15 Receitas de Sukiyaki Com Combinações que Vão Desde a Original até Versões Incríveis do Prato

  • Surpreenda quem você ama com um preparo que encanta até mesmo os paladares mais exigentes.
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A primeira vez que provei sukiyaki foi num restaurante japonês aqui em São Paulo, e confesso que quase errei o modo de comer. Quem nunca, né?

Depois de fazer um curso de culinária oriental, entendi que a magia está no equilíbrio do caldo. O mirin e o dashi criam uma base que é puro umami, enquanto o shoyu e o saque dão aquele depth de sabor incrível.

Essa receita de sukiyaki tradicional se tornou nossa favorita para jantares especiais em família. A Daiane adora a interação de cozinhar junto na mesa, e até o Titan fica por perto, esperando algum pedaço de carne que escape.

Quer trazer essa experiência autêntica japonesa para sua casa? O passo a passo completo está logo abaixo, com todas as dicas que testamos aqui no Sabor na Mesa.

Receita de Sukiyaki Japonês: Saiba Como Fazer

Rendimento
6 porções
Preparação
10 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Para o caldo:

Para o sukiyaki:

Se não encontrar algum ingrediente japonês, não tem problema. Já usei cogumelo Paris no lugar do shiitake e ficou bom também. O importante é a experiência de cozinhar junto.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 400g (1/6 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 480 kcal 24%
Carboidratos Totais 32g 11%
   Fibra Dietética 4g 16%
   Açúcares 24g 48%
Proteínas 28g 56%
Gorduras Totais 25g 45%
   Saturadas 9g 41%
   Trans 0g 0%
Colesterol 180mg 60%
Sódio 1,850mg 77%
Potássio 680mg 15%
Ferro 3.5mg 19%
Cálcio 180mg 14%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente fonte proteica
  • Alto em Fibras: Verduras e cogumelos
  • Rico em Ferro: Carne bovina e vegetais verdes
  • Recuperação: Ideal pós-treino

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Shoyu concentrado, reduzir para hipertensos
  • Alto açúcar – 8 colheres de açúcar no caldo
  • Contém soja – Shoyu como base do caldo
  • Contém ovos – Ovo cru como acompanhamento
  • Alerta segurança – Ovo cru requer qualidade garantida
  • Insight: Rico em proteínas completas e vegetais variados; equilíbrio entre nutrientes animais e vegetais

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Do Caldo:

  1. Pega uma jarra ou uma tigela maior. Vai colocando os ingredientes líquidos aos poucos: primeiro o shoyu, depois o mirin, saque e dashi. Eu costumo fazer numa jarra de vidro pra ver as cores se misturando.
  2. Adiciona o açúcar e mexe bem até dissolver. Se quiser, pode esquentar um pouco pra ajudar, mas não precisa ferver. O açúcar tem que sumir completamente, senão fica com gruminos no fundo.

Para o Sukiyaki:

  1. Prepara todos os ingredientes em volta da mesa. Se tiver uma panela elétrica, ótimo. Se não, uma panela de ferro comum funciona também. Aquece a panela em fogo médio.
  2. Coloca um fio de óleo e começa a fritar a carne. Não precisa cozinhar totalmente, só selar mesmo. A carne fina cozinha rápido, então fica atento.
  3. Adiciona um pouco do caldo que você preparou e arrasta a carne pro canto da panela. Isso libera espaço pros outros ingredientes.
  4. Vai colocando as verduras e cogumelos aos poucos. Não joga tudo de uma vez, senão vira uma bagunça. Começa com o que demora mais pra cozinhar.
  5. Acrescenta o tofu também. Se comprou o tofu fresco, grelha levemente antes de colocar na panela.
  6. Lembra que essa receita é interativa, vai cozinhando conforme vocês forem comendo. Não precisa colocar tudo de uma vez, é mais divertido assim.
  7. Coloca o shirataki e adiciona mais caldo. O shirataki geralmente vem em saquinho com água, então escorre bem antes de usar.
  8. Tampa a panela por uns 5 minutos pra cozinhar tudo no vapor. Mas fica de olho, não deixa cozinhar demais senão as verduras ficam moles demais.
  9. Depois desse tempo já pode servir. A textura fica incrível, tudo bem suave mas ainda com um pouco de crocância.
  10. Agora a parte tradicional: pega o ovo cru e coloca na tigela individual. Dá uma batidinha pra quebrar e mistura levemente. Serve o sukiyaki por cima, o ovo cria um creme delicioso.

O sukiyaki é mais que uma receita, é uma experiência. A gente sempre faz quando tem visita em casa porque todo mundo pode participar. A Daiane adora ficar responsável por ir colocando os ingredientes na panela, e o clima fica tão legal.

E você, já experimentou sukiyaki? Tem alguma variação que funciona bem na sua casa? Conta aqui nos comentários como foi sua experiência com essa receita japonesa!

Quanto tempo dura e como guardar esse sukiyaki?

O caldo dura até 5 dias na geladeira (num pote fechado) e 3 meses no freezer. Já o sukiyaki montado é melhor consumir na hora - aquela coisa de panela coletiva, sabe? Mas se sobrar (difícil), guarde separado: verduras num pote, carne e cogumelos noutro. Reaqueça tudo no vapor ou num banho-maria rápido pra não virar papa.

Sem mirin? Sem dashi? Sem crise!

Se faltar algum ingrediente japonês, bora improvisar:
• Mirin: usa 1 colher de açúcar + 1 colher de vinagre de arroz pra cada 2 colheres de shoyu
• Dashi: caldo de legumes caseiro ou até água com uma pitada de glutamato monossódico (sim, aqueles cubinhos)
• Shungiku: espinafre ou agrião dão um toque parecido
• Carne bovina: se quiser economizar, peça ao açougueiro cortes finos para fondue

3 erros que já cometi (pra você não repetir)

1. Colocar tudo de uma vez na panela - vira um mingau sem graça. O segredo é ir colocando aos poucos, como diz a receita.
2. Usar panela antiaderente - a carne não pega aquele caramelizado gostoso. Panela de ferro é a rainha aqui.
3. Esquecer o ovo cru! Minha esposa Daiane uma vez serviu sem ovo e o prato perdeu metade da magia - o ovo dá cremosidade e corta o doce do caldo.

Hack ninja: o truque do gelo

Quer carne super macia? Antes de cozinhar, coloque os filés entre dois plásticos filme e bata levemente com um martelo (ou uma garrafa cheia, na falta de um). Depois, deixe 10 minutos no freezer - fica mais fácil cortar em fatias finíssimas, estilo restaurante japonês.

O que servir com sukiyaki?

• Bebida: chá verde gelado ou um saquê leve (se for adulto, né?)
• Acompanhamento: arroz japonês branco é clássico, mas experimentei com arroz de jasmim e ficou surpreendente
• Extra: gergelim torado por cima na hora de servir dá um crunch maravilhoso

Versões para todo mundo

• Sem glúten: troque o shoyu por tamari
• Low carb: aumenta a carne e os cogumelos, reduz o shirataki
• Vegetariano: substitua a carne por shitake extra e berinjela grelhada
• Proteico: coloque ovos pochê junto no final (além do ovo cru)

Sukiyaki paulistano (minha ousadia)

Já testei uma versão com toques brasileiros:
• No caldo: coloquei uma colher de goiabada derretida no lugar de parte do açúcar
• Na panela: acrescentei palmito pupunha e abobrinha em tiras
• No final: polvilhei farofa de panko com bacon. Crime culinário? Talvez. Delícia? Com certeza!

O pulo do gato: o ponto da carne

Aqui tá o segredo: quando colocar a carne, deixe dourar só um lado antes de adicionar o caldo. E não mexa muito! Só aquele "arrastar" suave que a receita menciona. Assim fica com textura perfeita - macia por dentro, caramelizada por fora.

Modo econômico ativado

• Cogumelos: enoki é caro, então use mais shiitake (corta em tiras finas)
• Carne: compre um corte inteiro e congele parcialmente antes de fatiar em casa
• Dashi: faça caseiro com sobras de alga nori e raspas de peixe seco
• Shirataki: em último caso, use macarrão konjac ou até mesmo espaguete fino cozido rapidinho

Up gourmet

Quer impressionar? Rala um pouco de trufa negra por cima na hora de servir. Ou derreta um pouco de foie gras no caldo. Se quiser algo mais acessível, flambagem rápida com saquê antes de servir dá um drama cinematográfico ao prato.

2 fatos que ninguém conta sobre sukiyaki

1. O nome vem de "suki" (enxada) porque antigamente se cozinhava em ferramentas agrícolas!
2. No Japão, há uma briga histórica entre a versão Kansai (começa grelhando a carne) e Kanto (joga tudo no caldo direto). É tipo a briga paulista x carioca, mas com molho shoyu.

De onde veio essa delícia?

O sukiyaki nasceu no período Meiji (final do século 19), quando o Japão começou a comer carne bovina (antes era tabu). Era prato de rico, feito em ocasiões especiais. Hoje é um dos "nabe" (panelas quentes) mais amados no inverno japonês. Interessante como um prato que parece tão tradicional tem só uns 150 anos, né?

Modo "tudo deu errado"

Caldo muito salgado? Adicione um pouco de água e uma batata crua (ela absorve o sal). Carne ficou dura? Corte em pedaços menores e deixe no caldo por mais tempo. Sobrou muito caldo? Congela e usa depois como base para sopa ou até para cozinhar arroz - fica incrível!

Perguntas que me fazem sempre

Posso usar panela normal? Pode, mas a elétrica ou de ferro mantém melhor o calor.
O ovo cru é seguro? Compre ovos frescos e de origem confiável. Se tiver grávida ou imunossuprimido, melhor não arriscar.
Congela bem? O caldo sim, mas os ingredientes cozinhados perdem textura.
Posso fazer sem álcool? Sim, troque o saquê por suco de maçã sem açúcar e o mirin por vinagre de arroz com uma pitada de açúcar.

Por que o ovo cru?

Além de dar cremosidade, o ovo cru tradicionalmente era usado para esfriar rapidamente o alimento quente - os japoneses comem rápido direto da panela! E tem um detalhe sensorial: a gema cria uma espécie de molho dourado que envolve cada pedaço. Já experimentou mergulhar a carne primeiro no ovo e depois no caldo? Mudança de jogo!

E aí, bora fazer sukiyaki?

Essa receita é daquelas que transformam jantar em evento. Chama os amigos, prepara a panela no meio da mesa e deixa todo mundo cozinhar seu próprio pedaço - é quase um churrasco japonês! Conta aqui nos comentários como ficou o seu, ou se inventou alguma variação maluca. E se tiver dúvida, é só perguntar!

Depois de dominar a receita tradicional, que tal explorar essas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando você quer uma versão mais acessível

autor: Ana De Vito Culinária e Outros.

Confesso que demorei pra tentar versões brasileiras de pratos japoneses, tinha um certo preconceito besta. Mas essa receita da Ana me mostrou como adaptações podem ser inteligentes, ela mantém a essência do prato mas com ingredientes que a gente encontra fácil aqui. Na primeira vez que me aventurei a fazer, a Daiane até perguntou se eu tinha pedido delivery de tão bom que ficou.

O que mais gosto é que ela resolve aquele problema de falta de ingredientes específicos. Já aconteceu com você de querer fazer uma receita e faltar três coisas na despensa? Pois é, com essa versão dificilmente isso acontece. E os legumes ficam com uma textura perfeita, nem muito moles nem muito crus.

3º. Para aqueles dias sem tempo nem paciência

autor: Noriyuki Japa.

Olha, tem dia que a gente chega em casa morto e só quer algo rápido mas que não seja aquela mesma comida de sempre. Foi num desses dias que descobri essa receita do Noriyuki, e nossa, salvou demais! O segredo tá em cortar a carne bem fininha mesmo, quase transparente, assim ela cozinha em segundos.

A dica da acelga eu quase pulei na primeira vez, mas faz toda diferença mesmo. Ela dá uma crocância que contrasta com a maciez da carne. E sobre a manteiga... bem, eu sempre uso manteiga agora, acho que dá um sabor mais encorpado. Mas óleo funciona também, se você preferir.

4º. A opção econômica que não perde no sabor

Com o preço da carne bovina como está, essa versão de frango chegou como uma luva aqui em casa. O Leonardo tem uma técnica interessante de marinar o frango que deixa ele super saboroso, coisa que eu nunca tinha pensado em fazer no sukiyaki. A primeira vez que tentei, usei coxa e sobrecoxa, mas peito também fica bom se você não deixar cozinhar demais.

O que aprendi é que o frango absorve bem os sabores do caldo, ainda mais se você deixar marinando uns 15 minutinhos antes. E rende bastante, dá pra servir umas quatro pessoas tranquilamente. Já virou minha opção para quando tenho visita inesperada.

5º. Para impressionar na próxima reunião

Eu era cético sobre disco de arado até experimentar nessa receita. A diferença no sabor é real, tem um quê de churrasco que combina demais com o sukiyaki. O único cuidado é com a temperatura, porque esquenta muito rápido e pode queimar se distrair.

Fiz numa ocasião especial aqui em casa e todo mundo ficou impressionado com a apresentação. Dá aquela sensação de restaurante, sabe? E o melhor é que depois que esquenta, mantém o calor por bastante tempo, então a comida não esfria no meio da refeição.

6º. Quando os amigos vegetarianos aparecem

A Marie tem uma sacada genial nessa receita: ela usa o shimeji para dar aquele gosto umami que a carne normalmente proporciona. Fiquei surpreso como ficou saboroso mesmo sem nenhum produto animal. A combinação de brócolis e couve-flor funciona melhor do que eu imaginava, cada um cozinha num tempo parecido.

Uma coisa que adaptei foi o tempero, às vezes coloco um pouco mais de hondashi, mas depende do dia. E sobre os legumes, ela tá certíssima: use o que tiver na geladeira mesmo. Já fiz com abobrinha e até chuchu e ficou bom também.

7º. Para quem adora uma carne suculenta

Diferente do que todo mundo pensa, a carne suína combina perfeitamente com o sukiyaki, ela fica incrivelmente macia e absorve os sabores do caldo de um jeito único. A Miriam ensina a escolher o corte certo, e isso faz toda diferença. Já errei feio uma vez usando um corte muito gorduroso, então fica a dica: lombo ou pernil são as melhores opções.

O que mais gosto nessa versão é que ela fica pronta rápido, então é ótima para um jantar durante a semana. E rende bem, dá até sobras para o dia seguinte, se sobrar, claro, porque aqui em casa normalmente não sobra nada.

8º. Quando você quer surpreender

Nossa, essa versão chinesa é mesmo especial. O Marcelo explica direitinho as diferenças, o caldo é um pouquinho mais encorpado e os temperos são ligeiramente diferentes. Na ocasião em que fiz pela primeira vez, pensei "caramba, por que não experimentei antes?". É daquelas receitas que você serve para visitas e todo mundo pede o link.

O tempo de preparo é realmente rápido como ele promete, mas o sabor parece de algo que ficou horas cozinhando. Um segredo que aprendi: deixe os ingredientes todos picados e organizados antes de começar, porque uma vez que liga o fogo, vai tudo muito rápido mesmo.

9º. Para improvisar com o que tem em casa

Teve um domingo que eu queria muito fazer sukiyaki mas tinha zero saquê em casa. Lembrei desse vídeo e resolvi arriscar com cerveja, e nossa, que descoberta! Dá um sabor diferente, é claro, mas muito agradável. A cerveja escura funciona melhor, na minha experiência, mas já usei pilsen também e ficou bom.

O legal dessa receita é que ela te liberta da rigidez de ingredientes específicos. Já adaptei usando broto de feijão no lugar do moyashi, e cebolinha quando não tinha a japonesa. Funciona sempre, o importante é manter o espírito do prato.

10º. Para quando você tem tempo e paciência

Essa é daquelas receitas que parecem complicadas mas quando você segue o passo a passo, vê que é bem possível. A técnica de ir adicionando os ingredientes em camadas faz toda diferença no resultado final, cada coisa fica no ponto certo de cozimento. Na minha primeira vez cozinhando isso, confesso que me perdi um pouco na sequência, mas deu certo no final.

O que mais gosto é o cuidado com os tempos, ele não deixa nada passar do ponto. A acelga realmente diminui muito, então não estranhe se parecer que colocou demais no início. E o macarrão no final é uma sacada genial para completar a refeição.

11º. Para uma experiência diferente em família

Chamar de fondue japonês realmente faz sentido, é uma experiência interativa que todo mundo curte. Fizemos aqui em casa num friozinho e foi super divertido, cada um vai cozinhando do seu jeito. O canal explica direitinho como montar a panela no meio da mesa e servir.

A dica que dou é ter tudo bem organizado antes de levar para a mesa, porque uma vez que começa, ninguém quer levantar para buscar coisas. E cuidado com as crianças perto do fogo, claro. Mas é um jeito gostoso de transformar uma refeição comum em algo especial.

12º. Para uma proteína extra

Eu nunca tinha pensado em colocar ovo no sukiyaki até ver essa receita. A maneira como ele incorpora o ovo é inteligente, não é só jogar lá, tem uma técnica para ele não virar uma bagunça. Fica cremoso e dá um corpo diferente ao caldo.

Experimentei pela primeira vez quando tinha uns ovos para usar e agora virou coringa. Principalmente quando faço versões mais simples, o ovo complementa bem a refeição. Só toma cuidado para não cozinhar demais, senão perde a graça.

13º. Para o doce que contrasta com o salgado

A cenoura é um daqueles ingredientes que a gente subestima, mas nessa receita ela brilha. O toque adocicado que ela dá combina demais com o shoyu, é uma daquelas harmonias que parecem óbvias depois que você experimenta. A Miriam corta em rodelas finas que cozinham rápido e ficam no ponto perfeito.

Já tentei com cenoura baby também e funciona bem, mas as tradicionais têm mais sabor. E se você gosta de uma cenoura mais al dente, coloque um pouco depois dos outros legumes. Pequenos ajustes que fazem a diferença no final.

14º. Para os amantes de tofu

Fazer tofu caseiro parece coisa de outro mundo, mas o Junskitchen mostra que é possível, e vale cada minuto do processo. A textura fica completamente diferente do comprado, muito mais delicada e saborosa. Demora um pouco, então recomendo fazer no fim de semana quando tem mais tempo.

O que aprendi é que o segredo está na coagulação, tem que ter paciência e seguir os tempos direitinho. Mas mesmo que não queira fazer o tofu, o passo a passo do sukiyaki em si já é excelente. Só de ver a técnica deles já vale o play.

15º. Outra versão tradicional que merece atenção

Essa versão nikodofu é menos conhecida mas igualmente deliciosa, tem uma abordagem um pouco diferente no cozimento que vale a pena experimentar. O canal tem um jeito descontraído de explicar que torna tudo mais fácil, mesmo para quem nunca fez.

O que gosto particularmente é que ela mantém a simplicidade sem perder o sabor autêntico. E como ele diz, não tem segredo, é seguir o passo a passo com atenção. Já serviu de base para várias adaptações minhas, sempre com bom resultado.

E aí, qual dessas chamou mais sua atenção? Receitas de personalidades únicas, né? Se experimentar alguma, vem aqui no site e conte como foi, adoro ouvir as perspectivas das pessoas sobre essas descobertas culinárias!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 09:12

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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