quanto como acompanhamento campeão.

Palitinho de queijo empanado: Derrete na boca e é sucesso garantido, especialmente nas reuniões de família.

Sobremesas para terminar com chave de ouro

Brigadeiro de panela (receita aqui): Clássico que nunca falha. A gente sempre faz um pouco extra porque... bem, vocês sabem como é.

Bolo de churros (aprenda como fazer): Doce nostalgia em fatias fofinhas. Café da tarde nunca mais foi o mesmo depois dessa receita.

Churros caseiro: Crocante por fora, macio por dentro - e o cheiro que fica na cozinha? Imbatível!

Mousse de maracujá light: Para equilibrar os sabores intensos com algo mais refrescante. Minha tentativa de ser saudável entre tantas delícias.

Bebidas para harmonizar

Limonada siciliana: Azedinha e refrescante, corta a gordura e limpa o paladar. Dai sempre pede com bastante gelo e hortelã.

Chá gelado de pêssego caseiro: Doce sem exagero e super aromático - faço em jarra grande nos dias mais quentes.

Suco de abacaxi com hortelã: Combinação tropical que parece feita para acompanhar lanches mais encorpados.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas combinações virou hit aí na sua casa também! Aqui o difícil é sobrar comida quando montamos esse cardápio...

Que tal experimentar essas alternativas maravilhosas?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. O básico que nunca falha

Autor: Weder Silva

Às vezes a gente complica demais as coisas, né? Essa versão com muçarela, presunto e molho de tomate é daquelas que sempre funciona, mesmo quando você está com pouca coisa na geladeira. Já perdi as contas de quantas vezes ela me salvou de visitas surpresa.

O molho de tomate faz uma diferença que eu não esperava, dá uma umidade que impede o recheio de ficar seco. Só não exagera na quantidade, senão vaza tudo na hora de fritar. Eu aprendi isso do jeito difícil, é claro.

3º. Massa de pastel: o atalho genial

Autor: Cozinhando com Pieretti

Quem disse que massa de pastel é só para pastel? Essa ideia mudou completamente minha relação com cigarretes. A massa já vem no ponto certo, é só rechear e fechar. Em dias corridos, é uma mão na roda.

O requeijão aqui é jogada de mestre, segura a umidade do recheio e derrete de um jeito que lembra aqueles salgados de padaria. Só cuidado na hora de fechar, pressiona bem as bordas com garfo para não abrir na fritura. Já tive que pescar pedaços de queijo do óleo por causa disso.

4º. Presunto e queijo: o clássico reinventado

Todo mundo já comeu presunto e queijo a vida toda, mas nessa massa caseira a experiência é completamente diferente. A textura fica mais aerada, menos borrachuda que as versões industrializadas. Parece besteira, mas faz toda diferença no resultado final.

O parmesão ralado para empanar é sacada genial, fica crocante por fora e mantém o interior macio. Essa receita me lembrou porque volto sempre aos clássicos, mesmo depois de experimentar tantas variações diferentes.

5º. Só queijo: para os puristas

Confesso que era cético sobre cigarretes só de queijo, achava que ficaria sem graça. Que engano. Quando você usa um mix de queijos, cada mordida é uma surpresa diferente. Mussarela para derreter, prato para sabor, parmesão para personalidade.

Dica que aprendi testando: queijos mais velhos derretem menos, então equilibra com algum mais cremoso. E tempera bem, porque queijo sozinho pode ficar sem sal. Essa versão é perfeita para quem quer algo simples mas cheio de personalidade.

6º. Carne: quando queremos algo mais substancial

Carne moída no cigarrete é daquelas ideias que a gente pergunta por que não pensou antes. Dá uma sustância que transforma o lanche em quase uma refeição. Perfeito para domingos à tarde, acompanhando um futebol.

Se a carne moída não é sua praia, carne desfiada funciona maravilhosamente bem, fica mais úmida e saborosa. Só lembra de refogar bem com cebola e alho antes, senão fica aquele gosto de carne crua que ninguém merece. Já cometi esse erro, aprendi para não repetir.

7º. Frango: o coringa das multidões

Frango desfiado é sempre garantia de sucesso, né? Essa versão com milho verde e requeijão é daquelas que agrada todo mundo, crianças, adultos, visitas difíceis. Já virou minha receita coringa para encontros informais.

O milho verde dá uma doçura natural que equilibra o salgado do frango. Mas atenção: se usar milho enlatado, escorre bem a água, senão o recheio fica aguado. Uma vez quase estraguei uma fornada inteira por causa disso, sorte que percebi a tempo.

8º. Catupiry: a cremosidade que conquista

Catupiry tem dessas coisas, ou você ama ou ama. Eu particularmente adoro como ele derrete e cria aquela cremosidade que quase escorre pela borda. Com frango então, fica divino.

Dica preciosa: se for usar calabresa, frita bem antes e escorre a gordura, senão o catupiry pode talhar. Isso eu aprendi depois de jogar um lote inteiro no lixo. Agora sempre testo com um pedacinho antes de fazer a fornada completa.

9º. Frango cremoso: textura perfeita

Frango com requeijão é uma daquelas combinações que nunca falham. O requeijão dá uma cremosidade que transforma até o frango mais seco em algo especial. Perfeito para quando você quer impressionar sem muito esforço.

Farinha panko eu era cético, mas realmente fica mais crocante que a de rosca tradicional. E o queijo ralado na cobertura, nossa, dá aquele gratinado que faz todo mundo querer mais. Essa receita nunca decepciona, sério.

10º. Massa de creme de leite: a descoberta

Dois ingredientes na massa? Eu duvidei quando vi, mas funciona de um jeito que não faz sentido. Creme de leite e farinha formam uma massa maleável que não racha na hora de abrir, coisa que sempre me irritou nas massas caseiras.

Fica com uma textura meio que quebradiça depois de frita, lembra um pouco folhado. E não precisa sovar, o que economiza um tempão. Essa receita mudou completamente minha opinião sobre massas simples, às vezes menos é mais mesmo.

11º. Massa de coxinha: o híbrido genial

Quem teve a ideia de juntar a massa da coxinha com o formato do cigarrete merece um prêmio. Fica crocante por fora mas mantém aquela maciez característica da coxinha por dentro. É o melhor dos dois mundos.

O ponto da massa é crucial, tem que desgrudar totalmente da panela, senão fica com gosto de farinha crua. Já errei isso algumas vezes até pegar o jeito. Mas quando dá certo, é daqueles salgados que todo mundo pergunta como você fez.

E ai, qual dessas versões vai para sua panela primeiro? Tem desde as mais simples até as mais elaboradas, então com certeza tem uma que combina com seu estilo. Depois de fazer, me fala como foi a experiência, gosto muito de saber como foi o processo todo na cozinha de vocês.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 10:41

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário