15 Receitas de Comidas Saudáveis Rápidas E Fáceis Para Manter a Forma

  • Alimentação saudável de forma prática para sua rotina, perfeitas para manter um estilo de vida apropriado para uma longa vida.
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Eu, que adoro um churrasco gordo e um bolo de chocolate, já tive uma fase de achar que comida saudável era sinônimo de castigo. Sério.

Tudo mudou quando comecei a praticar musculação e precisei repensar meu prato. Foi aí que me lembrei das aulas sobre técnicas de confeitaria e apresentação. Aprendi que a cor e a textura são tão importantes quanto o sabor. Um prato visualmente atraente, com ingredientes de verdade, já te conquista pela metade. Aí entra a crepioca. Ela é a prova viva de que dá pra ser rápido, gostoso e não parecer um punhado de grama no prato. A tapioca fica crocante por fora, o ovo dá estrutura e o recheio... bem, aí é com você.

Reuni 15 ideias como essa, que passaram pelo crivo da praticidade e do paladar aqui de casa. São receitas que não pedem diploma de nutricionista, só um pouco de vontade de comer bem. Quer ver como é fácil transformar ingredientes simples num almoço que te deixa satisfeito e sem peso na consciência? O passo a passo tá logo abaixo.

Comidas Saudáveis e Rápidas para o Lanche ou Café da Manhã

Crepioca na frigideira Rápida e Fácil: como fazer

Rendimento
1 crepioca
Preparo
10 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 8 marcados

Para a massa da crepioca:

Para o recheio sugerido (ou use o que tiver):

Isso é o básico do básico, o alicerce. O recheio pode ser o que você quiser e tiver na geladeira. Até banana com canela já testei, fica uma delícia doce. A ideia é não complicar.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 unidade completa (aproximadamente 120g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 215 kcal 11%
Carboidratos Totais 8.5g 3%
   Fibra Dietética 0.5g 2%
   Açúcares 1.2g 2%
Proteínas 18.3g 37%
Gorduras Totais 10.8g 14%
   Saturadas 5.2g 26%
   Trans 0g 0%
Colesterol 195mg 65%
Sódio 680mg 30%
Potássio 180mg 4%
Cálcio 185mg 19%
Ferro 1.5mg 8%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 8.5g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Base de tapioca naturalmente sem glúten
  • Alto em Proteína: 18g para saciedade prolongada
  • Perda de Peso: Baixa caloria e alta proteína

Alertas & Alérgenos

  • Contém lactose (leite, ricota e queijo)
  • Sódio moderado – Atenção hipertensos devido ao peito de peru
  • Insight: Proteína completa do ovo + proteínas lácteas = excelente para recuperação muscular
  • Para versão vegana: substitua ovo por linhaça e use tofu no recheio

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a massa:

  1. Pega uma tigela que caiba tudo. Quebre o ovo dentro e dê uma batida rápida com um garfo só para misturar a clara com a gema. Não precisa fazer espuma, só integrar mesmo.
  2. Jogue a colher de tapioca e a colher de leite por cima. Agora, mexa. O ideal é formar uma pastinha homogênea, sem grumos. Se ficar muito grossa, pinga mais um pouquinho de leite. Se ficar líquida demais, coloca uma pitada a mais de tapioca. Você vai pegando o ponto.
  3. Tempere com a pitada de sal e misture de novo. Deixa a massa descansar por um minutinho enquanto aquece a frigideira.

Cozinhando e montando:

  1. Pega uma frigideira antiaderente (é a melhor amiga da crepioca) e aquece em fogo médio. Se não for muito antiaderente, passa aquele fio de azeite que coloquei na lista, só pra garantir.
  2. Despeje toda a massa de uma vez no centro da frigideira. Ela vai se espalhar sozinha, formando um disco. Não fique mexendo. Deixa cozinhar por uns 2 minutos, até você ver as bordas começarem a soltar e o fundo ficar firme.
  3. Aqui vai a manha: com uma espátula de silicone, levante uma pontinha pra ver se está douradinha. Se estiver, é hora de virar. Joga pra cima com confiança, ou desliza a espátula por baixo se não for do tipo arremessador. Do outro lado, cozinha por mais 1 minuto só.
  4. Abaixe o fogo. Na metade da crepioca que está para cima, distribua o recheio: a ricota amassada, o queijo ralado e as tiras de peito de peru. Deixa o queijo bem no meio, assim ele derrete e gruda tudo.
  5. Com a ajuda da espátula, dobre a outra metade por cima do recheio, formando uma meia-lua. Aperta levemente com a espátula e deixa na frigideira por mais 30 segundos, só para o queijo aquecer e a crepioca terminar de selar.
  6. Pronto. Desliza para um prato e come na hora. O contraste da massa levemente crocante com o recheio cremoso é muito bom. Sério.

Uma vez eu coloquei o recheio antes de virar, e virou uma bagunça, a tapioca ainda estava molenga. Aprendi que o segredo é firmar a massa dos dois lados primeiro, depois rechear e dobrar. Economiza dor de cabeça.

E é basicamente isso. Em menos de 10 minutos você tem uma refeição de verdade, que não deixa a desejar em sabor nem te deixa com aquela sensação de que comeu algo sem graça. A crepioca é democrática, aceita de tudo. Já fiz com frango desfiado, com tomate seco e até com um resto de abobrinha refogada. Fica bom sempre.

Essa é a primeira das 15 ideias que separei. Me fala aí, qual seu recheio predileto pra colocar numa crepioca? Ou você nunca tinha tentado fazer? Se tiver alguma dúvida no passo a passo ou uma sugestão maluca de recheio, deixa aqui nos comentários. Ajuda a gente a pensar nas próximas receitas saudáveis rápidas aqui do site!

Quanto tempo dura? Guardar ou devorar?

Essa crepioca é melhor comer na hora, mas se sobrar (difícil, eu sei), pode guardar na geladeira por até 12 horas num potinho fechado. Só esquenta rapidinho na frigideira antes de comer - microondas deixa ela borrachuda, fica a dica!

Tá de dieta? Vem cá...

Como você pode ver na nossa tabela nutricional completa, uma crepioca dessas fica em torno de 215 calorias, dependendo da quantidade de queijo e ricota que você usar. Se quiser reduzir, troca o queijo ralado por uma pitada de parmesão - o sabor fica forte com menos quantidade!

Se faltar ingrediente, bora improvisar!

• Sem leite? Usa água mesmo ou um fio de azeite
• Ricota acabou? Queijo minas frescal ou até cottage salvam
• Peito de peru não é sua praia? Tomate seco picado fica incrível
• Vegano? Substitui o ovo por 1 col. de sopa de farinha de grão-de-bico + 2 col. de água

Truque que a Daiane me ensinou

Quando for virar a crepioca, espera formar bolhinhas na superfície toda - é o sinal que tá no ponto certo. E usa uma espátula fina de silicone, aquelas de virar panqueca. Já perdi várias crepiocas antes de aprender isso, sério!

Para todo mundo comer feliz

• Low carb: reduz pela metade a tapioca e completa com farelo de aveia
• Sem lactose: troca o leite por água ou leite vegetal e o queijo por versões zero lactose
• Proteína extra: bota mais uma clara de ovo na massa e recheia com frango desfiado

Pare! Não cometa esses erros

• Frigideira muito quente = crepioca queimada por fora e crua por dentro (fogo médio é seu amigo)
• Virar antes da hora = massa quebradiça (paciência, jovem padawan)
• Excesso de recheio = vira um sanduíche grudento (mantenha o equilíbrio da força)

O que jogar do lado?

• Café preto forte pra acordar de vez
• Suco verde se quiser fingir que é saudável
• Molho de iogurte com ervas pra mergulhar cada pedaço
• Frutinhas picadas quando bate aquela culpa pós-lanche

Tá entediado da versão original? Rebenta!

• Doce: tira o sal, bota canela e recheia com banana e mel
• Italiana: coloca orégano na massa e recheia com mussarela e tomate
• Brasileiríssima: requeijão cremoso e goiabada (confia, fica bom)

Modo "olha como sou chique"

Finaliza com folhinhas de manjericão fresco, um fio de azeite trufado e... pronto! Agora pode postar no Instagram com #gourmetdemercado. Funciona melhor se fingir que foi sem querer.

Conta apertada? Sem stress

• Ricota tá cara? Amassa um pouco de tofu com sal e limão
• Queijo ralado pode ser aqueles pacotinhos mais baratos
• Peito de peru vira presunto magro ou até sardinha amassada (sim, fica surpreendentemente bom)

O momento crítico: virar a crepioca

Respira fundo. Segura a frigideira com uma mão, pega a espátula com a outra. Desliza por baixo com firmeza, conta até 3 e vira rápido - tipo bandeirinha de F1. Se quebrar, vira um scrampioca (mistura tudo e faz tipo mexidinho). Ninguém precisa saber.

De onde veio essa maravilha?

A crepioca nasceu da fusão da crepe francesa com a tapioca nordestina - basicamente o melhor dos dois mundos. Dizem que foi criada por academias nos anos 2000 como opção low carb, mas hoje até vó aprova. Evolução, né?

Coisas que ninguém te conta sobre crepioca

1. Funciona como tela em branco: dá pra botar desde Nutella até carne seca
2. A massa crua vira uma "cola comestível" perfeita para grudar queijo derretido no seu prato (não julgamos)

Se TUDO der errado...

• Massa virou cola? Transforma em panqueca americana, joga maple syrup e finge que era o plano
• Queimou o fundo? Raspa com cuidado e vira "crepioca crocante"
• Desistiu totalmente? Bota tudo num copo, bate e vira vitamina proteica. STONKS!

O sabor que casa com...

• Azedinho: gotas de limão siciliano por cima
• Apimentado: pimenta calabresa na massa
• Defumado: um pouquinho de paprika defumada no recheio
• Cremoso: abacate amassado com sal

Perguntas que sempre me fazem

Posso congelar? Melhor não, fica esquisito
Dá pra fazer sem ovo? Até dá, mas perde a graça (veja as substituições veganas lá em cima)
Por que minha massa gruda? Falta um pouquinho de gordura na frigideira - passa um fio de óleo ou manteiga

Sabia que...

A tapioca era chamada de "pão de índio" pelos portugueses no século XVI? E hoje a gente transformou ela num fast food fitness. Ironias da vida moderna!

Agora é sua vez!

Já fez crepioca? Inventou alguma variação maluca? Conta aqui nos comentários como foi sua experiência - prometo ler tudo! E se tiver foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essas obras-primas.

Precisando de mais ideias? Dá uma olhada nessas outras receitas que testei e aprovo.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Torta Integral de Atum: A Salvação da Geladeira Vazia

autor: Emagrecer Certo

Sabe aquele dia que você só tem uma lata de atum, uns ovos e farinha integral? Essa torta é a solução. Eu já fiz umas três vezes assim, em dias de preguiça de mercado, e sempre dá certo. O segredo, pelo menos pra mim, é colocar bastante pimenta do reino e uma cebola bem picadinha, quase sumindo no recheio, que fica com um sabor incrível.

É um daqueles pratos que você leva para o trabalho e todo mundo pergunta o que é. E a textura fica perfeita, nem muito seca, nem úmida demais. Uma dica é deixar esfriar um pouco antes de cortar, senão ela desmancha — aprendi isso na prática, claro.

3º. Coxinha de Batata Doce: O Engodo que Funciona

autor: Mamãe Vida Saudável

Confesso que fui cético. Achava que nada substituía a massa da coxinha de verdade. Mas essa versão com batata doce me surpreendeu de um jeito… A massa gruda menos na mão, o que já é uma vitória, e fica com uma crocância diferente, mas muito gostosa. É ideal para quando a vontade de um salgado aperta, mas você não quer sair totalmente da linha.

Um erro comum é não cozinhar bem a batata antes de amassar. Se ela ficar com pedacinhos, a massa não fecha direito. Faço sempre um recheio bem temperado, às vezes até com um pouquinho de cream cheese, que derrete lá dentro. Perigo: risco de comer tudo sozinho.

4º. Pão de Queijo Fit: O Truque da Ricota

Só três ingredientes? Eu duvidei. Mas a ricota é a jogada de mestre aqui. Ela dá uma leveza que o queijo comum não dá, e o pãozinho não fica pesado no estômago. A primeira vez que fiz, achei que tinha errado a mão porque a massa ficou mais mole, mas é assim mesmo. Só colocar na forma e assar.

Ficou perfeito para o café da tarde, acompanhado de um café fresquinho. A Daiane, que adora um pão de queijo tradicional, aprovou. Disse que tem um sabor mais suave, mas que é viciante. E o melhor: não precisa sovar, nem nada. Só misturar e ir pro forno.

5º. Bolo de Chocolate Fit: Para Acabar com o Sofrimento

Todo mundo que já tentou comer melhor conhece a luta: a fissura por um bolo de chocolate. Essa receita é um alívio. Ela não tenta ser o bolo da padaria, ela é outra coisa — mas é uma coisa muito boa. Fica úmido, tem gosto de chocolate de verdade, e a textura é ótima.

O que aprendi? Não temer o cacau em pó. Colocar uma quantidade generosa, daqueles bem amargos, faz toda a diferença para o sabor ficar redondo. Já fiz com e sem adoçante, e pra ser sincero, ambas as versões funcionam. É um coringa para quando a vontade bate forte.

6º. Chips de Batata Doce Assada: O Snack da Perseverança

Isso aqui é teste de paciência, vou avisando. Mas vale cada minuto. O segredo está em cortar as fatias fininhas, bem fininhas mesmo, e NÃO amontoar na assadeira. Se elas se tocarem, viram uma massa úmida e não ficam crocantes. Falo por experiência própria, já perdi um forno inteiro assim.

Mas quando dá certo, nossa. Fica uma coisa leve, salgadinha, que você come sem parar assistindo um filme. Bem melhor que comprar um pacote. Tempere bem com alecrim e um fio de azeite antes de levar ao forno. Confia.

7º. Tabule: A Salada que Enche (e Muito)

Ao contrário do que muitos imaginam, tabule não é só folhinhas. O triguilho hidratado dá uma saciedade absurda. É um prato que você come uma tigela e fica satisfeito por horas. Aprendi a fazer num curso de culinária árabe e o que levou pro meu dia a dia foi a importância da hortelã — e muita hortelã, não seja tímido.

Deixa o trigo de molho no suco de limão por um tempinho antes de misturar tudo. Isso tira aquela aspereza e integra os sabores de um jeito incrível. Perfeito para um almoço leve, mas que sustenta.

8º. Salmão Grelhado: Parece Chique, é Fácil

Eu sempre tinha medo de estragar um pedaço bom de salmão, até pegar o jeito. A frigideira tem que estar bem quente, mas não fumacentamente quente, senão queima por fora e fica cru por dentro. Coloco o peixe com a pele para baixo primeiro, deixo dourar bem, e só aí viro. Fica crocante e úmido.

É o meu prato rápido para impressionar visita. Sirvo com legumes grelhados ou um purê de batata baroa. Um truque simples: tempero só com sal grosso e limão depois de pronto. Deixa o sabor do peixe brilhar.

9º. Salada Caesar: Molho é Tudo

A base é simples: alface e croutons. O que transforma é o molho. E fazer em casa é outra história, bem mais gostosa. Uso anchova na paste, que dá um sal incrível, e parmesão ralado na hora. A textura fica cremosa, mas não pesada.

Já fiz sem a anchova uma vez, quando não tinha, e não fica a mesma coisa. Fica bom, mas não fica Caesar, entende? Se for improvisar, coloque um pouco mais de queijo e umas alcaparras. Dá um toque interessante.

10º. Picolé de Frutas: A Sobremesa que Engana a Toda Família

Isso aqui é genial para quem tem criança em casa. Você faz uma salada de frutas, bate um pouco, põe na forminha e vira um picolé. Eles adoram porque é picolé, você fica feliz porque é fruta. Ninguém perde.

Uma dica: se a fruta não estiver muito doce, dá um toque com um pouquinho de mel ou até um suco de laranja natural na hora de bater. Fica mais fácil desenformar também. É sucesso garantido no verão, e você nem precisa de máquina.

11º. Compota de Abacaxi: Doce sem Açúcar de Verdade

O abacaxi já é doce por natureza, então essa compota é praticamente só a fruta cozida no próprio suco, com talvez um pau de canela. Fica incrível sobre um iogurte natural ou mesmo uma fatia de queijo branco. Parece coisa de restaurante chique.

Deixa cozinhar em fogo baixo até o caldo engrossar naturalmente. Se apressar, o açúcar da fruta queima e fica com gosto amargo. Aprendi isso do jeito difícil, claro. Agora faço com calma e sempre dá certo.

12º. Gelatina com Frutas: Clássico que Nunca Falha

Todo mundo sabe fazer gelatina, né? O lance aqui é a apresentação. Colocar as frutas picadas de um jeito bonito, talvez em camadas. Fica um prato colorido, lindo de ver e ainda mais gostoso de comer. É a minha opção para quando não quero pensar em sobremesa.

Use frutas que não soltem muita água, como maçã e banana. Melancia e melão podem deixar a gelatina aguada. Faço sempre em copinhos individuais, fica mais prático para servir. Simples, mas sempre elogiam.

13º. Manjar Light: A Elegância Simples

Manjar sempre me lembra festa de família. Essa versão light tem o mesmo sabor suave de coco e uma textura que derrete na boca, mas sem aquela culpa depois. O segredo está no ponto de cozimento, tem que mexer até engrossar bem, senão não firma.

Eu gosto de servir com uma calda de frutas vermelhas sem açúcar, fica um contraste azedinho maravilhoso. Parece muito mais trabalhoso do que é. É daqueles que você faz, todo mundo acha que você passou horas na cozinha, e você só sorri.

E então, qual dessas vai para sua lista de compras primeiro? Cada uma resolve uma necessidade diferente na minha semana, desde a fome de tarde até o jantar rápido. Se você testar alguma, volta aqui pra me dizer o que achou, ou se fez algum ajuste. Adoro trocar ideias sobre isso nos comentários!

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 21:41

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

0 Quiti.Que
Ficou otimo, amei.
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