12 Receitas de Poke Havaiano + Preparos Super Saudáveis E Fresquinhos

  • Super saudável, leve e delicioso, esses pratos rápidos e práticos vão conquistar a todos.
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Um poke bem feito é uma explosão de frescor que você sente antes mesmo de levar à boca. Mas o segredo pra ele não virar uma salada de peixe molhada está no equilíbrio, não na quantidade de ingredientes. Eu levei um tempo pra aprender isso, depois de algumas tentativas meio duvidosas que deixaram o arroz ensopado.

A chave, aprendi em um curso de técnicas com pescados, é marinar o salmão separado, com shoyu e óleo de gergelim, e deixar o arroz de jasmim soltinho, quase seco. A doçura da manga madura e a cremosidade do abacate fazem o resto, criando contrastes que fazem sentido. São ingredientes nobres que pedem um preparo simples, mas preciso.

O resultado é um prato leve, vibrante e, sim, super fresco, perfeito pra um almoço rápido ou pra impressionar numa reunião casual. Parece chique, mas a execução é tranquila. Vou te mostrar o passo a passo que funciona aqui em casa. Depois me conta se o seu ficou tão fotogênico quanto o meu.

Receita de poke havaiano de salmão: como fazer

Rendimento
4 tigelas
Preparação
30 min (ativo)
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 18 marcados

Para a Base de Arroz:

Para o Salmão Marinado (a estrela):

Para os Toppings e Finalização:

Pode parecer muita coisa, mas a maioria você encontra num bom hortifruti ou no setor asiático do mercado. A qualidade do salmão é o que mais importa, então invista nele. O resto dura bastante e você pode fazer várias vezes.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: ≈350g (1/4 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 42.5g 15%
   Fibra Dietética 5.8g 21%
   Açúcares 15.2g 30%
Proteínas 28.5g 57%
Gorduras Totais 22.3g 38%
   Saturadas 9.8g 44%
   Trans 0g 0%
Colesterol 65mg 22%
Sódio 980mg 43%
Potássio 890mg 19%
Cálcio 58mg 6%
Ferro 2.8mg 16%
Ômega-3 1.8g

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)
† Não estabelecido valor diário de referência

Etiquetas Dietéticas

  • Alto em Proteína: Excelente para recuperação muscular
  • Rico em Ômega-3: Salmão é fonte natural
  • Sem Glúten: Naturalmente sem trigo
  • Sem Laticínios: Usa leite de coco
  • Alto em Fibras: Manga e abacate contribuem

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Principalmente do shoyu, reduza para hipertensos
  • Açúcares naturais – Manga madura aumenta teor de açúcar
  • Contém peixe (alérgeno) e soja (shoyu)
  • Insight: Rico em gorduras boas (salmão, abacate, coco) - ótimo para saciedade e saúde cardiovascular

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Começando pelo Arroz (ele precisa esfriar):

  1. Pega uma panela média e coloca o leite de coco, a água e o sal. Leva ao fogo médio e mexe até começar a ferver. Não precisa ferver muito, só dar aquela primeira borbulha.
  2. Adiciona o arroz lavado e escorrido. Mistura uma vez, abaixa o fogo para médio-baixo e tampa a panela. Deixa cozinhar por uns 10 a 12 minutos. A água vai sumir e o arroz ficar no ponto, úmido mas soltinho. Desliga, deixa tampado por 5 minutos e depois espalha numa travessa larga pra esfriar mais rápido. Arroz morno ou frio é melhor que quente pro poke.

Preparando o Salmão (o passo saboroso):

  1. Enquanto o arroz cozinha, faz a marinada. Numa tigela que não seja muito grande, mistura o shoyu, o óleo de gergelim e o molho sriracha. Mexe bem até emulsionar, ficar uma coisa só.
  2. Pica a pimenta dedo-de-moça bem miudinha (tira as sementes se quiser controlar a ardência) e a cebolinha. Joga um pouco da cebolinha na marinada e reserva o resto.
  3. Se o peixeiro não cortou, corta o salmão em cubos de mais ou menos 2 cm. Cuidado pra não deixar muito pequeno senão some no prato. Coloca os cubos na tigela com a marinada e mistura com cuidado, usando as mãos limpas ou uma espátula. Deixa descansando por uns 10 minutos na geladeira. É tempo suficiente para pegar sabor sem cozinhar o peixe no ácido.

Toppings e Aquele Toque Final:

  1. Agora, parte rápida. Descasca e corta a manga e o abacate em cubos do tamanho parecido com os do salmão. Se for usar pepino, nabo ou cenoura, corta em palitinhos finos ou usa um ralador.
  2. Pega uma frigideira antiaderente, sem óleo, e joga o coco em flocos. Leva ao fogo baixo e fica mexendo até dourar levemente. Cuidado que queima rápido. Tira do fogo e passa pra um prato.
  3. Hora de montar: Pega uma tigela funda ou um prato de servir. Coloca uma boa camada do arroz já frio no fundo. Por cima, arruma os cubos de salmão marinado, a manga, o abacate e os vegetais que escolheu.
  4. Finaliza salpicando o coco tostado, o gergelim preto e a cebolinha que sobrou. Se quiser um molho extra, dá pra misturar um pouco da marinada que sobrou com uma colher de maionese ou iogurte grego, fica incrível.

Pronto. Serve na hora. A graça tá justamente no frescor, então não monta tudo com muita antecedência. Cada um pode até montar o seu próprio prato, é uma brincadeira gostosa de fazer com visita. A Daiane adora fazer a montagem dela, sempre coloca o dobro de abacate.

Esse poke é daqueles pratos que enganam pela simplicidade. Parece só um monte de coisa fresca jogada junto, mas quando você acerta o ponto do arroz, a marinada no ponto certo e a combinação doce da manga com o salmão, vira uma refeição completa e super saborosa. Perfeito para um dia quente ou quando você quer comer algo leve mas sem deixar de ser especial.

O melhor é que é totalmente customizável. Não gostou de algo? Tira. Quer experimentar com atum ou até camarão? Vai fundo. A base do arroz com leite de coco e a ideia da marinada são o verdadeiro pulo do gato. Conta pra mim nos comentários como você adaptou a sua versão, ou se teve alguma dúvida no preparo. Adoro trocar ideias sobre essas receitas.

Quanto custa em calorias esse tesouro havaiano?

Uma porção generosa desse poke tem cerca de 485 kcal, conforme detalhado na tabela nutricional completa abaixo da lista de ingredientes. O salmão é a estrela calórica (rico em ômega 3, pelo menos!), mas a manga, o leite de coco e o abacate dão uma mãozinha no valor energético. Se quiser reduzir, troque o arroz branco por quinoa ou arroz de couve-flor.

Até quando posso guardar?

O poke é fresquim: no máximo 24h na geladeira (e só se o salmão for ultra fresco). Dica da Daiane: monta só o que for comer, deixa os ingredientes separados em potinhos. O arroz com leite de coco dura 2 dias, mas perde textura.

Se faltar algo, bora improvisar!

• Sem sriracha? Pimenta calabresa + mel fica surpreendente
• Abacate caro? Pepino japonês dá crocância
• Óleo de gergelim torrado é coringa, mas azeite + gergelim em grãos resolve
• Arroz jasmim muito chique? Arroz cateto segura o tranco

Truque que até meu sobrinho de 12 anos acertou

Congela o salmão por 20 minutos antes de cortar - fica firme e não desmancha. E o coco tostado? Micro-ondas por 1 minuto em potinho de vidro, mexendo a cada 20 segundos. Economiza louça e não queima!

Os 3 pecados capitais do poke

1. Salmão em cubos muito pequenos (vira pasta)
2. Exagerar no shoyu (o leite de coco já tem doçura)
3. Misturar tudo antes de servir (vira salada de cores tristes)

Para todo mundo poder comer

• Low carb: arroz de couve-flor + 50% mais abacate
• Vegano: cogumelos shitake marinados no lugar do salmão
• Sem glúten: tamari no lugar do shoyu
• Proteico: acrescenta ovo de codorna cozido

O que colocar do lado?

• Bebida: chá verde gelado com limão siciliano ou água de coco (se for de caixinha, escolha sem açúcar)
• Crunch extra: mix de castanhas torradas
• Molho bônus: maionese de wasabi pra quem gosta de aventura

Modo MasterChef

Usa salmão sashimi grade (aquele que brilha igual jóia), faz uma calda de mel com gengibre pra regar por cima e decora com flores comestíveis. A Daiane uma vez fez isso pra comemorar nosso aniversário de namoro - ficou lindo, mas confesso que comi em 5 minutos igual um ogro.

Sem gastar o aluguel

• Compra salmão congelado (de marca boa) quando tiver promoção
• Nabo e cenoura ralados rendem mais que pepino
• Faz o leite de coco caseiro: rala coco seco + água quente, coa e pronto

O pulo do gato: cortar o salmão

Faca bem afiada é obrigatória! Corta contra a fibra, em ângulo de 45 graus. Se ficar grudando, passa a faca em água quente entre os cortes. Meu primeiro poke parecia que o salmão tinha sido atacado por um gatinho - aprendi na marra.

Tá com saudade do Brasil?

Poke samba: troca a manga por cupuaçu, usa tucupi no lugar do shoyu e farofa de castanha-do-pará por cima. Ou vai pro lado caipira: salmão defumado, milho verde e coalhada seca. Improvisa!

Duas coisas que ninguém te conta

1. O poke original havaiano nem tinha salmão - era atum com cebola roxa e alga
2. Se colocar um pouco de abacate amassado na marinada, o molho fica cremoso que nem de restaurante caro

Perguntas que sempre me fazem

Posso usar salmão de ceviche? Pode, mas fica mais ácido
Congela? Só o salmão cru antes de marinar, depois não
Sem arroz? Coloca numa taça com folhas de alface romana

Sabia que...

"Poke" significa "cortar em pedaços" em havaiano. A versão moderna surgiu nos anos 1970 quando pescadores começaram a temperar sobras de peixe pra comer no barco. O salmão só entrou na história recentemente - é que o atum ficou caro demais!

Conta pra gente!

Já fez poke em casa? Inventou alguma variação maluca? Aqui em casa toda vez sai um diferente - semana passada até usei pitaia no lugar da manga (ficou rosa choque!). Mostra aí nos comentários como ficou o seu!

Acho que você já pegou o jeito da base, mas a diversão do poke está nas variações. Olha essas ideias que separei.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O Poke Tradicional, do jeito que se deve conhecer

Autor: Soul Chefs

Pra ser sincero, eu pulava essa etapa achando que já sabia, mas ver um profissional fazendo me ensinou um detalhe precioso: o tempo de marinar o peixe. Não é só jogar o shoyu e misturar, tem que deixar o atum ou salmão curtindo aquele molho por uns minutinhos, sabe? Fica com um sabor mais redondo, menos agressivo. O vídeo deles mostra bem isso, aquele cuidado com o equilíbrio para o óleo de gergelim não dominar tudo. É a receita-base que eu recomendo pra quem quer começar com o pé direito, sem inventar muito.

E montar no bowl não é só estética, não. Ajuda a separar os sabores até a hora de misturar na boca, que é quando a mágica acontece de verdade. Já tentou desse jeito?

3º. Poke Bowl, a montagem que é um espetáculo à parte

Autor: Chefe Jamon

Aqui a proposta já é outra. O bowl é a ocasião perfeita para você caprichar na apresentação, tipo aquela refeição que você tira foto antes de comer — tudo bem, eu também faço isso. O que gosto nessa versão é que ela resolve aquele problema de querer fazer algo visualmente incrível sem ser um expert. O passo a passo é bem organizado, mostrando como dispor cada ingrediente para criar cores e texturas que se complementam.

Um insight que peguei aqui: a qualidade do vinagre para o arroz faz uma diferença absurda. Não usa qualquer um, vai por mim. E o gengibre, bem raladinho, dá um toque de frescor que corta a gordura do salmão na medida certa.

4º. Poke de Frango, para quando o peixe não é uma opção

Confesso que fui meio cético quando ouvi falar pela primeira vez. Poke de frango? Mas a verdade é que é uma adaptação inteligentíssima, principalmente para agradar todo mundo em casa ou quando você quer algo mais em conta. O segredo, que essa receita mostra bem, está em marinar o frango com a mesma alma do peixe — shoyu, um pouco de óleo de gergelim, talvez um toque de mel.

Fica super saboroso e é uma ótima porta de entrada para quem tem receio de peixe cru. A dica de ouro que levo dessa versão é usar o peito grelhado e ainda morno, desfiar levemente e misturar ao molho. A absorção é outra, o sabor gruda de um jeito bom. Já serviu para amigos que nem perceberam que não era a versão tradicional.

5º. Poke de Atum, a clássica explosão de umami

Se tem uma versão que me transporta para uma barraquinha à beira-mar, é essa. O atum fresco, quando é de boa qualidade, praticamente não precisa de muito. Essa receita tem um passo a passo completo que vale ouro, porque inclui o sunomono de pepino — aquele aperitivo azedinho e adocicado que limpa o paladar entre uma garfada e outra. É um contraste que faz toda a diferença.

O erro comum que ela evita? Usar shoyu comum e afogar o peixe. Eles sugerem um molho específico, mais suave, que valoriza o sabor do atum. E o furikake por cima do arroz antes de montar… mano, é um toque de gênio que deixa cada camada com personalidade.

6º. Poke de Camarão, leveza e sabor do mar

Essa aqui é a minha escolha para um jantar leve no verão, aqueles dias que o calor não dá trégua. O camarão cozido no ponto certo, ainda suculento, muda completamente a experiência do poke. E a combinação com abacaxi que essa receita propõe não é só bonita, é funcional — a acidez frutada corta a doçura natural do camarão de um jeito equilibrado.

Aprendi com esse vídeo que o cream cheese ou iogurte no molho adiciona uma cremosidade que não deixa o prato seco, mas também não o transforma numa maionese. É só um fio, sabe? Dá liga sem pesar. Perfeito para quando você quer impressionar sem parecer que ficou horas na cozinha.

7º. Poke de Salmão com Cream Cheese, o irresistível

Olha, essa versão é um perigo de tão gostosa. O risco de você comer tudo sozinho é real. A sacada do cream cheese misturado ao salmão é genial, porque cria uma textura quase como de um tartare, mas com um toque aveludado que derrete na boca. Parece coisa de restaurante chique, e é, mas o vídeo desmistifica totalmente.

Uma dica não óbvia que peguei: usa o suco do limão no cream cheese, não só a raspa. O ácido corta a riqueza do queijo e do peixe, deixando o conjunto menos enjoativo. E o gergelim por cima na hora de servir, sempre. Dá um crocante que é a cereja do bolo.

8º. Poke de Peixe Branco, a versão econômica e saborosa

Diferente do que se costuma ouvir, poke não é só com salmão e atum caros. Essa receita com tilápia ou outro peixe branco é a prova disso. É uma ótima maneira de entrar no mundo do poke sem gastar muito, e o sabor fica incrível. O truque está no molho, que precisa ser um pouco mais marcante para complementar a suavidade do peixe.

O suco de laranja na marinada, que essa receita ensina, foi uma grata surpresa. Adiciona uma doçura cítrica que fica ótima. É uma opção ótima para um almoço de semana nutritivo e que rende. Bora experimentar?

9º. Poke de Atum em Lata, o salva-vidas da pressa

Vamos combinar que nem sempre dá para ter atum fresco na geladeira. Para esses dias de correria, essa versão com atum em lata é a minha carta na manga. Fica pronto em minutos e mata aquela vontade de comer algo fresco e temperado. O ponto de atenção aqui é escorrer bem, muito bem mesmo, o óleo ou água da lata. Senão, o molho fica aguado e perde a graça.

Com os outros ingredientes crocantes e frescos por cima, como tomate e abacate, você quase não sente diferença. É a receita que prova que cozinhar bem é sobre adaptação, não sobre ingredientes caros.

10º. Poke de Frutas, a opção doce e leve

Essa é para quebrar totalmente o padrão, e eu adorei a ousadia. Não é um poke salgado, claro, mas herdou a filosofia: montagem em camadas, combinação de texturas e frescor total. Perfeito para um café da manhã especial ou uma sobremesa que não pesa.

O iogurte natural faz o papel do arroz, e as frutas são cortadas em cubinhos, mantendo a essência do prato. É uma ideia divertida para fazer com crianças ou para quem busca uma opção low carb e sem glúten de verdade. Só toma cuidado para a manga não estar muito fibrosa, estraga a experiência.

11º. Poke de Tilápia, outra jogada do peixe branco

Mais uma vez mostrando que tilápia pode ser protagonista. O que eu gosto nessa receita é a sugestão de usar arroz integral como base. Dá uma profundidade de sabor e uma mastigação que combina demais com a maciez do peixe. É uma refeição completa e balanceada num prato só.

E o rabanete em fatias bem fininhas, quase transparentes? Ele adiciona um crocante e um toque picante super sutil que eu nunca tinha pensado em usar. Às vezes são esses detalhes que transformam um prato bom em memorável.

12º. Poke de Tofu, a versão vegetariana cheia de personalidade

Para encerrar com chave de ouro, uma opção que é pura criatividade. O tofu, quando bem preparado, é uma tela em branco para sabores. Essa receita é cheia de camadas — tem o crocante das amêndoas, a umidade do morango, a textura do moyashi (aquele broto de feijão) e a explosão do molho cítrus com mel.

É a prova de que poke é um conceito, não uma receita engessada. Montar esse bowl é terapêutico, cada ingrediente no seu lugar. Se você quer se aventurar no vegetariano sem medo, começa por essa. Ela tem tanto sabor e textura que você nem sente falta de peixe. Me conta depois o que achou, vai?

Uau, opção boa não falta. Cada uma dessas receitas tem uma história, resolve um problema diferente na cozinha ou é perfeita para uma ocasião específica. O legal é que você pode misturar as ideias, pegar um molho de uma e a montagem de outra. A cozinha é assim, não tem regra rígida. Qual delas você vai testar esse final de semana? Passa aqui nos comentários e me conta como ficou, adoro trocar essas experiências.

Última modificação em Domingo, 07 Dezembro 2025 23:07

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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