13 Receitas com Carne Patinho + Opções que Vão te Deixar com Água na Boca

  • Uma carne magra e suculenta, o patinho é uma ótima opção para os mais diversos preparos.
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Incrível como um corte considerado "simples" pode entregar tanta nobreza, né. O patinho, com seu sabor puro e textura que pede um preparo cuidadoso, virou meu desafio de domingo por meses. Até descobrir que o segredo não está na força, mas no fogo baixo e na paciência.

Minha técnica, refinada depois de muito estudo sobre cortes brasileiros e até um curso de butchery, é tratar a carne com respeito. Douro bem os cubos em manteiga para selar os sucos, e o cozimento na pressão com especiarias como cominho e páprica doce transforma um prato robusto num receita com carne patinho cremosa e sofisticada. Aquele creme de ricota e requeijão no final? É a jogada de mestre que une tudo.

O resultado é desses que transformam um jantar comum em pequena celebração. A receita completa, testada e aprovada aqui em casa, está logo abaixo. Bora conferir?

Receita com carne patinho – Strogonoff : Saiba como fazer

Rendimento
10 porções
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 17 marcados

Para a carne:

Para o tempero e o creme:

A lista parece grande, mas a maioria são temperos que você provavelmente tem no armário. O patinho é um corte acessível e rende muito, então essa quantidade faz sentido pra uma mesa farta ou pra congelar uma parte. Fica a dica.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200g (1/10 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 4.2g 2%
   Fibra Dietética 0.8g 3%
   Açúcares 1.5g 3%
Proteínas 38.5g 77%
Gorduras Totais 11.8g 15%
   Saturadas 6.2g 31%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 95mg 32%
Sódio 480mg 21%
Potássio 620mg 13%
Ferro 3.8mg 21%
Cálcio 85mg 9%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 4.2g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Proteína: 38.5g para recuperação muscular
  • Rico em Ferro: 21% da necessidade diária

Alertas & Alérgenos

  • Gordura saturada: 31% do VD - moderar consumo
  • Opção sem lactose com substitutos vegetais
  • Insight: Patinho é mais magro que outras carnes vermelhas - boa para dietas

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Primeiro, a gente prepara a carne na pressão:

  1. Pega sua panela de pressão e coloca no fogo médio. Adiciona uma colher de manteiga. Quando derreter, joga cerca de um quarto da cebola picada, todo o pimentão verde e o alho. Deixa isso fritar e dourar por uns 3 minutos, mexendo de vez em quando. O cheiro já começa a ficar bom, né.
  2. Agora, acrescenta todos os cubos de patinho. Mexe bem pra envolver a carne naquela gordura e nos sabores da cebola e do alho. Deixa dourar por mais uns 5 minutos, você vai ver a carne mudando de cor na superfície. É isso que sela os sucos, como a introdução falou.
  3. Chegou a hora dos temperos. Joga o cominho, a páprica doce, o orégano, o alecrim e o sal por cima da carne. Adiciona o coentro picado também. Mexe tudo muito bem, até a carne ficar bem colorida pela páprica. Aí, despeja os 200 ml de água. Não precisa cobrir a carne, é só essa água mesmo.
  4. Tampa a panela de pressão. Quando pegar pressão (aquelas vaquinhas começarem a rodar), baixa o fogo para médio-baixo e deixa cozinhar por 10 minutos. Marca no relógio, isso é importante. Mais que isso a carne pode desfiar demais, a gente quer ela macia, mas ainda em pedaços.

Enquanto isso, e depois, a gente faz o creme:

  1. Passados os 10 minutos, tira a panela do fogo e deixa a pressão sair naturalmente, ou corre a água por cima se tiver pressa. Abre a panela com cuidado. Usando uma concha, separa a carne do caldo que se formou. Pode ficar um pouco de caldo junto, sem problema, até ajuda. Reserva a carne.
  2. Pega uma panela comum, média. Coloca no fogo médio com a outra colher de manteiga restante. Adiciona o resto da cebola picada e refoga até ela ficar bem transparente, quase translúcida, uns 4 minutos.
  3. Acrescenta o champignon picado. Se tiver em conserva, escorre a água antes. Deixa dourar junto com a cebola por uns 3 minutos. O champignon solta água, então é normal.
  4. Agora, diminui o fogo para baixo. Adiciona o creme de ricota e o requeijão. Mexe até eles derreterem e formarem um creme homogêneo. Dissolve a colher de chá de amido de milho nas 2 colheres de sopa de água e joga na panela também, mexendo sem parar. Isso vai dar uma segurada no creme, deixar ele mais encorpado.
  5. Deixa o creme esquentar até começar a borbulhar de leve, sempre mexendo pra não grudar no fundo. Quando estiver bem quente e lisinho, joga toda a carne reservada dentro da panela do creme. Mistura tudo com cuidado, só pra incorporar. A carne já está cozida e macia, então é só aquecer junto e juntar os sabores. Pronto. Simples assim.

A Daiane adora servir isso com arroz branco bem soltinho e uma batata palha por cima pra dar crocância. Fica um prato completo, daqueles que enchem a cozinha de um cheiro que chama todo mundo pra mesa. Você vai ver.

Essa receita é a prova de que coisa boa leva um tempinho, mas o trabalho é recompensado. O patinho fica tão macio que quase desfia, mas ainda mantém a forma, sabe? E aquele creme de ricota com requeijão junto do champignon cria um molho que é pura sofisticação caseira, sem frescura. Dá pra servir em ocasiões especiais ou num domingo qualquer que você queira caprichar.

O que acho mais interessante é como os temperos, especialmente o cominho e a páprica, penetram na carne durante a pressão. Cada pedaço fica cheio de sabor. Se você fizer, conta pra gente nos comentários como ficou. Me diz se aprovou a combinação ou se fez algum ajuste no tempero. Adoro saber as variações que cada um cria na própria cozinha.

Quanto custa em calorias?

Cada porção desse strogonoff de patinho tem aproximadamente 285 kcal (valor calculado detalhadamente na tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troque o requeijão light por iogurte natural sem açúcar – fica diferente, mas ainda gostoso! A vantagem é que mesmo na versão original, é uma opção rica em proteínas e com baixo teor de carboidratos.

Quanto tempo dura essa delícia?

Na geladeira: 3 dias tranquilos num pote fechado. Congelado? Até 2 meses, mas o champignon pode ficar meio "triste" depois de descongelar. Dica da Daiane: separa porções individuais antes de congelar pra não ter que reaquecer tudo de novo.

Se faltar algo na dispensa...

Trocas que salvam vidas (ou pelo menos o jantar)

- Patinho: coxão mole ou alcatra funcionam, mas o patinho é o rei aqui por não soltar muita água
- Requeijão light: cream cheese ou até nata fresca (mas aí as calorias disparam)
- Champignon: se não curtir cogumelos, joga um chuchu picadinho pra dar crocância (sim, sério!)
- Amido de milho: farinha de trigo resolve, mas tem que refogar bem pra não ficar gosto cru

Pare! Você está prestes a cometer um crime culinário

1. Não secar bem a carne antes de fritar = molho aguado
2. Colocar o creme de ricota com a panela muito quente = vai talhar e ficar com textura esquisita
3. Usar panela de alumínio pra finalizar = pode grudar tudo no fundo
Já fiz os 3 erros numa só receita. Foi o strogonoff mais triste da história.

Truque secreto de quem já queimou muito arroz

Antes de colocar a carne pra cozinhar na pressão, passa rapidinho nos cubos um papel toalha. Parece frescura, mas isso evita que solte água demais e o molho fica mais encorpado. Outra? Dilui o amido de milho em água fria ANTES de jogar no molho – sem caroços!

O que serve junto?

- Clássico: arroz branco soltinho e batata palha (combinação imbatível)
- Fit: purê de couve-flor e quinoa
- Gourmet: risoto de parmesão e cogumelos
- Bebida: suco de maracujá corta a gordura, mas uma cerveja bem gelada cai bem (pra quem bebe, claro)

Pra todo mundo poder comer

- Low carb: tira o amido e engrossa com creme de leite reduzido
- Sem lactose: usa creme de leite vegetal e queijo vegano
- Proteico: dobra a quantidade de carne e bota uma colher de whey no molho (não ri, funciona!)
- Vegetariano: troca a carne por palmito pupunha e jaca verde – fica surpreendentemente bom

Quer dar uma variada?

Strogonoff de festa: bota um pouco de conhaque no molho (evapora o álcool, fica só o sabor)
Strogonoff picante: coloca pimenta dedo-de-moça junto com o cogumelo
Strogonoff "fake": usa abóbora cabotiá cozida no lugar da metade da carne – minha versão favorita pra dias frios

O ponto que mais dá medo

Juntar o creme com a carne parece simples, mas tem que:
1. Tirar a panela do fogo antes de misturar
2. Mexer devagar pra não quebrar o molho
3. Voltar ao fogo BEM baixo só pra esquentar
Se separar, bate no liquidificador com 1 colher de leite e volta pra panela – ninguém vai perceber!

Sobrou? Transforma!

- Recheio de panqueca: só enrolar e gratinar
- Escondidinho: cobre com purê e leva ao forno
- Sanduíche: pão sírio + strogonoff + rúcula = lanche pós-festa perfeito
A Daiane inventou de botar num wrap com cream cheese uma vez... virou hit aqui em casa.

Modo chef Michelin (quase)

Na hora de servir:
- Salpica cebolinha fresca e raspas de limão siciliano
- Decora com cogumelos inteiros dourados na manteiga
- Usa páprica defumada no lugar da doce
Bônus: coloca em uma panela de ferro fundido pra servir – parece de restaurante caro!

Coisas que ninguém te conta

1. O pimentão verde não é só sabor – o ácido dele ajuda a amaciar a carne sem deixar gosto
2. Strogonoff original russo nem tem creme! A versão brasileira surgiu nos anos 50 por influência francesa
3. Se o molho ficar muito claro, um pouquinho de molho inglês ou café instantâneo escurece naturalmente (sem alterar o gosto)

Perguntas que sempre me fazem

Posso fazer sem panela de pressão? Pode, mas vai demorar o triplo do tempo e a carne não fica tão macia
Congela bem? O molho sim, mas os cogumelos ficam meio moles – melhor congelar sem eles e acrescentar depois
Por que ricota e requeijão juntos? O requeijão dá cremosidade, a ricota equilibra com acidez – já tentei só um ou outro e não fica a mesma coisa

De onde veio essa mistura?

O strogonoff "tupiniquim" é uma adaptação maluca da receita russa (que levava mostarda e vinho) com influência da culinária francesa (daí o creme). Nos anos 70, virou moda em festas chiques de São Paulo – imagina só servir isso num jantar com música ao vivo e vestido longo? Hoje é comfort food, mas já foi prato de gente fina!

O que mais casa com esse sabor?

- Toque final: noz-moscada ralada na hora
- Contrastes: picles de pepino cortadinhos por cima
- Aroma: um raminho de alecrim fresco na hora de servir
- Textura: castanhas picadas pra crocância
Já experimentou com banana passa? Parece estranho, mas doce + salgado fica incrível!

Confissões de quem já errou feio

Uma vez usei leite condensado sem querer no lugar do creme de leite (os potes eram parecidos!). Virou um strogonoff doce que até que ficou... interessante? Também já esqueci a panela de pressão no fogo e o molho reduziu até virar uma pasta. Dica: se isso acontecer, coloca água fervendo aos poucos até voltar ao ponto.

Cardápio Carnívoro: Patinho com Toques Caseiros que Vão Arrebatar seu Almoço

Se tem um corte que merece acompanhamentos dignos, é o patinho. Por isso montei um menu completo pra você transformar o almoço de domingo (ou aquela terça-feira gourmet) em um banquete. A Daiane já aprovou todas as combinações - e olha que ela é crítica severa!

Para abrir o apetite

Pão de batata caseiro fofinho - Esse aqui é daqueles que faz a casa inteira correr pra cozinha só pelo cheiro. Perfeito pra untar naquele molho que escapar do prato principal.

Bolinho de batata recheado - Crocante por fora, cremoso por dentro. Na nossa casa virou tradição de final de semana, principalmente quando recebemos visitas.

O time de apoio do prato principal

Batata asterix simples e fácil - A textura perfeita entre crocante e macia. Fica divina ao lado da carne e é tão prática que até eu, que sou meio desastrado na cozinha, consigo fazer.

Arroz branco soltinho - Clássico que nunca falha. Dica: joga uns dentes de alho inteiros pra perfumar sem dominar o sabor.

Farofa de bacon crocante - Porque tudo fica melhor com bacon, né? Essa aqui é daquelas que some antes mesmo do prato principal chegar à mesa.

Para fechar com chave de ouro

Pera ao vinho (sem o vinho, claro!) - Cozinhe as peras em suco de uva integral com canela. Fica tão elegante que parece de restaurante chique, mas é facílimo.

Pudim de leite condensado - Tradição brasileira que nunca sai de moda. A Daiane sempre faz um extra porque metade some antes de esfriar.

Para acompanhar

Suco de maracujá natural - A acidez corta a gordura da carne na medida certa. E se sobrar, vira ótima base para picolé caseiro.

Água com gás e limão - Refrescante e despretensiosa. Nos dias mais quentes em São Paulo, cai melhor que sorvete.

E aí, qual combo vai testar primeiro? Conta aqui nos comentários se alguma dessas combinações virou hit aí na sua casa também! Aqui em casa já sabemos que o pão de batata com o suco de maracujá é pedida certa pra agradar todo mundo - até o sogro mais exigente!

Depois de pegar o jeito da minha receita, bora expandir o cardápio? Olha essas ideias incríveis que separei pra você.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A base de tudo: a carne moída caseira

autor: Mãe de GÊMEOS - Glenya Taynara

Confesso que por anos eu só comprava carne moída pronta. Um dia a Daiane comentou que o sabor era sempre meio "sem graça", sabe? Foi quando resolvi moer o patinho em casa. A diferença é absurda — você controla a textura, o ponto de gordura e o sabor fica muito mais puro. É o tipo de coisa que, depois que você faz, dificilmente volta atrás. Perfeita pra quem quer começar bem qualquer receita, de molho a recheio.

O vídeo da Glenya mostra justamente isso, uma abordagem limpa e direta. Ela ensina a moer a carne e já dá ideias de uso, o que é ótimo pra quem está começando. Se você está numa jornada de alimentação mais consciente, esse primeiro passo na cozinha faz toda a diferença.

3º. Medalhão ao molho madeira: seu jantar secreto

autor: Dika da Naka

Essa receita é a solução para aquela noite que você quer impressionar mas o tempo e a grana estão curtos. Já usei essa jogada algumas vezes, e funciona sempre. A Dika desmistifica o molho madeira, que parece coisa de restaurante chique, mas no fundo é mais simples do que a gente imagina. O truque está em deixar o molho reduzir bem até ficar brilhante e grudar na colher — é isso que entrega aquele sabor profundo.

O medalhão de carne moída fica incrivelmente macio. Uma dica que aprendi: molhe as mãos com água fria na hora de modelar os medalhões, isso evita que a carne grude tudo nos dedos. Serve direto do fogão, com um arroz branco soltinho. Pronto, você virou o chef da casa.

4º. Medalhão assado: quando a praticidade é lei

Olha, tem dia que a gente só quer algo substancioso, que encha o olho e a barriga sem ficar vigiando panela. Esse medalhão assado é exatamente isso. A técnica da Tv Churrasco de assar em forno bem quente sela a carne rápido e mantém os sucos dentro. O resultado é uma peça inteira, linda de servir à mesa, que rende várias fatias.

Funciona com qualquer acompanhamento que você já tiver pronto — desde uma salada verde até um purê de batata. É aquele prato coringa para domingo à tarde, quando a preguiça é grande mas a vontade de comer bem é maior ainda.

5º. Churrasco sem erro: o guia do patinho na grelha

O patinho no churrasco é um clássico, mas ele prega peças. Por ser magro, passa do ponto num piscar de olhos e vira uma sola. Já cometi muito esse erro, acredite. O que salva é a marinada certa e o controle do fogo. O pessoal do Churrascarte manja disso e mostra direitinho como deixar a carne suculenta e saborosa, sem mistério.

O segredo que eu aprendi com eles e agora sempre uso? Deixar a carne em temperatura ambiente antes de levar à brasa e nunca furar com o garfo para virar. Use uma pinça. Parece bobagem, mas faz uma diferença brutal na maciez final.

6º. Com purê de batata doce: a combinação que acalma

Essa receita tem um poder reconfortante que é difícil de explicar. Talvez seja a doçura natural da batata doce contrastando com a carne mais savória. É um prato que equilibra nutrição e prazer sem esforço. Perfeito pra um almoço de segunda-feira, quando você quer recomeçar a semana com o pé direito, mas sem abrir mão do sabor.

A dica da Mamãe Vida Saudável de cozinhar a batata doce no vapor antes de amassar é genial — o purê fica mais aerado e menos aguado. E sobre a carne patinho, ela mantém o preparo leve, sem exageros na gordura. É uma refeição completa que realmente te deixa satisfeito, não apenas cheio.

7º. Hambúrguer artesanal: pare de comprar e comece a fazer

Fazer hambúrguer em casa virou quase um ritual de sábado de manhã aqui. A gente prepara uma leva e congela. A vantagem do patinho é que ele dá um burger mais "carne", com sabor pronunciado, mas que precisa de um toque a mais de umidade. O Vinicius tem a mão pra isso e ensina um blend de temperos que é simplesmente infalível.

O maior aprendizado que tirei desse vídeo foi não compactar demais a carne na hora de fazer os discos. Apertar pouco deixa o burger mais fofo e suculento depois do grelhar. Depois que você prova um hambúrguer caseiro desse, o de mercado nunca mais tem a mesma graça, pra ser sincero.

8º. Patinho recheado: para ocasiões que pedem um "uau"

Essa é daquelas receitas que parece complexa, mas se você seguir o passo a passo com calma, descobre que é bem tranquila. O segredo tá em fazer um bom corte na carne para abrir uma "bolsa" e não furar o fundo. O recheio do Sítio São Francisco, com queijo e presunto, é clássico e sempre funciona.

Já fiz uma versão com espinafre e ricota que também ficou incrível. O que importa é selar bem a carne antes de levar ao forno, para prender os sucos. O resultado é um prato lindo, que rende fotos ótimas e, mais importante, um sabor que impressiona qualquer visita. É investimento de tempo que vale a pena.

9º. Tempero injetado: a injeção de sabor que o patinho pede

Se tem uma técnica que salva cortes magros como o patinho no churrasco, é essa. Injetar uma marinada líquida garante que o sabor e a suculência cheguem no miolo da carne. Antes eu só passava o tempero por fora e, claro, o interior às vezes ficava sem graça.

A Tv Churrasco mostra direitinho a consistência certa da marinada (nem muito líquida, nem muito grossa) e os pontos certos para injetar. Depois que você pega o jeito, vira um vício. É garantia de elogios no próximo churrasco, pode acreditar.

10º. Arroz com carne de uma panela só: seu novo best-seller

Essa receita resolve três problemas de uma vez: o que fazer de jantar, a montanha de louça pra lavar e a necessidade de uma refeição completa. A Josi tem um talento especial pra criar esses pratos completos que são pura praticidade. A carne patinho, em cubos, cozinha junto com o arroz e solta todo seu sabor no caldo.

Um toque que eu gosto de dar é refogar bem a carne com cebola e alho antes de colocar o arroz, cria um fundo de sabor mais rico. É a salvação dos dias corridos, e as sobras, se sobrarem, ficam ainda mais gostosas no dia seguinte.

11º. Patinho na pressão: o sabor que lembra casa de vó

Existe algo mais aconchegante que o cheiro de carne cozinhando na pressão? O Germano acerta em cheio nessa receita que é pura nostalgia. O patinho fica tão desfiável que quase derrete na boca. O caldo que se forma é um elixir, perfeito pra molhar o arroz ou até ser aproveitado num risoto no outro dia.

Minha única recomendação é ter paciência na hora de esperar a pressão sair naturalmente. Abrir a panela antes da hora interrompe o cozimento e pode deixar a carne mais dura. Confia no processo, o resultado é uma daquelas comidas que alimentam a alma.

12º. Carne de sol caseira: uma viagem gastronômica na sua cozinha

Morando em São Paulo, encontrar uma boa carne de sol é missão quase impossível. Aprender a fazer em casa foi um divisor de águas. A técnica parece intimidadora, mas o vídeo da MS Receitas Caseiras quebra tudo em etapas super simples. A salga correta e o tempo de cura são os segredos absolutos.

Fazer sua própria carne de sol com patinho é um projeto de final de semana que vale cada minuto. O sabor é autêntico, salgado na medida, e você pode usar em um monte de pratos depois, desde um simples arroz de carne de sol até uma macarronada diferente. É abrir um leque de possibilidades novas.

13º. Sopa de patinho: o remédio para dias frios (e cansativos)

No inverno, ou em qualquer dia que o corpo pede conforto, essa sopa é a resposta. A Joseane faz uma versão bem completa, com legumes e a carne patinho em cubos, que cozinha até ficar macia e entregar todo seu sabor ao caldo. É um prato que sustenta, aquece e não pesa.

Uma coisa que eu faço sempre: douro os cubos de carne antes de colocar na água. Isso dá um sabor tostado e mais complexo à sopa, parece que ela fica horas cozinhando. É a receita ideal para fazer em quantidade e congelar. Ter uma porção dessa no freezer é ter um abraço quente à disposição.

E aí, qual será a primeira a testar? Cada uma tem uma proposta diferente, mas todas partem daquele mesmo corte versátil que a gente já conhece. Depois de experimentar alguma, vem aqui para contar como foi a experiência na sua cozinha, que adoro trocar ideias sobre isso. Boas panelas!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 11:38

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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