Bolinho de Chuva Assado: Segredo Fofinho sem Óleo

  • Procurando um lanche simples e gostoso para acompanhar aquele cafézinho? Então você está no lugar certo.
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Rendimento
50 bolinhos
Preparação
45 min
Dificuldade
Fácil

Confesso que sempre tive um pé atrás com bolinho de chuva assado. Achava que nada substituiria a crosta dourada da fritura, até testar uma técnica diferente numa tarde de domingo. Meu bulldog francês, o Titan, ficou tão animado com o cheiro que quase invadiu a cozinha, o que nunca acontecia com minhas tentativas anteriores. O segredo está no leite morno e na massa descansada, algo que aprendi ajustando receitas de confeitaria. A essência de baunilha, que muita gente pula, é o que dá aquele aroma que enche a casa toda.

E olha, a textura fica incrivelmente fofinha por dentro, com uma casquinha dourada que engana qualquer um. Essa versão do bolinho de chuva assado virou meu coringa para lanches rápidos. Uso forminhas de cupcake que deixam todos uniformes e bonitos, perfeitos para servir visitas. A melhor parte é que não fica aquele cheiro de óleo impregnado na cozinha. Experimenta fazer e me conta nos comentários se conseguiu enganar alguém da família dizendo que era frito. Aposto que vão pedir bis!

Receita de bolinho de chuva assado no forno com forminha de cupcake: Saiba como fazer
Referência de Medida: Xícara de 250ml

Ingredientes

0 de 9 marcados

Para os bolinhos:

Para finalizar:

Essa receita é econômica e rende muito: gastei uns R$9 aqui em São Paulo. O segredo tá no leite morno e no descanso — deixe a massa repousar uns 10 minutos antes de encher as forminhas. Já testei sem baunilha… e o Titan nem saiu do sofá. Sério.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Prepare a massa:

  1. Numa tigela média, misture o leite morno, o óleo, o ovo, a essência de baunilha, o açúcar e a pitada de sal. Use um fouet ou colher — o objetivo é só ligar, não bater.
  2. Aos poucos, vá adicionando a farinha peneirada, mexendo sem parar, até formar uma massa lisa e homogênea, sem grumos.
  3. Por último, junte o fermento em pó e mexa com cuidado, só até incorporar. Não exagere — o fermento age rápido.
  4. Cubra a tigela com um pano limpo e deixe descansar por 10 minutos. Esse tempo faz a farinha hidratar e a massa ganhar corpo.

Asse com carinho:

  1. Pré-aqueça o forno a 180°C (médio-alto). Encaixe forminhas de papel para cupcake numa assadeira — elas precisam de suporte.
  2. Preencha cada forminha até a metade. Não encha demais, senão transborda e perde o formato redondinho.
  3. Polvilhe generosamente com a mistura de açúcar e canela — é isso que forma aquela casquinha crocante que engana todo mundo.
  4. Leve ao forno por 25 a 30 minutos, ou até os bolinhos dourarem levemente nas bordas e o centro voltar ao toque.
  5. Retire e deixe esfriar um pouco na forma. Sirva mornos — é quando o cheiro de baunilha invade tudo.
Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 1 bolinho (aprox. 20g)

CALORIAS68 kcal
PROTEINAS1.4g
GORDURAS2.3g
Baixa CaloriaVegetarianoInfantilContém glúten (farinha de trigo)Contém lactose (leite)Atenção ao açúcar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Já fiz essa versão assada tantas vezes que perdi a conta. A primeira vez que servi pra um amigo, ele jurou que era frito — e ainda pediu a receita. O truque? A canela por cima e o forno bem regulado. Se o forno for fraco, não forma aquela casquinha dourada que faz toda a diferença.

Você já tentou fazer bolinho de chuva assado antes? Conta aqui nos comentários se conseguiu enganar alguém da família — ou se o seu cachorro também virou fã do cheirinho (o Titan aqui já espera na porta da cozinha).

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura e como guardar?

Em potinho fechado: 3 dias em temperatura ambiente ou 5 na geladeira. Dica bônus: congela super bem! Coloca num saquinho e tira quando bater a vontade. 15 segundos no micro-ondas e parece feito na hora.

Tá sem ingrediente? Bora improvisar!

- Farinha sem glúten 1:1 funciona bem (já testei com mix pronto)
- Leite morno pode ser água morna + 1 colher de manteiga derretida (emergência máxima)
- Óleo pode virar manteiga derretida (fica mais gostoso, mas menos light)
- Nao tem essência? Raspa meia vagem de baunilha ou usa 1 colher de mel

Os 3 erros que já cometi pra você não repetir

1. Leite quente demais: mata o fermento. Testa no pulso como mamadeira de bebê
2. Encher demais a forminha: cresce e gruda tudo. Metade é o segredo!
3. Misturar demais depois do fermento: bateu? Para. Senão fica borrachudo

Truque secreto da Dona Rosa (minha avó)

Umedece o dedo e passa uma gotinha d'água em cima de cada bolinho antes de assar. O açúcar com canela gruda melhor e fica aquele crocante maravilhoso. Sério, faz isso!

Versões para todo mundo comer

- Low carb: troca farinha por 1 xícara de farinha de amêndoas + 1/4 de coco ralado fino
- Proteico: adiciona 2 colheres de whey sabor baunilha (sim, funciona!)
- Vegano: leite vegetal + 1 colher de linhaça hidratada no lugar do ovo

Quer dar uma turbinada?

Joga dentro da massa:
- Raspas de limão + 1 colher de chá de zest
- 50g de chocolate picado (vira surpresa derretida)
- 1/2 xícara de coco ralado (cai bem com o açúcar mascavo)

O que serve junto?

Café preto forte (clássico dos clássicos)
Sorvete de creme (contraste quente-frio)
Calda de caramelo salgado (pra quem gosta de ousar)
Dica da Daiane: ela ama comer com iogurte natural gelado

A parte mais chatinha (e como facilitar)

Misturar a farinha sem empelotar: peneira direto no líquido aos poucos, mexendo sempre no mesmo sentido. Se formar grumos, bate com um fuê rapidinho - resolve na hora!

Sobrou? Transforma!

- Tritura e vira farofa doce pra sorvete
- Corta ao meio, tosta na frigideira e faz sanduíche de doce de leite
- Faz pudim de pão: mistura com ovos e leite, assa em banho-maria

Modo chef Michelin

Substitui o açúcar refinado por mascavo, usa manteiga clarificada no lugar do óleo e finaliza com flor de sal. Parece outro bolinho! (Mas confesso que as vezes a versão simples bate saudade)

De onde veio essa ideia?

O bolinho de chuva tradicional é português, mas assar em forminha foi uma adaptação brasileira pra quem não quer sujar panela de óleo. A Daiane achou estranho quando eu propus, mas depois de provar virou fã!

2 fatos que ninguém conta

1. A canela ajuda a regular o açúcar no sangue - então tecnicamente é um pouco mais saudável (tá vendo?)
2. Se assar em forminha de silicone, o bolinho fica mais úmido por baixo - perfeito pra quem gosta de textura dupla

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar a massa crua? Pode! Enche as forminhas, congera e depois só assar direto (acrescenta 5 minutinhos)
Por que meu bolinho não cresce? Fermento vencido ou leite muito quente. Testa o fermento numa colher com água morna - se não borbulhar em 5 minutos, já era.
Forminha de papel ou silicone? Papel deixa a lateral mais crocante (minha preferência)

Se tudo der errado...

Massa ficou líquida? Adiciona farinha aos poucos até engrossar.
Queimou embaixo? Rala a parte preta e disfarça com mais canela.
Não cresceu? Amassa tudo, forma bolinhas e frita - vira bolinho de chuva tradicional!

Fazendo no modo crise

- Usa óleo de soja mesmo (não precisa ser canola)
- Açúcar cristal no lugar do refinado
- Fermento caseiro: 1 colher de bicarbonato + 1 de vinagre (mas cresce menos)
- Forminhas de jornal engordurado (juro que funciona)

Sabia que...

O nome "bolinho de chuva" vem porque antigamente as pessoas faziam mais em dias chuvosos, quando não podiam trabalhar no campo. E assar em forminha surgiu nas padarias dos anos 80 pra vender como "cupcake brasileiro" - mas não pegou o nome.

Conta pra gente!

Já fez bolinho assado assim? Inventou alguma variação maluca? Aqui em casa a gente briga pra ver quem pega o do meio da forma (sempre o mais fofinho). Manda nos comentários sua experiência ou dúvida!

Completa a Festa: Combinações Imperdíveis para Acompanhar Seu Bolinho de Chuva Assado

Depois de preparar essa delícia que é o bolinho de chuva assado, vem aquela dúvida: o que servir para transformar esse lanche numa refeição completa? Nós aqui em casa testamos várias combinações (algumas por acidente, outras de propósito) e separamos as melhores sugestões pra você arrasar no almoço de domingo ou num jantar descontraído com a família.

Pratos Principais que Casam Perfeitamente

Sopa de feijão com macarrão: Pra quando o dia pede um comfort food quentinho e reconfortante. Essa sopa é aquele abraço de panela que todo mundo adora.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Macarrão com molho de tomate e várias formas de preparar essa maravilha: Versátil e sempre bem-vindo. Dica: acrescente manjericão fresco pra dar um up no sabor.

Salada verde com manga: O contraste do azedinho com o doce da manga corta a fritura na medida certa.

Legumes grelhados: Abobrinha e berinjela ficam perfeitos quando grelhados com um fio de azeite.

Purê de batata-doce: Doce natural combina surpreendentemente bem com os bolinhos. Experimente e me diga depois!

Bebidas para Harmonizar

Recheio de leite ninho fácil e simples: Ok, tecnicamente não é bebida, mas vira um ótimo milk-shake se bater com gelo!

Suco de laranja natural: Nada como a fruta fresca pra refrescar. Se for daquelas laranjas doces, melhor ainda.

Essas são nossas combinações testadas e aprovadas - literalmente, porque a Dai não deixa passar nenhum prato sem dar seu veredito. Agora me conta: qual vai ser o menu escolhido aí na sua casa? Se testar alguma dessas combinações, compartilha nos comentários como ficou!

Agora, veja mais 12 receitas incríveis para o seu final de semana!

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Com banana

autor: Papeando sobre filhos

Tem dias que a banana amadurece rápido demais na fruteira, né? Em vez de jogar fora, transforma ela nesse bolinho que fica macio por dentro e com um doce natural que dispensa açúcar extra. Já fiz isso aqui em casa e até o Titan, que normalmente ignora qualquer coisa que não seja carne, ficou de olho na mesa.

A dica que dou é usar banana bem madura, aquela com pontinhos pretos na casca. O sabor muda completamente. E se quiser um toque a mais, uma pitada de canela faz milagre sem pesar.

3º. Na frigideira

autor: Receita mineira da mamae

Essa versão é pra quem não quer ligar o forno ou não tem um. Basta uma frigideira antiaderente e um pouco de paciência, porque o segredo tá em cozinhar em fogo baixo pra não queimar por fora e ficar cru por dentro. Eu já errei isso antes, acredite.

O legal é que dá pra fazer quantidade exata pro que você vai comer na hora, sem sobra, sem desperdício. E se tiver alguém em casa que gosta de acompanhar com um cafezinho quente, essa combinação é quase sagrada.

4º. Na airfryer

Confesso que fiquei cético quando vi a primeira receita de bolinho de chuva na airfryer. Mas experimentei, e o resultado surpreendeu: dourado por fora, fofo por dentro, e sem aquele óleo todo grudado na panela depois. Ideal pra quem quer um lanche rápido sem deixar a cozinha parecendo um posto de gasolina.

Dá pra fazer em menos de 15 minutos do zero ao prato. Só cuidado com o tempo, se passar um minutinho a mais, resseca. Já aconteceu comigo, e ninguém merece bolinho seco.

5º. No micro-ondas

Essa é a opção do “preciso de algo agora”. Em três minutos você tem um bolinho quentinho saindo do micro-ondas. Não é exatamente igual ao feito no forno, claro, mas pra matar a vontade de última hora, salva qualquer dia.

Acho que o segredo aqui é não encher demais a caneca ou a tigela, a massa cresce rápido e vaza fácil. Já limpei micro-ondas mais de uma vez por causa disso. Aprendi na marra.

6º. Salgado

Quem disse que bolinho de chuva tem que ser doce? Essa versão salgada abre um leque novo de possibilidades, imagine servir com um café da manhã diferente ou até como entrada num almoço informal. Já testei com queijo minas e cebolinha picada, e virou hit aqui em casa.

Dá pra brincar com recheios: presunto, azeitona, até um pouco de calabresa defumada. O importante é manter a massa leve, senão vira bolinho de festa junina, que também é bom, mas não é a ideia aqui.

7º. Com farinha integral

Se você tá tentando equilibrar o prazer com a consciência, essa versão com farinha integral é um ótimo começo. A textura muda um pouco, fica mais densa, mas o sabor ganha um toque rústico que combina bem com café coado e manhãs tranquilas.

Pra não ficar muito seco, misturo um pouco de iogurte natural na massa. Também já troquei o açúcar por demerara e ficou ótimo. Não é perfeito, mas é real, e isso já conta muito.

8º. Vegano

Não tem leite, não tem ovo, não tem manteiga, e ainda assim fica bom. Sério. Já provei versões veganas que me fizeram repensar o que é “falta de sabor”. O segredo tá em usar ingredientes que tragam umidade e estrutura, como banana ou leite vegetal encorpado.

Se você tem alguém em casa com restrição alimentar, ou só quer experimentar algo diferente sem culpa, essa receita é um ótimo ponto de partida. E olha, ninguém vai adivinhar que é vegano só pelo cheiro.

9º. Com goiabada

Goiabada e queijo é clássico, mas goiabada dentro do bolinho de chuva? Isso é nível seguinte. O doce derrete levemente no forno e vira uma surpresa quentinha no meio de cada bolinho. Já fiz isso num domingo chuvoso e virou tradição imediata.

Dica prática: corte a goiabada em cubinhos pequenos pra não vazar tudo pra fora. E se quiser, polvilhe um pouco de açúcar mascavo por cima antes de assar, dá uma crostinha gostosa.

10º. Com chocolate

Chocolate dentro, chocolate por cima, chocolate no coração. Essa versão é pra quem não se contenta com metade. O melhor é que dá pra usar o que tiver na despensa: gotas, tablete picado, até aquela barra meio amarga que sobrou do Natal.

Já tentei com cacau em pó na massa também, funciona, mas o recheio derretido é outra história. Cuidado só pra não exagerar na quantidade, senão vira um bolo de chocolate disfarçado. E não é isso que a gente quer, né?

11º. Na forma

Essa é a salvação quando você tem visita surpresa ou uma família grande pra alimentar. Em vez de moldar bolinho por bolinho, despeja tudo numa forma e pronto: um “bolo de bolinho de chuva”, com a mesma alma, mas formato prático.

Fica ótimo cortado em quadradinhos e servido com um chá gelado. Se quiser, pode até congelar fatias e esquentar depois, mantém a textura surpreendentemente bem.

12º. Com doce de leite

Doce de leite é daqueles ingredientes que elevam qualquer coisa ao patamar de “não dá pra parar de comer”. Aqui, ele vira o centro de atenção, derretido, quente, envolto por uma massa macia que parece feita só pra ele. Já comi quase metade da fornada antes de servir.

Importante: use doce de leite em pasta, não o líquido, senão vaza tudo. E se quiser um contraste legal, uma pitada de sal grosso por cima antes de assar equilibra a doçura sem você nem perceber.

E aí, qual dessas versões te deu mais água na boca? Tem desde a clássica com banana até a ousada salgada, tem espaço pra todo mundo. Quando testar alguma, volta aqui e me conta como foi. Adoro saber o que rolou na sua cozinha, se deu certo, se improvisou, se alguém pediu bis. Compartilhar é parte da graça, né?

Última modificação em Quarta, 05 Novembro 2025 18:16

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

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