17 Receitas Com Batata Inglesa & Preparos Variados Do Alimento Queridinho Do Brasileiro

  • Quem não ama batata? Seja frita ou cozida, como prato principal ou complementar a batatinha tem um lugar especial no paladar dos brasileiros.
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Rendimento
3 porções
Preparo
45 min
Dificuldade
Fácil

Esqueça tudo que te ensinaram sobre batata ser só um acompanhamento. Quando você recheia ela com frango, bacon e requeijão, ela vira a atração principal do prato, capaz de roubar a cena de qualquer proteína. É sério. Eu aprendi isso na prática, depois de uns anos fazendo churrasco no apartamento. Sempre sobrava frango desfiado, e a ideia de rechear uma batata inglesa assada surgiu quase por desespero. O que começou como solução rápida virou uma das receitas mais pedidas aqui em casa.

O segredo tá na textura, a batata fica macia por dentro mas segura o recheio cremoso, uma combinação que aprendi a valorizar depois de estudar culinária brasileira. Fazer essa batata recheada é uma experiência completa. O cheiro do bacon e do queijo gratinando no forno é simplesmente irresistível. Se você quer transformar um ingrediente simples num prato que impressiona, vem comigo. O passo a passo tá logo abaixo, e ele é mais fácil do que parece. Depois me conta nos comentários se alguém na sua casa conseguiu comer só uma.

Recheada: uma das melhores receitas com batata inglesa
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

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Para a base:

Para o recheio:

Para finalizar:

Nada muito complicado, né? A batata inglesa é aquele ingrediente que quase todo mundo tem em casa, e o recheio é só juntar tudo. Custo baixo e resultado que parece de restaurante, te garanto.

Progresso salvo automaticamente

Modo de preparo

Preparando a Batata:

  1. Primeiro, lave bem as batatas. Depois, com uma faca, corte uma "tampinha" na parte de cima de cada uma. Isso não é só pra ficar bonito, vai ajudar muito na hora de tirar o miolo. E não joga essa tampinha fora, pode assar junto pra virar uma "casquinha" crocante depois.
  2. Coloque as batatas numa panela de pressão e cubra com água. Leve ao fogo alto até pegar pressão. Quando começar a chiar, abaixe o fogo e conte 10 minutos. Desligue e deixe a pressão sair naturalmente. Cuidado para não cozinhar demais, senão a batata pode desmanchar na hora de rechear. Já aconteceu comigo e foi um desastre.
  3. Espere esfriar um pouco, só até dar pra encostar. Depois, com uma colher de sopa, retire o miolo com cuidado, deixando uma camadinha de batata na casca pra ela ficar firme. Coloque metade desse miolo numa tigela e reserve. A outra metade… bom, pode ser seu lanche, eu sempre como um pouco ali mesmo.
  4. Tempere o interior de cada casca de batata com um fio de azeite e uma pitada de sal. Isso dá um gosto a mais e ajuda a formar uma crostinha gostosa no forno.

Fazendo o Recheio:

  1. Pegue uma frigideira e coloque o bacon para fritar em fogo médio. Não precisa de óleo, ele solta a gordura sozinho. Deixe ficar bem dourado e crocante. Essa gordura que fica na frigideira é puro sabor, então não jogue fora.
  2. Adicione a cebola picada na mesma frigideira, com a gordura do bacon, e refogue até ficar bem transparente e macia. Esse é o segredo do sabor, a cebola caramelizada na gordura de bacon. É bom, né?
  3. Desligue o fogo e leve essa mistura de bacon e cebola para a tigela com o miolo de batata reservado. Acrescente o frango desfiado e misture bem.
  4. Agora vem o toque cremoso: adicione o requeijão e a salsinha picada. Misture tudo com vontade até formar um recheio homogêneo. Prove e ajuste o sal, e se você gostar como eu, jogue uma pitada generosa de pimenta-do-reino.

Montagem e Forno Final:

  1. Preaqueça o forno a 200°C. Encha generosamente cada casca de batata com o recheio. Não tenha medo de empilhar, quanto mais, melhor.
  2. Coloque as batatas recheadas num refratário e cubra com uma boa camada de queijo parmesão ralado. Quanto mais, mais aquela casquinha dourada vai ficar.
  3. Leve ao forno por uns 15 a 20 minutos, só até o queijo derreter e dourar por cima e o recheio ficar bem quentinho. Fica de olho nos últimos minutos pra não queimar o queijo, cada forno é um forno.
  4. Tira do forno e deixa descansar uns 2 minutos antes de servir. Cuidado que o recheio fica um vulcão de calor. Pode ir pra mesa como prato principal mesmo, com uma salada simples do lado, ou até como um acompanhamento luxuoso para um bife. É sucesso garantido.
Dicas importantes abaixo

Informação Nutricional

Porção: 1 batata recheada completa (aproximadamente 350g)

CALORIAS485 kcal
PROTEINAS28.7g
GORDURAS22.3g
Alto em ProteínaAlto em FibrasSem GlútenRico em VitaminasAlto sódioGorduras saturadasContém lactose

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Pronto, essa é a minha batata recheada de transformar jantar simples em pequena celebração. É um daqueles pratos que engana pela simplicidade, mas o resultado é sempre de impressionar. O contraste da casca da batata que segura a forma com aquele recheio cremoso e o queijo gratinado… é difícil comer só uma. A Daiane vive me falando que eu exagero no queijo, mas no final ela sempre pega a casquinha mais dourada do refratário.

E aí, bora tentar? A receita é à prova de erros, mesmo se você não for expert na cozinha. O que não pode é ter medo de colocar bastante recheio. Quando fizer aí na sua casa, volta aqui e me conta nos comentários como ficou. Alguém lutou pela última batata? O cheiro tomou conta da cozinha? Fala pra gente!

Dicas essenciais da receita

Quanto tempo dura essa delícia?

Se por algum milagre sobrar (duvido), guarde na geladeira por até 3 dias. Eu costumo esquentar no forno pra ficar crocante de novo - microondas deixa meio molenga. Dica da Daiane: congelar o recheio cru pra fazer outra hora é um coringa!

Sem bacon? Sem crise!

Se você é vegetariano ou só não curte bacon (tudo bem, não julgo), joga umas tiras de berinjela assada com páprica defumada que fica incrível. Outra troca braba: no lugar do frango, carne seca desfiada vira um show à parte!

Onde todo mundo erra (eu incluso)

1. Cozinhar demais a batata: vira purê dentro da casca. 10 minutos na pressão é o ideal. 2. Esquecer de temperar o interior da batata - ela fica sem graça! 3. Exagerar no requeijão: o recheio pode ficar aguado. Meça com o coração, mas com juízo.

Truque de mestre

Pega o miolo reservado, mistura com um ovo e um pouco de farinha de rosca. Vira uma "tampa" crocante por cima do recheio antes de levar ao forno. Crunch garantido!

Dupla dinâmica

Essa batata pede um vinho branco seco ou até uma cerveja gelada. Pra fechar o combo, uma saladinha de rúcula com tomate seco corta a gordura. Já servimos com uma pinga de qualidade pra visitas corajosas - ficou lendário!

Versão "mad scientist"

Já testei com: 1) Recheio de strogonoff (sim, funciona!) 2) Camada de catupiry por cima do queijo ralado (derrete e vira lava) 3) Batata-doce no lugar da inglesa - fica mais doce, claro, mas combina com frango. Ousou? Conta nos comentários!

O pulo do gato

Tirar o miolo sem estragar a batata é arte. Dica: depois de cozida, passa uma faca ao redor deixando 1cm de borda. Usa uma colher de sorvete ou até as mãos mesmo - eu prefiro o método "dedos delicados". Se furar, ninguém vai notar depois de recheada!

Sobrou? Transforma!

O miolo que não usar vira um ótimo purê ou até bolinho de batata. Já o recheio extra? Pãozinho recheado no café da manhã é sucesso garantido. A Daiane já fez até omelete com as sobras - criatividade no pico!

Modo chef Michelin

Finaliza com fios de azeite trufado e folhas de manjericão fresco. Troque o parmesão ralado por queijo gruyère - derrete feito seda. Quer impressionar? Serve com colher de pau artesanal (brincadeira, qualquer colher resolve).

Você sabia?

1. Esse prato tem DNA de festa junina - a batata recheada era prima distante do pão de alho em quermesses. 2. O requeijão não é tradicional em receitas antigas, mas foi a maior invenção desde o fogo (na minha opinião).

Perguntas que me fazem toda vez

Posso fazer no airfryer? Pode! 180°C por 10 minutos. Congela? Só cru, depois de assada fica esquisito. Sem panela de pressão? Ferva na água comum por 20-25 minutos. Por que minha batata rachou? Excesso de calor ou batata velha - escolha as mais firmes!

De onde veio essa ideia?

A batata recheada é prima da russet potato americana, mas ganhou personalidade brasileira com nosso amor por recheios cremosos. Curiosidade: em Portugal fazem versão com bacalhau, mas nossa de frango com bacon é imbatível (não @sabornamesaoficial, não é clubismo).

Harmonização de sabores

O salgado do bacon + cremosidade do requeijão pede um contraste: experimente servir com picles ou cebola roxa em conserva. O ácido corta a gordura e dá equilíbrio. Já testou com geleia de pimenta? Parece loucura, mas funciona!

Se tudo der errado...

Batata virou purê? Transforma num "soufflé" de batata recheada. Recheio aguou? Adiciona farinha de mandioca pra engrossar. Queimou por baixo? Raspadinha salvadora e ninguém descobre. Já salvei um jantar inteiro com essas gambiarras - segredo entre a gente!

Para todo mundo comer

Low carb: Usa abóbora cabotiá no lugar da batata. Sem lactose: Substitui requeijão por "creme" de castanha de caju. Vegano: Frango por jaca verde temperada e bacon de coco. Fica diferente, mas ainda sim gostoso!

Última curiosidade prometo

O formato de "barquinho" da batata recheada não é à toa - ajuda a segurar mais recheio por cm² (física gourmet). E olha só: em 2017, um restaurante em Minas serviu uma versão gigante com 12 recheios diferentes - sonho ou pesadelo?

A batata é assim: uma tela em branco na cozinha. Bora ver o que mais dá pra criar com ela?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Nhoque que derrete de tão macio

autor: Isamara Amâncio

Todo mundo já comeu um nhoque borrachudo, aquele que parece uma bolinha de borracha. O maior erro, acredito, é colocar farinha demais na massa com medo de grudar. A Isamara acerta num ponto crucial: passar a batata cozida pela peneira. Parece trabalhoso, mas é isso que garante aquele resultado sedoso, quase um purê antes de virar massa.

Quando você faz assim, a massa aceita pouca farinha e fica leve. O nhoque literalmente desmancha na boca. Serve com qualquer molho, mas um sugo bem simples de tomate fresco é minha combinação predileta. Faz toda a diferença.

3º. Gratinada no molho branco (a clássica)

autor: Receitas Da Cris

Essa aqui é aquele tipo de receita que parece jantar especial, mas na verdade é puro conforto disfarçado. O molho branco, ou bechamel, é um daqueles fundamentos que vale a pena dominar. Aprendi num curso de bases francesas que o segredo é cozinhar a farinha na manteiga até perder o cheiro de cru, sabe aquele aroma de massa de bolo? Só depois você adiciona o leite aos poucos.

Com a batata, fica uma coisa celestial. A dica é intercalar as camadas de batata com o molho, não só cobrir. Aí cada garfada vem cremosa. É perigoso porque é muito fácil repetir o prato.

4º. Purê que é puro abraço

Ao contrário do que se imagina, purê bom não é aquele que vira uma cola branca. O segredo está no tipo de batata e no jeito de amassar. Prefiro as batatas asterix ou holandesas, que tem mais matéria seca. Cozinho com a casca para não embebedar de água e passo ainda quente pelo espremedor, nunca no liquidificador - isso vira cola, tenho certeza.

Aí misturo a manteiga primeiro, até ela derreter e incorporar, e só depois o leite morno aos poucos. Fica aveludado, não aguado. Parece detalhe, mas muda tudo. É a comida que acalenta qualquer dia ruim.

5º. Escondidinho de carne moída (prático total)

Essa receita resolve aquele problema clássico: sobra purê de ontem e ninguém quer comer de novo. A solução é transformar em escondidinho. A Panelaterapia mostra um jeito bem inteligente. Para o recheio, gosto de refogar bem a cebola e o alho, quase caramelizar, antes de jogar a carne moída. Dá um sabor fundo incrível.

E na hora de gratinar, um queijo parmesão ralado na hora por cima forma uma casquinha crocante que contrasta com o cremoso de baixo. Vira um prato único, completinho. Aqui em casa rende duas refeições tranquilamente.

6º. Rocambole de batata (para inovar no almoço)

Quem diria que dava pra fazer rocambole de batata, né? É uma daquelas ideias geniais para sair do arroz com feijão de todo dia sem complicação. A massa é basicamente um purê mais firme. O truque para enrolar sem quebrar é esperar esfriar um pouquinho, mas não totalmente. E usar um pano de prato limpo e levemente umedecido para dar o formato.

Pode rechear com o que tiver na geladeira: espinafre com ricota, frango desfiado, até aquela carne moída que sobrou. Fica bonito na mesa e todo mundo acha que você é um mestre da culinária.

7º. Sopa cremosa para dias cinzas

Sopa de batata é meu remédio caseiro para previsão do tempo virando. Essa versão cremosa, com endro, é um achado. Essa erva tem um sabor fresco, meio anisado, que corta a riqueza da batata e do creme de leite. Se não achar endro fresco, tenta usar salsinha e um toque de semente de erva-doce amassada, dá um resultado parecido.

Bato metade da sopa no liquidificador para ficar creme e deixo a outra metade com os pedacinhos de batata. A textura fica ótima. Perfeita para um jantar leve, com um bom pão para acompanhar.

8º. Strogonoff vegano (a adaptação que funciona)

Confesso que fiquei curioso quando vi batata no lugar do frango. Mas faz todo o sentido! A batata em cubos absorve o sabor do molho maravilhosamente bem e dá uma saciedade legal. O segredo é dar uma fritadinha ou assar os cubos de batata antes de jogar no molho, para eles não desmancharem totalmente.

Fica incrivelmente saboroso. É uma ótima porta de entrada para quem quer comer menos carne ou para receber visitas com dietas diferentes. Serve com aquele arroz branco soltinho e batata palha, claro. Ninguém vai sentir falta de nada.

9º. Doce de batata (a surpresa doce)

Isso aqui é pura memória afetiva. Me lembra feiras livres e quitandas. O doce de batata tem uma cor linda e uma textura que fica no meio do caminho entre um doce de abóbora e um de figo. A canela e o cravo são essenciais, não pule eles.

O ponto é quando você passa a colher no fundo da panela e o doce abre um caminho que demora a fechar. Tem que ficar atento porque passa do ponto rápido e vira um tijolo. Deixa esfriar que ele fica com a consistência perfeita para cortar em quadradinhos. Uma joia simples.

10º. Pão de batata da lanchonete (em casa)

Todo mundo já teve a curiosidade de fazer aquele pão de batata fofinho que parece algodão. O segredo, como a Isamara mostra, tá no tal "ponto de véu": esticar um pedaço da massa e ela não rasgar, ficando fininha e translúcida. Isso significa que o glúten se desenvolveu direitinho. Dá trabalho sovar, mas é terapêutico.

A batata na massa garante a maciez e uma doçura sutil. Fica perfeito para hambúrguer artesanal ou só com uma camada generosa de manteiga. Chega a ser melhor que o da lanchonete, porque você fez.

11º. Coxinha com massa de batata (mais leve)

A massa tradicional de coxinha, com caldo de frango e farinha, pode ser intimidadora. Essa versão com batata é um caminho sem erro. A massa é mais maleável, fácil de modelar, e fica crocante por fora sem ficar com aquela capa grossa. É ótima para fazer com crianças, porque não gruda tanto nas mãos.

Para o recheio, um frango bem temperado e desfiado fino é clássico que nunca falha. Frita em óleo bem quente e fica douradinha rapidinho. Perigo: esfria e some.

12º. Batata na Air Fryer (a frita sem peso)

A dica de ouro que ninguém me contou: depois de cortar as batatas em palito, deixa elas de molho em água gelada por uns 15 minutos. Isso tira o excesso de amido e elas ficam realmente sequinhas por dentro depois de assar. Seca bem com um pano de prato antes de jogar na air fryer, é importante.

Uma colherada de óleo e os temperos que você gostar. A minha mistura é paprika defumada, sal e um pouco de alho em pó. Fica tão crocante que dispensa a fritura profunda. Salva o almoço de domingo em 20 minutos.

13º. Chips caseira (mais gostosa que a de pacote)

Fazer chips em casa é uma daquelas coisas que parece difícil até você tentar. O segredo absoluto é o fatiador de legumes. Fatias finas e uniformes são a chave para fritarem por igual. E o óleo precisa estar na temperatura certa, não muito baixo nem muito alto. Joga uma fatia para testar, se borbulhar intensamente em volta, tá bom.

Salga na hora que tirar, ainda quente. Experimenta fazer um mix de batata inglesa e batata doce roxa. Fica lindo e é um petisco para receber visita que impressiona todo mundo. É viciante, aviso logo.

14º. Salada que não é só coadjuvante

Salada de batata pode ser uma coisa sem graça ou a estrela do piquenique. A diferença está no tempero e no ponto da batata. Cozinhe com a casca, em água bem salgada, até ficar macia mas ainda firme (enfie uma faca, ela deve encontrar resistência). Descasca ainda morna, porque absorve melhor o tempero.

O limão espremido na hora, azeite bom e bastante salsinha fazem milagres. Deixa na geladeira por uma horinha antes de servir para os sabores se casarem. Vai muito além da maionese, confia.

15º. Bolo de batata (a curiosidade que dá certo)

Parece estranho, mas a batata no bolo funciona como a cenoura ou a abóbora: dá umidade e uma textura densa e gostosa. O sabor é neutro, então o bolo fica com o gosto da baunilha e do açúcar, mas incrivelmente úmido. É ótimo para usar aquela batata que começou a brotar e você não vai cozinhar mais.

Fica perfeito para o café da tarde, com uma cobertura de chocolate meio amargo. É uma receita de aproveitamento inteligente que ninguém vai adivinhar o ingrediente secreto.

16º. Rosca caseira (o café da tarde da vovó)

Essa receita tem cheiro de casa de interior. A batata na massa da rosca garante que ela fique macia por vários dias, se é que dura tanto. É um projeto para uma tarde mais tranquila, mas o processo é simples. A massa fica linda de trabalhar.

Polvilhar açúcar e canela por cima antes de assar forma uma casquinha doce que é a melhor parte. Serve com um café coado no filtro de pano. Pura simplicidade que aquece o coração.

17º. Gratinada rápida (para os dias sem tempo)

Quando a fome aperta e você precisa de um acompanhamento rápido que pareça que você se esforçou, essa é a receita. O molho é tudo misturado, não precisa fazer o bechamel separadamente. A noz-moscada ralada na hora é um toque de chef que eleva o sabor a outro patamar, não skipa.

Pode fazer com batata cozida de ontem, cortada em rodelas. Em meia hora você tem um prato cremoso, gratinado e que resolve o jantar. Funciona sempre.

Uau, quanta coisa, né? A batata realmente não tem limites. Das mais tradicionais às mais inventivas, sempre tem uma que se encaixa no seu dia. Qual dessas você nunca tinha pensado em fazer? A de doce ou a rocambole me pegou de surpresa. Se aventurar em alguma, volta aqui para contar como foi a experiência, adoro saber o que vocês estão fazendo nas cozinhas por aí. Bom proveito!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:18

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia, apaixonado por receitas caseiras testadas na prática e cheias de memória afetiva.

Há anos transforma a cozinha de casa em laboratório de sabores, estudando técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana e francesa para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa, compartilha pratos que realmente prepara, testa e adapta para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de 10 anos, Rafael acredita que cozinhar é uma forma de reunir pessoas, celebrar momentos e criar boas lembranças ao redor da mesa. Suas receitas unem experiência prática, pesquisa culinária e linguagem direta para ajudar qualquer pessoa a cozinhar melhor em casa.

Comentários  

0 Beti
Vou montar um cardápio com essa e uma salada de folhas
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0 Rafael Gonçalves
Temos sugestões de combinações na sessão de cardápios, vale dar uma olhada
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