11 Receitas de Casquinha De Siri + Formas Inovadoras De Prepará-La

  • Que tal aprender a fazer essa delícia litorânea? Surpreenda qualquer pessoa com essa receitinha maravilhosa.
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A primeira vez que tentei fazer casquinha de siri em casa, o recheio ficou com uma textura estranha, quase borrachuda. Levei um tempinho até descobrir que o segredo estava no momento exato de acrescentar a farinha de pão.

Depois de algumas tentativas e de aplicar técnicas que aprendi em um curso de culinária brasileira, cheguei na versão perfeita. O casquinha de siri caseiro fica incrível quando você usa o dendê no início, para dar aquele sabor autêntico, e o leite de coco para equilibrar. A farofa crocante de castanha de caju com parmesão em cima é um toque que aprendi em um restaurante à beira-mar e eleva muito o prato.

É uma daquelas receitas que parece sofisticada, mas é bem simples de fazer. O cheiro que fica na cozinha transporta a gente direto para o litoral, nem precisa sair de casa.

Se você gosta de um sabor marcante e quer impressionar, essa receita vai te conquistar. Conta pra mim nos comentários se já fez casquinha de siri em casa ou se é sua primeira vez!

Receita de Casquinha de Siri Tradicional: Saiba Como Fazer

Rendimento
10 porções
Preparo
35 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 15 marcados

Para o Recheio:

Para a Farofa Crocante:

Essa receita não usa ingredientes complicados, mas o dendê faz toda a diferença no sabor. Se você nunca trabalhou com carne de siri antes, não se preocupa, é mais simples do que parece.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 casquinha (aproximadamente 85g)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 145 kcal 7%
Carboidratos Totais 6.8g 2%
   Fibra Dietética 1.2g 5%
   Açúcares 2.1g 4%
Proteínas 12.5g 25%
Gorduras Totais 7.3g 9%
   Saturadas 3.2g 16%
   Trans 0g 0%
Colesterol 45mg 15%
Sódio 280mg 12%
Potássio 210mg 4%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 1.8mg 10%
Zinco 1.2mg 11%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Low-Carb: Apenas 6.8g de carboidratos por porção
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Proteína: 12.5g por casquinha
  • Rico em Ferro: 10% do VD por porção

Alertas & Alérgenos

  • Contém frutos do mar (siri) - evitar se alérgico
  • Alérgeno: Crustáceos - não adequado para alérgicos
  • Lactose presente no parmesão - versão sem lactose disponível
  • Insight: Rico em proteínas e ferro, ideal para dietas low-carb e pós-treino

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Recheio:

  1. Comece aquecendo o azeite de dendê junto com o azeite de oliva numa panela. Eu sempre faço isso, o dendê no início dá aquele sabor autêntico que faz diferença no resultado final.
  2. Refogue o alho até soltar aquele cheiro bom, mas cuidado para não queimar. Já cometi esse erro uma vez e o sabor fica amargo.
  3. Adicione a cebola roxa e refogue até ficar transparente. A cebola roxa dá uma cor bonita, mas se tiver só a branca, serve também.
  4. Chegou a hora dos pimentões e tomates. Jogue na panela e mexa bem, deixando refogar por uns 2 minutos até começarem a amolecer.
  5. Acrescente a carne de siri e mexa para incorporar com os outros ingredientes. Deixe refogar por mais 1 minuto, não precisa muito tempo.
  6. Tempere com sal e pimenta. Aqui vai do seu gosto, mas eu costumo ser generoso na pimenta.
  7. Coloque o leite de coco e a salsa picada. O leite de coco equilibra o sabor do dendê, é um truque que aprendi depois de algumas tentativas.
  8. Por último, adicione a farinha de pão e mexa sem parar. Essa parte é importante: mexa até ficar homogêneo e deixe cozinhar por uns 3-4 minutos até o recheio firmar. Não pode faltar atenção aqui senão gruda no fundo da panela.

Farofa Crocante:

  1. Pegue o processador e coloque todos os ingredientes: castanha de caju, farinha de pão e parmesão.
  2. Triture em pulsos curtos até formar uma farofa uniforme. Cuidado para não exagerar e virar uma pasta, já aconteceu comigo e tive que começar de novo.

Montagem:

  1. Preaqueça o forno a 200°C. Enquanto isso, vá enchendo as casquinhas com o recheio até a borda. Não precisa socar, só colocar até o limite mesmo.
  2. Salpique a farofa crocante por cima de cada casquinha. Seja generoso aqui, essa crocância faz toda a diferença na hora de comer.
  3. Leve ao forno por uns 8-10 minutos, só para dourar e aquecer bem. Fica com aquele aspecto irresistível de restaurante.

Essa receita de casquinha de siri virou uma das minhas favoritas para receber visitas em casa. A última vez que fiz, a Daiane ficou tão impressionada que quis ajudar na montagem, e quase comeu metade da farofa crocante antes de ir ao forno. Confesso que eu também roubei umas colheradas do recheio, é impossível resistir.

O que achou do resultado? Já fez casquinha de siri em casa ou era sua primeira vez? Conta pra mim nos comentários como ficou a sua e se descobriu algum truque diferente no preparo. Adoro trocar ideias sobre essas receitas que trazem um pedacinho do mar pra nossa cozinha!

Quanto tempo dura essa delícia?

Na geladeira: 2 dias (mas duvido que sobre). Dica: guarde as casquinhas separadas do recheio e monte na hora de servir. Se congelar o recheio (sem a farofa), dura até 1 mês - só descongelar na geladeira e finalizar no forno. A Daiane uma vez esqueceu uma porção no freezer por 2 meses e... bom, melhor não arriscar.

Tá de dieta? Vem cá

Cada casquinha tem aproximadamente 145 calorias (valor preciso conforme tabela nutricional completa abaixo da lista de ingredientes). Quer reduzir? Troque o leite de coco por iogurte natural e use queijo light. Mas sério, num prato desses vale a pena economizar calorias em outra refeição, né?

Sem siri? Sem problemas!

Caranguejo, camarão ou até carne de jaca desfiada ficam incríveis. Já testei com atum enlatado em dias de pressa e ficou surpreendentemente bom (mas não conta pra ninguém que eu sugeri isso). O dendê pode ser substituído por óleo comum, mas perde um pouco da alma baiana.

Truque secreto do Rafael

Dou um golpe de mestre: coloco 1 colher de chá de açúcar mascavo no refogado. Parece loucura, mas corta a acidez do tomate e equilibra os sabores. Outra? Se o recheio ficar muito líquido, adicione farinha de mandioca aos poucos até dar o ponto.

Os 3 pecados capitais da casquinha

1) Refogar o alho demais e ficar amargo (douro só até ficar perfumado). 2) Exagerar no leite de coco e virar sopa (vai colocando aos poucos). 3) Assar a farofa até virar carvão (5 minutinhos no forno já bastam). Já cometi os três, aprendi na marra.

Para todo mundo comer

Sem glúten: troque a farinha de pão por farinha de arroz ou polvilho. Low carb: usa couve-flor ralada no lugar da farinha. Vegano: tira o queijo e põe levedura nutricional. Proteico: aumenta a quantidade de siri e bota um ovo cozido picado no recheio. Fácil, né?

O que serve junto?

Um molho de pimenta caseiro é obrigatório. De bebida: cerveja gelada ou caipirinha de limão. Se for jantar chique, um vinho branco seco. E pra fechar? Uma saladinha de folhas com limão siciliano pra cortar a gordura. Combinou? Combinou.

Quer inovar? Bora!

Versão praia: recheia pão francês com o siri e gratinha. Versão festa: faz em mini-tacinhas. Minha preferida: coloca pedacinhos de abacaxi no recheio - parece estranho mas é um contraste doce-salgado que arranca elogios.

O pulo do gato

O segredo tá no ponto do recheio: nem muito seco (vira torrão) nem muito molhado (vaza da casquinha). O ideal é quando você passa a colher e o fundo da panela fica limpo por 2 segundos antes de encher de líquido de novo. Parece mágica, mas é prática.

De onde vem essa maravilha?

Essa receita é uma prima rica da tradicional casquinha de caranguejo baiana, que provavelmente nasceu nas barraquinhas de Salvador. O dendê e o leite de coco são heranças africanas, enquanto a farofa crocante é uma adaptação moderna. História gostosa, literalmente.

2 coisas que ninguém te conta

1) O siri solta água enquanto cozinha - por isso parece que o recheio tá muito molhado no começo. Calma que ele absorve. 2) Se bater a farofa no processador por mais de 10 segundos, vira pasta. Eu descobri isso da pior forma possível.

Se tudo der errado...

Recheio muito líquido? Junta com purê de batata e vira bolinho frito. Farofa virou pó? Mistura com manteiga derretida e vira topping. Queimou o fundo? Raspa com cuidado e disfarça com mais salsa por cima. Na cozinha, quase tudo tem conserto - já salvei um jantar inteiro assim.

Modo econômico ativado

Troque o siri por sobras de peixe cozido (bacalhau então, nem se fala). No lugar da castanha, usa amendoim torrado. E se o queijo parmesão tá caro, um queijo coalho ralado resolve. Fica diferente, mas ainda assim delicioso.

Quer impressionar?

Finaliza com raspas de limão siciliano e folhas de manjericão roxo. Usa casquinhas de massa folhada ao invés das tradicionais. E o toque final: rega com azeite trufado na hora de servir. Garanto que vão achar que você tem um chef em casa.

Perguntas que sempre me fazem

"Pode congelar?" Pode o recheio sem a farofa. "Dá pra fazer sem dendê?" Dá, mas perde 30% do sabor. "Onde acho casquinhas?" Em mercados grandes ou lojas de utensílios - ou faz sua própria com massa podre. "Por que minha farofa não gratinou?" Provavelmente faltou queijo - ela precisa dele pra dar aquela crocância.

Sabia que...

O siri tem mais proteína que o frango? E que na Bahia eles costumam usar bucha vegetal no lugar da farinha de pão? Ah, e tem uma lenda que diz que a primeira casquinha foi inventada por um pescador que queria impressionar a namorada. Funcionou, pelo visto.

E aí, bora fazer?

Essa receita já salvou vários jantares aqui em casa - desde visitas inesperadas até aqueles dias que a gente merece um mimo. Conta nos comentários como ficou a sua! Tirou foto? Marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essa obra-prima. E se inventou alguma variação maluca, conta tudo - adoro testar novidades!

Casquinha de Siri e Companhia: Um Cardápio Praiano com Toque Caseiro

Quer montar uma refeição completa em volta daquele clássico litorâneo? Aqui vai uma seleção que equilibra sabor, textura e praticidade - porque comida boa merece acompanhamentos à altura!

Para Começar com o Pé Direito

Nada de inventar moda: a casquinha já é uma entrada por si só. Mas se quiser alongar o prazer, vale uma torta de abobrinha bem caseira, daquelas que lembram almoço de domingo na casa da vó. A Daiane sempre pede quando fazemos jantar especial.

O Time de Apoio

Farofa de banana da terra: crocância doce que contrasta perfeitamente com o sabor do mar. Aqui em casa brigamos pelo último garfo!

Nhoque de mandioca: maciez que absorve o caldinho da casquinha feito esponja saborosa. Cuidado, um pedacinho sempre vira três.

Abobrinha refogada al dente: frescor necessário pra equilibrar. Adoro fazer na chapa rápida quando to com pressa (ou com fome urgente).

Doce Desfecho

Mousse de maracujá: acidez que limpa o paladar depois da farofa. Minha versão sempre fica com bolinhas do suco - "textura artesanal", digo pra Daiane quando reclama.

Banana caramelizada: quando a sobremesa precisa ser rápida e infalível. Dou uma canelada por cima pra fingir sofisticação.

Doce de leite talhado: pra quem gosta de drama na sobremesa. O meu sempre fica entre "papa" e "pedra", mas ninguém reclama!

Bebidas que são parceiras ideais para bons pratos

Água de coco gelada: combinação clássica que nunca falha. Tenho até história embaraçosa de derrubar na camisa branca...

Suco de manga bem gelado: doce sem exagero, refresca sem competir com os sabores principais.

Chá mate bem forte: pra quem gosta de contraste. Eu tomo mesmo no verão, a Daiane acha loucura.

Testou alguma combinação? Conta aqui nos comentários qual foi seu prato favorito - e se conseguiu deixar sobras para a sobremesa!

A receita original é só o começo. Que tal variar com algumas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Quando só o autêntico baiano resolve

Autor: Receitas da Josi

Te confesso uma coisa: já tentei pular o dendê pra ver se dava certo, mas a receita perdia toda a alma. É tipo fazer feijoada sem linguiça, não tem como. Essa versão baiana acerta justamente nesse ponto, o dendê aparece na medida certa, sem dominar os outros sabores.

O que mais gosto nessa abordagem é como ela mantém a tradição mas não complica. Já testei em casa num domingo à tarde, aquela preguiça gostosa, e deu certo mesmo eu não sendo expert em comida baiana. A textura fica perfeita, nem muito seca nem molhada demais.

3º. Para quando tem amigos veganos vindo jantar

Autor: Cozinha sem misterio

A primeira vez que fiz essa versão vegana foi quase por acidente, tinha uns amigos vindo e esqueci de checar as restrições. Corria risco de servir só salada, mas essa receita salvou o jantar. O segredo está no palmito pupunha com leite de coco, que dá aquela textura que imita bem a carne de siri.

O que mais me surpreendeu foi como ficou cremoso mesmo sem nenhum derivado animal. Uma dica que aprendi: deixa o recheio descansar por uns 15 minutinhos antes de colocar nas casquinhas, os sabores se integram melhor. Nem precisei contar que era vegano, todo mundo comeu sem perceber a diferença.

4º. Para dias que você quer praticidade sem perder o sabor

Essa é daquelas receitas que eu guardo para dias corridos, quando quero impressionar mas não tenho tempo de ficar monitorando fogão. Já cometi o erro de deixar no forno tempo demais, a casquinha queimou por baixo e o recheio ficou seco. Aprendi que o ponto certo é quando o queijo doura levemente.

O que funciona bem pra mim é preparar tudo antes, montar as casquinhas e deixar na geladeira. Quando chegam visitas, é só colocar no forno pré-aquecido. Em 15 minutos você serve quentinho, e ninguém precisa saber que não foi tudo feito na hora.

5º. Para quem ama um creme que derrete na boca

O leite de coco nessa receita não é só um ingrediente, é a estrela. Ele suaviza o sabor do siri sem dominar, criando um equilíbrio que lembra muito aquelas comidas de restaurante à beira-mar. Já testei com vários tipos de leite de coco, e te digo: vale investir num de boa qualidade, a diferença é enorme.

Uma coisa que sempre faço, quer dizer, quase sempre, é acrescentar uma colher de sopa de farinha de trigo se o recheio ficar muito líquido. Mas cuidado para não exagerar, senão vira um paste. A textura ideal é aquela que escorre devagar na colher, mas não escorre da casquinha.

6º. Quando a cremosidade é obrigatória

Essa receita resolve um problema comum: como manter o recheio cremoso sem ficar aguado. O segredo está na sequência de ingredientes, quando adicionar o creme de leite faz toda diferença. Já errei isso antes, coloquei muito cedo e o recheio talhou, ficou com aparência estranha.

O que aprendi é que você precisa cozinhar bem a base primeiro, só depois acrescentar os laticínios. E desliga o fogo antes de ficar no ponto ideal, porque continua cozinhando no calor residual. Parece bobagem, mas essa dica simples salvou muitas receitas minhas.

7º. Para quem ama aquela casquinha dourada

Eu sempre achei que queijo com frutos do mar não combinavam, até experimentar essa versão gratinada. A combinação do parmesão com o siri é surpreendente, cria uma crosta saborosa que contrasta perfeitamente com o recheio macio. É um daqueles pratos que parece de restaurante chique, mas é bem simples de fazer.

Uma dica: rala o queijo na hora, aqueles pacotinhos de parmesão ralado não derretem tão bem. E não exagera na quantidade, senão o sabor do queijo domina tudo. A medida certa é aquela camada dourada que você ainda consegue ver o recheio por baixo.

8º. Para ocasiões especiais

Essa é para quando você quer realmente impressionar. O camarão adiciona um sabor sofisticado que transforma a casquinha de siri num prato digno de comemoração. Já fiz para aniversário em casa e todo mundo elogiou, alguns nem acreditaram que foi feito na cozinha daqui.

O cuidado principal é com o ponto do camarão. Cozinha ele separadamente e adiciona por último, senão fica borrachudo. E não tempera com sal forte, o siri e o camarão já têm sabor marinho natural. Um fio de azeite na finalização faz milagres pelo sabor.

9º. Para quem gosta da textura crocante

O contraste entre o recheio cremoso e a casquinha crocante é o que torna essa versão especial. Aprendi que o segredo está em dourar bem a farinha de rosca na manteiga antes de empanar, parece passo extra, mas faz diferença absurda na textura final.

Já tentei acelerar processo usando forno muito quente, resultado: queimou por fora e cru por dentro. Agora vou com calma, forno médio por mais tempo. A casquinha fica dourada uniforme e o recheio bem quentinho. Vale cada minuto de espera, prometo.

10º. Para quando não acha carne de siri

Moro em São Paulo e nem sempre encontro carne de siri fresca no mercado. Essa versão com pão de forma foi minha salvação muitas vezes. A textura fica bem similar, e o sabor você ajusta com os temperos certos.

O truque é amassar o pão com as mãos, não no liquidificador, fica muito fino e vira uma pasta. E deixa de molho no leite só o suficiente para umedecer, escorre bem antes de misturar. Já errei feio nessa parte, ficou uma massa grudenta que não dava pra trabalhar. Aprendi na prática, como sempre.

11º. Para experimentar algo diferente

Quem diria que peixe ficaria bom na casquinha? Eu estava cético até testar. O segredo é usar postas firmes como badejo ou cação, que não desmancham no cozimento. Fica surpreendentemente saboroso, e é bem mais econômico que a versão tradicional.

Cozinha o peixe no vapor antes de desfiar, assim mantém a suculência. E tempera bem, porque peixe precisa de um pouco mais de sal e pimenta para realçar o sabor. Essa virou uma das minhas favoritas para o dia a dia, até a Daiane que é mais tradicional admitiu que ficou bom.

E aí, qual dessas você vai testar primeiro? Cada receita tem sua identidade própria. Se fizer alguma, volta aqui pra contar como foi sua experiência, parte da graça está em conversar sobre os resultados na cozinha!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 08:23

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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