17 Receitas de Rosquinhas Fritas E Assadas Para Agradar Toda Família

  • As avós que nos digam: rosquinha com café é a combinação que enriquece qualquer fim de tarde e que traz ótimas lembranças.
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A primeira fornada de donuts caseiros foi um desastre total, eles ficaram com cara de pãezinhos tristes. Nem a Daiane, que é doceira de mão cheia, soube o que dizer. Foi aí que um truque de um curso de confeitaria salvou tudo, algo sobre a temperatura do leite e o descanso da massa.

O negócio é o seguinte, fazer rosquinha boa é uma questão de ciência simples. O leite não pode estar nem quente nem frio, tem que ser morno pro fermento acordar direito. E a margarina, ela precisa ser incorporada depois, na sova. Isso garante aquela textura fofinha que derrete na boca, sabe?

Essa receita de rosquinhas fritas e assada que eu vou te mostrar é a minha versão aprimorada depois de muitos testes. Ela rende aqueles donuts simples, melados no açúcar de confeiteiro, que são uma experiência fantástica de fazer e comer. Vamos lá pra cozinha, o passo a passo tá logo abaixo e é mais fácil do que parece.

Receita de Rosquinhas Fritas: Saiba Como Fazer

Rendimento
12 rosquinhas
Preparo
50 min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 10 marcados

Para a massa:

Para fritar e finalizar:

A farinha de trigo pode variar um pouco, então não se assuste se usar um pouco mais ou menos que os 800g. A massa vai te dizer quando está boa. E sobre o óleo, use uma panela funda, é mais seguro.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 unidade (aproximadamente 60g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 235 kcal 12%
Carboidratos Totais 35.2g 12%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 8.5g 17%
Proteínas 5.8g 12%
Gorduras Totais 8.3g 11%
   Saturadas 2.1g 10%
   Trans 0.3g 2%
Colesterol 35mg 12%
Sódio 185mg 8%
Potássio 85mg 2%
Cálcio 45mg 4%
Ferro 1.8mg 10%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (com margarina)
  • Alto Carboidrato: Fonte de energia rápida
  • Energia: Ideal para atividades físicas

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – Não adequado para celíacos
  • Contém lactose – Leite na receita
  • Fritura – Alto teor de gordura por fritura
  • Açúcar adicionado – Moderar consumo
  • Insight: Para versão mais leve, asse em vez de fritar e reduza o açúcar

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo e sovando a massa:

  1. Pega uma tigela grande. Despeja o leite morno e dissolve o fermento seco nele, mexendo bem até sumir os gruminhos. Se o leite estiver na temperatura certa (aquele morno de banho de bebê), o fermento vai começar a trabalhar rápido.
  2. Adiciona os ovos, o açúcar e o sal na tigela. Bate tudo com um fouet ou um garfo até ficar bem misturado. Joga a essência de baunilha e mistura de novo.
  3. Agora, começa a adicionar a farinha de trigo. Eu faço aos poucos, de uns 200g em 200g, mexendo com uma colher de pau depois de cada adição. No começo fica meio líquido, mas vai engrossando. Quando a massa começar a desgrudar das laterais da tigela e ficar difícil de mexer com a colher, está na hora.
  4. Vai pra bancada. Pega a massa com as mãos levemente enfarinhadas e começa a trabalhar ela. Só amassa por uns 2 minutos, o suficiente para ela ficar mais lisa e parar de grudar muito nos dedos. Não precisa ser perfeita ainda.
  5. Forma uma bola, coloca de volta na tigela e cobre com um pano úmido ou filme plástico. Deixa descansar por 20 minutos em um lugar sem corrente de ar. Esse é o primeiro descanso, só para a farinha hidratar direitinho.
  6. Passado esse tempo, a massa vai ter crescido um pouquinho. Transfere ela de volta para a bancada. Abre ela com as mãos ou com um rolo, formando um disco grosso. Coloca a margarina ou manteiga em pedacinhos por cima.
  7. Agora vem a sova de verdade. Dobra a massa sobre a gordura e começa a amassar. Vai ser meio bagunçado no início, a gordura vai escorregar, mas continua. Sova por uns 10 minutos, até a massa ficar bem lisa, elástica e a gordura estar completamente incorporada. Ela vai parar de grudar na bancada. É um exercício, eu não vou mentir.

Modelando, descansando e fritando:

  1. Faz um rolinho com a massa e divide em 12 porções iguais (ou no número que achar melhor). Pega cada porção, forma uma bolinha bem redonda entre as palmas das mãos.
  2. Achata cada bolinha com a palma da mão, formando um disco. Com o dedo polegar, faz um furo bem no meio. Depois, vai alargando o buraco girando o dedo, até ficar com aquele formato clássico de rosquinha. O buraco tem que ser maior do que você acha, porque a massa cresce.
  3. Coloca cada rosquinha numa assadeira forrada com papel manteiga, deixando um bom espaço entre elas. Cobre com o pano úmido de novo e deixa descansar por 30 minutos. Elas vão crescer e ficar bem fofinhas.
  4. Enquanto isso, esquenta o óleo em uma panela funda em fogo médio. O óleo está no ponto quando você joga um farelinho de massa e ele sobe rápido à superfície, borbulhando. Controla o fogo para não queimar.
  5. Com muito cuidado, coloca as rosquinhas no óleo quente, de 2 ou 3 por vez, para não baixar a temperatura. Deixa fritar por uns 2 minutos de cada lado, até ficarem douradinhas por igual. Usa uma escumadeira para virar e retirar.
  6. Coloca as rosquinhas fritas sobre papel toalha para escorrer o excesso de óleo. Deixa esfriar só um pouco, até você conseguir pegar sem se queimar.
  7. Pega um prato fundo com açúcar de confeiteiro. Passa cada rosquinha ainda morna no açúcar, cobrindo dos dois lados. Ou joga o açúcar por cima com uma peneira, fica a seu critério.

Prontas. O ideal é comer ainda mornas, quando estão no auge da fofura. Mas cuidado com o recheio de quentinho, o açúcar gruda nos dedos e é parte da diversão.

Então, conseguiu? A massa ficou elástica e lisa depois da sova? Esse é o sinal de que deu certo. A primeira vez que eu tentei, parecia que estava amassando chiclete, mas com prática fica natural. O cheiro delas fritando é uma arma, ninguém resiste.

Se você fez, conta pra gente aí embaixo como foi a sua experiência. Demorou muito para sovar? Preferiu com manteiga ou margarina? E o mais importante, quantas rosquinhas conseguiu salvar antes que a turma toda atacasse a bandeja? Conta tudo nos comentários.

Quanto tempo dura essa tentação?

Essas rosquinhas são melhores recém-saídas da fritura (óbvio, né?). Mas se sobrar (difícil), guarde em pote hermético por até 2 dias em temperatura ambiente. Depois disso, elas perdem a graça. Dica da Daiane: se quiser congelar, faça antes de fritar - aí é só tirar do freezer e jogar no óleo quente quando bater a vontade!

Caloria por unidade (pra você decidir quantas merece)

Cada rosquinha tem aproximadamente 235 calorias conforme nossa tabela nutricional completa. Mas quem conta calorias com donut recém-frito, né? Só não vale comer as 12 de uma vez (ou vale, não julgo).

Sem leite? Sem trigo? Sem problema!

• Troque o leite comum por leite vegetal (amêndoa fica ótimo)
• Farinha sem glúten 1:1 funciona, mas a massa fica mais grudenta - bora ter paciência na sova
• Margarina pode virar manteiga ghee pra quem tem restrição à lactose
• Ovo? Dá pra substituir por 1 col. de sopa de chia + 3 col. de água (deixa hidratar 10 min antes)

Os 3 pecados capitais das rosquinhas

1. Óleo não quente o suficiente = rosquinha encharcada (teste com um pedacinho de massa - tem que borbulhar)
2. Excesso de farinha = donut duro que parece tijolo (vai colocando aos poucos mesmo)
3. Não deixar descansar = rosquinha baixinha e sem graça (essa é a parte mais difícil - esperar!)

Truque que até minha avó aprovaria

Não tem cortador redondo? Use a boca de um copo para o formato grande e uma tampinha de garrafa para o furo no meio. Já salvei várias receitas assim quando tava com preguiça de lavar utensílios!

Do café ao drink: o que servir com?

• Café preto forte (o contraste do amargo com o doce é perfeito)
• Leite com chocolate quente (pra nostalgia total)
• Vinho do Porto (sim, combina e muito - experimente!)
• Sorvete de baunilha (sanduíche de donut quente + sorvete = pecado necessário)

Versão "mad scientist"

• Adicione raspas de laranja na massa + cobertura de chocolate meio amargo
• Misture canela e noz-moscada na massa + mergulhe no açúcar mascavo
• Faça recheio de doce de leite (injete com seringa culinária depois de frito)
• Versão salgada: tira o açúcar, coloca queijo parmesão ralado e serve com molho de iogurte

O que fazer com os "furos" que sobram?

Os círculos pequenos que sobrarem da massa podem virar mini-donuts (só diminuir o tempo de fritura) ou até pãozinho doce. Já usei pra fazer canapé doce - passando cream cheese e geleia. Zero desperdício!

Modo "confeitaria fina"

Pincele as rosquinhas com manteiga derretida depois de fritas e mergulhe numa mistura de açúcar mascavo + canela + cardamomo em pó. Depois, finalize com fios de chocolate 70% e flor de sal. Parece de menu de restaurante chique, mas é fácil!

O ponto crítico: a massa grudenta

Quando você começa a sovar e parece que vai ter que chamar os bombeiros pra te tirar da massa: respira! É normal no começo. Segura a ansiedade e continua sovando que em 5 minutos ela para de grudar. Confia. Já quase desisti da primeira vez que fiz também.

Se tudo der errado...

Massa muito mole? Adiciona farinha aos poucos.
Massa muito dura? Um fio de leite e amassa de novo.
Queimou por fora e cru por dentro? Abaixa o fogo e frita por menos tempo.
Desistiu do formato? Faz bolinhas e vira donut holes - ninguém vai notar a diferença!

De onde veio essa delícia?

As rosquinhas fritas têm origem controversa - holandeses dizem que foram eles, americanos juram que inventaram. Mas a versão com furo no meio surgiu mesmo nos EUA, quando um marinheiro (Hanson Gregory, em 1847) enfiou a massa num mastro do navio porque tava sem onde colocar. Verdade ou lenda? Não importa, o que vale é que deu certo!

2 fatos que ninguém te conta

1. O furo no meio não é só estético - ajuda a massa fritar por igual (já pensou em donut cru no meio? Tragédia)
2. Na Segunda Guerra, voluntárias americanas (as "Donut Dollies") serviam rosquinhas fritas para soldados no front. Confort food sempre salvou!

Experiência sensorial completa

Experimente comer a rosquinha ainda morna com:
• Uma pitada de pimenta caiena no açúcar (o contraste do doce com o picante é viciante)
• Um gole de café gelado com leite de coco (a gordura do coco realça o sabor)
• Um pedacinho de queijo brie (parece loucura, mas o salgado cremoso combina demais)

Faça rolar no orçamento

• Substitua a essência de baunilha por açúcar baunilhado (mais barato e dá o mesmo aroma)
• Use óleo de soja em vez de canela pra fritar (rende mais)
• Asse em vez de fritar (350°C por 10-12 min) - fica diferente, mas ainda gostoso
• Compre ingredientes a granel (farinha, açúcar) - sai bem mais em conta

Perguntas que sempre me fazem

Pode assar em vez de fritar? Pode, mas não fica igual (perde aquela crocância). Se for assar, pincele com manteiga derretida depois.
Por que minha massa não cresce? Fermento vencido ou leite muito quente (tem que estar morno, não quente).
Posso deixar a massa descansando na geladeira? Pode! Até 12 horas - fica ainda mais saborosa.

Confissões de quem já errou

Na primeira vez que fiz:
• Usei fermento químico em vez de biológico (resultado: tijolinhos doces)
• Esqueci o sal (ficou sem graça, parecia só massa de pão doce)
• Fritei em óleo frio (rosquinha oleosa que até papel toalha desistiu)
Moral da história: todo mundo erra, o importante é tentar de novo!

O que ouvir enquanto faz

• "Sugar Sugar" - The Archies (óbvio, né?)
• Qualquer álbum dos Beatles (combina com donuts antigos)
• Playlist "Cooking Jazz" no Spotify (pra quem quer estilo anos 50)
• Ou coloca um podcast - o tempo de descanso da massa é perfeito pra um episódio!

Sabia que...

• Nos EUA se come 10 bilhões de donuts por ano (isso dá 31 por pessoa!)
• Existe um "Dia Nacional do Donut" (primeira sexta-feira de junho)
• A maior rosquinha do mundo pesava 1,7 toneladas (imagina o óleo pra fritar isso)
• Em Boston tem um túnel de donuts gigante (sim, você lê certo) numa loja famosa

E aí, já fez suas rosquinhas? Conta nos comentários como ficou - e se descobriu alguma variação maluca que deu certo!

Combinações que vão fazer suas rosquinhas brilharem ainda mais

Depois de preparar essas rosquinhas deliciosas, que tal montar um menu completo? Aqui vão nossas sugestões favoritas - a Dai já aprovou todas, e olha que ela é bem exigente!

Pratos principais que combinam perfeitamente

Frango desfiado (aprenda aqui): Versátil e saboroso, fica ótimo para fazer sanduíches ou comer com as rosquinhas. Aqui em casa virou tradição de domingo.

Escondidinho de bacalhau que surpreende: Para quando queremos algo mais elaborado. O contraste com o doce das rosquinhas é incrível!

Risoto de cogumelos: Um clássico que sempre cai bem. A cremosidade combina demais com a textura das rosquinhas.

Acompanhamentos para fechar o prato

Receita de Recheio de abacaxi fácil: Doce e azedinho, perfeito para quem gosta de contrastes. A Dai adora usar como molho!

Macarrão com molho de tomate: Simples mas sempre acertivo. Nossa dica: acrescente um pouco de manjericão fresco.

Salada de folhas verdes: Alivia a fome sem pesar. Sugerimos com rúcula e tomate cereja pra dar um toque especial.

Sobremesas para finalizar com chave de ouro

Receita de Bomba de chocolate simples: Para os fãs de chocolate (como eu!). Cuidado que é viciante - já avisei!

Cuca de uva (link aqui): Tradição alemã que conquistou nosso coração. A crocância combina demais com as rosquinhas.

Mousse de maracujá: Leve e refrescante, ótima para dias mais quentes. A acidez corta a doçura na medida certa.

Bebidas para harmonizar

Chá de capim-cidreira (aqui): Relaxante e digestivo, ideal para acompanhar doces. Nosso preferido para tardes chuvosas.

Suco de laranja natural: Clássico que nunca falha. Se for daqueles bem fresquinhos, então... hmm!

Café coado: Para os amantes da bebida (como nós!). O amargo contrasta lindamente com o doce.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários como ficou - e se conseguiu deixar alguma rosquinha para a sobremesa!

A verdade é que a rosquinha é um universo. Depois que pega o jeito da massa, a parte mais divertida é testar esses sabores aqui. Olha o que eu separei:

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Rosquinha de Canela: O Clássico que Funciona Sempre

autor: Mesa Harmoniosa

Essa é daquelas que não tem erro. A canela em pó misturada na massa, e não só por fora, faz toda a diferença. Ela deixa um sabor uniforme, aquele cheiro que invade a casa e lembra padaria antiga. A massa fica mais escura e com um gostinho que vai bem com um café preto forte. É a receita base perfeita pra quem tá começando, porque os ingredientes são simples e o resultado é garantido. Se um dia a fornada der errado, a canela disfarça qualquer imperfeição, sério.

3º. Com Creme de Leite: A Maciez Incomparável

autor: Dika da Naka

Se o seu medo é fazer uma rosquinha seca, essa receita é a solução. O creme de leite na massa é um truque de mestre. Ele adiciona gordura e umidade de um jeito que o leite sozinho não consegue. A textura final é absurdamente fofinha, quase um bolinho, mas ainda com a casca douradinha. A dica de ouro aqui é incorporar a farinha aos poucos mesmo, até a massa desgrudar das mãos, mas ainda ficar macia. Não force muito, senão perde justamente a maciez que o creme de leite deu.

4º. De Queijo Curado: Para Quem Gosta de Salgadinho

Isso aqui é basicamente o primo gourmet do pão de queijo em formato de rosquinha. O queijo curado ralado fininho na massa dá aquele sabor intenso e salgadinho que vicia. Fica perfeita para um lanche da tarde, com um cafezinho, ou até como aperitivo em uma reunião. Diferente das doces, essa você não precisa passar em açúcar, claro. A própria crostinha dourada já é o suficiente. Cuidado só para o queijo não ser muito salgado, às vezes é bom provar um pedacinho antes de colocar a quantidade toda.

5º. Feita com Nata: A Receita que Parece de Padaria Fina

A nata é outro ingrediente mágico para textura. Ela deixa a massa rica, com uma migalha super fina e derretente. Essa versão é menos doce que as outras, o que eu acho ótimo porque destaca o sabor da manteiga e dos ovos. É a rosquinha elegante, sabe? Perfeita para servir em uma travessa bonita quando recebe visita, porque todo mundo acha que você comprou numa confeitaria chique. O segredo é usar a nata fresca, a de caixinha longa vida não dá o mesmo resultado cremoso.

6º. De Fubá: A Surpresa Crocante por Fora

A mistura de fubá com farinha de trigo é genial. O fubá dá uma crocância única à casquinha, enquanto o miolo fica macio. O queijo parmesão ralado na massa, mesmo que seja uma colher, acrescenta um *umami* discreto que equilibra o doce. Fica com um sabor complexo e muito interessante. É uma ótima pedida para quem quer fugir do óbvio e apresentar uma rosquinha diferente. E o cheiro de fubá assando é uma coisa reconfortante, lembra casa de vó.

7º. Doce de Leite com Coco: O Recheio que Dispensa Cobertura

Essa aqui é perigosa. O recheio de doce de leite misturado com coco ralado é uma combinação que não falha. A massa pode ser a mais simples do mundo, porque a estrela é o que vai dentro. A dica é deixar o doce de leite bem firme na geladeira antes de misturar com o coco, senão fica muito mole e vaza tudo na hora de rechear. E não precisa ser generoso demais, uma colher de chá bem recheada no centro de cada uma já é suficiente para criar aquele núcleo de sabor que todo mundo ama.

8º. Com Leite Ninho: O Sabor Nostálgico de Infância

O Leite Ninho na massa não é só para nutrição, é para sabor mesmo. Ele dá um gosto caramelizado, lácteo, que é muito característico. A rosquinha fica com uma cor mais dourada e um sabor que lembra aqueles biscoitos cream cracker com leite em pó que a gente comia quando era criança. Fica incrível se você polvilhar um pouco mais de leite em pó por cima do açúcar depois de fritar. É doce, mas não exagerado, e agrada mesmo quem não é muito fã de doces muito intensos.

9º. A Simples com Amido de Milho: A que Derrete na Boca

O segredo dessa receita aparentemente básica está no amido de milho. Ele é o responsável por aquela textura que literalmente desfaz na boca, sem deixar a rosquinha pesada. A massa fica mais leve e delicada. É o tipo de receita que prova que às vezes menos é mais. Perfeita para quem quer o prazer de uma rosquinha frita, mas sem a sensação de estômago cheio depois. Siga a dica do fogo baixo para fritar, assim o interior cozinha sem a parte exterior queimar.

10º. De Leite Condensado: A Doçura Concentrada da Vovó

Meia xícara de leite condensado parece pouco, mas faz milagres. Ele adoça a massa por dentro com aquele sabor característico, e ainda ajuda a dar uma cor mais tostada e bonita. Essa é realmente a receita da vovó, daquelas que não saem de moda. Fica excelente acompanhada de um chá de ervas, porque o doce do leite condensado combina super bem com o amargo da bebida. Não precisa de cobertura nem nada, ela já é perfeita assim, simples e cheia de personalidade.

11º. Banana, Aveia e Mel: A Opção que Se Sentir Bem em Comer

Para os dias em que você quer uma sobremesa, mas sem a culpa pesada, essa é uma mão na roda. A banana amassada dá doçura e umidade natural, dispensando bastante açúcar. A aveia dá corpo e uma textura interessante, e o mel finaliza com aquele toque especial. Como não leva trigo, é uma ótima opção sem glúten também. A massa é mais úmida e não cresce tanto quanto as de farinha de trigo, então não estranhe. Elas são mais baixinhas, mas o sabor é incrível e reconfortante.

12º. Recheio Prestígio: Dois Clássicos em Um

Coco e chocolate. Essa dupla nunca falha. A ideia de fazer um recheio de prestígio e colocar dentro da rosquinha é brilhante, porque você tem a explosão de sabor na primeira mordida. O recheio fica cremoso e marcante. Dá para fazer a massa mais básica possível, porque todo o charme está ali dentro. Se quiser apelar, mergulha metade da rosquinha já recheada no chocolate derretido depois de fria. Aí sim, vira uma tentação de outro nível.

13º. De Polvilho Frita: A Crocante e que Exige Agilidade

Aviso logo: essa massa é nervosa. O polvilho endurece rápido, então você tem que trabalhar com agilidade. Mas a recompensa vale a pena. Ela fica super crocante por fora e com um miolo mais oco e sequinho, quase como um biscoito. É uma textura completamente diferente das rosquinhas de farinha de trigo. A dica da vó é enrolar todas e já ir colocando no óleo quente, sem deixar descansar. Perfeita para o café da tarde, porque é mais para petiscar do que para matar a fome.

14º. Banhada em Chocolate: Para os Dias de Vontade Irresistível

Aqui o processo é parte da diversão: fritar, escorrer, passar no açúcar e depois mergulhar no chocolate derretido. O contraste da rosquinha ainda morna com o chocolate que começa a secar é mágico. Use um chocolate de boa qualidade para cobertura, ele derrete melhor e fica mais bonito. Deixe esfriar bem em uma grade antes de servir, para o chocolate ficar bem firme. É a receita para quando você quer realmente se presentear ou fazer a alegria de alguém. Não tem como resistir.

15º. Com Goiabada: O Toque Brasileiro que Ajuda na Digestão

Incorporar pedacinhos de goiabada na massa é uma ideia fantástica. Ela derrete um pouco durante o cozimento, criando bolsões doces e levemente ácidos que cortam a gordura da fritura. Fica uma delícia. Dá para usar a goiabada em pasta ou a em pedaços, picada bem miudinha. É um sabor bem brasileiro, que foge do comum e agrada muito. Dizem que faz bem para o estômago, e eu acredito, porque depois de comer duas, você já se sente satisfeito e feliz.

16º. Caseira Tradicional: A Receita que Rende uma Festa

Essa é a receita padrão, aquela que sua avó provavelmente fazia. Leva fermento biológico, então a massa precisa descansar e dobrar de volume. É um processo mais demorado, mas o resultado é uma rosquinha fofinha, aerada e leve. Rende muito, dá facilmente 30 unidades. Perfeita para quando a família toda vai se reunir ou para você congelar uma parte (sim, rosquinha caseira congelada e depois aquecida no forno fica ótima). É a base de todas as outras, o alicerce. Dominando essa, você domina o mundo das rosquinhas.

17º. Abacaxi com Coco no Recheio: Refrescante e Diferente

Para finalizar em grande estilo, uma combinação tropical. O recheio de abacaxi caramelizado com coco é menos doce que o de doce de leite e tem uma acidez muito bem-vinda. É surpreendente e refrescante. A etapa de reduzir o abacaxi com açúcar até ficar sequinho é importante, senão o recheio fica aguado. Essa rosquinha é a prova de que dá para brincar com sabores de frutas e sair do tradicional chocolate e canela com resultados incríveis. Impressiona qualquer um.

E então, qual delas vai ser a primeira a fazer na sua cozinha? Tem desde as super tradicionais até as mais ousadas. Se você se aventurar em alguma, volta aqui para contar como foi a experiência, se a massa ficou boa, se todo mundo aprovou. Adoro saber dos resultados de vocês!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 08:17

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Bárbara
A dica do café preto forte combinando é verdade absoluta. O amargo do café com o doce da rosquinha é uma combinação perfeita, recomendo!
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