16 Receitas de Massa de Bolo Pão de Ló + Combinações Fáceis E Simples

  • Uma das bases mais famosas e fáceis de se trabalhar. Seus bolos nunca mais serão os mesmos.
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Farinha, ovos, açúcar. Parece tão simples que chega a dar medo, né? A gente acha que vai virar uma pedra no forno ou um pão de ló que nem lembra pão de ló.

Eu passei anos com esse receio. Até que, num curso de confeitaria, o instrutor mostrou que o truque não está na mágica, mas no ponto exato do merengue. Aquele momento em que as claras batidas com açúcar formam picos firmes, mas ainda brilhantes. Misturar a farinha peneirada depois, com cuidado de verdade, faz toda a diferença entre um bolo pesado e aquele pão de ló fofo, areado, que quase derrete sozinho na boca.

Dominar essa receita básica é como ganhar uma chave mestra. Você abre a porta para uma porção de sobremesas incríveis, sempre com a certeza de um resultado leve e gostoso. Quer ver como é fácil quando você sabe o segredo? O passo a passo está logo ali.

Receita de massa de bolo pão de ló Genoise: Saiba como fazer

Rendimento
1 bolo de 20 cm
Preparo
20 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 6 marcados

Para a massa de pão de ló básica:

Só quatro ingredientes principais, dá pra acreditar? A ideia aqui é justamente essa, ter uma base simples que não te prenda. Compro tudo no mercadinho da esquina e sai por menos de 10 reais, fácil. Só não vale usar farinha velha, que fica com um cheirinho estranho, já aconteceu comigo.

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Informação Nutricional

Porção: 50g (1/8 do bolo)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 190 kcal 10%
Carboidratos Totais 35.2g 12%
   Fibra Dietética 0.8g 3%
   Açúcares 25g 50%
Proteínas 4.5g 9%
Gorduras Totais 4.2g 8%
   Saturadas 1.3g 7%
   Trans 0g 0%
Colesterol 105mg 35%
Sódio 45mg 2%
Potássio 55mg 1%
Cálcio 18mg 2%
Ferro 1.2mg 7%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem ingredientes de origem animal (exceto ovos)
  • Sem Lactose: Não contém laticínios
  • Baixa Gordura: Apenas 4.2g por porção
  • Baixo Sódio: Ideal para dietas restritivas

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – devido à farinha de trigo
  • Alto teor de açúcar – 50% do VD em uma porção
  • Contém ovos – alérgeno comum
  • Insight: Para versão mais light, reduza 30% do açúcar sem prejudicar textura

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

O ponto mágico do merengue:

  1. Primeira coisa: pré-aqueça seu forno a 160°C. Fora isso, forre uma forma redonda pequena, de uns 20 cm, com papel manteiga. Não unte só com manteiga, confia em mim, o papel é seu melhor amigo aqui.
  2. Bata as claras: Coloque as claras numa tigela limpa e seca (qualquer gordura atrapalha) e bata até começarem a ficar brancas e com espuma. Aí, você adiciona o açúcar aos poucos, de colher em colher, batendo sem parar. O objetivo é chegar naquele ponto de merengue brilhante e firme, que forma picos quando você tira o batedor. Parece chato, mas leva uns 5 minutos, no máximo. É o passo mais importante, então não tenha pressa.
  3. Incorpore as gemas: Numa tigelinha, bata levemente as gemas com um garfo só pra quebrar. Agora, com uma espátula de silicone, adicione as gemas ao merengue e misture com cuidado, de baixo para cima. A mistura vai ficar um pouco mais amarelada e cremosa, é normal. A Daiane sempre fica com medo de desmanchar o merengue aqui, mas se você for delicado, dá certo.

A farinha e o forno:

  1. Peneire a farinha: Peneire a farinha de trigo em cima da mesma mistura de ovos. Joga a pitadinha de sal junto, pra não esquecer. Agora vem outro movimento de mestre: incorpore a farinha com a espátula, fazendo movimentos suaves e envolventes. É até relaxante. A ideia é integrar sem bater, pra massa não ficar pesada. Quando não ver mais listras brancas, para. Não queremos uma massa lisa, só homogênea mesmo.
  2. Asse: Despeje a massa na forma preparada e leva ao forno pré-aquecido. Deixa assar por cerca de 30 minutos. O segredo é não abrir o forno antes dos 25 minutos, senão ele murcha. Passado esse tempo, faça o teste do palito: espeto no centro deve sair limpo. Se sair, tá pronto. A superfície fica douradinha e linda.
  3. Deixe esfriar: Tira do forno e deixa na forma por uns 5 minutos. Depois, passa uma faca nas laterais, vira num prato e tira o papel manteiga. Deixa esfriar completamente antes de pensar em rechear ou decorar. Ele fica ainda mais gostoso no dia seguinte, se sobrar algo.

Já errei feio tentando adicionar a farinha de uma vez. A massa baixou e ficou um tijolo. Aprendi que o jeito é peneirar aos poucos e ter paciência. Agora sempre dá certo.

E aí, o que achou? É muito mais simples do que parece, né? A primeira vez que fiz um pão de ló que realmente ficou alto e fofo, eu quase não acreditei. Parecia um truque de mágica, mas era só técnica básica, bem aplicada.

Essa receita é a base para tudo. Você pode dividir o bolo em camadas e rechear com brigadeiro, fazer um rocambole, ou até usar de base para um pavê. As combinações são infinitas. Me conta aí nos comentários, qual foi sua experiência? Você já tentou fazer pão de ló antes? Se fizer essa versão, me avisa como ficou. Adoro trocar ideias sobre isso!

Quanto custa em calorias esse pecado?

Um pedaço generoso (1/8 do bolo) fica em torno de 190 calorias, conforme nossa tabela nutricional completa. Mas quem tá contando, né? A Daiane sempre fala que "bolo não tem calorias se dividir com amor" (mentira, ela nunca disse isso, mas combina com a personalidade dela).

Quanto tempo dura? Dica quente de armazenamento

Em temperatura ambiente: 2 dias no máximo (se não acabar antes). Na geladeira: até 5 dias, mas perde um pouco a maciez. Freezer? Até 1 mês, mas sério - congela mesmo bolo? Eu sempre como tudo antes.

Sem farinha? Sem ovos? Sem problemas!

• Farinha sem glúten: mistura de arroz + polvilho doce (mesma proporção)
• Açúcar: dá pra usar demerara, mas o ponto do merengue demora mais
• Ovos: substitua por 1/4 xícara de água + 1 col. sopa de linhaça moída (mas fica mais denso)
• Extra: coloque raspas de limão pra um toque cítrico maravilhoso

Os 3 pecados capitais do pão de ló

1. Bater as claras com açúcar desde o começo - espere formar espuma primeiro, senão não cresce direito
2. Misturar a farinha de qualquer jeito - tem que ser delicado, tipo carinho em gato assustado
3. Abrir o forno antes da hora - o bolo murcha mais rápido que balão furado

Truque secreto de confeiteiro

Coloque uma assadeira com água no forno enquanto assa - o vapor ajuda a massa ficar super fofinha. A Daiane descobriu isso por acaso quando esqueceu uma forma lá dentro e agora juramos por essa técnica.

O momento mais crítico: incorporar a farinha

Use um peneirador de chá diretamente sobre a massa e dobre com espátula de baixo pra cima. Faço movimentos largos e rápidos - parece dança, sério. Se misturar demais, o bolo fica borrachudo (já aconteceu aqui, virou peso de porta).

Quer inovar? 3 variações malucas

Genoise de café: substitua 1 col. sopa de farinha por café solúvel em pó
Versão tropical • Bolo arco-íris: divida a massa e tinga com corantes alimentícios

Para todo mundo comer

Low carb: farinha de amêndoas + adoçante culinário (mas fica mais úmido)
Vegano: aquela substituição com linhaça que falei antes + leite vegetal pra umedecer
Proteico: adicione 1 scoop de whey protein baunilha - fica incrível!

O que serve com isso? Tudo!

• Calda de frutas vermelhas (combina demais com o sabor neutro)
• Sorvete de creme derretendo por cima - perfeição absoluta
• Café forte pra cortar o doce (tipo aqueles que "levantam defunto")
• Na dúvida, joga leite condensado e seja feliz

Modo MasterChef

Finalize com folhas de ouro comestível e uma calda de chocolate 70% cacau. Serve pra impressionar a sogra ou quando o crush vem jantar. Cuidado: depois disso vão querer que você faça sempre.

Fazendo no modo "conta de luz alta"

Use apenas 2 ovos e complete com 1/4 xícara de leite. Fica menos fofo, mas ainda bom. Assa em fogo mais baixo por mais tempo - aproveita o calor do forno pra assar batatas junto (juro, funciona).

Socorro, deu tudo errado!

Bolo murchou? Vira camadas de torta.
Ficou cru no meio? Corta em cubos e faz pudim de pão.
Queimou embaixo? Rala a parte de cima e vira farofa doce (genialidade da Daiane numa crise).

De onde vem essa maravilha?

O Genoise é francês, mas tem DNA italiano (Gênova, pra ser exato). Curiosidade: era o bolo preferido de Napoleão! Ele levava nas campanhas porque aguentava viagens longas. Se sobreviveu às guerras napoleônicas, sobrevive à sua festa.

2 segredos que ninguém conta

1. Ovos em temperatura ambiente incorporam até 30% mais ar - deixe fora da geladeira 1h antes
2. A pitada de sal não é pra tempero: ela quebra as pontes de hidrogênio nas claras e deixa o merengue mais estável (química, baby!)

Perguntas que me fazem toda hora

Pode dobrar a receita? Pode, mas bata em duas levas - a minha tentativa de fazer mega bolo virou um tijolo.
Forma antiaderente dispensa papel manteiga? Não! O papel ajuda o bolo "escalar" as laterais.
Por que meu bolo rachou no meio? Forno muito quente ou bateu a forma na mesa com muita força.

Pra contar no jantar

Na França do século 18, esse bolo era status social - quanto mais alto, mais rica a família. Tinha gente que colocava até 12 ovos! E olha que na época não tinha batedeira elétrica, imagina o braço do cozinheiro...

Comenta aí, chef!

Já fez essa receita? Deu certo? Teve desastre? Conta nos comentários - adoro histórias de cozinha (especialmente as catastróficas, elas que ensinam mais). E se inventou alguma variação maluca, compartilha com a gente!

Agora que você já domina a base, bora dar uma passeada por outras versões incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O pão de ló clássico, aquele que nunca falha

autor: Receitas com sabor

Sabe aquele bolo que você faz de olho fechado quando precisa de uma sobremesa rápida e que todo mundo gosta? Esse é o cara. A grande sacada dessa receita, pelo menos pra mim, é que ela não tenta inventar moda. É só o básico bem feito, com a medida certa de simplicidade que faz a massa ficar fofinha e com um sabor equilibrado, nem muito doce, nem sem graça. É o tipo de base que você pode usar pra tudo, desde um bolo simples de passar a tarde até aquelas camadas de festa mais elaboradas.

Eu sempre tenho essa receita anotada na porta da geladeira. Ela é minha coringa pra quando bate aquela vontade de algo caseiro, mas não quero sujar a cozinha inteira. É quase um antídoto contra o medo de errar, porque é realmente difícil dar errado.

3º. Chocolate intenso e profissional, sem fermento

autor: Nandu Andrade

Olha, eu era meio cético com bolo de chocolate sem fermento. Achava que ia ficar uma coisa baixinha e densa. Que nada. A jogada de mestre aqui está em bater a massa o tempo necessário — e são bons 10 minutos, hein? — pra incorporar ar e criar essa textura alta e aerada que parece mágica. O segredo que aprendi é peneirar bem o achocolatado com a farinha, pra não ficar aqueles gruminhos que ninguém merece.

O resultado é um bolo com cor e sabor de chocolate de verdade, aquele que sustenta bem recheios pesados sem ficar mole. Perfeito pra aniversário, mas também pra um domingo qualquer que precise ser mais especial. Aliás, se você é fã de chocolate, dá uma olhada nessa lista com receita de massa pão de ló de chocolate, tem um monte de inspiração lá.

4º. Pão de ló no liquidificador: salva-vidas dos dias corridos

Te contar uma verdade: nem sempre dá vontade de sujar a batedeira, lavar aquela tigela gigante… pra esses dias, a receita no liquidificador é uma benção. A textura fica ligeiramente diferente, é um pouco mais úmida — e isso por causa da combinação de óleo e leite morno, que é genial. A essência de baunilha dá aquele cheiro de confeitaria caseira que invade a casa toda.

Só um cuidado: depois de acrescentar a farinha, bate só até incorporar. Se exagerar, o glúten desenvolve demais e o bolo pode ficar borrachudo. Já errei isso, aprendi na prática. Mas seguindo o tempo do vídeo, fica macio pra caramba e é a solução mais rápida que existe quando o café da tarde pede um bolo quentinho.

5º. Rocambole: o bolo que é uma experiência divertida

Fazer rocambole me dá uma sensação estranha de satisfação, tipo "nossa, eu que fiz isso?". Parece coisa de chef, mas é mais simples do que parece. A massa desse pão de ló é perfeita pra isso porque é flexível na medida certa: não racha na hora de enrolar, mas também não fica tão mole que desmancha. O ponto chave é assar numa forma retangular com papel manteiga e tirar na hora certa, ainda quentinho, pra enrolar.

O recheio clássico é geleia de morango, mas já experimentei com doce de leite e ficou absurdamente bom. Aquela finalização com açúcar de confeiteiro por cima dá um ar super profissional. É sucesso garantido em qualquer reunião.

6º. Pão de ló de laranja: umidade e frescor garantidos

Esse aqui resolve um problema clássico: o bolo que fica seco no dia seguinte. O suco da laranja na massa é um truque antigo que mantém o miolo úmido e com um sabor cítrico delicado, nada artificial. A técnica de bater as claras em neve primeiro é o que garante a fofura, mesmo com o líquido. Uma dica de ouro da receita é não untar a forma, só usar papel manteça e alumínio por cima. Parece estranho, mas o bolo não gruda e a casca fica lisinha.

É um bolo lindo pra ser servido puro, mas também aguenta bem uma cobertura de chantilly ou até ser usado em camadas. A Daiane uma vez fez e botou uma calda de laranja por cima, ficou um espetáculo.

7º. Versão amanteigada com leite quente: a receita da maciez

Se você já teve a curiosidade de saber como fazem aqueles bolos de festa super macios, quase molhados, que derretem na boca, essa é a fórmula. A manteiga e o leite quente fazem uma combinação poderosa que deixa a massa incrivelmente saborosa e com uma textura que não resseca nunca. No começo, a massa vai parecer meio líquida, é normal, não se assuste. Quando você adiciona a farinha, ela ganha corpo.

É uma massa mais densa que o pão de ló tradicional, mas em um bom sentido. Perfeita pra esculpir ou cortar em camadas finas, porque ela é estável e úmida. Pra ser sincero, é a que eu mais gosto de fazer quando quero impressionar — mas não conta pra ninguém.

8º. Com emulsificante: para quando o bolo precisa ser alto e estruturado

Vamos falar de uma coisa séria: emulsificante. Ele não é um vilão, é um aliado pra quando você precisa de um bolo alto, com muitas camadas, aquele de casamento ou festa grande. O que ele faz é ajudar a incorporar ar e deixar a massa bem clara e homogênea, o que depois se traduz em um crescimento uniforme no forno. A textura fica fina e aerada.

A receita do vídeo é bem generosa, rende bastante. O conselho de forrar a forma só com papel manteiga é ótimo porque evita que as laterais queimem antes do centro assar. É um passo a passo mais técnico, mas se você quer se aventurar em bolos grandes, é um ótimo ponto de partida.

9º. A opção salgada: sim, pão de ló também vai bem com sal

Ah, você achou que ia ser só doce? Essa versão salgada é uma daquelas ideias que a gente vê e pensa "por que não pensei nisso antes?". Ela é a base perfeita pra um bolo salgado fino, daqueles que se come no lanche da tarde com uma manteiguinha, ou até para canapés mais elaborados. Leva um pouquinho de açúcar ainda, mas é o sal que manda no sabor.

Bater até ficar espumoso é a chave pra massa não ficar pesada. Fica uma delícia, sério. É uma ótima pedida pra surpreender as visitas com algo diferente, mas que todo mundo consegue fazer. O Chef Léo explica direitinho como acertar o ponto.

10º. Bolo de cenoura, mas com a alma de pão de ló

Todo mundo tem sua receita de bolo de cenoura, né? A minha sempre era mais densa. Até descobrir que dá pra fazer uma versão que é basicamente um pão de ló com cenoura. A diferença é no método e na textura final, que fica absurdamente fofinha. A cenoura, bem picadinha ou até ralada bem fina, some na massa e deixa só o sabor doce e a umidade.

É o bolo ideal para aquele café da tarde que precisa ser reconfortante. E claro, com a cobertura de chocolate que a gente já sabe que é obrigatória. Essa receita me fez repensar meu bolo de cenoura de sempre, porque o resultado é outro nível de maciez.

11º. Com água quente: a opção light e surpreendentemente boa

Sem leite, sem manteiga. Soa estranho, mas a água quente aqui tem uma função super interessante: ela ajuda a dissolver o açúcar e a "cozinhar" um pouco a farinha durante o batimento, o que resulta numa massa bem lisa e com uma textura única, meio elástica, mas sem ficar quebradiça. A essência de baunilha é importante pra dar um aroma, já que os ingredientes são básicos.

É uma receita econômica e mais light, ótima pra quem está evitando lactose ou quer algo mais simples. A dica de untar com manteiga e polvilhar farinha é infalível pra desenformar sem dor de cabeça. Já tentou fazer assim?

12º. Versão vegana: sem ovo, mas com toda a fofura

Confesso que fiquei curioso com essa. Como fazer um pão de ló, que tradicionalmente leva vários ovos, sem usar nenhum? A ciência por trás é fascinante. Ingredientes como purê de maçã, óleo e o bicarbonato com o ácido do leite vegetal trabalham juntos para criar aquele crescimento e maciez. A farinha espelta e o açúcar de coco dão um perfil de sabor mais interessante, menos refinado.

É uma receita que pede um pouco mais de atenção na hora de misturar, pra não ficar pesada, mas o resultado é um bolo bonito, saboroso e inclusivo. Mostra que dá, sim, para adaptar os clássicos sem perder a essência.

13º. De fubá: o sabor que traz memória afetiva

Isso aqui tem gosto de casa de vó. A mistura da farinha de trigo com o fubá cria uma textura areadinha, ligeiramente granulada, que é uma delícia. O cheiro que sai do forno é inconfundível. Uma dica preciosa que peguei no vídeo e não sabia: tirar aquela peliculinha da gema. Faz uma diferença enorme no sabor final, tira um pouco daquele "gosto de ovo" que às vezes interfere.

É um bolo humilde, mas cheio de personalidade. Perfeito pra acompanhar um café forte, ainda morno. E se você não tem fubá em casa, dá pra fazer só com farinha de trigo numa boa, mas eu recomendo muito experimentar a versão original.

14º. De limão e iogurte: o equilíbrio entre o azedinho e o cremoso

Essa combinação é puro acerto. O iogurte natural deixa a massa úmida e com uma acidez bem-vinda, enquanto o limão siciliano — menos ácido que o tahiti — dá um aroma cítrico refrescante, sem ser agressivo. É a receita ideal pra quem acha pão de ló puro muito "sem graça". Ela tem caráter.

E a apresentação fica linda com aquelas rodelas de limão por cima. A cobertura de açúcar de confeiteiro com um fio do suco de limão cria uma casquinha doce que contrasta perfeitamente com o azedinho do bolo. É impossível comer só um pedaço, pode colocar na conta.

15º. Pão de ló japonês (Castella): a busca pela textura perfeita

Esse é um projeto diferente. O Castella é famoso por sua textura super fina, úmida, quase gelatinosa, com uma casca dourada linda. O segredo está no ponto do merengue — aquele "ponto de bico" firme mas ainda brilhante — e na maneira super delicada de incorporar a farinha. É um processo que pede paciência e carinho, é quase uma meditação.

O resultado não é só um bolo, é uma experiência. Ele é menos doce que os nossos e tem uma sensação na boca única. Fazer um Castella caseiro é um daquintes desafios gostosos na cozinha que valem cada minuto de atenção.

16º. Sem glúten e sem lactose: para não deixar ninguém de fora

Fechando com chave de ouro, uma opção para quem tem restrições alimentares mas não abre mão de um bom bolo caseiro. O mix de farinhas sem glúten e o açúcar mascavo dão um sabor mais profundo e terroso à massa. A textura pode ser um pouquinho diferente da tradicional, mas é incrivelmente macia e saborosa.

O importante aqui é adicionar os ingredientes secos aos poucos, batendo bem a cada adição, pra evitar os famosos gruminhos. É uma prova de que, com os ingredientes certos e a técnica adequada, todo mundo pode se deliciar com um pão de ló quentinho saindo do forno.

Uau, opção boa não falta. É impressionante como três ingredientes básicos podem se transformar em tantas coisas diferentes. Agora me conta: qual dessas versões mais te chamou a atenção? Ou você já tem uma favorita que faz sempre? Se experimentar alguma dessas dicas, volta aqui pra me dizer como ficou — adoro trocar ideias sobre os resultados na cozinha.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 20:07

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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