12 Receitas de Paleta Suína Suculenta E Deliciosas E Outras Versões Incríveis para Sua Rotina.

  • Saber como fazer paleta suína, às vezes, pode ser complicado e confuso, porém com a receita certa você garante uma refeição super gostosa e de impressionar
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Uma boa paleta suína no forno tem um poder quase mágico. Ela consegue transformar um almoço qualquer numa pequena celebração, sabe? O desafio sempre foi conseguir aquela pele estaladiça por fora, sem secar a carne por dentro, que é cheia de sabor.

Depois de testar várias vezes na minha churrasqueira gourmet, entendi que o segredo tá na paciência e na marinada. Levar a peça toda para a churrasqueira era ótimo, mas nem sempre prático. Aí, adaptei o que aprendi em cursos de confeitaria sobre paciência no forno para a carne. A técnica dos cortes na pele, que parece só decorativa, é crucial. Ela deixa a gordura render e a pele ficar crocante, enquanto o suco do limão e os temperos profundos da marinada fazem o trabalho de manter tudo úmido.

O resultado é impressionante. A carne desfia com o garfo e a pele faz aquele barulho satisfatório ao cortar. Até o Titan, que normalmente ignora cheiros de forno, fica de olho fixo na cozinha. É um prato que pede para ser compartilhado. Se você quer impressionar sem complicação, vem comigo. O passo a passo detalhado para acertar em cheio está logo abaixo.

Receita de Paleta suína assada no forno: saiba como fazer

Rendimento
8 a 10 porções
Preparo
~3h (mais marinada)
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 15 marcados

A lista de temperos parece longa, mas é a combinação que cria um sabor complexo e incrível. Se faltar um ou outro, não desiste. O importante é o sal, o limão, o alho e a paciência da marinada.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/10 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 3.2g 1%
   Fibra Dietética 1.5g 6%
   Açúcares 0.8g 1%
Proteínas 55.8g 112%
Gorduras Totais 26.4g 33%
   Saturadas 9.2g 46%
   Trans 0g 0%
Colesterol 185mg 62%
Sódio 1,850mg 80%
Potássio 890mg 19%
Ferro 3.2mg 18%
Zinco 5.8mg 53%
Vitamina B12 1.8µg 75%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 3.2g de carboidratos por porção
  • Ketogênica: Ideal para dietas cetogênicas
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Alto em Proteína: 56g por porção para músculos
  • Paleo: Alinhada com dieta paleolítica

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – 80% do VD. Reduza sal para hipertensos
  • Gordura saturada – 46% do VD. Moderar consumo
  • Verificar temperos industrializados para alérgenos
  • Insight: Excelente fonte de zinco (53% VD) e proteína completa para recuperação muscular
  • Dica: Para menos calorias, retire a pele antes de assar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Primeiro, lida com a pele. Seca bem a paleta com papel toalha. Com uma faca bem afiada (e muito cuidado), faça cortes diagonais e superficiais por toda a pele, não na carne. Espaça uns 2 cm entre um corte e outro, fazendo uma grade, tipo um jogo da velha. Isso é o que vai deixar a pele crocante e render a gordura.
  2. Pega uma tigela ou um recipiente grande o suficiente para a peça. Coloca a paleta dentro. Agora, começa a massagear. Espalha o alho e a cebola triturados por toda a superfície, carne e pele. Depois, joga as 3 colheres de sal e esfrega bem, com firmeza, pra penetrar nos cortes e por toda a peça. Parece trabalhoso, mas é terapêutico.
  3. Hora de dar cor e aroma. Adiciona todos os temperos secos: o colorau, a páprica, o açafrão, a pitada de noz-moscada, as 2 colheres de tempero baiano, o alecrim esfarelado, o chimichurri e a pimenta-do-reino. Junta tudo com as mãos de novo, esfregando bem para formar uma pasta grudenta e colorida em volta da carne. Fica com as mãos laranjas, é normal.
  4. Por fim, rega com o suco dos 3 limões e as 2 xícaras de água. A água ajuda a diluir o sal e os temperos, criando a marinada líquida. Tapa o recipiente com filme plástico ou uma tampa. Leva pra geladeira. O ideal é deixar de um dia para o outro. No mínimo, 2 horas. Se puder virar a carne na marinada uma ou duas vezes, melhor.
  5. Pré-aquece o forno a 200°C. Tira a paleta da geladeira e coloca numa assadeira grande, com a pele para cima. Despeja todo o líquido da marinada em volta dela na forma. Cobre bem a assadeira com papel alumínio, selando as bordas. Isso vai cozinhar a carne no vapor, deixando super úmida.
  6. Leva ao forno e deixa assar por 1 hora e 30 minutos. Não fica abrindo o forno. Passado esse tempo, retira a assadeira (cuidado com o vapor) e tira o papel alumínio com cuidado. A carne já deve estar cozida e macia. Agora, aumenta a temperatura do forno para 220°C ou liga o grill.
  7. Leva a paleta de volta ao forno, agora sem tampa, por mais 15 a 25 minutos. Fica de olho. A pele vai começar a borbulhar, dourar e ficar crocante. É esse o momento mágico. Quando estiver dourada e estaladiça, tá pronto.
  8. Tira do forno e deixa descansar por uns 15 minutos antes de fatiar ou desfiar. A carne vai estar tão macia que quase não precisa de faca. O caldo que ficou na assadeira é tempero puro, pode servir como molho.

Um lembrete sobre paciência:

A marinada longa é o verdadeiro segredo. Se você pular essa etapa ou encurtar muito, a carne fica boa, mas não fica espetacular. A diferença no sabor e na textura é absurda. Planeja com um dia de antecedência, vale cada minuto de espera.

O que sai do forno é uma coisa de outro mundo. A pele faz aquele crack perfeito quando você corta, e por baixo a carne está úmida, desfiável e com um sabor que penetrou até o osso. É um daqueles pratos que você faz para ocasião especial e todo mundo pergunta qual é o segredo. O segredo, na real, é só seguir os passos com calma.

Serve com farofa, um vinagrete bem picadinho e, se quiser esticar ainda mais, um feijão tropeiro. A paleta rende bastante, então é ótima para reunião de família ou para sobrar para umas belas sobras no dia seguinte. E aí, curte uma pele bem crocante assim? Qual seu tempero infalível para carne de porco? Me conta aqui como costuma fazer a sua.

Quanto custa em calorias esse pecado?

Uma porção de 300g dessa paleta suína fica em torno de 485 kcal, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas sério, quem vai contar calorias com um prato desses na frente? Só aproveita!

Guarda bem? Dura quanto?

Na geladeira, dura até 3 dias bem embalada. Se quiser congelar, divide em porções e dura até 2 meses - mas a textura da pele perde um pouco da crocância. Dica da Daiane: fazemos sempre no domingo e congelamos em porções pra semana toda!

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Sem limão? Usa vinagre branco ou de maçã (mas reduz a quantidade pela metade)
• Tempero baiano não tem? Mistura pimenta calabresa, cominho e coentro em pó
• Chimichurri acabou? Orégano + azeite + vinagre resolve
Já testei todas essas trocas e fica bom igual - o segredo é não ter medo de experimentar!

Os 3 pecados capitais da paleta

1. Cortar a pele muito fundo - se chegar na carne, seca tudo. O risco deve ser só superficial mesmo!
2. Não deixar marinar o suficiente - menos de 2 horas é crime contra o sabor
3. Tirar do forno antes da hora - se duvidar, deixa mais 10 minutos. Carne de porco mal passada não dá!

Truque secreto de mestre churrasqueiro

Depois de tirar o papel alumínio, liga o grill do forno por 5-10 minutinhos. A pele fica tão crocante que parece torresmo! Mas fica de olho pra não queimar - já perdi um pedaço assim (e a Daiane não me deixou esquecer por uma semana).

Versões para todo mundo

Low carb: já está, só cuidado com os acompanhamentos
Sem lactose: verifica se o tempero baiano não tem leite (algumas marcas têm)
Menos sal: reduz pra 2 colheres e completa com outros temperos
Vegetariano? Infelizmente não tem como, mas já fiz com jaca verde e ficou interessante (mas aí é outra história)

O que serve junto?

• Farofa de bacon (óbvio!)
• Vinho tinto encorpado (pra quem bebe) ou suco de uva integral gelado
• Purê de mandioquinha com nóz moscada
• Uma saladinha simples de rúcula com tomate seco pra cortar a gordura
Meu prato ideal? Dois pedaços da carne, farofa até não caber mais e uma garrafa de... suco de uva!

O ponto que mais dá medo

A hora de saber se tá assado o suficiente. Dica infalível: enfia um garfo nos pedaços mais grossos. Se entrar fácil e sair limpo, tá no ponto. Se resistir, deixa mais. E se sair com líquido rosado, volta pro forno urgente!

Quer surpreender? Faz assim

Versão mel e mostarda: na última meia hora, pincela com uma mistura dos dois
No estilo barbecue: troca o chimichurri por molho barbecue na marinada
Super crocante: depois de assar, passa manteiga derretida na pele e volta pro forno 5 minutos
A última versão é meu vício atual - perigoso de tão bom!

Sobrou? Transforma!

• Desfia e faz sanduíche com pão italiano e molho de iogurte
• Picadinho vira recheio de panqueca ou torta
• Osso e aparas viram um caldo potente pra sopa
Aqui em casa a Daiane faz um arroz fried rice com as sobras que é de chorar de tão bom!

Modo chef estrela Michelin

Na hora de servir, rala um pouco de casca de limão siciliano por cima e decora com folhinhas de alecrim fresco. Parece bobo, mas dá um up visual que impressiona qualquer visita. Já usei esse truque no jantar de aniversário da sogra - funcionou!

De onde vem essa maravilha?

A técnica de assar paleta inteira vem do interior de São Paulo, onde o porco é rei. Mas a versão com essa combinação de temperos é uma adaptação moderna - nossos avós usariam só sal, alho e talvez banha. Confesso que prefiro a nossa versão, né?

2 segredos que ninguém conta

1. A paleta suína tem menos gordura que o pernil, mas fica mais suculenta por causa das fibras musculares diferentes
2. O limão na marinada não é só pra sabor - ele ajuda a quebrar as proteínas e deixa a carne mais macia. Química a nosso favor!

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar pernil ao invés de paleta? Pode, mas o tempo de forno aumenta uns 30 minutos
Tem que virar a carne durante o forno? Não precisa, o papel alumínio cria um ambiente uniforme
Por que minha pele não ficou crocante? Provavelmente tirou o alumínio muito cedo ou não deixou no grill o suficiente

Pra impressionar os amigos

Sabia que a paleta é uma das partes mais trabalhadas do porco? Por isso tem tanto sabor! E tem mais: na Espanha, a versão deles (paletilla) é curada por meses e servida em fatias finíssimas. Nossa receita é a versão "express" - mas não menos deliciosa!

E aí, bora fazer?

Essa receita é daquelas que parece difícil mas é super tranquila - o forno faz quase todo o trabalho! Conta aqui nos comentários como ficou a sua, ou se inventou alguma variação diferente. E se tiver dúvida, é só perguntar que a gente desenrola juntos!

Paleta Suína: Um Banquete que Vai Fazer Seu Domingo Virar Festa

Quer impressionar a família ou os amigos com um almoço memorável? Essa combinação com paleta suína é puro aconchego no prato. A Daiane sempre solta um "hummm" quando faço essa seleção - e olha que ela é bem crítica!

Para Começar com Tudo

Não tem entrada específica na lista, mas vamos de duas clássicas que combinam demais: pão de alho caseiro (aquele que gruda nos dedos de tão bom) ou uma vinagrete crocante com pimentão bem fresquinho. Na nossa casa, a segunda opção sempre ganha porque dá um contraste gostoso com a riqueza da carne.

Os Acompanhantes Perfeitos

Batata doce caramelizada (receita completa no link) - o doce natural com aquele toque caramelado faz par perfeito com a suculência da carne. Cuidado que é viciante!

Cuscuz marroquino (passo a passo detalhado no link) - leve e fofo, absorve os sucos da paleta como ninguém. A Daiane sempre pede porção extra.

Nabo - vai dizer que não lembra do nabo da vó? Esse aqui traz aquele toque rústico que completa o prato.

Doces Finalmentes

Torta de banana com farofa - crocante por fora, cremosa por dentro. A farofa crocante é a jogada de mestre.

Receita de Bolo de laranja inteira bem simples - úmido e com aquele gostinho cítrico que corta a gordura da refeição. Fazemos todo domingo!

Tartelete irresistível que todo mundo ama - pequeno mas poderoso. Ótimo para quem quer algo doce sem exageros (ou não, pode pegar dois!).

Bebidas: Combinações que encantam os sentidos

Suco de maracujá natural - a acidez equilibra perfeitamente. Ou se preferir, um chá gelado de pêssego caseiro (minha versão tem folhas de hortelã escondidas).

Essa combinação aqui em casa já virou tradição de domingo. Quando a paleta sai do forno e aquele cheiro invade a cozinha... até os vizinhos batem palmas! Experimenta e depois me conta - qual desses acompanhamentos roubou o show aí na sua casa?

Formas de preparar que vão te fazer querer comprar outra paleta amanhã.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A mágica da panela de pressão: do congelado para o prato em tempo recorde

Autor: Cozinhando com a Rejje

Já aconteceu com você de esquecer de descongelar a carne e, na hora do almoço, não ter ideia do que fazer? Essa receita é a resposta. A panela de pressão tem esse poder de resgatar cortes que pareciam destinados a um cozido demorado e entregar algo incrivelmente macio em minutos. A técnica dela é boa porque ela não para no cozimento da carne, ela ensina a usar o próprio caldo que se forma para criar um molho. Isso é ouro.

Eu sempre jogo cenoura e batata baroa junto, porque eles cozinham no mesmo tempo e absorvem todo o sabor do porco. A dica é esperar a pressão sair totalmente sozinha antes de abrir. Se você forçar, a carne, que estava super macia, pode endurecer um pouco. Confia no processo. Sai um prato reconfortante que parece que ficou horas no fogão, mas foi coisa de meia hora, pra ser sincero.

3º. Panela de pressão com batata: a arte da refeição em uma só panela

Autor: Receita Plena

Se a receita anterior salva o almoço, essa aqui praticamente lava a louça sozinha. A grande jogada é a batata. Ela não é só um acompanhamento, vira parte do caldo, engrossando naturalmente e deixando tudo mais cremoso. A paleta fica tão macia que você nem precisa de faca, e a batata desmancha na boca carregada do sabor da carne.

O único cuidado é o tamanho dos pedaços de batata. Se forem muito pequenos, viram purê. Eu corto em pedaços médios, talvez um pouco maiores do que penso que devia. E um segredo: uma folha de lourozinho no fundo da panela antes de colocar a carne e a batata. Dá um aroma que é outra coisa. Prato completo, sujo uma panela só. Não tem como não gostar.

4º. Airfryer: o atalho genial para uma pele crocante sem óleo

Quem disse que para ter uma pele de porco crocante precisa de um forno gigante ou de muito óleo? Essa receita da Talita me surpreendeu. A airfryer faz um trabalho cirúrgico de circulação de ar quente que resseca a pele até ficar estaladiça, enquanto a gordura vai derretendo e mantendo a carne úmida por baixo. É quase uma falsa pururuca, mas muito mais prática.

O ponto crucial, que ela mostra bem, é secar muito, muito bem a pele com papel toalha antes de temperar. Qualquer umidade ali atrapalha. E não encha o cesto, deixa espaço para o ar circular. Fiz nesse estilo uma vez e a Daiane até perguntou se eu tinha frito em óleo. A cara de surpresa quando falei que foi na airfryer não teve preço. Dica de ouro: finaliza com um fio de mel ou açúcar mascavo nos últimos minutos para caramelizar levemente.

5º. Pururuca caseira: o desafio que vale cada estalinho

Essa é para os dias em que você quer se presentear com algo realmente especial. Fazer uma pururuca perfeita em casa parece um rito de passagem. O segredo não está só no calor alto, mas em ter paciência para secar a pele muito bem e fazer uns cortes bem precisos, sem atingir a carne. Esse vídeo é uma aula.

Já tentei e queimei a pele, é fácil acontecer. Aprendi que o forno precisa estar no máximo, mas a carne não pode ficar muito perto da resistência. Coloco na grade do meio, com uma assadeira embaixo para pingar a gordura. O som quando você corta e aquele crocante que se desfaz na boca… é uma experiência. Servir com um arroz bem soltinho e uma vinagrete de cebola é a combinação divina.

6º. Cubos acebolados: o clássico que nunca falha na agilidade

Tem dia que a gente só quer algo gostoso, direto, sem frescura. Esses cubos acebolados são a definição disso. A técnica é simples, mas tem um detalhe: a ordem. Você precisa dourar bem a carne primeiro, até ela soltar a gordura e ficar com aquele tom dourado. Só então coloca a cebola. Se jogar tudo junto, a cebola solta água e a carne ferve ao invés de dourar, perde textura.

Fica perfeito com uma farofa de ovoscrambled eggs, sabe aquela bem soltinha? E o caldo que fica no fundo da panela, com o doce da cebola e o sabor do porco, é para jogar no arroz. Não desperdicia. É um prato que lembra almoço de infância, daqueles que a gente nem sabia que era especial, mas era.

7º. Cerveja preta: o amaciante natural que traz um sabor único

Fugindo ao que todo mundo pensa, não é só o vinho que tem esse poder na cozinha. A cerveja preta, com seu amargor suave e notas de malte, faz uma marinada fenomenal para a carne de porco. As enzimas realmente quebram as fibras, deixando-a macia de um jeito diferente, e o sabor defumado da cerveja escura casa perfeitamente.

Usei uma stout aqui em casa. A dica é não usar uma cerveja muito amarga, tipo uma IPA, porque pode deixar um residual estranho. Depois de assar, reduzo o que ficou no fundo da assadeira com um pouco mais de cerveja e uma pitada de açúcar mascavo. Vira um molho intenso, quase um demi-glace, que eleva o prato a outro patamar. Parece sofisticado, mas é só cerveja e paciência.

8º. Recheada assada: a transformação para uma ocasião especial

Rechear uma peça de carne parece coisa de chef, mas essa receita mostra que é bem acessível. O recheio de linguiça com legumes é genial porque cozinha no mesmo ritmo da carne, trocando sabores. A paleta suína é perfeita para isso porque tem um formato que abraça o recheio.

O maior erro é amarrar muito frouxo. Tem que apertar bem o barbante, senão tudo se espalha na assadeira. E o papel alumínio é seu amigo: cobre no início para cozinhar, e tira no final para dourar. A reação das pessoas quando você corta e o recheio aparece é sempre a melhor parte. Parece que você se esforçou muito, mas o trabalho é bem simples, na verdade.

9º. Forno com batata: o clássico absoluto que nunca decepciona

Às vezes a gente complica atrás de novidade e esquece do básico que é imbatível. Carne de porco assada no forno com batatas é isso. É aquele cheiro que toma a casa inteira e promete uma refeição reconfortante. A batata, como diz a Ivonete, regula o sal e ainda fica incrível, dourada por fora e cremosa por dentro por ter assado na gordura da paleta.

Eu gosto de usar batatas pequenas, tipo asterix, inteiras. Só lavo bem e nem descasco. Quando você morde e a pele está levemente crocante… não tem igual. Esse é o prato para um domingo chuvoso, um almoço em família sem pressa. Não tem erro. Só lembra de virar as batatas na metade do tempo para dourar por igual.

10º. Molho de laranja: a lição para sair da rotina do limão

É verdade, a gente vicia no limão. Mas a laranja, principalmente a da terra ou a pêra, traz uma acidez mais suave e uma doçura natural que combina absurdamente bem com a gordura do porco. Essa marinada não só dá sabor, como realmente amacia a carne de um jeito diferente. O ácido cítrico é mais gentil.

Usei a casca também, só a parte laranja sem o branco, que amarga. Ralo bem fininho e misturo no tempero. E o molho final, feito com o suco e o fundo da assadeira, fica com um brilho e um sabor incríveis. É uma mudança simples que faz o prato parecer totalmente novo. Experimenta e me conta se não é um upgrade e tanto.

11º. Ao vinho tinto: a elegância simples que impressiona

Vinho para cozinhar não precisa ser caro, mas precisa ser bebível. Essa é a regra. Um tinto suave, tipo um Merlot, funciona lindamente. O álcool evapora, o tanino amacia a carne e o sabor de frutas vermelhas fica sutil no fundo. A técnica de reduzir o líquido para fazer o molho é o que transforma a receita de boa para excelente.

Já usei até aquele vinho que ficou aberto na geladeira dois dias, meio sem graça para beber, mas perfeito para cozinhar. O molho demi-glace caseiro que se forma é coisa de restaurante. Serve com um purê de batata bem cremoso ou até com polenta. Parece fancy, mas é só saber aproveitar o que já tem na cozinha.

12º. Molho barbecue: quando a fome pede algo defumado e adocicado

Barbecue e porco foram feitos um para o outro, não tem como negar. Esse molho, com seu equilíbrio entre defumado, ácido e doce, gruda na carne e cria uma camada caramelizada de dar água na boca. É a receita para quando você quer um sabor marcante, daqueles que todo mundo comenta.

O segredo é pincelar o molho só nos últimos 15-20 minutos de forno. Se colocar desde o início, o açúcar queima e fica amargo. E não tenha medo de servir com uma salada de repolho branco bem ácida, tipo um slaw. O contraste corta a riqueza e fica perfeito. É sucesso garantido em qualquer churrasco ou almoço descontraído.

Bom, são muitas ideias, né? Da pressão para o dia a dia até a pururuca para impressionar. O bom é que a paleta suína aguenta todas essas brincadeiras. Qual delas combinou mais com seu estilo? Se fizer alguma, passa aqui depois pra contar como ficou, se adaptou alguma coisa. Adoro ouvir as histórias de vocês da cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 12:13

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Heitorito
Só faltou batata na forma. Na próxima vou colocar
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