Depois de dominar a receita tradicional, que tal explorar essas variações incríveis?
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves).
Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos.
Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.
2º. Quando você quer uma versão mais acessível
autor: Ana De Vito Culinária e Outros.
Confesso que demorei pra tentar versões brasileiras de pratos japoneses, tinha um certo preconceito besta. Mas essa receita da Ana me mostrou como adaptações podem ser inteligentes, ela mantém a essência do prato mas com ingredientes que a gente encontra fácil aqui. Na primeira vez que me aventurei a fazer, a Daiane até perguntou se eu tinha pedido delivery de tão bom que ficou.
O que mais gosto é que ela resolve aquele problema de falta de ingredientes específicos. Já aconteceu com você de querer fazer uma receita e faltar três coisas na despensa? Pois é, com essa versão dificilmente isso acontece. E os legumes ficam com uma textura perfeita, nem muito moles nem muito crus.
3º. Para aqueles dias sem tempo nem paciência
autor: Noriyuki Japa.
Olha, tem dia que a gente chega em casa morto e só quer algo rápido mas que não seja aquela mesma comida de sempre. Foi num desses dias que descobri essa receita do Noriyuki, e nossa, salvou demais! O segredo tá em cortar a carne bem fininha mesmo, quase transparente, assim ela cozinha em segundos.
A dica da acelga eu quase pulei na primeira vez, mas faz toda diferença mesmo. Ela dá uma crocância que contrasta com a maciez da carne. E sobre a manteiga... bem, eu sempre uso manteiga agora, acho que dá um sabor mais encorpado. Mas óleo funciona também, se você preferir.
Com o preço da carne bovina como está, essa versão de frango chegou como uma luva aqui em casa. O Leonardo tem uma técnica interessante de marinar o frango que deixa ele super saboroso, coisa que eu nunca tinha pensado em fazer no sukiyaki. A primeira vez que tentei, usei coxa e sobrecoxa, mas peito também fica bom se você não deixar cozinhar demais.
O que aprendi é que o frango absorve bem os sabores do caldo, ainda mais se você deixar marinando uns 15 minutinhos antes. E rende bastante, dá pra servir umas quatro pessoas tranquilamente. Já virou minha opção para quando tenho visita inesperada.
Eu era cético sobre disco de arado até experimentar nessa receita. A diferença no sabor é real, tem um quê de churrasco que combina demais com o sukiyaki. O único cuidado é com a temperatura, porque esquenta muito rápido e pode queimar se distrair.
Fiz numa ocasião especial aqui em casa e todo mundo ficou impressionado com a apresentação. Dá aquela sensação de restaurante, sabe? E o melhor é que depois que esquenta, mantém o calor por bastante tempo, então a comida não esfria no meio da refeição.
A Marie tem uma sacada genial nessa receita: ela usa o shimeji para dar aquele gosto umami que a carne normalmente proporciona. Fiquei surpreso como ficou saboroso mesmo sem nenhum produto animal. A combinação de brócolis e couve-flor funciona melhor do que eu imaginava, cada um cozinha num tempo parecido.
Uma coisa que adaptei foi o tempero, às vezes coloco um pouco mais de hondashi, mas depende do dia. E sobre os legumes, ela tá certíssima: use o que tiver na geladeira mesmo. Já fiz com abobrinha e até chuchu e ficou bom também.
Diferente do que todo mundo pensa, a carne suína combina perfeitamente com o sukiyaki, ela fica incrivelmente macia e absorve os sabores do caldo de um jeito único. A Miriam ensina a escolher o corte certo, e isso faz toda diferença. Já errei feio uma vez usando um corte muito gorduroso, então fica a dica: lombo ou pernil são as melhores opções.
O que mais gosto nessa versão é que ela fica pronta rápido, então é ótima para um jantar durante a semana. E rende bem, dá até sobras para o dia seguinte, se sobrar, claro, porque aqui em casa normalmente não sobra nada.
Nossa, essa versão chinesa é mesmo especial. O Marcelo explica direitinho as diferenças, o caldo é um pouquinho mais encorpado e os temperos são ligeiramente diferentes. Na ocasião em que fiz pela primeira vez, pensei "caramba, por que não experimentei antes?". É daquelas receitas que você serve para visitas e todo mundo pede o link.
O tempo de preparo é realmente rápido como ele promete, mas o sabor parece de algo que ficou horas cozinhando. Um segredo que aprendi: deixe os ingredientes todos picados e organizados antes de começar, porque uma vez que liga o fogo, vai tudo muito rápido mesmo.
Teve um domingo que eu queria muito fazer sukiyaki mas tinha zero saquê em casa. Lembrei desse vídeo e resolvi arriscar com cerveja, e nossa, que descoberta! Dá um sabor diferente, é claro, mas muito agradável. A cerveja escura funciona melhor, na minha experiência, mas já usei pilsen também e ficou bom.
O legal dessa receita é que ela te liberta da rigidez de ingredientes específicos. Já adaptei usando broto de feijão no lugar do moyashi, e cebolinha quando não tinha a japonesa. Funciona sempre, o importante é manter o espírito do prato.
Essa é daquelas receitas que parecem complicadas mas quando você segue o passo a passo, vê que é bem possível. A técnica de ir adicionando os ingredientes em camadas faz toda diferença no resultado final, cada coisa fica no ponto certo de cozimento. Na minha primeira vez cozinhando isso, confesso que me perdi um pouco na sequência, mas deu certo no final.
O que mais gosto é o cuidado com os tempos, ele não deixa nada passar do ponto. A acelga realmente diminui muito, então não estranhe se parecer que colocou demais no início. E o macarrão no final é uma sacada genial para completar a refeição.
Chamar de fondue japonês realmente faz sentido, é uma experiência interativa que todo mundo curte. Fizemos aqui em casa num friozinho e foi super divertido, cada um vai cozinhando do seu jeito. O canal explica direitinho como montar a panela no meio da mesa e servir.
A dica que dou é ter tudo bem organizado antes de levar para a mesa, porque uma vez que começa, ninguém quer levantar para buscar coisas. E cuidado com as crianças perto do fogo, claro. Mas é um jeito gostoso de transformar uma refeição comum em algo especial.
Eu nunca tinha pensado em colocar ovo no sukiyaki até ver essa receita. A maneira como ele incorpora o ovo é inteligente, não é só jogar lá, tem uma técnica para ele não virar uma bagunça. Fica cremoso e dá um corpo diferente ao caldo.
Experimentei pela primeira vez quando tinha uns ovos para usar e agora virou coringa. Principalmente quando faço versões mais simples, o ovo complementa bem a refeição. Só toma cuidado para não cozinhar demais, senão perde a graça.
A cenoura é um daqueles ingredientes que a gente subestima, mas nessa receita ela brilha. O toque adocicado que ela dá combina demais com o shoyu, é uma daquelas harmonias que parecem óbvias depois que você experimenta. A Miriam corta em rodelas finas que cozinham rápido e ficam no ponto perfeito.
Já tentei com cenoura baby também e funciona bem, mas as tradicionais têm mais sabor. E se você gosta de uma cenoura mais al dente, coloque um pouco depois dos outros legumes. Pequenos ajustes que fazem a diferença no final.
Fazer tofu caseiro parece coisa de outro mundo, mas o Junskitchen mostra que é possível, e vale cada minuto do processo. A textura fica completamente diferente do comprado, muito mais delicada e saborosa. Demora um pouco, então recomendo fazer no fim de semana quando tem mais tempo.
O que aprendi é que o segredo está na coagulação, tem que ter paciência e seguir os tempos direitinho. Mas mesmo que não queira fazer o tofu, o passo a passo do sukiyaki em si já é excelente. Só de ver a técnica deles já vale o play.
Essa versão nikodofu é menos conhecida mas igualmente deliciosa, tem uma abordagem um pouco diferente no cozimento que vale a pena experimentar. O canal tem um jeito descontraído de explicar que torna tudo mais fácil, mesmo para quem nunca fez.
O que gosto particularmente é que ela mantém a simplicidade sem perder o sabor autêntico. E como ele diz, não tem segredo, é seguir o passo a passo com atenção. Já serviu de base para várias adaptações minhas, sempre com bom resultado.
E aí, qual dessas chamou mais sua atenção? Receitas de personalidades únicas, né? Se experimentar alguma, vem aqui no site e conte como foi, adoro ouvir as perspectivas das pessoas sobre essas descobertas culinárias!
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