16 Receitas de Clara em Neve E Também Super Propostas Para Completar Qualquer Sobremesa

  • Aprenda de maneiras simples e variadas este preparo que serve para compor muitas sobremesas e ainda se transformar em uma receita única e especial.
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Para mim, claras em neve eram tipo um mistério de confeitaria. Eu achava que só funcionava com batedeira potente e que a mínima gordura na tigela arruinava tudo. Até o dia que precisei fazer um merengue e minha batedeira simplesmente pifou.

Foi aí que, lembrando de uma técnica que aprendi num curso de confeitaria, resolvi tentar na mão. O segredo, que pouca gente fala, é começar devagar para incorporar ar de verdade, quase como se estivesse dobrando a massa. Quando você vê aquele volume triplicar e ficar firme, mesmo só com um fouet, é uma vitória genuína na cozinha.

Essa receita de clara em neve que vou te mostrar é a prova de que técnica supera equipamento. Ela abre portas para suspiros, merengues e coberturas incríveis. Vem ver o detalhe do passo a passo ali embaixo, porque é mais simples do que parece.

Receita de Clara em Neve Na batedeira: Como Fazer

Rendimento
Varia com as claras
Preparação
5 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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É só isso mesmo. O ingrediente secreto aqui é paciência e uma tigela bem limpa. Eu costumo usar as claras que sobram quando faço uma receita só com gemas, tipo um creme. Evita desperdício.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 50g (2 claras médias batidas)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 34 kcal 2%
Carboidratos Totais 0.5g 0%
   Fibra Dietética 0g 0%
   Açúcares 0.4g 1%
Proteínas 7.2g 14%
Gorduras Totais 0.1g 0%
   Saturadas 0g 0%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 110mg 5%
Potássio 108mg 2%
Ferro 0.1mg 1%
Vitamina B12 0.2µg 8%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 0.5g carboidratos por porção
  • Baixa Caloria: Apenas 34 kcal por porção
  • Baixa Gordura: Praticamente zero gordura
  • Alto em Proteína: 7.2g de proteína por porção

Alertas & Alérgenos

  • Alérgeno: Contém ovo - evitar em casos de alergia
  • Insight: Excelente para dietas de restrição calórica e aumento proteico
  • Volume aumenta 6-8x ao bater - ideal para saciedade

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Se você tem uma batedeira (o caminho mais rápido):

  1. Garante que a tigela da batedeira e o batedor estejam limpos e secos. Nada de gordura, isso é lei.
  2. Coloca as claras na tigela. Liga na velocidade mais baixa possível, tipo a mínima. Deixa bater por uns 30 segundos assim, até ficar todo espumoso e cheio de bolhas pequenas.
  3. Agora, sobe a velocidade gradualmente. Vai pra média, depois alta. O negócio vai começar a crescer, ficar branco e formar picos. Fica de olho. Em mais ou menos 1 minuto no total (dependendo da potência), deve estar no ponto de neve firme: quando você levanta o batedor, o bico que se forma não cai, fica lá firme, apontando pro teto.

Dica de ouro: não exagera no tempo. Passou do ponto, a clara fica quebradiça e seca, perde a graça. É melhor parar um pouco antes e checar.

Se você vai na mão (e é mais satisfatório do que parece):

  1. Pega uma tigela funda, de preferência de inox ou vidro, e um fouet (aquele batedor de arame) ou até um garfo resistente. Limpa e seca tudo muito bem também.
  2. Começa a bater com movimentos largos e rápidos, incorporando ar. No início parece que nada acontece, é só um líquido transparente. Continua.
  3. Depois de uns 20, 30 segundos, vai notar uma espuma branca se formando. É o sinal. Agora acelera o ritmo, bate com mais força e determinação. Vai ficar branco, crescer, e a resistência vai aumentando.
  4. O ponto é o mesmo: quando você levanta o fouet e forma aquele bico firme. Pode levar de 30 segundos a 1 minuto, depende do seu pique. A primeira vez que consegui manualmente, fiquei besta. É cansativo, mas a sensação de vitória é boa, pra ser sincero.

Serve pra suspiro, pra dar leveza em um bolo, ou até como base de um merengue se você adicionar açúcar. É um daqueles truques básicos que abrem um mundo de opções na cozinha.

Pronto, não tem segredo, né? O maior inimigo aqui é a pressa. Começar devagar, seja na máquina ou na mão, faz toda a diferença pra criar aquela estrutura de ar que deixa a neve firme. Depois que pega o jeito, você nunca mais vai ver uma clara da mesma forma.

E você, já tentou fazer na mão? Qual foi a receita que você usou as claras em neve? Me conta ali nos comentários se o método manual deu certo ou se você é time batedeira. Às vezes alguém descobre um macete novo e a gente aprende junto.

Quanto tempo dura? Guardar pode?

Clara em neve é aquela coisa: ou usa na hora ou vira liquido mágico de novo. Se precisar guardar, coloca num pote hermético e bota na geladeira por até 12 horas (mas ela perde um pouco do volume). Congelar? Nem pensar, vira bagunça!

3 pecados capitais (que todo mundo comete)

E como evitar o desastre

1) Tigela suja de gordura: Um mísero vestígio de gema ou óleo e suas claras viram um choro. Limpe tudo com vinagre antes!
2) Excesso de velocidade: Quer bater no turbo logo? Aí elas desmontam. Paciência, jovem padawan!
3) Batedeira com restos de sabão: Aquela espuminha do detergente que ficou? Adeus neve perfeita.

Truque de mestre que ninguém te conta

Joga uma pitada de sal ou gotas de limão junto com as claras antes de bater. Não é lenda urbana! O ácido ajuda a estabilizar e dá aquele ponto perfeito mais rápido. A Daiane duvidou até ver - agora é lei na nossa cozinha.

Sem ovo? Sem problema!

Para veganos ou alérgicos: teste aquafaba (aquele líquido do grão-de-bico enlatado). Bate igual, fica branquinho e até segura o volume por um tempo. Proporção: 3 colheres de sopa = 1 clara. Mas atenção: o cheiro é... peculiar.

O momento crítico

Quando parar de bater?

Se tirar o batedor e formar picos firmes que não caem, tá no ponto. Se virar um "merenguezinho" que fica em pé sozinho, já passou! Dica infalível: vira a tigela de cabeça pra baixo (com fé). Se não cair no seu pé, perfeito.

Reinventando a clara em neve

- Doce secreto: Adicione 1 colher de açúcar de confeiteiro a cada 2 claras enquanto bate. Vira um merengue básico!
- Salgado chique: Misture ervas finas no final para um topping de soufflés.
- Colorido: Pingue corante alimentício gelado (líquido pode desmanchar).

O que fazer com essa nuvem comestível?

Além do óbvio (merengue, suspiro), experimente:
• Cobrir frutas assadas no forno
• Misturar com purê de batata para deixar fofinho
• Fazer "nuvem de café" (coloca sobre espresso quente)
• Camuflar vegetais para crianças (sim, funciona!)

Modo "tudo deu errado"

Desandou? Se virou líquido:
1) Comece novas claras e junte a mistura falhada aos poucos
2) Se virou grumos, coe e use para panquecas
3) Se só não cresceu, vira omelete branco e finja que foi proposital

Gastando menos

Claras separadas custam caro? Duas táticas:
1) Congele as gemas em forminhas de gelo (duram meses) para usar depois em cremes
2) Compre ovos pequenos - rendem a mesma clara por preço menor

2 segredos absurdos

1) Temperatura importa: claras em temperatura ambiente batem MAIS que geladas (contrariando a lógica)
2) Material do bowl faz diferença: vidro ou metal são melhores que plástico (e cobre é o Santo Graal!)

De onde vem essa técnica?

A primeira receita documentada é do século XVII, num livro francês! Mas há relatos de que os romanos já usavam clara batida para deixar vinhos mais claros (sim, eles bebiam a mistura depois). Na década de 1920, virou febre em sobremesas por causa dos eletrodomésticos novos.

Perguntas que sempre me fazem

Posso bater com mixer? Pode, mas cuidado para não exagerar e virar água.
Por que às vezes fica amarelo? Ovos muito frescos têm pH diferente. Não afeta o sabor!
Serve aquela espuma de mercado? Serve, mas o sabor fica artificial. Só para emergências!

Batucada para bater claras

Playlist perfeita para o ritual:
• "Another One Bites the Dust" - Queen (para o ritmo)
• "Eye of the Tiger" - Survivor (motivação)
• "Clocks" - Coldplay (tempo exato de 1 minuto)
Brincadeiras à parte, música ajuda a marcar o tempo sem ficar olhando relógio!

Confissões de quem já errou muito

Uma vez usei tigela de plástico mal lavada e passei 10 minutos batendo sem entender por que não subia. Outra vez bati junto com açúcar mascavo (achando que dava certo). Virou lama marrom. Moral da história: sigam as regras básicas, amigos!

Casamentos perfeitos de sabor

• Canela + açúcar mascavo (para topping de abóbora)
• Raspas de limão siciliano + pimenta rosa (incrível em peixes)
• Cacau em pó + café solúvel (para mousses surpresa)
• Queijo parmesão + noz-moscada (soufflés divinos)

E aí, como foi sua experiência?

Conta aqui nos comentários: qual sua maior dificuldade com claras em neve? Já salvou algum desastre? Inventou alguma variação maluca? Aqui é espaço para compartilhar os sucessos (e fracassos épicos)!

Clara em Neve: A Sobremesa que Pede Companhia

Depois de preparar essa nuvem doce de clara em neve, vem a melhor parte: montar o resto do menu! Selecionamos combinações que vão deixar sua refeição redonda - literalmente, no caso das pizzas. Aqui em casa a gente adora fazer essas combinações, especialmente quando a Dai resolve surpreender com um jantar especial.

Para Começar com Tudo

Receita de Pizza de couve-flor simples: Massa leve que não pesa antes da sobremesa, perfeita para quem quer algo gostoso sem exageros.

Bruschetta de tomate seco: Crocância e acidez que preparam o paladar para os sabores doces que vêm depois.

Mini quiches de espinafre: Pedacinhos de festa que combinam com qualquer ocasião, desde um almoço de domingo até aquela reunião improvisada.

Prato Principal: O Centro da Festa

Frango ao molho branco com capim-limão: Cremoso sem ser pesado, com um toque cítrico que contrasta lindamente com a doçura da sobremesa.

Lasanha de berinjela: Para os dias que pedem conforto food, mas sem deixar a refeição pesada demais.

Risoto de cogumelos: A textura cremosa do risoto conversa tão bem com a leveza da clara em neve que parece que foram feitos um para o outro.

Acompanhamentos que Fazem Diferença

Arroz no microondas tradicional: Prático e fofo, ideal para quando você quer focar na sobremesa sem deixar o resto da refeição de lado.

Legumes grelhados no forno: Um clássico que nunca falha, com aquela caramelizada que todo mundo ama.

Purê de batata-doce: Doce natural que antecipa o tema da sobremesa sem roubar seu lugar.

Bebidas para Harmonizar

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado, um parceiro ideal para não competir com a sobremesa.

Água aromatizada com limão siciliano e manjericão: Limpa o paladar entre uma garfada e outra, preparando para cada nova experiência de sabor.

Suco de maçã verde: Acidez equilibrada que corta a doçura na medida certa.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Aqui em casa somos time "frango + arroz no microondas + clara em neve" nos dias mais corridos, mas adoramos saber novas combinações! Conta nos comentários se testou alguma dessas sugestões ou se tem sua combinação secreta.

Agora que você domina a base, bora ver como essa técnica vira mil e uma coisas gostosas

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando a preguiça bate mas o suspiro não pode faltar

autor: Receitas Fantásticas by Fatima

Eu nunca tinha pensado em usar o processador pra isso, pra ser sincero. Sempre achei que a lâmina cortaria as bolhas de ar em vez de criar. Mas o vídeo mostra que, com o movimento certo, funciona sim. É uma saída para dias de emergência, quando a batedeira quebrou ou você realmente não quer usar o braço. A textura fica diferente da batedeira, é verdade, mas para algumas receitas mais simples, como incorporar num bolo, já salva.

O grande cuidado é não bater demais. No processador, o ponto passa muito rápido. Você literalmente olha, vê que começou a espumar e desliga. Se esperar achar que vai ficar mais firme, vira uma massa líquida de novo. Aprendi do jeito mais frustrante possível.

3º. O triunfo da paciência (e do braço forte)

autor: RECEITAS E DICAS DA CRIS

Tem um certo orgulho em conseguir fazer na mão, não tem? Esse vídeo é motivacional, quase. A Cris mostra que, com uma coqueteleira ou só um fouet e determinação, dá certo. A dica de ouro que ela passa, e que é real, é começar batendo bem devagar, quase só misturando, até formar as primeiras bolhas. Só aí você acelera. Pular essa etapa é garantia de braço cansado e resultado ralo.

Se você for tentar, escolhe uma tigela de vidro ou inox, que são mais lisas, e garante que está absolutamente limpa e seca. Um resíduo de gorura é suficiente pra derrubar o sonho. Eu já perdi três ovos por causa de uma tigela mal enxaguada.

4º. A base do merengue perfeito

Aqui a gente sai da clara em neve básica e entra no território do merengue. Adicionar açúcar é uma ciência à parte. Tem que ser na hora certa e de um jeito específico, senão desanda tudo. O Alexandre explica isso muito bem, mostrando o ponto exato para você ir incorporando. Esse é o tipo de vídeo que você salva e volta quando for fazer suspiro ou aquela cobertura brilhante.

O açúcar precisa ser fino, de preferência. Se o seu for muito granulado, bate no liquidificador por uns segundos antes de usar. Grãos grossos não dissolvem direito e podem deixar o merengue "arenoso". Pequeno detalhe que faz diferença enorme.

5º. Para quem tem medo de merengue cru

Clara cozida é uma ótima alternativa para quem não se sente confortável em consumir ovo cru, ou para receitas que precisam de uma estabilidade absurda. Ela fica firme, brilhante e é super segura. O vídeo do CS Studio é bem objetivo no preparo. A técnica envolve cozinhar a clara com açúcar em banho-maria, o que parece trabalhoso, mas o resultado é uma cobertura profissional.

O segredo está no termômetro. A mistura precisa chegar a uns 70°C para pasteurizar sem virar ovos mexidos. Se não tiver termômetro, uma dica caseira é: a mistura deve ficar quente o suficiente para você não conseguir manter o dedo nela por mais de um segundo. Mas o termômetro é infalível.

6º. A aula de perseverança

A Rita faz com uma naturalidade que é até motivadora. Ver ela batendo na mão, mostrando o movimento contínuo e circular, tira aquele mito de que é impossível. A recompensa de ver aquele pico firme se formando só com seu esforço é das melhores na cozinha. Esse vídeo é pura técnica tradicional, do bom e velho façam em casa.

Para durar mais, escolhe um fouet de arame com muitos fios, os mais finos. Eles incorporam mais ar. E prepara o braço, porque leva uns bons 5 a 7 minutos de batida constante, sem parar. Coloca uma música, vai.

7º. A cobertura coringa que não é chantilly

Às vezes você quer uma cobertura leve mas não pode ou não quer usar creme de leite. Essa versão com suco é a solução. Fica aerada, com um toque de sabor frutado e não é tão doce quanto um merengue puro. O canal Culinária em Casa tem essa pegada de receitas práticas que funcionam, e essa é uma delas.

O suco tem que ser bem coado, sem polpa. Qualquer pedacinho sólido pode "furar" as bolhas de ar. E usa suco natural, de preferência. O de caixinha, dependendo da marca, tem muito açúcar e pode deixar a cobertura melada.

8º. O clássico que nunca sai de moda

Torta de limão com merengue é um casamento perfeito. O azedo do limão com o doce aerado do merengue é imbatível. Esse vídeo foca especificamente nessa aplicação, o que é ótimo porque o ponto do merengue para cobrir uma torta é diferente do ponto para fazer suspiro. Precisa ser mais firme, para segurar os picos quando você puxa com a espátula.

Uma dica que não está no vídeo mas salva: passa uma camada fininha de geleia de damasco (ou só o recheio de limão mesmo) por cima da torta antes de colocar o merengue. Isso cria uma barreira contra a umidade e impede que a base fique encharcada.

9º. O segredo da mousse que não "cai"

Mousse de chocolate, de maracujá, de morango... a estrutura de todas elas vem da clara em neve bem batida. Esse vídeo do Eduardo Antônio mostra justamente isso, como ela dá corpo e aquela textura de nuvem que derrete na boca. É fundamental saber o ponto certo aqui: se bater de menos, a mousse fica líquida; se bater demais, fica granulada e quebradiça.

Na hora de misturar com o chocolate ou a fruta, faça com movimentos de baixo para cima, de "dobrar". Nunca mexa de forma circular, como se fosse um bolo. Você vai perder todo o ar que trabalhou tanto para colocar lá. A Daiane me pegou fazendo isso uma vez e riu bastante.

10º. A sobremesa que engana pela simplicidade

Isso aqui é magia pura. Você pega a clara em neve, coloca numa forma com calda e assa. O resultado é um doce leve, com textura de nuvem assada e uma calda por baixo. Parece pudim, mas não é nada pesado. É aquele tipo de receita que impressiona os convidados e ninguém acredita que veio basicamente de uma clara de ovo e açúcar.

O forno precisa estar em temperatura baixa, algo em torno de 150°C. Forno muito quente faz a clara crescer e murchar rápido, ou até queimar por fora enquanto ainda está crua por dentro. Paciência é a palavra.

11º. A tentação em forma de nuvem de chocolate

Quer ver as claras em neve virarem uma sobremesa de verdade em minutos? Essa é a receita. Misturar com chocolate derretido cria algo entre um mousse e uma espuma, que depois de gelar fica com uma consistência incrível. A Paulinha mostra de um jeito super descomplicado. É perfeito para quando a vontade de doce bate forte e você não tem muita coisa em casa.

Deixa o chocolate esfriar um pouco, mas não solidificar, antes de misturar. Se estiver quente demais, derrete as claras. Se estiver frio demais, forma grumos. O ideal é morno, quase na temperatura do seu dedo.

12º. A cobertura de confeiteiro amador

Glacê real. Soa profissional, né? Mas na verdade é só clara em neve com açúcar impalpável e um ácido (limão ou vinagre). Esse vídeo desmistifica. Essa cobertura seca firme e vira uma casquinha lisa e branca, perfeita para decorar biscoitos ou cobrir bolos densos. É bem diferente da textura de merengue.

O açúcar impalpável é não negociável. Açúcar comum nunca vai dissolver totalmente e vai deixar o glacê granuloso. E bate só até incorporar, não precisa ficar super firme como um merengue. Senão fica difícil de espalhar.

13º. A busca pelo branco absoluto

Às vezes a clara em neve fica com um tom amarelado ou cinza, o que estraga a apresentação de uma cobertura branquinha. Esse vídeo dá dicas valiosas para chegar no branco puro. Vai desde a escolha dos ovos (mais frescos possível) até o tipo de açúcar e o tempo de batida. São detalhes que fazem diferença quando a estética é importante.

Uma pitada minúscula de ácido tartárico ou cremor tártaro (encontra em lojas de confeitaria) ajuda a estabilizar e a manter a cor branca. Se não tiver, umas gotas de suco de limão funcionam, mas pode alterar levemente o sabor.

14º. O luxo de ter uma planetária

Se você tem uma batedeira planetária, esse vídeo é para você aproveitá-la ao máximo. O movimento planetário (que gira a tigela e o batedor ao mesmo tempo) é o mais eficiente para incorporar ar de forma uniforme. O canal mostra isso na prática. É rápido e o ponto fica incrivelmente estável. Quase não tem erro.

Mesmo com a máquina, comece na velocidade mais baixa. Deixa as claras quebrarem um pouco e começarem a espumar antes de aumentar a velocidade. Jogar no turbo logo de cara não ajuda, só espirra clara para todo lado. Falando por experiência própria.

15º. A transformação em pudim surpresa

Essa é criativa. Junta a clara em neve com leite condensado e vira uma base de pudim que, depois de assada ou cozida, fica com uma textura única, entre soufflé e pudim. A Janaina tem um jeito bem claro de ensinar. É uma ótima maneira de usar claras que sobraram de alguma receita e fazer uma sobremesa totalmente nova.

Aqui, o ponto da clara em neve pode ser um pouco mais "molinho" do que o ponto de pico firme. Como vai ser misturada com o leite condensado pesado, se estiver muito firme fica difícil incorporar sem perder muito ar.

16º. O suspiro caseiro que vale ouro

E finalmente, a glorificação da clara em neve: o suspiro. Esse vídeo é a celebração do resultado final. Ver aquele monte de branquinho sendo moldado e indo para o forno baixinho até secar é terapêutico. A Leodenice faz com um carinho que contagia. Suspiro caseiro tem um gosto e uma crocância que o de pacote nunca vai ter.

O forno precisa ficar com a porta entreaberta, ou então desligue e use o calor residual para finalizar a secagem. Umidade é o inimigo do suspiro crocante. Se fechar o forno, ele fica "borrachudo".

Uau, quanta coisa, né? Das emergências sem eletrodoméstico às coberturas mais profissionais. Qual desses usos você mais se identificou? Me conta aqui nos comentários se você já tentou fazer suspiro em casa ou se tem alguma dica própria para bater clara em neve que nunca falha. Adoro trocar esses macetes de cozinha!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 08:54

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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