(esse teste) Receita com Queijo Emmental Cremosa & Sugestões Criativas de Uso

  • Esse é um dos queijos suíços mais deliciosos no mercado. Saiba como aproveitá-lo!
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Rendimento
10 porções
Preparação
40 minutos + tempo de secagem
Dificuldade
Médio

Você já cortou uma abóbora, colocou pra assar no forno e quando vai servir, ela está esfarelando, pastosa e sem graça? Isso já aconteceu comigo mais de uma vez até que aprendi o truque. Antes de mais nada, não é nenhum truque especial de chef, é método e calma. Se prepare porque essa abóbora assada com ervas vai ser um show na sua mesa. A casquinha fica crocante, crocante daquele jeito que faz barulho quando você morde.

O interior fica cremoso, com aquele gostinho adocicado que só a abóbora tem naturalmente. O alecrim e tomilho dão um cheiro espetacular nessa abóbora simples, transformando em algo com cara de restaurante italiano. Testei várias receitas e acertei na minha em casa. A Daiane que não é fã de abóbora, sempre repete.

Receitas de Cocada Branca tradicional: Saiba como fazer

Ingredientes

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Normalmente já tenho todos esses ingredientes na minha cozinha 90% do tempo. Então sai bem baratinho mesmo. Comprei só a abóbora por em torno de R$8 no sacolão aqui perto.

Modo de preparo

  1. Para assar sua abóbora
  2. Pré-aqueça seu forno a 200°C. Sim, é importante. Enquanto o forno aquece, corte sua abóbora em pedaços médios de aproximadamente 3 cm de espessura. Não precisa descascá-la, porque a casca fica super boa depois de assada.
  3. Arrume-os na assadeira untada com um fio de azeite. Se você não tiver uma assadeira antiaderente, recomendamos forrar com papel-manteiga para não dar aquela dor de cabeça de virar com os talheres rs. Tempere os dois lados dos pedaços com sal e pimenta do reino. Tempere um pouquinho mais forte que o normal, porque abóbora merece.
  4. Coloque os raminhos de tomilho e alecrim sobre eles e também os dentes de alho esmagados com casca. O alho assado fica incrível, super doce e cremoso.
  5. Salpique um fio de azeite sobre toda abóbora. Não precisa pingar muito, apenas untar e ajudar na crocância.
  6. Asse na assadeira
  7. Asse por aproximadamente 20 a 30 minutos. Depois desse tempo verifique sua assadeira: se o lado de baixo já estiver dourado o suficiente, vire delicadamente cada pedaço para o outro lado, eu gosto de usar uma espátula fina para isso, para não quebrar. Deixe assar por mais 30-40 minutos ou até que esteja macia por dentro e com uma crosta marrom-dourada por fora. Isso deverá levar aproximadamente 1 hora no total, mas fique de olho porque cada forno é um mundo. Se perceber que a abóbora já está cozida por dentro, mas ainda não está douradinha, só aumentar um pouquinho a temperatura para os minutos finais de cozimento.
Dicas importantes abaixo

Informações Nutricionais

Porção40g (1 unidade média)

Calorias160 kcal
Proteínas1.2g
Gorduras6.5g
VeganoGluten-FreeDairy-FreeAlto em Fibras

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados, não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Essa cocada não é pra festa. É pra quando você quer sentir o sabor de antes. Daquele tempo que não tinha app, nem receita no celular. Só você, a panela, e o cheiro de açúcar queimando devagar. Eu já fiz essa receita no Natal, no aniversário da Daiane, e uma vez só porque senti saudade.

Se você tentar e a cocada ficar muito mole, não jogue fora. Deixe mais um pouco. Se ficar dura, não se desespere. Ela ainda é boa com café. Ainda assim, se fizer do jeito certo, ela vai derreter na boca como se tivesse sido feita por alguém que não queria só fazer um doce, queria fazer um momento. Se fizer, me conta. E se o Titan aparecer com a cabeça na sua perna… não se espante. Ele já sabe que quando tem coco, tem chance de sobra.

Dicas essenciais da receita

Durabilidade (validade) e como armazenar

Na geladeira pode durar até 4 dias dentro de um pote fechado.

Tem como congelar? Sim, claro que tem. Mas o único porém é que a crocância da abóbora será alterada. Então vale mais a pena usar após o descongelamento em sopas ou purês, porque depois de congelada ela não fica crocante.

O truque para ter máxima crocância na abóbora assada

Não amontoe os pedaços na assadeira. Deixe um espaço entre os pedaços para que o calor possa circular. Se amontoar um no outro vai cozinhar no vapor e não ficará crocante.

Prefira usar um azeite extravirgem. Não precisa de muito, apenas um fio generoso.

Erro mais cometido: virar a abóbora assada cedo

Depois que você colocou suas abóboras para assar, aguarde 20 minutos antes de virá-las. Se você virar antes disso elas vão grudar no tabuleiro e ficar “despedaçadas”. Tem que virar com cuidado usando uma espátula fina e delicada. O ideal é esperar sempre os 20 minutos e depois virar. Mas se você tentar virar e elas grudarem, espere mais alguns minutinhos e tente virar novamente.

Isso aconteceu comigo várias vezes com essa receita. Isso mesmo. Destruí abóboras lindas até aprender esse segredinho que eu te ensinei aqui. Agora estou tranquilo porque aprendi que tem que ter paciência antes de virar.

Qual abóbora posso usar nesta receita?

Qualquer uma. Use a que mais gosta. A única diferença é que cada tipo de abóbora tem um cozimento diferente e sabor ao ser assada.

Eu amo usar cabotiá porque ela fica bem doce e quando assada a casca fica bem macia também. Você pode usar abóbora moranga que também dá certo, mas ela solta mais água na hora de assar. Então talvez você precise assar por mais uns 10 minutinhos no forno.

Essa receita é sem glúten?

Sim. Essa receita é sem glúten e sem lactose, a não ser que você utilize temperos que tenham algum tipo de aditivo.

Você também pode fazer essa receita com uma couve-flor assada no lugar da abóbora, temperada com ervas. Ajuste apenas o tempo de forno dela.

O que servir com abóbora assada?

Sirva essa maravilhosa abóbora assada com uma carne assada ou até mesmo com frango grelhado, ou peixe. Uma vez eu servi com uma farofa de banana-da-terra e deu super certo também.

Você também pode fazer essa abóbora assada como prato principal e servir com uma saladinha de folhas, para um almoço saudável e cheio de saúde.

Preciso descascar a abóbora antes de assar?

Não. Não é necessário descascar a abóbora antes de assar. Depois de assada, a casca da cabotiá fica macia o suficiente para você comer sem problemas. Apenas lave bem a casca antes de fatiar.

Sempre deixo com casca porque eu gosto da textura e a Daiane ama também. Ela nem era fã de abóbora antes.

O que faço com o alho assado?

Pois é, meu amigo. O alho que ficou assando junto com sua abóbora ficará super cremoso e doce. Esprema o alho de dentro da casca e passe em seus pães ou misture ao seu arroz. Tem um cheiro e um gostinho maravilhosos. É um ligeirinho disfarçado.

Secas ou frescas? Qual deveria usar nas minhas ervas?

Eu usei frescas nesta receita, mas caso você só tenha ervas secas em mãos também fica deliciosa. Use apenas metade da quantidade de ervas frescas, pois quando são secas elas já vão bem concentradas no sabor.

Já fiz com frescas e secas. Super recomendo você comprar ervas frescas porque elas dão aquele cheirinho de que você está na Itália, na Toscana. Mas pode usar ervas secas também, se você está sem tempo.

E se der erro? Como contornar?

Se perceber que sua abóbora ficou muito mole, você ainda pode usar. Amasse com um garfo até ficar em um purê. Acrescente um fiozinho de azeite e uma pitadinha de noz-moscada. Está pronto. Usei como acompanhamento de outro prato e ninguém notou que era um plano B. Não contei pra Daiane.

Completa a experiência: um menu que casa perfeitamente com sua cocada branca

Depois de preparar essa delícia cremosa que é a cocada branca, que tal montar uma refeição completa que equilibre os sabores? Selecionamos opções que combinam demais, desde entradas leves até pratos principais que não competem com o doce, tudo pensando pra você repetir o prato sem culpa!

Para começar com o pé direito

Pão de queijo mineiro: Nada como um clássico mineiro pra abrir o apetite sem pesar. A gente aqui em casa sempre tem no freezer pra emergências gastronômicas.

Bolinho de chuva: Crocante por fora, fofinho por dentro e aquele toque de canela que já prepara o paladar pra sobremesa. Dai adora fazer versões mini pra servir como petisco.

Pasteizinhos de forno: Práticos, versáteis e sempre sucesso. A massa folhada combina com tudo, e você pode rechear do que tiver na geladeira.

Pratos que brilham (sem roubar a cena da sobremesa)

Frango xadrez: O equilíbrio perfeito entre doce e salgado, com aquele molho levemente adocicado que dialoga bem com a cocada que vem depois.

Lasanha de berinjela: Para quem quer algo mais leve mas ainda assim substancioso. A berinjela dá um toque especial que não sobrecarrega.

Escondidinho de carne seca: Um clássico nordestino que traz aquele conforto sem pesar demais, desde que você não exagere no tamanho da porção!

Dica bônus: Risoto de abóbora, o cremoso do risoto com o doce natural da abóbora cria uma transição suave para a sobremesa.

Bebidas: O melhor para seu jantar: bebidas que realçam o sabor

Suco de maracujá: O clássico brasileiro que corta a doçura na medida certa.

Água de coco: Refrescante e combina tematicamente com nossa estrela doce.

Chá mate gelado: O amarguinho controlado faz um contraste interessante.

Dica extra: Limonada suíça, a acidez ajuda a "resetar" o paladar entre uma garfada e outra de cocada.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit na sua casa como virou aqui na nossa, a Dai já decorou todas as opções de tanto que repetimos!

Descubra receitas que dialogam com esta

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Cravo e canela, o que acontece quando você deixa o doce respirar

Autor: Rtv Jaguaribe

Eu sempre achei que especiarias eram pra bolo. Até que um dia, na pressa, coloquei um cravo e uma pitada de canela na cocada. Não pensei que ia dar certo. Mas o aroma? Ficou como se a cozinha tivesse virado uma taberna antiga. O coco não perde o sabor. Ele ganha profundidade. A dica? Não misture no começo. Espere a calda engrossar, desligue o fogo, e só então acrescente. Se colocar no fogo, vira remédio. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

3º. Corte com 3 ingredientes, o que acontece quando você desiste de cozinhar

Autor: Isamara Amâncio

Essa é a que nunca falha quando o bolo já está na mesa, as crianças estão gritando, e eu ainda não preparei a sobremesa. Leite condensado, açúcar, coco. Mistura. Foge do fogo. Deixa esfriar. Corta. Simples. Mas o segredo? Use coco ralado grosso. Se for fino, vira massa. E se você usar açúcar refinado? Fica branco. Mas sem brilho. Como se tivesse medo de ser doce. Eu já fiz. Fiquei com vergonha. Mas o Titan… ele não se importou. Só lamber.

4º. Cremosa de colher, o que acontece quando você quer que o doce seja um abraço

Esta receita é a que sempre funciona quando não quero cortar. Não quero servir. Só quero sentar no sofá e comer com a colher. O segredo? Menos açúcar. Mais coco. E não deixe a calda engrossar tanto. Ela tem que ficar como um creme de leite quente. Ainda morno, é perfeita. E se você achar que ficou muito líquida? Coloque na geladeira por 10 minutos. Só isso. Não mais. Porque se esfriar demais, vira geléia. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

5º. Micro-ondas, o que acontece quando você desiste de acreditar que o tempo é seu inimigo

Eu não acreditava que dava pra fazer cocada no micro-ondas. Achei que era trapaça. Mas aí vi o vídeo. E entendi: não é trapaça. É inteligência. O segredo? Não use o máximo de potência. Use 50%. E mexa a cada 30 segundos. Se não, vira um tijolo. E se você colocar o coco antes da calda engrossar? Vira um bolo de coco. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

6º. Prestígio caseiro, o que acontece quando você quer que o doce tenha duas almas

Chocolate por cima da cocada? Parece exagero. Mas não é. É contraste. O coco é doce. O chocolate é amargo. E quando você mergulha a cocada no chocolate derretido… é como se o doce tivesse ganhado um casaco. A dica? Use chocolate com 70% de cacau. E não espere a cocada esfriar totalmente. Deixe ela ainda morna. Assim, o chocolate adere. Se não, vira uma camada solta. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

7º. Leite de coco, o que acontece quando você quer que o coco seja mais coco

Leite de coco não é substituto. É reforço. Quando você coloca na calda, o coco ralado não fica só com sabor. Fica com perfume. A dica? Use o leite de caixinha, não o de lata. O de lata é pesado. O de caixinha é leve. E se você quiser fazer o seu? Bata a polpa com água. Não coe. Deixe os pedaços. Porque isso aqui não é substituição. É encontro.

8º. Amendoim, o que acontece quando você quer que o doce tenha personalidade

Amendoim na cocada? Eu pensei que seria um erro. Mas aí provou. E aí entendi: não é crocância. É contraste. O coco é macio. O amendoim é duro. E quando você torra ele na frigideira, sem óleo… ele solta um cheiro que parece memória. A dica? Torre só o suficiente. Se queimar, vira amargo. E se você colocar antes da calda engrossar? Vira farinha. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

9º. Cremosa de maracujá, o que acontece quando você quer que o doce seja um verão em forma de colher

Maracujá na cocada? Parece traição. Mas não é. É equilíbrio. O coco é pesado. O maracujá é leve. E quando você usa a polpa, não o suco concentrado, ele não afoga. Ele acorda. A dica? Não cozinhe a polpa. Só misture no final. Se aquecer, perde o ácido. E se você achar que ficou muito azedo? Aí é porque você não usou coco suficiente. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim.

10º. Cremosa com especiarias, o que acontece quando você quer que o doce pareça um abraço de avó

Caninha, cravo, noz-moscada… eu pensei que era pra bolo de Natal. Mas aí provou. E aí entendi: não é festa. É memória. É cheiro de casa velha, de fogão a lenha, de domingo sem pressa. A dica? Use uma pitada de cada. Se exagerar, vira remédio. Se desejar que fique mais perfumado? Deixe a mistura repousar por 30 minutos antes de colocar na forma. Ainda assim, recomendo. Para dias que não dão conta de nada, mas ainda querem doce.

11º. Suco de laranja, o que acontece quando você quer que o doce tenha perfume

Laranja na cocada? Eu pensei que ia ser um erro. Mas aí vi o vídeo. E entendi: não é sabor. É aroma. As raspas. O óleo da casca. É isso que dá o brilho. O suco? Só se for concentrado. E se você colocar fresco? Vira líquido. Ainda assim, recomendo. Para dias que não dão conta de nada, mas ainda querem doce.

12º. Corte com suco em pó, o que acontece quando você quer que o doce seja uma brincadeira

Suco em pó na cocada? Parece coisa de criança. Mas não é. É cor. É diversão. E se você usar o de uva? Fica roxa. Se usar o de morango? Fica vermelha. A dica? Misture o pó depois que a calda estiver quase pronta. Se colocar no começo, vira doce de plástico. Eu já fiz. Fiquei com medo de jogar fora. Mas o cheiro... era tão bom que comi mesmo assim. E o Titan? Ele ficou olhando. Como se soubesse que aquilo era um presente.

13º. De maracujá com água, o que acontece quando você quer que o doce seja um suspiro

É a minha escolha quando quero que o doce não ocupe espaço. A água não é diluição. É leveza. O maracujá não é ácido. É memória. E quando você esfarela? É como se o verão tivesse virado farofa. Ainda assim, recomendo. Para dias que não dão conta de nada, mas ainda querem doce.

Então, qual vai ser a primeira a ser testada? Não precisa escolher só uma. A gente não vive de escolhas certas, vive de experimentos. Se matar a curiosidade em alguma, me conta nos comentários, especialmente se o Titan tentou lamber a forma. Eu quero saber.

Última modificação em Quinta, 29 Outubro 2026 21:30

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

Rafael Gonçalves é um cozinheiro de mão cheia. Fã incondicional de receitas caseiras, testadas na prática e cheias de história.

Tem anos transformando a cozinha de casa em laboratório de sabores. Estuda técnicas de churrasco, confeitaria, cozinha brasileira, italiana, francesa e outras para criar receitas simples, confiáveis e bem explicadas. No Sabor na Mesa ele compartilha pratos que realmente prepara em casa: testados e adaptados para o dia a dia das famílias brasileiras.

Casado com Daiane há mais de uma década, Rafael sempre acreditou que cozinhar é uma maneira de juntar pessoas, comemorar momentos especiais e criar memórias em volta da mesa. Suas receitas buscam combinar experiência prática, pesquisa culinária e uma linguagem clara e objetiva com o propósito de levar o maior número de pessoas a cozinhar melhor em casa.

Comentários  

+3 Rafael
Ficou excenete essa receita, demais
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0 Rafael
é mesmo, ficou ótimo isso
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