Granola Salgada: O Crunch Que Faltava na Sua Dieta

  • O mix de grãos e frutas secas têm alto valor nutricional e são consumidos em larga escala no nosso país.
Avalie este item
(19 votos)

Você já comeu granola e sentiu que estava comendo um pacote de amendoim torrado com umas sementes por cima? Eu já. E foi aí que decidi fazer a versão que não parece remédio.

Granola salgada não é coisa de dieta. É coisa de quem quer crocância sem açúcar, sabor sem fingimento. O azeite, o sal, o coco, eles não estão ali para ser saudáveis. Estão ali para dar gosto. Pra fazer você parar de comer e só sentir.

Na minha primeira tentativa, coloquei o forno em 240º e esqueci. Saíu tipo carvão com textura de pedra. A segunda, usei menos sal. Ficou triste. A terceira? Ajustei o tempo, mexi na metade, deixei o coco dourar devagar. Foi aí que entendi: não é mistura. É cozimento com atenção.

Isso aqui não é para iogurte. É para comer direto da travessa. Para colocar em um ovo mexido. Para esfarelar em uma sopa quente e ver o crunch virar sabor. Se você já tentou granola e achou que era só para crianças e nutricionistas… tente de novo. Abaixo, o jeito que funciona. Se fizer diferente, me conta. Eu quero saber se você também virou viciado.

Receita de Granola Salgada Tradicional: Saiba Como Fazer

Rendimento
35 colheres (sopa)
Preparação
25 minutos
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 300ml

Ingredientes

0 de 7 marcados

O segredo não está na quantidade de sal, está no tipo de amendoim. Use cru, sem sal, sem óleo. Se for torrado, vira um pedaço de borracha. Já tentei com amendoim salgado… não deu certo. Ficou tipo um salgadinho que se recusa a ser bom.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 30g (2 colheres de sopa)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 180 kcal 9%
Carboidratos Totais 6.5g 2%
   Fibra Dietética 4.2g 17%
   Açúcares 1.8g 2%
Proteínas 5.8g 12%
Gorduras Totais 15.3g 28%
   Saturadas 5.2g 24%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 320mg 14%
Potássio 185mg 4%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 1.8mg 10%
Magnésio 75mg 18%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 6.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: 17% do VD em fibras
  • Vegano: 100% ingredientes vegetais

Alertas & Alérgenos

  • Contém amendoim – Alerta para alérgicos
  • Insight: Rico em gorduras boas do coco e azeite, ideal para dietas low-carb
  • Semente de linhaça e chia oferecem ômega-3 vegetal

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Mistura inicial

  1. Passe o amendoim cru, o coco em flocos, a chia, a linhaça e o gergelim para uma tigela grande. Não precisa ser perfeita, mas limpa, já vi gente usar a que tinha bolo de cenoura seco no fundo. Não ajuda.
  2. Adicione o sal e o azeite. Não coloque o sal por cima, espalhe por todo o monte. Mexa com as mãos. Sim, com as mãos. É o jeito mais honesto. A gente não quer só misturar, quer que cada semente fique coberta, como se estivesse sendo abraçada.
  3. Se achar que está muito seco, adicione mais um fio de azeite. Mas cuidado: se passar do ponto, vira uma pasta. Já fiz isso. Ficou parecendo um creme de amendoim que perdeu a cabeça.

Assar em dois tempos

  1. Despeje tudo em uma assadeira. Não aperte. Deixe solto. Se for compactar, não vai dourar por dentro.
  2. Coloque a assadeira no forno frio. Não pré-aqueça. Isso é importante. O calor vai subir junto com os ingredientes, e isso faz o coco dourar devagar, sem queimar. Já queimei uma travessa inteira porque fui impaciente.
  3. Assar por 10 minutos a 240°C. Depois disso, tire. Mexa bem, com uma colher de pau. Vire tudo de baixo para cima. A parte de baixo sempre pega mais. Se não mexer, você acaba com metade crocante e metade mole.
  4. Reduza a temperatura para 180°C e volte ao forno por mais 8 minutos. Não deixe mais. O coco pega rápido, e a chia vira um pedaço de plástico se você exagerar.
  5. Retire e espalhe na travessa. Deixe esfriar completamente. Não tente provar quente. Ainda está mole, e você vai achar que não deu certo. Quando esfriar, vira o contrário: tudo crocante, com um cheiro que lembra praia e fogueira.

Como usar

  1. Coma direto da travessa. É isso. Não precisa de nada. Se alguém disser que é só para iogurte, ignore. Já comi com queijo coalho, com ovo cozido, e até em cima de uma sopa de lentilha. Funciona.
  2. Guarde em pote de vidro, bem fechado. Dura uns 15 dias, se durar. Na minha casa, nunca passou de três.

Essa granola não é para quem quer se alimentar bem. É para quem quer comer bem. Ela não tem açúcar, mas tem sabor. Não tem corantes, mas tem cor, o dourado do coco, o escuro do amendoim, o branco da chia. E o som? Quando você pega um punhado, é como se estivesse quebrando gelo no inverno. É isso que eu busco: textura que fala.

Se você tentar, me conta: o coco queimou? O sal foi demais? Ou você também acabou comendo metade da travessa antes de colocar no pote? Eu já fiz isso. E não me arrependo. Se fizer diferente, escreve aí. Quero saber se você também virou viciado. Porque isso aqui não é só receita. É um hábito que cresce na cozinha.

Quanto tempo dura? Guardar onde?

Essa granola salgada é uma das coisas mais práticas que existem - dura até 3 semanas num pote fechado hermeticamente (se você não devorar antes, claro). Dica de ouro: eu guardo num vidro de café vazio (aqueles grandes) que lavei bem e sequei. Fica bonito na despensa e mantém a crocância. A Daiane adora deixar um potinho pequeno na bolsa pra beliscar no trânsito de SP.

Será que engorda?

Cada colher de sopa tem aproximadamente 90 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas olha só, não é só número: essa granola é cheia de fibras e gorduras boas que saciam. Eu costumo comer umas 2 colheres com iogurte natural no café da manhã e fico satisfeito até o almoço. Matemática que funciona!

Sem amendoim? Sem crise!

Alergia ou simplesmente não curte amendoim? Bora trocar:

  • Amendoim → castanha de caju picada (fica mais gourmet) ou semente de abóbora (pra um crunch diferente)
  • Coco em flocos → farinha de coco (se não gostar da textura) ou flocos de arroz integral (mais leve)
  • Azeite → óleo de coco derretido (dá um toque doce interessante)

Pegadinhas do forno (já cai em todas)

Na primeira vez que fiz, queimei metade porque:

  • Não mexi na metade do tempo - os pedacinhos de coco queimam rápido demais, sério!
  • Usei assadeira funda - o ideal é rasa pra tudo assar uniformemente
  • Deixei esfriar na forma - continua assando mesmo fora do forno, sempre transfira pra outro recipiente

Truque secreto de mestre confeiteiro

Peguei essa dica de um chef amigo: depois de assar, quando ainda estiver morna, misture 1 colher de sopa de mel ou xarope de agave. Forma uma casquinha crocante que deixa a granola tipo "agrupada" - perfeito pra comer com as mãos. Mas só faça isso se for consumir rápido (dura 1 semana no máximo).

Para todo mundo comer

Versões especiais:

  • Low carb: dobra a quantidade de coco e chia, tira o gergelim
  • Sem glúten: já é naturalmente sem glúten (só confira os rótulos dos ingredientes)
  • Proteica: acrescenta ½ xícara de proteína vegetal em pó sem sabor junto com o azeite

Não seja básico - coma com...

Experimenta essas combinações malucas que ficam boas:

  • Polvilhada em cima de sopa de abóbora (confia em mim)
  • Com cream cheese e fatias de maçã verde (o contraste é incrível)
  • Dentro de wraps com frango desfiado (dá crocância)
  • Na salada Caesar no lugar dos croutons (revolucionei meu almoço assim)

Quer inovar? Faz assim:

  • Versão apimentada: 1 colher de chá de páprica defumada + pitada de pimenta caiena
  • Com toque italiano: acrescenta 1 colher de sopa de ervas finas + raspas de limão siciliano
  • Super crocante: substitui metade do azeite por clara de ovo batida (forma uma casquinha)

O ponto crítico: hora de assar

Aqui que mora o perigo! O coco queima fácil e o gergelim pode ficar amargo. Minha técnica infalível:

  1. Não pré-aqueça o forno (a receita já manda assim, mas muita gente ignora)
  2. Coloque a assadeira na grade do meio (não embaixo!)
  3. Depois dos primeiros 10 minutos, mexa VÁRIAS vezes enquanto esfria antes de voltar ao forno

Sobrou? Não joga fora!

Granola velha e perdendo o crocante? Renova ela:

  • Tosta rapidinho numa frigideira antiaderente
  • Mistura com um fio de azeite novo e leva ao forno por 5 minutos
  • Transforma em farinha (bate no processador) pra usar como empanamento ou engrossar molhos

Dois fatos que ninguém te conta

  1. Essa granola funciona como "tempêro mágico" - polvilhe em pipoca, ovos mexidos ou até pizza
  2. Se umedecer levemente as mãos, dá pra moldar em barrinhas e levar pra caminhadas

Harmonização fora da caixa

Já experimentou comer com...

  • Queijo minas frescal (o salgado + cremoso é perfeição)
  • Melancia (sim, sério! O contraste salgado-doce é viciante)
  • Café preto forte (o amargo destaca os sabores da granola)

Granola de pobre (mas rica em sabor)

Se o orçamento tá curto:

  • Substitui o amendoim por soja torrada (custa metade do preço)
  • Usa farelo de aveia no lugar de parte das sementes
  • Compra os ingredientes a granel (fica até 40% mais barato)

Eleva o nível com 1 gesto

Pra impressionar visitas:

  • Finaliza com flocos de sal rosa e raspas de laranja desidratada
  • Substitui 1 colher de azeite por trufa negra (só pra cheiro, nem precisa ser o caríssimo)
  • Serve em taças de sobremesa com queijo brie derretendo por cima

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas perde um pouco o crocante. Melhor fazer em pequenas quantidades.
Por que não pré-aquecer o forno? As sementes delicadas (como chia) queimam fácil com calor abrupto.
Posso fazer sem óleo? Até pode, mas não fica crocante - fica tipo "farelo seco".

De onde veio essa ideia?

A granola salgada surgiu como alternativa low carb para a tradicional doce. Chefes israelenses começaram a usar em cima de hummus nos anos 2000 e virou febre. O legal é que cada semente tem uma função: a chia dá saciedade, o gergelim tem cálcio e o coco dá energia rápida. Natureza é sábia, né?

Meus maiores erros (pra você não repetir)

Uma vez:

  • Usei sal grosso sem moer - resultado: pedaços super salgados no meio
  • Coloquei açúcar mascavo "só um pouquinho" - virou uma grudento desastre
  • Deixei a Daiane mexer no forno quente... Melhor nem contar como terminou

E aí, bora testar?

Essa granola salvou minhas tardes de home office e virou hit nas reuniões em casa. Conta nos comentários: vai fazer a versão tradicional ou inventar uma variação? Se tirar foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra ver seu resultado!

Completa a experiência: combinações incríveis para acompanhar sua granola salgada

Agora que você já tem essa delícia crocante pronta, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que vão transformar seu lanche em uma refeição memorável. Aqui em casa testamos todas (algumas mais vezes do que deveríamos, confesso)!

Para deixar a mesa farta

Torta de sardinha de liquidificador irresistível: Prático e saboroso, esse clássico caseiro cai perfeitamente com a textura da granola. A Dai adora fazer nos dias mais corridos.

Omelete de forno com ervas: Fofinho e versátil, combina com tudo - e ainda rende aquela sobra perfeita para o lanche da tarde.

Sanduíche natural de frango desfiado: Leve mas sustenta, ótimo para balancear o crocante da granola. Aqui nós amamos com um fio de azeite.

Acompanhamentos que fazem diferença

Bolo de trigo simples e fofinho (link aqui): Esse clássico nunca falha! Perfeito para quem quer algo doce sem exageros.

Bolinho frito de trigo tradicional: Crocante por fora, macio por dentro - cuidado que é viciante! Sempre faz sucesso nas reuniões de família.

Salada de folhas com manga: O contraste do doce da fruta com o salgado fica incrível. Minha dica: acrescente umas castanhas.

Para finalizar com chave de ouro

Chantilly caseiro simples: Leve e versátil, pode servir de base para frutas ou comer puro mesmo (ninguém vai julgar).

Chantilly com creme de leite: Versão mais cremosa para quem gosta de textura marcante. Fica divino com morangos!

Banana caramelada: Doce reconfortante e super fácil - nossa solução para quando bate aquela vontade de sobremesa rápida.

Bebidas: Sugestões de bebidas para completar sua experiência

Suco verde de abacaxi com hortelã: Refrescante e combina surpreendentemente bem com sabores salgados.

Água saborizada com gengibre e limão: Nosso coringa para qualquer refeição - dá um toque especial sem complicação.

Chá gelado de pêssego: Doce natural que complementa perfeitamente a experiência. A Dai sempre faz uma jarra nos fins de semana.

E aí, qual combinação vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou aqui na nossa!

Explore mais possibilidades com essas receitas alternativas.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Low Carb

Autor: Taisa Leal Nutricionista

Low carb não é sinônimo de sem gosto. Eu já comi granola que parecia farinha de giz com sabor de arroz integral. Essa versão aqui não é pra dieta. É pra viver. O segredo? Nada de adoçantes. Nada de exageros. Só sementes, azeite e sal, e um pouquinho de coco ralado que tosta sem queimar. A sensação de saciedade? Ela vem do contraste: o crocante que dura, o sal que desperta, o azeite que envolve. Não é para encher o estômago. É para acalmar a fome de verdade.

Se quiser, jogue uma pitada de pimenta caiena no final. Só uma. Aí você entende que o sabor não precisa ser neutro. Só precisa ser honesto.

3º. Na frigideira

Autor: Cozinha Bach

Frigideira? Eu achava que era só pra ovos. Até que uma manhã, sem forno, sem tempo, e com fome, joguei tudo na panela. E foi aí que descobri: o calor direto faz as sementes cantarem. Elas estalam, soltam óleo natural, e o coco doura por dentro. Não é torrado. É vivido. O segredo? Mexa sempre. Mas devagar. Se parar, queima. Se mexer demais, vira pó. E o sal? Coloque no final. Aí ele gruda, não afoga. E o melhor: você pode fazer em cinco minutos. E ainda assim, parece que passou uma hora no forno.

Se quiser, use uma frigideira de ferro. Ela guarda o calor melhor. E se não tiver? Use a que você tem. O importante não é o utensílio. É a atenção.

4º. Para salada

Salada sem crocância é como um abraço sem força. Essa versão com meio limão e orégano? É o tipo de coisa que faz você parar de pensar na dieta e começar a sentir. O limão não é pra acidez. É pra despertar. O orégano? Não é pra cheiro. É pra lembrar que comida pode ser simples e ainda assim, profunda. E o granola? Ele não é cobertura. É contraponto. Ele quebra a suavidade da folha. E quando você come? Não é salada. É um momento. Um daqueles em que você não pensa em nada. Só come.

Se quiser, use folhas mais duras: rúcula, alface romana. Elas aguentam o crunch. E se o limão for muito ácido? Misture com uma colher de mel. Só uma. Aí você entende que o equilíbrio não é perfeito. É humano.

5º. Para omeletes

Pinhões, castanha de caju, goji berries… parecia um superalimento em forma de granola. Mas o que realmente faz diferença? O tempo. A castanha de caju não é só pra saciedade. É pra textura. Ela tem um óleo que derrete no calor do omelete. E o goji? Não é pra doçura. É pra cor. E o segredo? Espalhe a granola no omelete só no final. Quando ele já tá quase pronto. Aí, o calor suave a aquece, sem queimar. E o resultado? É como se o ovo tivesse ganhado alma. Não é recheio. É companhia.

Se quiser, use uma panela antiaderente. E não mexa o omelete muito. Deixe ele se formar. Aí, você entende que o melhor ingrediente não é o que está na lista. É o que está na sua paciência.

6º. Na AirFryer

Airfryer? Eu usei por preguiça. Achava que era só pra batata. Mas aí descobri: o ar quente circulando faz as sementes se abrirem. Elas não queimam. Elas se revelam. O segredo? Não encha. Deixe espaço. Se colocar demais, vira vapor. E o tempo? 10 minutos é o limite. Se passar, vira carvão. Aí, você entende que a tecnologia não substitui o olhar. Só ajuda. E o azeite? Coloque antes de ligar. Aí ele sobe, não escorre. E o sal? Espalhe com os dedos. Só assim ele se distribui. Como um abraço.

Se quiser, teste com sementes de abóbora. Elas ficam crocantes como amêndoas. E se não tiver airfryer? Use o forno mesmo. O importante não é o aparelho. É o respeito.

7º. Com mel

Mel na granola salgada? Pensei que fosse contradição. Até que uma vez, depois de um dia longo, misturei um fio de mel com a granola e comi direto da tigela. Foi como se o sal e o doce tivessem feito as pazes. O mel não é pra doçura. É pra suavidade. Ele cobre o sal, mas não esconde. E o melhor: ele não deixa grudar. Se você usar mel puro, bem espesso, ele forma uma película leve. E quando você come? Não é doce. Não é salgado. É… equilíbrio. Como um dia que acabou bem.

Se quiser, use mel de eucalipto. Ele tem um toque amargo que combina com o coco. E se não tiver? Use um fio de açúcar mascavo. Só um. Aí você entende que o sabor não precisa ser puro. Só verdadeiro.

8º. Com aveia em flocos

Aveia em flocos? Eu achava que era só pra café da manhã. Até que um dia, na pressa, joguei um punhado na granola. E descobri: ela não é crocante. É conforto. Ela absorve o azeite, mas não desmancha. Ela dá corpo, sem pesar. E o melhor: ela não é saudável por obrigação. É saudável porque é gentil. Ela não grita. Ela acolhe. E o segredo? Torre a aveia sozinha primeiro. Só uns 3 minutos. Aí ela solta o cheiro. E quando você mistura? É como se o prato tivesse respirado.

Se quiser, use aveia sem glúten. E se não tiver? Use a comum. O importante não é o rótulo. É o toque.

9º. Barra de Cereal

Barra de granola com banana e mel? Parece feito por criança. Mas é o contrário. É feito por quem já provou tudo e quer só o essencial. A banana não é doce. É cola. Ela une o sal, o azeite, as sementes, sem açúcar. E o mel? Não é adocicante. É brilho. Ele faz a barra ficar dourada, mas não pegajosa. E o segredo? Pressione bem. Com as mãos. Depois de assar, deixe esfriar na forma. Se tentar cortar quente, vira bagunça. E quando você pega? Não é barra. É memória. De quando a gente comia algo que não precisava de explicação.

Se quiser, use banana nanica. Ela é mais doce. E se não tiver? Use ameixa seca picada. Só um pouco. Aí você entende que o doce não precisa vir do açúcar. Pode vir do tempo.

10º. Com floco de arroz

Floco de arroz? Eu pensei que era só pra quem não podia comer trigo. Mas aí descobri: ele é leve. Não é crocante. É etéreo. Ele não domina. Ele complementa. E quando você coloca na granola, ele parece que desaparece. Mas no paladar? Ele aparece. Como um sussurro. E o melhor: ele não absorve o azeite. Ele o reparte. E se você misturar com sementes mais pesadas? Ele equilibra. Como um silêncio num dia barulhento.

Se quiser, use floco de arroz integral. Ele tem mais fibras. E se não tiver? Use o comum. O importante não é o tipo. É o jeito. Coloque no final. E mexa com cuidado. Aí você entende que a leveza não é fraqueza. É inteligência.

11º. FIT

FIT não é só dieta. É intenção. Essa versão com cúrcuma e lemon pepper? Não é pra emagrecer. É pra acordar. A cúrcuma não é só cor. É calor. O lemon pepper não é só limão. É frescor. E o gergelim? Ele é o que segura tudo. O branco, o preto, um doce, um amargo. E o segredo? Não use azeite demais. Use sal. Muito sal. E deixe o forno baixo. Muito baixo. Aí, o tempero sobe, não afoga. E quando você come? Não é snack. É ritual. É o que você faz quando precisa se lembrar de que o corpo merece mais do que peso. Ele merece sabor.

Se quiser, jogue um fio de vinagre balsâmico na granola antes de assar. Só um fio. Aí você entende que o equilíbrio não é perfeito. É feito.

E aí, qual dessas vai abrir o apetite? Talvez nenhuma. Talvez todas. Porque granola salgada não é comida de dieta. É comida de quem quer sentir. Quem quer parar de comer e só sentir. Se alguma te chamar a atenção, me conta: foi o que você esperava? Ou foi algo que você nem sabia que estava precisando? Porque às vezes, o que a gente busca não é saudável. É simples. E aí, quando encontra? É como se o mundo tivesse dado um suspiro.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 08:46

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Adicionar comentário