Descubra como diversificar com essas sugestões especiais.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves).
Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos.
Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito.
Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Tabule
Autor: Divinas Receitas
Tabule com triguilho? Eu nunca pensei que funcionaria. Mas a Divinas fez exatamente isso: hidratou o triguilho como se fosse bulgur, mas deixou ele um pouco mais úmido, e o resultado? Uma textura que não desmancha, mas também não esfarela. O segredo? Ela não usa tomate picado. Usa tomate seco, bem picadinho, e um pouquinho de suco de limão que ela deixa repousar com o triguilho antes de adicionar os outros ingredientes. É como se o triguilho tivesse absorvido o sabor antes mesmo de virar salada. E a cebola? Ela deixa na água gelada por dez minutos. Ninguém adivinha que é cebola. Só sente o frescor.
Se quiser, troca o azeite por manteiga derretida com semente de coentro. Não é tradicional, mas vira outra coisa. Já experimentei. E a Daiane pediu para fazer de novo.
3º. Pão
Autor: Sabor de Festa – Chef Álvaro Rodrigues
Pão feito com triguilho? Parece um erro de tradução. Mas o Álvaro fez uma massa de pão integral com triguilho hidratado e farinha de centeio. O triguilho não é farinha, ele é grão. E ele dá uma crocância que nenhuma farinha consegue. O pão fica com uma casca dura, mas o miolo? Macio, úmido, com um sabor de terra e noz. Ele não usa fermento químico. Só fermento natural. E o melhor? Ele deixa a massa repousar por 12 horas. Sim, doze. Eu achei que era exagero. Fiz. Ficou melhor que o pão da padaria da esquina.
Se fizer, não assa em forno muito quente. Aquece devagar. O triguilho ama paciência.
Tigela doce com triguilho? Achei que fosse brincadeira. Mas a Saúde Plena fez um mingau de triguilho com leite de amêndoas, canela, maçã ralada e uma colher de melado. O triguilho, quando cozido devagar, vira uma textura parecida com o arroz doce, mas com mais personalidade. E o segredo? Ela não cozinhou o triguilho com água. Cozinhou com leite vegetal e uma folha de laranja. Sim, folha. Não suco. Apenas a folha. Tira o amargo e deixa um aroma que você não esquece. Já tentei com casca de laranja. Não deu certo. Folha é o jeito.
Se quiser, joga um pouquinho de noz-moscada. Mas não exagere. É delicado. Como um suspiro.
Hambúrguer de triguilho? Eu duvidei. Até que a Maria mostrou: ela não usa ovos. Usa farinha de linhaça com água, e deixa descansar por 10 minutos. O triguilho é hidratado com caldo de legumes, não com água. E o recheio? Ela mistura com cenoura ralada, cebola roxa e um pouco de pimenta do reino. Nada de tempero pronto. Nada de farinha de trigo. E o que mais me surpreendeu? Ela não frita. Assa no forno. E fica crocante por fora, macio por dentro. Como se tivesse sido feito com carne. Mas não é. É só triguilho. E paciência.
Se quiser, passe um pouco de molho de soja por cima antes de assar. Fica com aquela casquinha que a gente ama. Mas não exagere. O triguilho já tem sabor. Não precisa escondê-lo.
Farofa com triguilho? A Marina fez exatamente isso: torrou o triguilho seco na frigideira até soltar um cheiro de noz. Depois, juntou com farinha de mandioca, cebola e um pouco de azeite. O resultado? Uma farofa que não é seca, não é úmida, é *crocante*. E o melhor: ela não usa manteiga. Usa azeite de oliva e um fio de vinagre balsâmico. Só isso. O triguilho absorve o sabor e vira algo que você não espera. Já comi isso com feijoada. E não senti falta da carne. Senti falta da farofa que eu comia antes.
Se quiser, joga um pouco de castanha-do-pará torrada. Mas não misture antes. Jogue por cima na hora de servir. É o que faz a diferença.
Sopa com triguilho? Parece coisa de inverno, mas a Marly fez uma sopa de abóbora com triguilho hidratado e um pouco de curry. O triguilho não vira massa. Ele vira grãos soltos, que dão textura. E o segredo? Ela não bate a sopa. Deixa os grãos visíveis. É como se cada colherada tivesse uma surpresa. E o caldo? Ela faz com cebola, alho e um pouco de água de cozimento de couve. Nada de caldo em cubo. Nada de extrato. Só o que vem da panela. E o mais bonito? Ela serve com um fio de azeite e um pouco de semente de abóbora torrada. É simples. Mas é como se a sopa tivesse alma.
Se fizer, não cozinhe o triguilho junto com a abóbora. Adicione no final. Senão vira mingau.
Arroz com triguilho? Eu pensei que seria uma bagunça. Mas a Saúde em alta fez algo que eu nunca vi: cozinhou o triguilho como se fosse arroz, com água, sal, e um pouco de azeite. Depois, misturou com arroz cozido, e deixou repousar por 5 minutos. O triguilho não vira massa. Ele vira um grão que dá um contraste. É como se o arroz fosse a base, e o triguilho, o acorde final. E o tempero? Ela usa apenas alho, cebola e um pouco de orégano. Nada de molho. Nada de creme. Só o que é verdadeiro.
Se quiser, joga um pouco de pimentão vermelho picado por cima. Fica lindo. E barato.
Quibe de abóbora com triguilho? Parece um sonho. Mas o Mohamad fez. Ele ralou a abóbora, espremeu o excesso de água, e misturou com o triguilho hidratado. O resultado? Um quibe que não precisa de carne. A abóbora dá doçura, o triguilho dá estrutura. E o segredo? Ele não usa ovos. Usa semente de linhaça moída com água. E não assa. Frita. Mas em óleo bem quente. A crocância é de outro mundo. Já comi isso com molho de iogurte e hortelã. E não pensei em carne. Pensei em sabor.
Se fizer, não use abóbora muito molenga. A cabotiá é a melhor. E se a massa estiver muito mole, coloque na geladeira por 30 minutos antes de fritar. É o que faz a diferença.
Esse é o tipo de receita que você faz porque quer algo que as crianças comam sem reclamar. A Isamara fez uma massa de triguilho, misturou com batata cozida e amassada, e recheou com muçarela. Fritou. E o resultado? Um salgado que parece quibe, mas é mais parecido com um pastel. A muçarela derrete, a batata dá maciez, e o triguilho... ele dá o que nenhuma outra coisa dá: resistência. A crocância por fora, o macio por dentro. É como se o triguilho tivesse sido feito para isso. E aí, você não pensa em saudável. Você pensa em mais um.
Se quiser, passe um pouco de oregano por cima depois de fritar. Mas não exagere. O queijo já fala alto.
Assado feito com resíduo de tofu? Eu pensei que fosse lixo. Mas a Melissa fez um purê de batata, misturou com o resíduo de tofu seco, e adicionou triguilho hidratado. O triguilho absorveu o sabor do resíduo e vira algo que parece carne moída. Ela assou em forma, e cobriu com molho de tomate e queijo. O resultado? Um assado que parece lasanha, mas é mais leve. E o mais surpreendente? Ela não usou ovos. Não usou farinha. Só triguilho, resíduo e batata. E o que mais me chamou atenção? Ela deixou repousar por 20 minutos antes de assar. É o que faz a textura. Não é magia. É técnica.
Se quiser, jogue um pouco de manjericão por cima no final. Mas não misture. Deixe como um toque.
Bolo de triguilho? Eu ri. Mas a Vovó Ana Maria fez. Ela usou triguilho hidratado, não como farinha, mas como grão. Misturou com coco ralado, açúcar, ovos e leite. O triguilho não vira massa. Ele vira um grão que dá textura. O bolo fica úmido, com um sabor de noz e caramelo. E o segredo? Ela não bate o triguilho. Ela só mistura. E não assa em forno quente. Assa em baixa temperatura, por mais tempo. O resultado? Um bolo que parece feito com farinha de trigo, mas não é. É feito com paciência. E o mais bonito? Ela serve com um pouco de creme de leite e uma folha de hortelã. Não é doce. É conforto.
Se fizer, não tire do forno antes de passar a faca. Se não, desmancha. Já aconteceu. E foi triste.
Cozido no vapor com triguilho? Parece coisa de dieta. Mas o Criar no Dia a Dia fez algo que eu nunca vi: misturou triguilho hidratado com cenoura ralada, espinafre picado, e um pouco de queijo cottage. Moldou em forma de bolinhos e cozinhou no vapor. O triguilho não vira massa. Ele vira um envoltório. E o segredo? Ele não adiciona sal. O sal vem do queijo. E o vapor? Ele não cozinha o triguilho. Ele o transforma. O resultado? Um bolinho que não é seco, não é mole. É como se tivesse sido feito com carne. Mas não é. É feito com respeito.
Se quiser, passe um fio de azeite por cima antes de servir. Mas não exagere. O vapor já fez o trabalho.
Qual vai ser a primeira a ganhar sua cozinha? Algumas parecem loucura. Mas são só formas diferentes de olhar para o triguilho. Ele não é substituto. Ele é protagonista. Se testar alguma receita, me conta: qual te surpreendeu? E qual você achou que ia ser ruim… e não foi?
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