12 Receitas de Esfirra de Carne & Versões de Um lanche saboroso para você surpreender sua família e amigos

  • Um salgado versátil que você vai amar fazer e compartilhar
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Farinha, água e um punhado de paciência. Esses três ingredientes simples podem te transportar direto para as ruas de São Paulo sem sair da sua cozinha.

Minha história com a esfirra de carne começou nos finais de semana em família, quando minha esposa Daiane e eu resolvemos transformar nossa cozinha de apartamento numa pequena lanchonete. Ela cuida do recheio, eu da massa, e o Titan fica de vigia esperando alguma migalha cair. Brincadeiras à parte, foram vários testes até chegar na massa que não ficava nem muito grossa nem muito fina.

O segredo que aprendi num curso de panificação é simples: a massa precisa descansar o tempo certo. Nem menos, nem mais. E sobre a carne, ela tem que ser bem escorrida depois do limão, senão vira uma sopa dentro da esfirra. Já cometi esse erro e o resultado foi um desastre molhado.

Vou te mostrar como fazer essa versão que ficou tão boa que até convidamos os amigos para provar. É mais fácil do que parece, e o cheiro que fica na casa é divino. Quer aprender?

Receita de Esfirra de Carne Aberta: Saiba Como Fazer

Rendimento
13 esfirras
Preparação
1h 30min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para a massa:

Para o recheio:

Essa receita rende exatamente 13 esfirras, mas se fizer bolinhas menores pode render até 15. A massa congela bem depois de assada, só esquentar no forno depois.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 esfirra (aproximadamente 85g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 215 kcal 11%
Carboidratos Totais 25.8g 9%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 1.5g 3%
Proteínas 8.3g 17%
Gorduras Totais 8.7g 16%
   Saturadas 2.1g 10%
   Trans 0g 0%
Colesterol 15mg 5%
Sódio 180mg 8%
Potássio 145mg 3%
Ferro 1.8mg 10%
Cálcio 12mg 1%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Fonte de Energia: Carboidratos para atividades diárias
  • Proteína Moderada: Auxilia na saciedade
  • Versátil: Permite adaptações vegetarianas

Alertas & Alérgenos

  • Contém glúten – farinha de trigo na massa
  • Insight: Escorrer bem o recheio evita massa encharcada
  • Para dieta: reduza óleo e use queijo light no recheio

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Preparando a massa:

  1. Pega uma tigela grande, daquelas que parece que nunca vai encher mas sempre enche. Coloca a água morna, o óleo, o fermento, o açúcar e o sal. Mexe bem até dissolver tudo. A água não pode estar quente, senão mata o fermento. Testa no pulso como fazem com mamadeira de bebê.
  2. Vai adicionando a farinha aos poucos. Começa com metade e mexe com colher de pau. Quando ficar pesado para a colher, é hora de colocar a mão na massa literalmente.
  3. Transfere pra bancada com um pouco mais de farinha e começa a sovar. Sova por uns 10 minutos até ficar lisa e elástica. A massa pronta desgruda das mãos e da bancada. Se ainda tá grudando, coloca mais um pouquinho de farinha, mas sem exagero.
  4. Faz bolinhas de mais ou menos 60g cada. Pesa na balança se tiver, senão faz do tamanho de uma bola de pingue-pongue. Polvilha com fubá e cobre com um pano limpo.
  5. Deixa descansar por 30 minutos a 1 hora, até dobrar de volume. Depende da temperatura do ambiente. Aqui em São Paulo, no inverno demora mais.

Fazendo o recheio:

  1. Enquanto a massa descansa, prepara o recheio. Pega a carne moída e coloca o suco de limão. Mexe bem e deixa descansar por 5 minutos, isso tira aquele cheiro forte.
  2. Adiciona a cebola e o tomate picados, o sal, a pimenta e o cheiro verde se for usar. Mistura tudo com as mãos mesmo, fica mais fácil.
  3. Agora a parte importante: coloca o recheio num escorredor e deixa escorrer bem a água. Pressiona com as costas de uma colher se precisar. Recheio molhado é o maior inimigo da esfirra crocante.

Montando e assando:

  1. Pega cada bolinha de massa e abre com os dedos, fazendo uma rodelinha. Não precisa ser perfeita, o importante é fechar direito.
  2. Coloca uma colher de recheio no centro, não enche demais senão estoura. Aperta bem o recheio antes pra tirar o excesso de líquido.
  3. Fecha puxando as bordas pro centro e apertando bem as pontas. Se ficar algum buraquinho, o recheio vaza no forno.
  4. Coloca numa assadeira untada com azeite ou manteiga. Deixa um espaço entre elas porque crescem um pouco.
  5. Leva pro forno pré-aquecido a 230-250 graus por uns 15 minutos, ou até dourar. Dá uma olhada depois de 10 minutos porque cada forno é diferente.

Essa receita de esfirra é daquelas que vale o trabalho. A massa fica crocante por fora e macia por dentro, e o recheio fica bem sequinho. Na primeira vez que me aventurei a fazer, exagerei no recheio e algumas abriram no forno, mas com o tempo peguei o jeito.

E aí, curtiu? Já fez esfirra caseira antes? Se fizer, me conta nos comentários como ficou a sua. Também adoro saber as variações de recheio que cada um inventa, já testei com frango e até com queijo e presunto!

Quanto tempo dura? Dicas de armazenamento

Essa esfirra é melhor comer quentinha, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 2 dias. Dica da Daiane: esquenta no forno ou airfryer pra ficar crocante de novo. Se quiser congelar, embala direitinho e dura até 1 mês - mas confesso que nunca dura tanto aqui em casa!

De olho nas calorias

Conforme a tabela nutricional completa, cada esfirra tem aproximadamente 215 calorias. Se tá de dieta, bora de versão light: troca a carne por frango moído e reduz o óleo na massa. Mas sério, às vezes vale a pena o "pecado"!

Trocas inteligentes pra variar

• Sem trigo? Usa farinha de arroz + polvilho doce (2:1) e um pouquinho mais de óleo
• Vegano? Recheio de lentilha temperada fica incrível
• Aversão a fubá? Polvilha farinha de rosca ou até farinha de trigo
• Carne muito gordurosa? Escorre bem ou usa patinho moído

5 erros que já cometi (pra você não repetir)

1. Colocar água muito quente no fermento - mata o coitado! Testa no pulso como leite de bebê
2. Massa muito mole - vai virar pizza. Se grudar muito, acrescenta farinha aos poucos
3. Recheio úmido demais - aquele molhinho que vira poça na assadeira. Escorre MUITO bem!
4. Forno frio - espere esquentar bem, senão fica borrachuda
5. Apressar o descanso da massa - ela precisa do tempo pra ficar fofinha

Hacks que salvam

• Usa o fundo de um copo pra achatar a massa - fica uniforme
• Coloca pedrinhas de gelo no forno durante o pré-aquecimento - cria vapor e deixa a massa mais crocante
• Mistura 1 colher de sopa de vinagre na água da massa - ajuda a deixar mais macia
• Tem pouco tempo? Deixa a massa descansar no microondas (desligado!) com uma xícara de água fervente - acelera o crescimento

O que serve junto?

• Molho de iogurte com hortelã (combina demais!)
• Uma saladinha de pepino bem temperada pra cortar a gordura
• Pimenta síria pra quem gosta de arder
• Pra beber? Um suco de laranja com gengibre ou até uma cerveja bem gelada (se for maior de 18, né?)

Versões malucas (que funcionam!)

• Esfirra de banana da terra com carne seca - brasilidade pura
• Mini esfirras de ricota com alecrim - ótima opção vegetariana
• Versão doce: massa com canela e recheio de goiabada cremosa
• Com borda de queijo - porque tudo fica melhor com queijo, né?

O pulo do gato: o ponto da massa

Esse é o segredo que aprendi com uma tia libanesa: a massa tá no ponto certo quando você consegue esticar um pedacinho e ver a luz do outro lado sem romper (tipo quando faziam aqueles testes com meia-calça antigamente). Se rasgar fácil, precisa sovar mais. Confia, faz diferença!

Modo economia ativado

• Usa osso com carne pra fazer o recheio render mais (depois desfia)
• Substitui parte da farinha por fécula de batata (mais barata e deixa leve)
• Faz em tamanho maior (tipo mini-pizzas) pra render mais
• Congela metade da massa pra outra ocasião

Up gourmet (pra impressionar)

• Mistura castanhas picadas no recheio
• Pincela a massa com manteiga derretida e zaatar antes de assar
• Serve com coalhada seca caseira por cima
• Usa carne de cordeiro moída no lugar da bovina

SOS: Se tudo der errado...

• Massa não cresceu? Transforma em panquecas salgadas
• Recheio ficou seco? Regenera com um fio de azeite e limão na hora de servir
• Queimou embaixo? Rala queijo por cima e leva ao forno de novo pra disfarçar
• Virou uma bagunça? Mistura tudo e faz um escondidinho de massa!

De onde vem essa delícia?

A esfirra aberta é prima da sfiha fechada, mas com personalidade própria! Veio com os imigrantes árabes, mas no Brasil ganhou esse estilo "pizza oriental". Curiosidade: na Síria tradicionalmente se usa cordeiro e sumac (uma especiaria azedinha). Aqui adaptamos com carne bovina e limão - e ficou perfeito!

2 segredos que ninguém conta

1. O fubá não é só pra não grudar - ele dá uma crocância especial na base
2. Amassar a carne com limão não é só pra temperar - o ácido ajuda a quebrar as fibras e deixar mais macia

Harmonização secreta

O ácido do limão no recheio pede um contraste doce: experimenta servir com fatias de manga ou melão! Parece estranho, mas é tipo aquela combinação de melancia com queijo coalho - funciona demais. A Daiane fez cara feia quando sugeri, mas depois admitiu que amou!

Perguntas frequentes

Pode congelar crua? Pode! Monta tudo, congela e depois assa direto (só aumenta uns 5min no forno)
Por que minha massa ficou dura? Provavelmente sovou demais ou a farinha tinha muito glúten
Posso fazer sem óleo? Até pode, mas fica bem menos macia - melhor reduzir a quantidade
Dá pra fazer na airfryer? Dá sim! 180°C por cerca de 10min, mas faz em poucas quantidades

Sabia que...

Na Síria, as mulheres costumam sovar a massa cantando - dizem que o ritmo ajuda no ponto ideal! Eu testei (quando a Daiane não tava em casa) e... bom, pelo menos me diverti. Mas sério, o movimento rítmico realmente ajuda a dosar a força.

Completa o Menu: Combinações Perfeitas para Acompanhar sua Esfirra de Carne

Depois de preparar aquela esfirra de carne dourada e suculenta, vem aquela dúvida: o que servir para transformar esse lanche em uma refeição completa? Aqui em casa a gente sempre monta um menu temático, e hoje vou te passar nossas combinações favoritas - testadas e aprovadas pela Dai (que é bem exigente, por sinal).

Pratos Principais que Roubam a Cena

Macarrão com Molho de Tomate: Várias formas de preparar essa maravilha. Combina surpreendentemente bem com esfirras, principalmente se você fizer um molho mais encorpado.

Sopa de Grão-de-Bico: Receita completa aqui. Nos dias mais frios, essa sopa cremosa é o par perfeito para equilibrar a esfirra.

Arroz árabe: Sem link, mas nossa versão tem açafrão e nozes - fica com um toque especial que casa demais com a massa da esfirra.

Acompanhamentos que Fazem a Diferença

Salada de folhas com limão siciliano: O ácido corta a gordura da carne e refresca o paladar. Aqui em casa não pode faltar!

Beringela assada com alho: Fica tão boa que até a Dai, que não era fã de beringela, agora pede sempre.

Picles caseiros: Aquela acidez que dá um up em qualquer lanche de massa.

Sobremesas para Finalizar com Charme

Cuca de Uva: Receita tradicional. Doce, mas não enjoativa, perfeita depois de uma refeição mais encorpada.

Bolo de Laranja Fit: Versão light. Para quando queremos algo mais leve mas ainda assim saboroso.

Torta de Abacaxi Gelada: Refrescante. Nos dias quentes de SP, essa aqui é salvadora!

Mousse de maracujá: Sem link, mas nossa receita secreta leva só 3 ingredientes e sempre impressiona as visitas.

Bebidas para Harmonizar

Chá gelado de pêssego: Fazemos em casa com folhas de chá preto e pedaços da fruta - fica lindo e super refrescante.

Suco de laranja com gengibre: Aquele toque picante combina demais com a esfirra.

Água aromatizada com hortelã e limão: Simples, mas nunca falha nos nossos jantares.

Essas são nossas combinações campeãs, mas e aí, tem alguma preferência especial na sua casa? Conta aqui nos comentários se testar alguma dessas sugestões - e quem sabe até sua versão própria! Aqui a gente adora experimentar variações novas.

Com o essencial na ponta dos dedos, que tal experimentar algumas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Quando você quer aquela esfirra clássica e perfeita

Autor: Gisele Teixeira

Confesso que sempre tive um pouco de medo de trabalhar com massa que precisa da tal esponja, sabe? Parecia coisa de profissional. Mas essa receita me mostrou que é bem mais simples do que parece, o segredo é não ter pressa no tempo de crescimento.

O resultado é uma massa que fica no ponto ideal: nem muito fina que rasga, nem muito grossa que fica pesada. E essa versão fechada tem uma vantagem enorme: o recheio fica suculento de um jeito que não vaza na hora de comer. Já testei várias vezes aqui em casa e sempre dá certo.

3º. Para quem quer uma opção mais nutritiva sem abrir mão do sabor

Autor: Gisele Teixeira

Te contar uma coisa: eu era meio cético sobre esfirra integral, achava que ficaria com cara de comida saudável sem graça. Que engano! A textura fica diferente, é verdade, mas num bom sentido, mais interessante até.

O gengibre em pó no recheio foi uma descoberta recente aqui em casa, dá um toque leve que combina demais com a carne. E sobre o fermento: se for usar o fresco, não esquece de dissolver bem antes, senão pode ficar com aqueles gruminhos, já aconteceu comigo.

4º. Para quando você precisa agradar todo mundo, inclusive quem não come glúten

Essa receita resolveu um problema que eu sempre tive quando amigos celíacos vinham aqui em casa. A farinha de arroz com polvilho dá uma massa surpreendentemente fofinha, juro.

Uma dica que aprendi fazendo essa versão: peneira bem as farinhas, parece bobeira mas faz diferença na textura final. E o açúcar demerara, bem, ele dá um toque sutil que combina bem com a carne temperada.

5º. Para transformar seu conceito de esfirra vegetariana

Eu nem sou vegetariano, mas essa versão com proteína de soja me conquistou completamente. O segredo está nos temperos, a páprica e o açafrão fazem milagres.

Na ocasião em que fiz pela primeira vez, a Daiane nem acreditou que não tinha carne. O leite de coco na massa é outro toque genial, dá uma suavidade que combina perfeitamente com o recheio mais encorpado. É uma daquelas receitas que vale a pena experimentar mesmo se você come carne todo dia.

6º. Para os dias de dieta sem sentir que está fazendo dieta

Batata doce na massa foi uma das coisas mais inteligentes que já vi em receita fit. Dá uma liga incrível e um sabor levemente adocicado que funciona demais.

Confesso que tive que ajustar o ponto da massa na primeira tentativa, as batatas podem liberar água diferente dependendo do tipo, então fica de olho. Mas quando dá certo, é impressionante como fica gostoso mesmo sem trigo.

7º. Para quando a farinha de trigo acaba e a criatividade tem que entrar em ação

Essa nasceu de uma emergência doméstica: farinha zero e vontade de esfirra. As batatas cozidas e amassadas formam uma massa diferente, mais macia quase como um pão de batata.

A combinação de cominho com canela no recheio parece estranha mas funciona muito bem, acredita? E o melhor: como não precisa crescer, fica pronta super rápido. Virou coringa para visitas surpresa aqui em casa.

8º. Para aproveitar aquela carne que sobrou do almoço

Nunca tinha pensado em usar carne desfiada até ver essa receita. E faz todo sentido, fica mais suculenta que a moída, porque mantém melhor os sucos.

Se você já tem a carne pronta, é questão de minutos para montar as esfirras. Aprendi que o caldinho que fica na panela pode ser usado para pincelar a massa antes de assar, dá um brilho e sabor incríveis.

9º. Para impressionar naquela reunião em família

Essa é daquelas que todo mundo pergunta como você fez. A borda recheada parece complicada mas é mais simples do que parece, o segredo está em não colocar muito recheio para não abrir no forno.

Já testei com vários queijos e o que funciona melhor são os que derretem bem, como muçarela ou prato. Uma vez tentei com parmesão e não deu certo, fica a dica. Mas o resultado normal é espetacular, cada mordida é uma experiência.

10º. Para os amantes de queijo (e quem não é?)

Às vezes as coisas mais simples são as melhores, né? Colocar queijo antes da carne parece óbvio, mas faz toda diferença, derrete e cria uma camada cremosa na base.

Dica importante: se for congelar, coloca o queijo ainda congelado também, senão ele pode liberar muita água. Aprendi isso na prática, claro. Mas comer na hora, sai perfeito.

11º. Para quem adora um recheio extra cremoso

O requeijão com carne é uma daquelas combinações que não tem como dar errado. Deixa o recheio mais leve e cremoso ao mesmo tempo.

Só toma cuidado para não exagerar, senão pode umedecer demais a massa. Uma colher bem cheia por esfirra é suficiente. E come quente, porque esfriando perde um pouco da graça.

12º. Para viajar pelo mundo sem sair da cozinha

O formato de barco é mais fácil de fazer do que parece, juro. E a combinação de temperos é diferente de tudo, a pimenta síria com cravo dá um aroma incrível.

Essa é daquelas que impressiona visualmente e pelo sabor. Perfeita para quando você quer fazer algo especial sem muito trabalho. A massa é a mesma, o que muda é só a montagem e os temperos.

Qual dessas vai estrear na sua cozinha? Dá para sentir que cada uma tem sua própria história Depois que fizer, me conta se valeu a pena, não há nada como uma boa prosa sobre essas experiências culinárias. E se tiver sua própria variação, compartilha nos comentários que eu fico curioso para testar também!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 10:59

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

0 Samuelzinho
Demorou mais que 1h30 pra fazer. A massa demorou pra crescer
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0 Biazinha _
Aqui também, principalmente no inverno. Deixe num lugar morno, tipo perto do fogão ligado, ajuda bastante
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