Mojito: O Segredo Cubano Perfeito para Refrescar Seus Dias

  • Aprenda a preparar essa deliciosa bebida que é refrescante e perfeita para qualquer ocasião.
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O mojito perfeito parece segredo de bar, mas é só questão de uma técnica que aprendi errando. Minha primeira tentativa foi um desastre, parecia um chá de hortelã com álcool, sem equilíbrio nenhum. Depois de testar dezenas de vezes e de um curso específico sobre coquetelaria, descobri que o segredo cubano não está no rum, mas no gelo e na forma de tratar as folhas.

A chave é amassar a hortelã com jeito para soltar o óleo sem triturar e amargar. Eu usava o pilão com força, hoje faço um leve movimento de pressão. E o gelo? Cheio até a boca do copo, isso dilui na medida certa e mantém a bebida gelada por mais tempo, uma dica que peguei de um bartender experiente.

O resultado é um mojito que é pura frescura, com o doce, o ácido e o herbal dançando juntos. Não é só uma bebida, é uma experiência sensorial completa. A receita tradicional, testada e aprovada aqui em casa, está logo abaixo para você reproduzir essa magia cubana na sua cozinha. Vamos fazer?

Receita de mojito com Bacardi - Como fazer

Rendimento
1 copo alto
Preparação
5 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 7 marcados

Parece pouco, né? E é. A graça do mojito está na simplicidade e na qualidade desses poucos itens. Um rum ruim ou um limão murcho estraga a festa toda. Ah, e o gelo não é ingrediente secundário, é co-protagonista.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 1 copo (300ml)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 165 kcal 8%
Carboidratos Totais 12.5g 4%
   Açúcares 12g 24%
Proteínas 0.2g 0%
Gorduras Totais 0g 0%
   Saturadas 0g 0%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 15mg 1%
Potássio 85mg 2%
Cálcio 20mg 2%
Vitamina C 15mg 25%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Gluten-Free: Sem glúten
  • Vegano: Sem ingredientes de origem animal
  • Baixo Sódio: Ideal para hipertensos
  • Zero Gordura: Sem gorduras

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – 12g por copo
  • Contém álcool – não recomendado para menores de 18 anos
  • Insight: Rico em vitamina C do limão; hortelã auxilia na digestão

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

A Base Perfumada (Onde Tudo Acontece):

  1. Pega um copo alto e resistente, daqueles que aguentam uma leve pressionada. Joga no fundo a colher de açúcar. Em cima do açúcar, coloca as folhas de hortelã. Despeja o suco de meio limão por cima de tudo. O ácido vai começar a dissolver o açúcar ali mesmo, é química pura.
  2. Agora, o gesto mais importante: pega um pilão (se não tiver, o cabo de uma colher de pau grossa resolve). Você vai amassar a hortelã contra o açúcar e o limão. Mas atenção: é um amassar gentil, de pressionar e torcer levemente. O objetivo é esmagar as folhas só o suficiente para liberar os óleos essenciais, aquele perfume verde que enche o nariz. Não seja bruto. Se você virar o copo de cabeça para baixo e a hortelã sair como uma pasta escura, já era, ficou amargo. Queremos folhas machucadas, não trituradas. Faça isso por uns 15 segundos, no máximo.
  3. Dá uma olhada. O açúcar deve ter formado uma espécie de calda grossa e esverdeada no fundo do copo. Cheira. Se estiver aquele aroma intenso de hortelã e limão, perfeito. A base já está pronta.

Montagem e o Toque Final:

  1. Hora do gelo. Encha o copo com cubos de gelo. E quando eu digo encher, é encher mesmo. Coloca gelo até quase transbordar, formando uma pequena montanha para fora da borda. Isso não é exagero, é técnica. O gelo abundante esfria a bebida instantaneamente e dilui o álcool e o açúcar na medida certa, sem deixar aguado rápido.
  2. Despeja os 50 ml de rum branco por cima do gelo. Ele vai escorrer direto para o fundo, passando pelo gelo. Você vai ver ele se misturando levemente com a calda de hortelã lá embaixo.
  3. Com uma colher comprida ou um canudo, dá uma mexida suave, apenas uma ou duas voltas, do fundo para cima. Isso integra a calda do fundo com o rum, sem espalhar a hortelã amassada por todo o copo.
  4. Finaliza completando o copo, com calma, com a club soda ou água com gás bem gelada. Deixa ela descer pelo gelo. A espuminha sobe, fica lindo. Nada de misturar agressivamente agora. A ideia é que a bebida fique em camadas leves, e você vai misturando aos poucos conforme toma.
  5. Se quiser, decora com um raminho de hortelã e uma rodela de limão na borda. Enfia um canudo. Pronto. Levanta o copo, olha a cor, sente o frio na mão. A primeira golada é sempre a melhor.

Um erro comum é achar que misturar tudo vigorosamente depois de pronto é certo. Não é. Mexe devagar, ou melhor ainda, usa o canudo para mexer de baixo para cima conforme você bebe. A bebida vai mudando de sabor do começo ao fim, e isso é parte da magia.

E aí, conseguiu sentir a diferença? Aquele toque de saber até onde amassar a hortelã faz uma baita falta quando a gente não faz. O mojito é um coquetel que parece bobo, mas é cheio de nuance. Quando acerta o ponto, é refrescante, equilibrado e viciante. Perigo: depois do primeiro, sempre tem vontade de fazer o segundo.

Se você fizer, me conta aí nos comentários qual foi a parte mais desafiadora. Foi achar o ponto certo da hortelã? Ou resistir à tentação de colocar pouco gelo? E se inventar alguma variação, com outra fruta ou um rum diferente, compartilha também! Adoro descobrir como cada um adapta a receita clássica.

Quer saber quantas calorias tem esse mojito?

Cada copo dessa delícia tem aproximadamente 165 kcal conforme nossa tabela nutricional completa. Mas relaxa, é caloria feliz! Dica: pra reduzir, troque o açúcar por adoçante ou eritritol.

Sem BACARDI? Sem problemas!

Se não tiver o rum específico, pode usar qualquer rum branco de qualidade (Cachaça artesanal também fica incrível, mas aí vira um "mojito brasileiro"). Já testei com vodka numa emergência... ficou estranho, mas bebível (não me julguem, era pandemia e o mercado estava fechado).

Hack que a Daiane descobriu por acidente

Congele as folhas de hortelã com um pouco de água em forminhas de gelo. Quando for fazer o drink, use esses cubos no lugar do gelo normal. O sabor fica MUITO mais intenso e o copo não fica aguado. Sério, faz isso!

Os 3 pecados capitais do mojito

1) Amassar a hortelã com violência (deixa amargo). 2) Colocar pouco gelo (o drink fica morno, credo). 3) Usar limão tahiti em vez do siciliano (muda completamente o equilíbrio do sabor). Já errei os três, aprendi na marra.

O que comer com mojito?

Petiscos leves são a chave! Tá pensando que é cerveja com amendoim? Nada disso. Vai de bolinhos de bacalhau, ceviche ou até torradas com guacamole. Se for happy hour em casa, minha combinação favorita é mojito + pastelzinho de queijo (sim, São Paulo me influenciou).

Mojito pra todos os gostos

Versão frutada: Adicione 3 morangos amassados junto com a hortelã
Versão picante: 1 rodela fina de gengibre no fundo do copo
Versão sem álcool: Troque o rum por chá de ervas gelado (fica surpreendentemente bom)

Mojito low carb? Dá sim!

Troque o açúcar por xilitol ou eritritol (na mesma medida). Cuidado com adoçantes líquidos que podem deixar gosto residual. E atenção: mesmo sem açúcar, o rum tem carboidratos, então não exagere se estiver em dieta restritiva.

Durabilidade: zero segundos

Brincadeira... mas quase. Mojito não foi feito pra guardar. Se precisar preparar com antecedência, deixe todos os ingredientes separados e monte na hora (até a hortelã amassada pode oxidar e ficar com gosto metálico).

Upgrade chique com um detalhe

Raspe a lateral do copo com casca de limão antes de servir e decore com um raminho de hortelã fresco. Parece bobo, mas faz toda diferença na apresentação. Já fiz isso num jantar e todo mundo achou que eu tinha feito curso de mixologia!

A parte mais chatinha (e como facilitar)

Amassar a hortelã sem espalhar açúcar por toda a mesa é quase um teste de paciência. Dica: use um pilão de cozinha com fundo largo ou, se não tiver, a parte de trás de uma colher de sopa funciona (quase) tão bem.

Sobrou hortelã? Faz isso!

• Seca as folhas e faz chá
• Bate com limão e água pra um "shot" detox
• Coloca num vidro com azeite pra um óleo aromatizado
• Planta o talo num potinho com água (cresce fácil em apartamento)

2 segredos que ninguém conta

1) O gelo ideal é o de água mineral (gelo de torneira pode alterar o sabor)
2) Se o seu mojito ficou muito doce, adicione uma pitada de sal (sim, sal!) pra balancear. Parece loucura, mas funciona.

De onde veio essa invenção maravilhosa?

O mojito nasceu em Cuba no século XVI (sim, é velho como sua avó). Dizem que era remédio pra cólera antes de virar drink - com todo esse rum, até eu acredito que curava qualquer coisa! O BACARDI entrou na história porque a empresa foi fundada em Cuba antes da revolução.

O que mais combina com esse sabor?

Além da comida, experimente servir com:
• Música cubana (Buena Vista Social Club é clássico)
• Decoração com tons de verde e azul claro
• Copos transparentes pra ver as folhinhas dançando
• Um dia quente (ou fingindo que está, se for inverno em SP)

Perguntas que sempre me fazem

Pode bater no liquidificador? Pode, mas vira smoothie alcoólico, não mojito.
Qual rum usar? BACARDI é clássico, mas qualquer rum branco de qualidade serve.
Por que meu mojito fica amargo? Provavelmente esmagou demais a hortelã ou usou limão velho.

Sabia que...

Ernest Hemingway era viciado em mojitos? Ele tomava no La Bodeguita del Medio em Havana e dizia que era seu drink favorito. Dizem que ele tomava até 12 por noite (não recomendo tentar bater esse recorde).

E aí, bora fazer esse mojito? Conta nos comentários como ficou o seu - e se descobriu alguma variação criativa. Prometo responder todas as dúvidas (e roubar as boas ideias)! Ah, se quiser ver mais dicas assim, me segue lá no @sabornamesaoficial (mas só se quiser mesmo, sem pressão).

Depois de dominar o clássico, que tal se aventurar por esses outros sabores? Tem opção para todos os gostos.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A versão "sem erro" para festas em casa

autor: Gourmet a dois // Leo Rivello & Vini Abrantes

Já aconteceu comigo de querer impressionar uns amigos e, no nervosismo, errar as medidas e estragar o drink? Pois é. Essa receita aqui é a minha carta na manga justamente para essas horas. Ela é direta, sem firula, e o passo a passo é tão claro que quase não tem como errar. A proporção de açúcar e limão que eles usam é o ponto de equilíbrio que eu sempre busco, nem doce demais, nem azedo.

O grande mérito dela é te deixar confiante. Você prepara, serve, e consegue curtir a festa junto, sem ficar o tempo todo preocupado se a bebida está boa. Para mim, isso já vale ouro. É a definição de praticidade com resultado garantido.

3º. Para quem acha o rum muito marcante

autor: Bebida Liberada

Se o sabor do rum branco as vezes domina tudo para você, essa troca por vodka é uma ideia genial. A vodka, quando é de boa qualidade, tem um perfil mais neutro, o que deixa a hortelã e o limão brilharem muito mais. Fica um drink incrivelmente refrescante, mas com um "kick" diferente.

Minha dica é: se for fazer, capriche no gelo mesmo. Como a vodka não tem a doçura natural de alguns rums, o gelo derretendo ajuda a dosar a potência e deixa a bebida no ponto perfeito para beber sem fazer careta. É uma variação que agrada muita gente que normalmente não é fã de mojito tradicional.

4º. O truque para o morango não virar uma sopa

Mojito de morango parece óbvio, mas é um que pode dar errado fácil se a fruta estiver muito aquosa. O que eu gosto nessa receita é que ela ensina a lidar com o morango de um jeito que ele agrega sabor, sem transformar seu drink em um suco grudento. Acho que a ordem de colocar os ingredientes e a forma de macerar fazem a diferença.

Usei morangos bem maduros uma vez e ficou doce demais. Aprendi que o ideal são os mais firmes, com aquele vermelho vivo, que têm um equilíbrio melhor entre doçura e acidez. E não tenha pena de coar a mistura depois de sacudir, se quiser um drink mais límpido. Fica lindo e o gosto é de verão o ano todo.

5º. A salvação para quem está dirigindo (ou não bebe)

Já passei pela situação de ser o motorista da rodada e ficar só no refrigerante ou água com gás, uma tristeza. Esse mojito sem álcool é a solução para não se sentir excluído da brincadeira. A técnica de aromatizar a borda do copo com a hortelã antes de colocar dentro é um detalhe de bartender que faz toda a diferença psicológica e sensorial. Você sente o aroma primeiro.

O segredo, pra mim, está no refrigerante sabor limão. Ele tem uma acidez mais pronunciada que um club soda puro, o que imita melhor a complexidade do drink alcoólico. Fica surpreendentemente bom, refrescante de verdade, e ninguém fica com aquela cara de pena. Inclusive, a Daiane adora fazer essa versão para acompanhar um filme à noite.

6º. Quando você quer um sabor mais "botânico"

Trocando o rum por gin, o drink ganha uma personalidade totalmente nova. O gin, com suas notas de zimbro e outras ervas, conversa de um jeito muito interessante com a hortelã. Fica menos tropical e mais… aromático, complexo. É para quem quer algo além do refresco, quer um drink para saborear.

Aqui, o gelo é obrigatório, não opcional. E use um bom gelo, de freezer mesmo, que derreta devagar. Porque o gin precisa dessa diluição para abrir os sabores sem ficar agressivo. É uma opção sofisticada para um happy hour mais tranquilo, de conversa boa. Experimentei com um gin cítrico uma vez e o resultado foi espetacular.

7º. A receita que mais se aproxima da fonte

Depois de aprender a base, fiquei curioso para saber como fazem na origem, em Cuba. Essa receita é um estudo desse jeito autêntico. O que muda, muitas vezes, é o tipo de açúcar (às vezes usam melado de cana bem claro) e a brandeza na hora de amassar as ervas. Parece pouco, mas o sabor final tem uma redondeza, uma suavidade diferente.

É o tipo de drink que não tem pressa. Você faz, toma devagar, e parece que o clima esquenta um pouco, mesmo no inverno. Perfeito para um fim de tarde de domingo, só pela experiência de beber algo feito com esse cuidado todo. Me fez apreciar ainda mais a simplicidade genial da receita original.

8º. Para os amantes de um drink azedinho e salgado

Margarita não é um mojito, claro, mas ela está aqui porque é o drink perfeito para a mesma ocasião: um dia quente, uma reunião descontraída. E essa receita clássica é um primor. Ela acerta no ponto mais crítico, que é a borda de sal. Ensina a fazê-la direito, sem deixar o copo todo ensopado, só aquele toque perfeito que contrasta com a acidez do lime.

É um drink que exige um pouco mais de técnica – o coquetel deve ficar bem gelado e homogêneo – mas o resultado é sempre impressionante. Serve como um ótimo treino de bartender caseiro. Depois que você acerta uma margarita dessas, seus convidados viram fãs cativos.

9º. A combinação tropical que sempre funciona

Abacaxi e hortelã são como melhores amigos na coquetelaria. Essa receita é a prova. O doce do abacaxi, principalmente se você usar a fruta bem madura, se integra de um jeito incrível com a frescura da hortelã e a acidez do limão. Fica uma bebida alegre, vibrante, que parece umas férias em copo.

Para tirar ainda mais proveito, use o próprio "miolo" do abacaxi, aquela parte mais firme do centro, para fazer um purê ou esmagar bem. Tem mais fibra e sabor que só o suco. E atenção: como o abacaxi já é doce, talvez você precise de menos açúcar. Prove antes de adoçar tudo. É um equilíbrio gostoso de encontrar.

10º. Usando a polpa, não o suco de caixinha

Maracujá em drink é traiçoeiro. Se for só o suco industrializado, pode ficar aquele sabor artificial que não combina com nada. Essa receita brilha porque ensina a usar a polpa da fruta de verdade, sementes e tudo. As sementes dão um visual lindo e uma textura interessante, e o sabor é incomparavelmente mais autêntico e levemente ácido.

Fica um drink lindo de se ver, com aquelas sementes pretas boiando, e o sabor é relaxante de fato. Uma dica é coar um pouco na hora de servir se você não gostar das sementes, mas eu acho que elas fazem parte da experiência. É a minha escolha para encerrar um dia intenso de trabalho.

11º. O jeito certo de fazer o básico imbatível

Depois de experimentar tantas variações, sempre volto para o clássico. E essa receita é uma das melhores para aprender a base sem modismos. Ela respeita as proporções tradicionais de uma forma que funciona sempre. Uma dose de rum, o açúcar na medida, o limão espremido na hora… parece simples, mas quanta gente erra colocando três doses de rum e acha que tá bom?

É o meu termômetro. Se um bar ou restaurante acerta um mojito clássico desses, eles provavelmente acertam os outros drinks também. Em casa, é minha receita de confiança para quando não estou a fim de experimentar nada novo, só quero o gosto que eu já sei que vai me satisfazer.

12º. A frescura crocante que ninguém espera

Maçã verde em mojito? Parece estranho, mas juro que funciona como um choque refrescante. O sabor adocicado e levemente ácido da fruta combina surpreendentemente bem, e se você ralar um pouco da casca na hora, o aroma que solta é divino. Dá um ar mais "fit", mais leve ao drink.

A chave é usar uma maçã bem firme e ácida, tipo a gala ou a granny smith. Se for muito doce e farinhenta, desanda. E fatie bem fininho para liberar o sabor. É uma opção diferente que sempre gera comentários quando sirvo. "O que tem nisso?" é a pergunta mais comum. A resposta é simples, mas o efeito é bem especial.

13º. A versão brasileiríssima (e poderosa)

Trocando o rum por uma cachaça artesanal de qualidade, você cria um Caipirinha… ops, um "Mojito Brasileiro". O sabor é totalmente nosso, mais terroso, com aquele calor da cana. Fica forte, então a dica da garapa demerara (aquele caldo de cana) para adoçar é genial, porque mantém a identidade da bebida.

É um drink para quem gosta de sabores marcantes. Use uma cachaça envelhecida se quiser mais suavidade, ou uma prata se quiser o punch total. E a água com gás no final é essencial para dar aquele frescor e diluir um pouco. Perfeito para um churrasco, para celebrar algo com personalidade.

14º. Para ocasiões especiais que pedem sofisticação

Esse "Mojito Big" é aquele drink que você faz quando quer transformar um simples encontro em um momento especial. A adição do rum envelhecido e, principalmente, do bitter Angostura, muda completamente o jogo. O bitter traz uma complexidade de especiarias, um fundo amargo que corta a doçura e eleva o drink a outro patamar.

Não é mais só refrescante, é contemplativo. Você sente camadas de sabor. Aprendi com essa receita que às vezes um único ingrediente diferente, usado com sabedoria, tem esse poder. Sirva em uma taça bonita, com gelo grande, e observe os olhos das pessoas brilharem. Funciona sempre.

15º. A fantasia de praia em forma de drink

Rum de coco já tem um sabor doce e tropical por si só, então ao usá-lo no mojito, você precisa ajustar. A beleza dessa receita é que ela leva isso em conta. A quantidade de açúcar extra é menor, porque o próprio rum já adoça. O resultado é um drink cremoso, suave, que realmente te transporta para uma praia caribenha na imaginação.

O gelo esmagado é importante aqui, porque ele se incorpora melhor à bebida e dilui o rum de coco que pode ser bem doce. Decore com uma fatia de limão tahiti, que é mais ácido, para dar um contraste. É a minha escolha para dias cinzentos que precisam de um pouco de sol. Puro espírito de férias.

E então, qual desses sabores despertou sua curiosidade? Tem desde o clássico imbatível até aventuras tropicais com frutas. O legal é que cada um serve para um momento diferente. Me conta nos comentários qual você vai experimentar primeiro ou se já tem uma versão favorita que não está aqui. Adoro essa troca de descobertas!

Última modificação em Segunda, 08 Dezembro 2025 02:15

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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