21 Receitas de Comida Vegana Para Um Cardápio Fácil E Simples

  • Use esse sugestão para ampliar seu arsenal de gostosuras veganas.
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Transformar feijão fradinho e beterraba em um hambúrguer crocante parece coisa de restaurante gourmet, né. Eu também achava, até o dia que a beterraba respingou em cima da minha blanca pia de quartzo. Foi um caos cor de rosa, mas o resultado me convenceu.

Aprendi em um curso de culinária vegetal que o segredo está na textura. Processar o feijão até o ponto certo e usar a quinoa como liga faz toda a diferença, e a fritura em óleo bem quente garante aquela casca dourada que estala. É técnica pura, mas simples de reproduzir.

Esse hambúrguer vegano virou um curinga para dias cheios aqui em casa. A experiência de morder e encontrar sabor, crocância e um prato completo é algo que vale cada minuto no fogão. A receita completa, testada e aprovada, está logo abaixo para você fazer aí na sua cozinha. Se fizer, conta pra mim nos comentários como ficou.

Favorito: Hamburguer de feijão fradinho: é uma incrível receita de comida vegana simples, veja como fazer

Rendimento
4 hambúrgueres
Preparo
40 min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 15 marcados

Para a massa do hambúrguer:

Para o empanado crocante:

Fica a dica: a salsinha, que aparece no modo de preparo, eu esqueci de listar ali em cima na primeira vez. Então, se quiser um toque fresco, pega um punhado de salsinha picada e joga na massa antes de formar. Fica ainda melhor, prometo.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 hambúrguer (aproximadamente 85g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 185 kcal 9%
Carboidratos Totais 28.5g 9%
   Fibra Dietética 4.2g 17%
   Açúcares 1.8g 2%
Proteínas 7.8g 16%
Gorduras Totais 5.2g 7%
   Saturadas 0.8g 4%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 320mg 14%
Potássio 285mg 6%
Ferro 2.1mg 12%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: 100% ingredientes vegetais
  • Sem Glúten: Use shoyu sem glúten
  • Alto em Fibras: Excelente para digestão
  • Baixa Caloria: Ideal para dietas

Alertas & Alérgenos

  • Moderação no sódio – Controle o shoyu para hipertensos
  • Pode conter traços de glúten dependendo do shoyu utilizado
  • Insight: Combinação feijão + quinoa oferece proteína completa; perfeito para transição vegetariana

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Cozinhando e temperando a base:

  1. Primeiro, cozinha o feijão fradinho (já demolhado) junto com a quinoa crua em água com um pouco de sal. Fica de olho, porque o feijão branco cozinha rápido, em uns 20 minutos. Escorre tudo e deixa esfriar um pouco. Não pode estar quente demais para a próxima etapa.
  2. Enquanto isso, pica fino o alho e a meia pimenta dedo-de-moça. Pega uma frigideira, coloca um fio de azeite (ou óleo) e liga no fogo médio. Joga o alho e a pimenta e deixa refogar até ficar perfumado e levemente dourado. Cuidado pra não queimar, senão fica amargo.
  3. Agora vem o pulo do gato: adiciona a páprica defumada, o lemon pepper e o cominho na frigideira com o alho. Mexe rápido por uns 30 segundos só. Vai sentir o cheiro das especiarias “acordando”. É exatamente isso que você quer.
  4. Despeja a beterraba pré-cozida, picada em cubinhos, na frigideira. Mistura bem para ela se revestir nesse tempero todo maravilhoso. Desliga o fogo e deixa ali mesmo.

Já tentei pular essa etapa de refogar as especiarias e faz diferença, sim. O sabor fica mais profundo. Não pule.

Montando e modelando os hambúrgueres:

  1. Joga no processador o feijão e a quinoa escorridos, a beterraba temperada, e uma boa pitada de sal e pimenta. Processa até virar uma pasta. Não precisa ser ultra lisa, pode ter uns pedacinhos de feijão para dar textura. Transfere para uma tigela grande.
  2. Agora, adiciona um punhado generoso de salsinha bem picada (umas 3 colheres de sopa) e mexe. Aos poucos, vai acrescentando a meia xícara de farinha panko, misturando com as mãos mesmo. Para quando a massa estiver firme o suficiente para modelar, mas ainda úmida. Se grudar muito, coloca mais um pouco de panko.
  3. Divide a massa em 4 partes iguais. Molha as mãos com água fria para não grudar e forma os discos, com uns 2 cm de espessura. Pressiona bem nas bordas para não rachar na fritura. Coloca numa assadeira ou prato e leva para a geladeira por pelo menos 15 minutos. Isso firma a massa e evita que desmanche.

A Daiane uma vez formou um hambúrguer gigante com toda a massa. Ficou épico, mas não dourava por dentro. Melhor fazer de tamanho médio mesmo.

Empanando e fritando (a hora da verdade):

  1. Enquanto os discos descansam, prepara a mistura para empanar. Num prato fundo, dilui a mostarda em grão na água. Adiciona o shoyu (ou coco aminos) e mistura bem.
  2. Num outro prato, coloca uma boa camada de farinha panko extra.
  3. Pega um disco gelado da geladeira. Mergulha ele na mistura de mostarda, virando para cobrir todo lado. Deixa o excesso escorrer. Depois, coloca no prato com o panko e pressiona gentilmente, virando, até ficar totalmente encapado. Repete com todos.
  4. Agora, fritura. Escolhe uma panela funda e coloca óleo suficiente para o hambúrguer boiar, uns 3 dedos. Esquenta em fogo alto até ficar bem quente. Testa jogando um farelinho de panko: se borbulhar rápido, tá no ponto.
  5. Com cuidado, baixa o fogo para médio-alto e frita os hambúrgueres, de um ou dois por vez para não abaixar muito a temperatura do óleo. Deixa por uns 3 minutos de cada lado, até ficar com aquele dourado maravilhoso e crocante. Tira e coloca sobre papel toalha para escorrer o excesso de óleo.

O crocante é incrível na hora. Se quiser fazer antes, você pode fritar e terminar no forno quente na hora de servir. Mas sinceramente, é melhor comer na hora mesmo.

Então, é isso. Pode parecer passo a passo, mas quando você faz, vira um fluxo natural. O maior barato é morder e achar difícil acreditar que não tem carne ali. É pura alquimia de textura e tempero. A crosta do panko dá aquela quebra gostosa, e o interior fica bem saboroso e úmido.

Serve no pão, com salada, com um molho barbecue caseiro, ou até mesmo sozinho com umas batatas. Funciona de todo jeito. E me conta uma coisa: você costuma fazer hambúrgueres veganos em casa? Qual seu truque para eles não desmancharem? Passa nos comentários do Sabor na Mesa, adoro ler as experiências de vocês.

Quanto tempo dura? Dica de ouro pra não estragar

Esses hambúrgueres são bons pra comer na hora, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarda na geladeira por até 3 dias num pote fechado. Se quiser congelar, embrulha cada um no papel manteiga e mete no freezer - dura até 1 mês! Só descongela na geladeira antes de esquentar.

Tá de dieta? Vem cá que eu te conto

Cada hambúrguer tem aproximadamente 185 calorias (valor mais preciso conforme nossa tabela nutricional). Comparado com um hambúrguer de carne, é bem mais leve! A quinoa e o feijão dão uma baita proteína vegetal - perfeito pra quem tá no veg ou quer reduzir carne.

Sem feijão fradinho? Troca que fica bom também!

• Feijão branco comum: funciona quase igual, só fica um pouquinho menos cremoso
• Beterraba crua: pode usar, mas tem que ralar bem fininho pra não ficar pedaços duros
• Sem panko? Farinha de rosca normal resolve, ou até farinha de aveia pra ficar sem glúten
• Lemon pepper caro? Mistura raspas de limão com pimenta do reino que dá quase no mesmo

Os 3 pecados capitais do hambúrguer vegano

1. Pasta muito líquida: se ficar mole, acrescenta mais panko aos poucos até dar ponto de modelar
2. Óleo frio: tem que estar bem quente senão o hambúrguer absorve óleo e fica pesado
3. Excesso de processamento: bate só até homogeneizar, se virar uma pasta lisinha demais perde textura

Truque secreto que aprendi com um chef vegano

Mergulha as mãos em água gelada antes de moldar os hambúrgueres! A massa não gruda e fica mais fácil de trabalhar. Outra? Dá uma apertadinha no centro do hambúrguer antes de fritar - ele não incha e cozinha por igual.

Versão sem glúten e low carb

• Troca o panko por farinha de amêndoas ou farinha de coco
• Usa tamari no lugar do shoyu (sem trigo)
• Quer menos carboidrato? Reduz a quinoa pela metade e bota mais beterraba
• Proteína extra: joga uma colher de proteína vegetal em pó na massa

Combina com o quê? Eu testei por você

• Pão de batata doce: match perfeito!
• Molho de iogurte com hortelã: corta a potência das especiarias
• Batata-doce assada: pra quem quer fugir do pão
• Cerveja artesanal: a páprica defumada pede uma IPA gelada
• Suco verde: pra ficar 100% healthy

Tá entediado do mesmo hambúrguer? Inova!

• Adiciona cogumelos shimeji refogados pra umami extra
• Faz versão apimentada com pimenta biquinho e pimenta jalapeño
• Coloca um cubinho de queijo vegano no meio (surpresa derretida!)
• Molda em formato de nuggets e vira petisco

O pulo do gato: o ponto da massa

Aqui que muita gente erra! A massa tem que ficar maleável, mas não grudenta. Testa assim: pega um punhado e joga de uma mão pra outra. Se desmanchar, falta panko. Se formar uma bola que não gruda, tá no ponto. Dica bônus: se passou do ponto e ficou seco, um fio de azeite salva.

Não desperdiça! Reaproveita as sobras

• Hamburguer quebrado? Vira recheio de panqueca ou torta
• Sobrou empanado? Congela e usa depois pra milanesa de berinjela
• Caldo do feijão: usa pra fazer sopa ou arroz temperado
• Casca da beterraba: desidrata e faz chips no forno

Quer impressionar? Faz assim

• Finaliza com flocos de sal rosa e azeite trufado
• Serve com cebola caramelizada no melaço de cana
• Usa pão brioche vegano tostado na manteiga de castanhas
• Decora com microgreens e pétalas comestíveis

TUDO DEU ERRADO! E agora?

• Massa muito mole? Congela por 15 min antes de moldar
• Quebrou na hora de virar? Usa duas espátulas pra ajudar
• Sem panko? Passa na farinha de trigo e depois na água (sim, funciona!)
• Esqueceu de demolhar o feijão? Ferva por 10 min com bicarbonato pra acelerar

De onde veio essa mistura maluca?

O hambúrguer de feijão fradinho é uma adaptação brasileira dos veggie burgers americanos, mas com um toque nosso. A beterraba dá cor (parece carne!), a quinoa é herança da culinária andina, e o lemon pepper é aquela influência gringa que a gente adotou. Mistura global, né?

2 coisas que ninguém te conta sobre essa receita

1. O feijão fradinho tem mais proteína que o feijão carioca! Sério, dá uma pesquisada.
2. Se deixar a massa descansar por 20 min antes de moldar, os sabores se casam melhor. Química pura!

Já errei pra você não precisar errar

Uma vez coloquei quinoa sem lavar - ficou um amargo horrível! Outra vez exagerei no lemon pepper e parecia que estava comendo desinfetante (a Daiane quase me matou). Moral da história: segue as medidas, jovem padawan.

O que mais combina com esse sabor defumado?

Experimenta servir com:
• Picles de abobrinha caseiros
• Maionese de abacate
• Molho barbecue caseiro
• Rúcula com lascas de parmesão vegano
• Purê de mandioquinha com noz-moscada

Perguntas que sempre me fazem

Pode assar em vez de fritar? Pode! 180°C por 20 min, virando na metade.
Congela cru ou frito? Os dois! Mas o cru fica mais gostoso depois.
Por que minha massa não gruda no empanado? Secou demais! Passa um pouquinho de água antes.
Posso usar feijão enlatado? Pode, mas escorre bem e reduz o sal depois.

Sabia que...

O feijão fradinho é primo do feijão-preto e tem origem africana? Trouxemos ele na época colonial e hoje é estrela da culinária baiana (acarajé, alguém?). E a páprica defumada? Vem de pimentas secas defumadas em madeira - por isso aquele gosto de churrasco!

Inspiração não falta: veja essa seleção de receitas veganas que realmente funcionam.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Churrasco vegano: a fumaça que conquista

autor: Presunto Vegetariano

Deixa eu te contar uma coisa: o maior medo de quem começa nesse caminho é achar que vai ter que abandonar o domingo na varanda com o cheiro de churrasco. Esse vídeo prova que não. A magia não está só na carne, está na técnica, na fumaça, no tempero defumado que gruda no alimento.

Já fiz com palmito pupunha e com pedaços grandes de berinjela. O segredo é a marinada longa, um bom carvão e a paciência de assar no fogo indireto. Fica com aquele sabor inconfundível que faz os vizinhos perguntarem o que tá no espeto. É pura alquimia.

3º. Bolo de festa: para quando a ocasião pede grandiosidade

autor: TÁ NA MESA VEGG

Todo mundo merece um bolo lindo e fofinho no seu dia, não importa a dieta. Esse de chocolate com morango é daqueles que desarma qualquer preconceito. A textura é tão boa, tão úmida, que você esquece que não leva ovo ou manteiga.

Aqui, o trabalho vale a pena. Separa um fim de semana, coloca uma música e vai com calma. A dica de ouro é não subestimar o poder da maçã ou da banana amassada para dar liga e doçura natural. O resultado é digno de vitrine de confeitaria, sério.

4º. Chocolate caseiro em 3 ingredientes

Às vezes a vontade é de um chocolate puro, sem complicação, sabe? Esse aqui é a resposta mais rápida e honesta que já encontrei. Três ingredientes, panela, e pronto. A base é manteiga de cacau, que dá aquela textura que derrete na boca do jeito certo.

Dá para brincar. Já coloquei raspas de laranja, castanhas picadas, uma pitada de sal flor. Guarda em potinho na geladeira e quebra um pedacinho quando a tarde fica cinza. É um projeto de 15 minutos que te recompensa por semanas.

5º. Pizza: a massa que não pede desculpas

Pizza é meu teste definitivo para qualquer culinária alternativa. Se a massa ficar borrachuda ou sem graça, já era. Essa receita, porém, acertou em cheio. A massa é elástica, assa com aquelas bolhas douradas e a borda fica crocante.

Caprichar no molho é lei, mas o que mudou meu jogo foi a sugestão de massa de batata doce. Fica ligeiramente adocicada, combina absurdamente bem com recheios defumados ou picantes. É um contraste que funciona demais. Experimenta e me diz.

6º. Queijo cremoso de 3 minutos

Isso aqui é um coringa que salva vidas. Quando a receita pede um queijo derretido ou um creme saboroso e você não tem nada pronto, três minutos são suficientes. A base é castanha de caju, que dá uma cremosidade e um corpo que lembra muito os queijos reais.

Uso para tudo: espalhar na torrada do café, como base para molho de macarrão, até como recheio de tapioca. Ajusta o sal, coloca um pouco de suco de limão para avivar, e tá pronto. É mágica pura.

7º. Brigadeiro: a trindade do doce perfeito

Brigadeiro tem que ser denso, grudento e com aquele ponto que enrola na colher. Essas três versões cobrem todas as necessidades: o clássico, um com frutas e outro mais elaborado. O segredo, descobri, está no tipo de leite condensado vegetal que você faz.

Faz uma fornada do básico e congela em potinhos. Quando bate aquela vontade inesperada de doce à noite, é só descongelar e ficar feliz. É o tipo de preparo que tira o drama de ser vegano em uma festa, porque todo mundo vai querer também.

8º. Maionese: o molho que unifica tudo

Hambúrguer sem maionese é só um pão com salada. Essa versão com leite de soja é genial porque funciona. O sabor é neutro, a textura é cremosa e ela emulsifica direitinho, não talha fácil. É a base para fazer outros molhos também, tipo um tarê ou um rosé.

Uma coisa que ninguém fala: bate no liquidificador com o óleo em fio fino, mas deixa um pouco mais que o normal. Ela fica mais estável na geladeira. Fiz esse ajuste por tentativa e erro, e agora dura uma semana fácil.

9º. Pão caseiro: o cheiro que acorda memória

Fazer pão em casa é terapêutico, e vegano não é diferente. A ansiedade é a mesma: será que vai crescer? A recompensa também: aquele cheiro que invade a casa toda. Essa receita é tranquila, sem ingredientes estranhos, e o pão fica macio por dentro, perfeito para passar uma geleia ou um patê.

Deixa a massa descansar o tempo que pede, sem pressa. O fermento biológico é democrático, não liga se você usa leite vegetal. O forno bem aquecido faz o resto. Quando tirar, espera esfriar um pouco antes de cortar, é um exercício de paciência que vale a pena.

10º. Coxinha: a textura que engana

Essa é para apresentar para quem torce o nariz. A casca fica crocante, o recheio cremoso e saboroso, e o formato é tão reconfortante que o cérebro simplesmente aceita. Usei jaca verde desfiada no lugar do frango e ficou impressionante, a textura é muito parecida.

O ponto da massa de batata é crucial. Tem que estar firme, não grudenta. Enfarinha as mãos bem na hora de modelar, e a fritura em óleo quente é rápida. Saem douradas e sequinhas. Uma verdadeira obra de engenharia de comida afetiva.

11º. Strogonoff: o conforto em forma de panela

Esse prato resolve o jantar de domingo para todo mundo, sem exceção. A troca do creme de leite por castanhas é uma jogada de mestre. Dá corpo, um sabor levemente adocicado e aquela cremosidade aveludada que define um bom strogonoff.

Os cogumelos são os heróis. Refoga bem até eles soltarem a água e ela evaporar, senão o molho fica aguado. Serve com arroz branco soltinho e batata palha. É um daqueles pratos que prova que comida vegana pode, sim, ser reconfortante e familiar.

12º. Pudim: a sobremesa que balança

O teste do pudim é simples: ele balança quando você cutuca a forma? Esse passa. O ágar-ágar, a gelatina vegetal, é o segredo. Ele dá a firmeza sem deixar com gosto de gelatina de sachê, e fica com a textura lisinha.

Faz a calda com açúcar mascavo, fica com um gosto mais profundo. E paciência na hora de desenformar, espera esfriar totalmente na geladeira. O suspense é grande, mas quando sai inteirinho, é uma vitória que merece ser comemorada com uma colherada.

13º. Nuggets: a besteira feliz autorizada

Todo mundo tem direito a um comfort food crocante e frito de vez em quando. Esses nuggets de grão-de-bico são a materialização disso. A massa fica bem temperada, a farinha de rosca dá a crocância e, mergulhado num molho barbecue, é impossível parar no primeiro.

Faça um lote grande e congele antes de fritar. Aí, num dia preguiçoso, é só tirar e jogar no airfryer ou forno. Fica perfeito. É aquele tipo de comida que não precisa de explicação, só de um guardanapo.

14º. Doce de leite: a colherada universal

Esse aqui é perigoso. Você faz uma panela pensando em usar como recheio e, quando vê, tá com uma colher na mão e a panela pela metade. A textura é densa, caramelada, e o sabor é aquele doce profundo que gruda no céu da boca.

Funciona com leite de coco ou de soja, mas o de amendoim dá um toque especial. Cozinha em fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar. A recompensa é um pote de ouro que dura semanas na geladeira e salva qualquer sobremesa de última hora.

15º. Bolinho de chuva: a nostalgia em forma de redondinho

Essa receita tem cheiro de tarde chuvosa e infância. A versão vegana, com leite de coco, é ainda mais fiel do que eu imaginava. Ela fica macia por dentro, não pesa, e a crosta de açúcar e canela é obrigatória.

A massa não pode ficar muito líquida, senão não forma bolinha. Vai colocando o leite aos poucos. E a fritura é rápida, em óleo quente, para não encharcar. Com um café fresquinho, é uma combinação que nunca, nunca falha.

16º. Cookie: a busca pelo ponto perfeito

Um bom cookie tem borda crocante e centro levemente macio. Esse aqui entrega. A manteiga vegetal faz seu papel, e as gotas de chocolate 70% salvam qualquer dúvida sobre sabor. É simples, mas requer um pouco de intuição.

Depois de moldar as bolinhas, deixa a massa descansar na geladeira por meia hora. Isso evita que eles se espalhem demais no forno e ficam com a textura ideal. Tira quando as bordas começam a dourar, o centro ainda parece mole, mas firma enquanto esfria. Confia no processo.

17º. Sushi vegano: a arte no rolinho

Fazer sushi em casa é um evento, e a versão vegana é cheia de possibilidades. O avocado dá a cremosidade, o tofu marinado traz o sabor, e os vegetais dão a cor e crocância. É um prato visualmente lindo que impressiona qualquer convidado.

O arroz é a alma do negócio. Lava bem até a água sair clara, e tempera com vinagre de arroz, açúcar e sal ainda quente. O toque final é um pouco de gengibre em conserva e shoyu. Pode parecer trabalhoso, mas a experiência de montar é metade da diversão.

18º. Panetone: o desafio natalino vencido

Panetone fofinho e aerado sem ovos parece missão impossível, mas essa receita prova o contrário. O fermento biológico e um longo tempo de crescimento fazem a mágica. A casca fica dourada e o interior, cheio de frutas cristalizadas e aquela textura esponjosa característica.

É um projeto para um dia tranquilo. Mas a sensação de presentear alguém com um panetone caseiro, sabendo que não leva nada de origem animal, não tem preço. Os três sabores são um luxo, mas o de frutas tradicionais já é um espetáculo só.

19º. Purê de batata: a cremosidade reconquistada

O grande truque está em usar um líquido quente e gordura vegetal na hora de espremer. Aquece um leite vegetal (o de castanha é ótimo) com um pouco de azeite ou manteiga vegetal, e vai acrescentando aos poucos. O purê fica sedoso, sem grumos, e com um sabor incrível.

Não usa liquidificador, esmaga com um prensador ou passe na peneira. O liquidificador libera o amido e deixa grudento. Parece detalhe, mas faz toda a diferença entre um purê bom e um excepcional.

20º. Molho branco: o coringa que vira mil pratos

Esse molho é a base para lasanha, gratinados, cremes e até alguns estrogonoffs. A versão com farinha de arroz é uma sacada genial, não empelota e fica com uma textura aveludada linda. É neutro, então você comanda o sabor: coloca noz-moscada para algo clássico, ou levedura nutricional para um toque "queijoso".

Cozinha a farinha no azeite bem, até perder o gosto cru, antes de adicionar o leite vegetal. E vai mexendo sem parar até engrossar. É um dos preparos mais úteis que você pode ter no seu repertório, sério.

21º. Risoto: a técnica que liberta o sabor

A cremosidade do risoto vem do amido do arroz, não da manteiga. Esse vídeo ensina a técnica certa: tostar o arroz, adicionar o caldo quente aos poucos, mexer com paciência. O resultado é um risoto cremoso, solto, onde o sabor do caldo vegetal e dos ingredientes principais brilham.

Use um bom caldo de legumes caseiro, faz toda a diferença. E finaliza com um fio de azeite e talvez um pouco de castanha parmesã ralada. É um prato sofisticado que mostra como a comida vegana pode ser refinada e cheia de personalidade.

E então, por onde você vai começar? Tem desde o projeto de fim de semana, como o panetone, até o salva-vidas de 3 minutos, como o queijo cremoso. O importante é botar a mão na massa. Se fizer alguma, volta aqui para me contar qual foi a reação da galera aí na sua casa. Ah, e não esquece de dar uma olhada no tutorial de como fazer leite de coco caseiro, ele é a base de muita coisa boa.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 21:35

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

0 Rita
Nossa coxinha vegana e bolinho de chuva são preparos ótimos. Super delícia! Combina no café da manhã, no lanche, enfim qualquer refeição for fazer.
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+3 Mariah
Gente, que maravilha!
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