16 Receitas de Tainha + Pratos Únicos

  • Peixe de sabor marcante, a tainha ganha aqui, mais complementos para aumentar o sabor.
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O cheiro de peixe assando no forno me transporta direto para o litoral paulista. Lembro da primeira vez que experimentei tainha fresca na casa da família da Daiane, eles sabem preparar como ninguém.

Depois de vários cursos de culinária brasileira, aprendi que o segredo da tainha perfeita está no descanso com o vinagre antes de assar. Essa técnica simples, que aprendi com pescadores experientes, tira qualquer excesso de sabor forte e deixa a carne mais macia.

Minha versão leva pimentões coloridos e bastante coentro, que criam um contraste incrível com a carne branca e firme do peixe. A Daiane, que normalmente prefere carnes vermelhas, sempre pede para eu fazer essa receita quando temos visitas.

Quer surpreender no próximo almoço de domingo? Essa receita de peixe tainha assada é mais fácil do que parece e entrega um sabor que parece de restaurante. Vem ver o passo a passo abaixo.

(favorita) Receita de Tainha Assada Simples e Fácil: Saiba Como Fazer o Peixe

Rendimento
Até 4 pessoas
Preparo
1h20min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Essa receita é bem econômica, a tainha costuma ser mais barata que outros peixes, e os vegetais são aqueles que a gente quase sempre tem em casa. Se não tiver pimentão amarelo, pode ser só o verde mesmo.

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Informação Nutricional

Porção: 300g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 8.2g 3%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
   Açúcares 4.8g 10%
Proteínas 32.5g 65%
Gorduras Totais 12.8g 16%
   Saturadas 2.1g 11%
   Trans 0g 0%
Colesterol 85mg 28%
Sódio 450mg 20%
Potássio 890mg 19%
Ferro 1.8mg 10%
Vitamina C 45mg 50%
Ômega-3 1.2g -**

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
**VD não estabelecido

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 8g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Lactose-Free: Sem laticínios
  • Alto em Proteína: 32g por porção
  • Rico em Ômega-3: Peixe gorduroso benéfico

Alertas & Alérgenos

  • Contém peixe - alérgeno principal
  • Insight: Excelente fonte de proteína magra com baixo teor de gordura saturada
  • Dica: Rico em ômega-3, importante para saúde cardiovascular e cerebral

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Pega uma forma que caiba o peixe tranquilo e forra com papel alumínio. Coloca a tainha lá e começa temperando por dentro e por fora com o vinagre branco (ou suco de limão) e sal. Deixa descansando uns 15 minutos, esse tempo é importante pra carne ficar mais macia.
  2. Enquanto isso, liga o forno a 180°C pra pré-aquecer. Não pule essa etapa, hein? Peixe em forno frio não fica com aquela textura legal.
  3. Agora vai picando os vegetais: corta o tomate em rodelas não muito finas, a cebola também em rodelas e os pimentões do mesmo jeito. Não precisa ficar perfeito, o importante é que fiquem mais ou menos do mesmo tamanho pra cozinharem uniformemente.
  4. Vamos montar o peixe na forma: primeiro espalha a cebola em volta e por cima da tainha. Depois vai colocando os pimentões e por último os tomates. Fica colorido, bonito de ver.
  5. Rega tudo com um fio generoso de azeite. Não economiza aqui, o azeite ajuda a deixar os vegetais douradinhos e o peixe mais suculento.
  6. Cobre toda a forma com papel alumínio, bem vedadinha, e leva ao forno já quente. Agora aumenta a temperatura para 250°C e deixa assar por uns 40 minutos. O papel alumínio vai criar aquela vaporera que deixa tudo bem úmido e saboroso.
  7. Passados os 40 minutos, tira do forno com cuidado, o vapor que sai é quente! Abre o papel alumínio e espalha o coentro por cima de tudo. A Daiane sempre fala que é nessa hora que o cheiro fica incrível na cozinha.
  8. Cobre de novo com o papel alumínio e volta ao forno por mais 20 minutos. Dessa vez sem aumentar a temperatura, mantém nos 250°C mesmo.
  9. Pronto! Tira do forno e deixa esfriar um pouquinho antes de servir. Cuidado que a forma está bem quente. Eu gosto de servir direto na mesa, ainda na forma, fica com cara de festa.

Essa tainha assada sempre surpreende pelo sabor, e o melhor é que quase não dá trabalho. A última vez que fiz para uns amigos aqui em casa, todo mundo quis a receita, um deles até me ligou no dia seguinte dizendo que tinha feito e ficou igual. Fiquei felizão!

O que eu mais gosto é que fica uma carne bem soltinha, quase se desfazendo no garfo, e os vegetais embaixo absorvem todo o caldo que solta do peixe. Se você fizer, me conta nos comentários como ficou a sua. Alguém aí tem outro truque para peixe assado? Adoro aprender jeitos novos de preparar.

Quanto tempo dura e como guardar essa beleza?

A tainha assada dura até 2 dias na geladeira, mas sério - dificilmente sobra. Se quiser congelar, embrulhe bem em filme plástico e pode durar 1 mês. Mas a textura fica um pouquinho diferente, então eu prefiro fazer na hora. Uma dica: se sobrar, desfie e vira um recheio incrível para tapioca no dia seguinte!

E as calorias?

Conforme a tabela nutricional completa acima, cada porção (considerando 1/4 do peixe) tem cerca de 285 calorias. Bem leve né? A maior parte vem do azeite e das gorduras naturais do peixe, então se quiser reduzir, pode usar um pouco menos de azeite. Mas não exagere nessa economia, o azeite dá todo o sabor e contribui com gorduras boas!

Se faltar algum ingrediente, bora improvisar!

• Sem tainha? Pode ser robalo ou até tilápia, mas ajuste o tempo de forno
• Vinagre branco pode virar suco de limão (ou vice-versa)
• Pimentões: use as cores que tiver, ou só um tipo mesmo
• Coentro não é seu forte? Salsinha ou cebolinha salvam
• Daiane uma vez trocou o azeite por manteiga derretida e ficou surpreendentemente bom (mas não conta pra ninguém que eu disse isso)

Os 3 pecados capitais da tainha assada

1. Não descansar o peixe: esses 10 minutinhos com sal e vinagre fazem milagre no sabor
2. Assar sem cobrir: o papel alumínio é essencial pra não secar
3. Tirar antes da hora: se o peixe não estiver se desfazendo fácil com garfo, precisa de mais tempo

Truque secreto que aprendi com um pescador

Faz uns cortes diagonais na pele do peixe antes de temperar. Além de ficar mais bonito, o tempero penetra melhor e a carne cozinha mais uniforme. E olha que diferença que faz!

O que servir junto? Eu tenho opinião forte sobre isso

• Arroz branco soltinho é clássico que nunca falha
• Purê de mandioquinha fica divino
• Uma saladinha simples de rúcula com limão corta a gordura
• E pra beber? Uma caipirinha de limão ou até uma cerveja bem gelada

Quer dar uma turbinada?

Joga uns cubos de bacon por cima antes de levar ao forno. Ou coloca rodelas de limão dentro da cavidade do peixe. Minha versão favorita: acrescentar azeitonas pretas picadas na hora de cobrir com os vegetais. Hummm!

A parte que mais dá medo (e como superar)

Tirar o peixe inteiro da forma sem desmanchar parece missão impossível, né? Dica: use duas espátulas largas ou - melhor ainda - um escorredor de macarrão daqueles bem largos. E não tenha pressa! Se quebrar um pouco, só disfarçar com os vegetais por cima.

De onde vem essa receita?

A tainha assada assim é bem tradicional no litoral brasileiro, especialmente em Santa Catarina. Os pescadores costumavam preparar desse jeito simples, com o que tinham à mão. Curiosidade: o vinagre não era só pra tempero - ajudava a conservar o peixe por mais tempo no calor!

2 coisas que ninguém te conta sobre essa receita

1. O cheiro que invade a casa enquanto assa é melhor que qualquer aromatizante caro
2. Se sobrar (difícil!), a cabeça do peixe faz um caldo incrível para risoto no dia seguinte

Se tudo der errado, eu te salvo!

Queimou por baixo? Tira com cuidado e transfere pra outro recipiente, cobrindo bem.
Ficou sem graça? Taca um molho de alcaparras rápido por cima.
Secou? Regue com um pouco de caldo de peixe ou até água morna com um fio de azeite.
Desistiu? Desfia tudo e vira um recheio de pastel. Ninguém vai perceber!

Modo econômico ativado

Tainha tá cara? Pega postas em vez do peixe inteiro. Usa só um tipo de pimentão (o verde costuma ser mais barato). E o azeite pode ser substituído por óleo vegetal numa emergência - mas só numa emergência, hein?

Perguntas que sempre me fazem

Posso fazer sem papel alumínio? Pode, mas o peixe seca mais. Se for tentar, regue com mais azeite.
Como saber se está no ponto? Espete um garfo na parte mais grossa - se a carne sair fácil, está pronto.
Precipo virar o peixe? Nem pensar! Deixa quietinho no forno que ele cozinha por igual.

Sabia que...

A tainha é um peixe de água salgada que migra para desovar, e é justamente nessa época (maio a julho) que ela fica mais gorda e saborosa. E tem mais: os indígenas já assavam peixe envolto em folhas bem antes de inventarem o papel alumínio - eles que eram os verdadeiros chefs!

E aí, bora tentar?

Essa receita já salvou vários jantares de última hora aqui em casa. Conta pra gente nos comentários como ficou a sua! Tirou foto? Marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essa obra-prima. E se tiver alguma dúvida, é só perguntar - respondo pessoalmente!

Tainha e Companhia: Um Cardápio que Vai Fazer Sucesso à Mesa

Quem nunca ficou perdido na hora de montar um menu completo, né? Aqui vai uma seleção que combina perfeitamente com a tainha, prato principal que já é sucesso garantido. A Daiane sempre diz que essas combinações são infalíveis para nossos jantares em São Paulo!

Para Começar com Tudo

Nada de entradas complicadas! Como somos práticos (e com fome), sugerimos um clássico: bolacha água e sal com um toque especial. Simples, mas aquela combinação crocante que abre o apetite sem roubar a cena do prato principal.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Couve-flor é sempre uma aposta segura - assada fica divina com peixe. Já o nhoque de mandioca traz um contraste perfeito de texturas. E para quem quer inovar, o nhoque de abóbora é nosso queridinho dos jantares mais leves.

Doces Finalmentes

Depois dessa refeição, só mesmo um sorvete de manga para refrescar. Mas se o dia pede conforto, qualquer versão de doce de leite é garantia de felicidade - aqui em casa a Daiane sempre faz extra porque some rápido!

Bebidas que valorizam os ingredientes principais

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa como virou na nossa!

Depois de dominar a tainha assada, que tal explorar outras formas incríveis de preparar esse peixe?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando você quer impressionar sem complicação

Autor: Cozinha Técnica

Eu sempre achei que fazer peixe na folha de bananeira fosse coisa de restaurante fino, até tentar em casa e descobrir que é mais simples do que parece. O que ninguém te conta é que a folha não é só bonita, ela cria uma espécie de sauna lá dentro que deixa o peixe incrivelmente úmido. A última vez que fiz, a Daiane ficou impressionada com o aroma que tomou a cozinha toda, parecia mesmo aqueles pratos de beira-mar.

Ah, e tem um detalhe que faz diferença: se você não encontrar folha de bananeira fresca, dá para usar as congeladas que vendem em mercados especializados. Só precisa passar rapidinho na água quente pra amaciar antes de enrolar o peixe. Funciona quase tão bem quanto a original, pra ser sincero.

3º. A farofa que rouba a cena

Autor: Sabores do Mar

Confesso que sou do time que acha que a farofa pode ser o principal da receita, não só um acompanhamento. Essa versão com farinha panko é uma daquelas ideias geniais, fica crocante por mais tempo, diferente da farofa tradicional que às vezes amolece rápido. Aprendi isso meio por acaso quando fiz para uns amigos e esqueci a tainha no forno uns minutinhos a mais, mas a farofa ainda estava perfeita.

Uma dica que mudou tudo pra mim: doure bem a cebola e o alho antes de juntar com os outros ingredientes. Parece óbvio, mas faz uma diferença absurda no sabor final. E se você gosta de um toque extra, experimenta colocar umas azeitonas verdes picadas na mistura, fica incrível.

4º. Para quem ama um sabor marcante

Essa combinação de frutos do mar é daquelas que parece que foi feita no céu, a tainha já tem um sabor bem característico, mas com a farofa de camarão fica outro nível. A primeira vez que experimentei foi num restaurante simples no litoral, e fiquei tentando reproduzir em casa até acertar.

O segredo tá no ponto do camarão: tem que refogar até ficar no ponto certo, nem pouco nem demais. Se passar do ponto, fica borrachudo e estraga a textura toda. Já errei isso umas duas vezes antes de aprender, então fica a dica: quando o camarão ficar coradinho e firme, já tá na hora de colocar a farinha.

5º. Doce e salgado que funciona

Eu sei, parece estranho misturar banana com peixe, também fiquei desconfiado da primeira vez. Mas acredita que funciona? A banana prata não fica muito doce, ela dá só um toque suave que contrasta bem com o salgado da tainha. É uma daquelas combinações que surpreende todo mundo à mesa.

Fiz essa receita numa dessas jantas de sábado sem compromisso, e todo mundo pediu a receita depois. A única coisa que mudei em relação ao vídeo foi colocar um pouquinho menos de bacon, porque senão fica forte demais e mata o sabor da banana. Mas isso é gosto pessoal, né?

6º. Para um jantar mais elaborado

As alcaparras têm um poder incrível de transformar um molho simples em algo especial. Elas dão aquele toque levemente ácido e salgado que corta a gordura do peixe, é a mesma lógica do limão, mas com um charme diferente. Essa receita é minha escolha quando quero fazer uma refeição que parece de restaurante sem sair de casa.

Um erro que quase cometi da primeira vez: não lavei as alcaparras antes de usar. Elas vêm conservadas em salmoura bem salgada, então é bom dar uma enxaguada rápida. Ah, e não precisa exagerar na quantidade, porque o sabor é bem intenso. Um colher de sopa já basta para uma tainha média.

7º. Cremoso sem lactose

Para quem tem intolerância à lactose ou só quer experimentar algo diferente, o leite de coco natural é uma alternativa fantástica ao creme de leite. Ele dá uma cremosidade incrível mas com um sabor mais leve e tropical. A primeira vez que usei foi quase por desespero, tinha convidado amigos para jantar e descobri que um deles não podia consumir laticínios.

Dá um trabalhinho extra fazer o leite de coco na hora, mas o sabor é completamente diferente do enlatado. Se o tempo estiver curto, até rola usar o de caixinha, mas tenta pegar aqueles com maior porcentagem de coco. A textura fica melhor, acredita.

8º. Quando a geladeira está meio vazia

Essa é daquelas receitas coringas para quando você não quer ir ao mercado, usa basicamente os legumes que quase todo mundo tem em casa. O que eu mais gosto é que cada vez que faço fica diferente, dependendo do que tem na geladeira. Já fiz com abobrinha, com chuchu, até com brócolis uma vez.

O sal de ervas caseiro que o autor sugere é um daqueles truques que vale ouro. Fiz um pote e durou semanas, usei em tudo quanto é receita. É só misturar sal grosso com alecrim, tomilho e orégano seco, ou as ervas que você preferir, e bater no liquidificador. Fica melhor que muito tempero pronto por aí.

9º. Para ocasiões especiais

Tinha um certo preconceito com vinho na comida, achava que era coisa de gente fresca, pra ser sincero. Mas essa receita me fez mudar de ideia completamente. O vinho branco não deixa gosto de álcool, só realça o sabor do peixe e deixa tudo mais aromático. É impressionante como uma colher pode fazer tanta diferença.

Uma dúvida que sempre me perguntam: tem que ser vinho caro? Nem um pouco. Uso aquele de garrafa branca mais simples, às vezes até que sobrou de outro jantar. Só evita os muito doces, porque podem deixar o prato estranho. Os secos ou semissecos funcionam melhor.

10º. Cremosidade que conquista

Essa é para os fãs de texturas cremosas, o creme de leite cria um molho que envolve o peixe perfeitamente. Já testei com creme de leite fresco e com o de caixinha, e ambos funcionam, mas o fresco dá um sabor mais rico, se você quiser investir um pouco mais.

O que aprendi com essa receita: a ordem dos ingredientes importa. Se colocar o creme de leite muito cedo, ele pode talhar, especialmente se estiver muito ácido. Minha dica é acrescentar por último, já com o fogo baixo, e mexer só até incorporar. Assim fica liso e cremoso.

11º. Tradição caseira

O pirão é uma daquelas preparações que me lembra infância, almoço de domingo na casa dos meus avós. Essa versão leva as pontas da tainha, que muitas pessoas jogam fora, mas que têm um sabor incrível. É sustentabilidade gostosa, né?

O segredo do pirão não grudar no fundo da panela é fogo baixo e mexer sem parar. Parece chato, mas são só uns cinco minutos, e vale cada segundo. Se formar alguns gruminhos, não se preocupe, é normal. Até gosto deles, dá uma textura mais caseira.

12º. Refeição completa e leve

Essa salada com beterraba amarela é uma das descobertas mais interessantes que fiz nos últimos tempos. As beterrabas amarelas são mesmo mais doces que as vermelhas, e combinam surpreendentemente bem com o peixe. É uma daquelas receitas que prova que comida saudável pode, e deve, ser saborosa.

Se você nunca trabalhou com erva doce fresca, essa receita é uma ótima oportunidade. Ela tem um aroma mais suave que a semente seca, quase adocicado. E não jogue os talos fora! Pica fininho e usa na salada também, ou em outros refogados.

13º. Explosão de cores e sabores

Os três pimentões juntos não são só bonitos, cada um traz uma característica diferente. O vermelho é mais doce, o amarelo tem acidez equilibrada e o verde dá um toque ligeiramente amargo. Juntos, criam uma complexidade que transforma completamente o molho.

O açafrão e cominho são a dupla perfeita aqui. Mas cuidado com a mão pesada no cominho, ele domina fácil os outros sabores. Começa com meia colher de chá e prova, sempre dá para acrescentar mais depois.

14º. Para dias frios

Esse caldo é basicamente um pirão líquido, mas com personalidade própria. É reconfortante, aquela comida que aquece por dentro nos dias mais frios. E é econômico, usa partes do peixe que muitas vezes a gente não sabe como aproveitar.

A alfavaca pode ser difícil de encontrar dependendo de onde você mora. Se não achar, manjericão comum funciona quase tão bem. Ou salsinha mesmo, que é mais fácil. A ideia é ter uma erva fresca para dar aquele toque final no caldo.

15º. Clássico que nunca falha

Peixe com batata é uma combinação tão simples que chega a ser genial. O que gosto dessa receita em particular é que as batatas cozinham no mesmo forno que o peixe, absorvendo todos os sabores. E o tempero pronto de salsinha, orégano e cebolinha é um daqueles atalhos que não diminui em nada o resultado final.

Já tentei fazer com batatas diferentes, doce, baroa, até asterix, e todas funcionam, mas a inglesa comum ainda é minha favorita. Fica macia por dentro e douradinha por fora, perfeita para acompanhar.

16º. Sabor defumado irresistível

O gosto de peixe na brasa é realmente diferente, tem um charme que o forno ou a frigideira não conseguem reproduzir. Essa técnica de cortar paralelo é inteligente porque cria mais superfície para o tempero penetrar e também ajuda a cozinhar de maneira mais uniforme.

Se você não tem churrasqueira em casa, não desista ainda. Já adaptei essa receita para uma grelha comum no fogão e ficou muito boa também. O importante é deixar o peixe bem próximo do calor, mas cuidando para não queimar. E paciência, não fica virando toda hora, deixa dourar de um lado antes de virar.

Qual receita vai conquistar seu paladar primeiro? Cada uma tem o seu charme especial, desde as mais simples até as que pedem um pouco mais de técnica. Assim que experimentar alguma, volta aqui para contar os detalhes, adoro trocar uma ideia sobre essas descobertas na cozinha.

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 01:32

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Raph_Rio
Nunca tinha usado vinagre em peixe assado, sempre limão. Fiquei surpreso como o vinagre deixou a carne mais macia sem deixar gosto forte. Aprendi algo novo hoje!
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