Suco de Couve Com Laranja para Desintoxicar o Organismo

Veja de que forma esse suco simples poderá desintoxicar o seu corpo e prevenir anemia.
Suco de Couve Com Laranja para Desintoxicar o Organismo
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Você já bebeu algo que parecia uma obrigação… e virou vício? Não por ser bom pra saúde. Mas porque, de alguma forma, te fez esquecer que era pra ser difícil.

Fiz esse suco uma manhã que acordei com a cabeça pesada e a geladeira cheia de verduras que ninguém queria. Couve, laranja, gengibre… tudo que parecia “bom pra você”. Nada de desintoxicar. Nada de anemia. Só queria não desperdiçar.

Quando bati, o cheiro subiu como se alguém tivesse aberto uma janela na horta. A cor era verde, mas não de vegetal. Era de vida. O gengibre dava um pique, a laranja equilibrava sem fingir, e a couve? Não sumiu. Não se escondeu. Só ficou ali, presente. Como um abraço silencioso.

Se você acha que suco de couve é só pra quem faz dieta, talvez nunca tenha provado com coragem. Tenta. E me diz: já bebeu algo que parecia uma obrigação… e virou seu novo favorito?

receita de suco de couve com laranja e rodelas de gengibre fresco: Saiba como fazer

Rendimento
2 porções
Preparação
15 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

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Tudo isso sai por menos de R$5, e a couve que estava quase no lixo virou esse suco. Não jogue fora nada que ainda tem cor. Às vezes é justamente o que a gente menos quer beber que mais nos surpreende.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 200ml (1 copo)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 95 kcal 5%
Carboidratos Totais 22.5g 8%
   Fibra Dietética 2.8g 11%
   Açúcares 16.2g 32%
Proteínas 2.1g 4%
Gorduras Totais 0.4g 1%
   Saturadas 0.1g 0%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 12mg 1%
Potássio 380mg 8%
Cálcio 85mg 9%
Ferro 0.8mg 4%
Vitamina C 70mg 78%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Baixa Caloria: Ideal para controle de peso
  • Vegano: 100% vegetal
  • Sem Glúten: Naturalmente sem glúten
  • Detox: Auxilia na limpeza do organismo
  • Rico em Vitamina C: Fortalece a imunidade

Alertas & Alérgenos

  • Atenção ao açúcar natural – Principalmente para diabéticos
  • Insight: Beber sem coar preserva as fibras que dão saciedade
  • Gengibre pode causar azia em pessoas sensíveis

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Passe as folhas de couve em água corrente, só pra tirar a poeira. Não esfregue, não lave como se fosse roupa.
  2. Rasgue as folhas de couve com as mãos, não use faca. O corte deixa um cheiro mais forte, e eu quero suave.
  3. Descasque as laranjas e coloque os gomos no liquidificador, junto com a casca. A casca é que dá o equilíbrio.
  4. Adicione a rodela de gengibre, não precisa picar, só cortar em fatias finas. Se for muito grosso, o suco vira um remédio.
  5. Coloque a água e bata por dois minutos. Não mais. Se bater demais, a couve perde a leveza e fica amarga.
  6. Se quiser, adicione o gelo e bata por mais 15 segundos. Só pra esfriar, não pra derreter.
  7. Sirva sem coar. A fibra não é inimiga, é parte do sabor. Se você coar, perde o que faz esse suco ser diferente.

Eu não bebia isso antes. Achava que suco de couve era coisa de quem queria “limpar o corpo”. Mas uma manhã, sem vontade de comer nada, bati sem pensar. E descobri que o sabor não é de obrigação. É de coragem. É de aceitar o que a gente evita, e descobrir que ele tem algo que a gente precisava.

Daiane provou, fez uma careta e depois bebeu tudo. Disse que parecia “um abraço que você não esperava”. Não respondi. Só sorri. Se você tentar, me conta: já bebeu algo que parecia uma obrigação… e virou seu novo favorito? Escreve aí. Quero saber se foi só eu, ou se tem mais alguém que descobriu que o sabor mais verdadeiro às vezes vem daquilo que a gente evita.

Quanto custa em calorias?

Um copo de 200ml desse suco verde tem cerca de 95 kcal, conforme detalhado na tabela nutricional completa abaixo da sessão de ingredientes. A couve quase não soma calorias, mas traz fibras pra dar sustança. O gengibre? Quase zero, mas é o tempero da vida!

Hack da preguiça (eu uso sempre)

Descascar laranja dá trabalho? Pega a faca e corta as duas pontas, depois faz um corte lateral e abre como se fosse um "livro". Pronto: os gomos saem facílimo! A Daiane me ensinou isso quando eu tava quase desistindo de fazer suco.

Se faltar ingrediente...

• Sem couve? Espinafre baby ou agrião dão um toque diferente
• Gengibre acabou? Raspas de limão siciliano salvam
• Água mineral pode virar água de coco pra mais doçura natural
• Laranja muito ácida? Tenta mexerica ou bergamota

3 erros que já cometi (pra você não repetir)

1. Bater demais: vira espuma amarga. 30 segundos no liquidificador já basta.
2. Gengibre em excesso: uma rodela fininha é suficiente, senão arde igual pimenta.
3. Couve mal lavada: terra no suco é o pior tempero. Lava folha por folha!

Modo "fitness", "detox" e outros nomes bonitos

Low carb: troca a laranja por meio maracujá (só a polpa)
Proteico: bota uma colher de whey ou proteína vegetal depois de pronto
Sem açúcar: adiciona 2 gotas de adoçante líquido stevia
Antioxidante turbo: joga 5 mirtilos junto (fica roxo, mas é poder puro)

Guarda ou bebe logo?

Esse suco é fresquinho: no máximo 12h na geladeira (em pote fechado). Depois disso, a couve oxida e fica com gosto de "tristeza". Se quiser preparar antes, deixa tudo picado separado e só bate na hora.

Quer dar uma variada?

Versão "spa": acrescenta 1/2 pepino japonês (fica mega refrescante)
Versão "acorda": coloca 1/2 xícara de café gelado (sim, funciona!)
Versão "doce pecado": bate com 1/2 banana congelada (textura de milkshake)

O segredo do gengibre

Tem gente que odeia pedacinhos flutuando. Solução? Rala o gengibre num ralador bem fino (aqueles de fazer nhoque) antes de bater. Ou usa só o suco - espreme a rodela com um alho espremedor. Genius!

O que tomar junto?

• Café da manhã: torrada integral com pasta de amendoim
• Lanche pós-treino: mix de castanhas
• Brunch: omelete de espinafre (combina surpreendentemente bem)
Não recomendo: tomar com pão de queijo. Já tentei. Não foi bom.

Modo "conta no vermelho"

• Usa laranja-pera (geralmente mais barata que bahia ou lima)
• Compra couve em feira (custa metade do preço do supermercado)
• Gengibre dura meses na geladeira - pega um pedaço grande e vai usando aos poucos
• Água filtrada pode ser da torneira mesmo, se tiver filtro em casa

Usos alternativos que ninguém conta

1. Máscara facial: o suco (sem gengibre!) pode ser usado como tônico natural pra pele oleosa. Testa no pulso antes!
2. Desodorante de geladeira: um pote aberto desse suco anula cheiro de comida forte. Ciência ou magia? Não sei, mas funciona.

De onde veio essa mistura?

Apesar de parecer "modinha", sucos verdes já eram usados na medicina ayurvédica há séculos. A combinação couve+laranja+gingibre especificamente? Provavelmente inventada por algum paulista desesperado pra sobreviver ao calor de 40°C. Eu, por exemplo, descobri essa receita numa barraquinha da Augusta em 2015 e nunca mais parei de fazer.

Perguntas que sempre me fazem

"Pode congelar?" Pode, mas fica meio esquisito. Melhor fazer fresco.
"Por que não coar?" As fibras da couve são o que dão saciedade!
"Bebeu e passou mal?" Gengibre em excesso pode irritar o estômago - começa com meia rodela.

Pra botar pra tocar enquanto prepara

• "Fresh" (Kool & The Gang)
• "Laranja" (Emicida)
• Qualquer reggae (combina com a vibe saudável)
Evite: heavy metal. Já testei e o suco fica com gosto de raiva.

Sabia que...

• A couve tem mais cálcio que leite (por peso)? Mas nosso corpo absorve menos.
• O gengibre ativa termorreceptores - por isso dá aquela sensação de "ardido".
• Laranjas brasileiras são mais doces porque nosso sol faz mágica!
Bonus: na Índia, esse mix é considerado remédio pra ressaca. Bora testar?

O que mais combina com esse sabor?

• Cheiro: hortelã fresca esfregada nas mãos
• Toque: copo gelado com aquela geada por fora
• Som: gelo batendo no liquidificador (musiquinha de cozinha)
• Vista: canudo de metal ou copo de vidro transparente pra ver as cores

Confissões de quem já errou feio

Uma vez usei couve roxa pra impressionar visita. Ficou um suco marrom que parecia lama. A Daiane riu até chorar e a visita fingiu que gostou. Moral da história: couve manteiga é insubstituível!

Agora que você já conhece esta forma de preparar, descubra outras ótimas variações.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Acrescentando pedaços de beterraba

Autor: Canal Live saudável

Se você já tentou suco de couve e saiu correndo da cozinha, essa é a versão que pode te salvar. A beterraba não esconde o gosto da couve, ela o transforma. O vermelho da raiz dá cor, o doce equilibra o amargo, e o mais importante: a textura fica mais densa, quase como um smoothie. Já usei beterraba murcha, sim, aquela que tá quase virando terra, e funcionou. A única regra? Não coe. A fibra é o que faz o suco ser útil, não só bonito. E se quiser ir além, experimente com uma pitada de pimenta-do-reino. Não é um exagero. A pimenta ajuda a ativar a absorção dos nutrientes da beterraba. Acho que é isso que faz a gente sentir que o corpo está realmente sendo cuidado.

Se tiver dúvida sobre como escolher a beterraba, lembre: a casca deve estar firme, sem amolecimento. E se sobrar, guarde no congelador em pedaços, fica ótimo pra usar no dia seguinte.

3º. Adicionando fatias de maçã

Autor: Culinária caseira com Marisa

Essa é a versão que eu faço quando o Titan fica de olho no copo. Não porque ele quer beber, ele quer o gosto da maçã. E aí, como não vou deixar ele lamber a borda, acabo colocando uma fatia. Resultado? O suco fica mais suave, mais naturalmente doce, e a saciedade dura mais. Mas atenção: não use maçã verde. Ela deixa o suco ácido demais, e aí você volta pra versão “obrigação”. Prefira fuji, gala, ou até aquela que tá com uma manchinha preta. Aí é a certeza de que está madura. E se você quer que o suco fique mais espesso, deixe a maçã na geladeira por 30 minutos antes de bater. Não sei se é ciência, mas funciona.

Se quiser uma versão ainda mais prática, bata com a casca, desde que seja orgânica. A casca tem mais fibra, e a gente precisa disso.

4º. Usando rodelas de cenoura

Essa combinação é a que eu uso quando o dia começa pesado e a cabeça não quer acordar. A cenoura traz um doce que não engana, não é açúcar, é terra, é sol, é natural. E o melhor: ela não esconde a couve, ela a acolhe. O segredo? Use a cenoura crua, sem cozinhar, e corte em rodelas finas. Se for grossa, o suco fica granulado. E se você tem preguiça de descascar, use a casca. A cor fica mais laranja, o sabor mais intenso. Já tentei com cenoura cozida, não vale a pena. O calor tira o brilho. A cenoura crua é o que faz o suco parecer vivo.

Se quiser aumentar o efeito anti-inflamatório, adicione um pouco de gengibre ralado. Só um pedacinho. Mas se você já tem o suco com gengibre, talvez não precise.

5º. Adicionando suco de limão

Limão e laranja juntos? Acho que é o erro mais comum que as pessoas cometem. Não que seja errado, mas é desnecessário. O limão é mais ácido, mais seco, e ele não quer ser amigo da laranja nesse suco. Ele quer ser o contrapeso. Então, se for usar limão, use só o suco de meio, no final, depois de bater tudo. E não misture no liquidificador. Espere. Aí, despeje. O sabor fica mais limpo, mais claro. E a vitamina C? Ela não precisa de companhia para funcionar. Só precisa de frescor. E se você tem medo do gosto amargo, use limão siciliano. É menos ácido, mais redondo. Acho que é o que eu uso agora. Não lembro se foi por acaso ou por experiência, mas funciona.

Se quiser um toque de brilho, pingue uma gota de óleo de coco no copo antes de beber. Não é comida, mas ajuda o corpo a absorver os nutrientes.

6º. Com folhas de ora-pro-nóbis

A ora-pro-nóbis é aquela planta que a gente vê no mercado da esquina e pensa: “isso é comida?”. Mas é. E é rica em proteína, sim. Mas o que me conquistou foi o sabor. Ela não tem gosto de grama. Tem gosto de terra limpa. E quando você coloca junto com a couve, ela não sobrecarrega, ela complementa. A textura fica mais suave, quase como se a couve tivesse encontrado um aliado. Já tentei com folhas secas, não vale. Tem que ser fresca. E se você não encontrar, não se preocupe. Mas se encontrar, experimente. É um daqueles ingredientes que você não sabia que precisava… até que provou.

Dica: lave bem. Ela tem uma textura que pega sujeira. E se for usar em jejum, não exagere, uma folha já é o suficiente.

7º. Usando salsa

Eu sempre achei que salsa era só para enfeitar. Até que um dia, numa manhã de ressaca, bati um suco com ela por acaso. E descobri que ela não é só um tempero, é um limpador. A salsa tem um sabor que limpa a boca, que desativa o gosto residual da couve, e ainda ajuda a equilibrar o sal. Mas atenção: use só as folhas. Os talos são duros, e dão um gosto metálico. E se você quiser um efeito mais forte, use os talos da própria couve, eles têm mais fibra. A salsa é o que eu coloco quando quero que o suco pareça que não é suco. Só um cheiro de horta. E um sabor de limpeza.

Se tiver dúvida, experimente: bata com uma folha de salsa, depois com duas. A diferença é sutil, mas real. E se você não sentir nada, talvez seja porque você não está bebendo devagar.

8º. Adicionando pedaços de abacaxi

Se você quer que o suco seja aceito por crianças, ou por adultos que ainda não se renderam à couve, o abacaxi é o seu melhor amigo. Mas não use só a polpa. Use a casca. Sim, a casca. Lave bem, tire os olhos, e bata com tudo. O abacaxi tem uma enzima chamada bromelina, que ajuda a digerir e a desinchar. E a casca? Ela tem mais fibra e mais sabor. Não é um truque de marketing. É o que eu faço. E o suco fica mais doce, mais refrescante, e quase não parece que tem couve. A primeira vez que fiz, minha esposa me olhou e disse: “isso não é suco de couve, é um cocktail”. E eu respondi: “exatamente”. O que importa é que ela bebeu.

Se não quiser usar casca, use o miolo. Mas se quiser um toque de surpresa, bata com um pedacinho de gengibre. Só um.

9º. Acrescentando folhas de hortelã

Hortelã aqui não é para deixar o suco “mais gostoso”. É para deixar ele mais limpo. O cheiro da hortelã limpa o paladar antes mesmo de você beber. E quando você toma, parece que a boca respira. É como se a couve tivesse sido abraçada por um vento fresco. Eu uso só quatro folhas. Mais do que isso, e o suco vira mentol. Menos, e você não sente. E se você tiver uma planta em casa, colha de manhã. As folhas têm mais óleos essenciais. Já tentei com hortelã seca, não vale. É como tentar fazer café com café solúvel. O aroma some. O sabor, não.

E se quiser uma versão mais intensa, esmague as folhas na mão antes de colocar no liquidificador. Libera o aroma. E o sabor.

10º. Usando banana bem maduras

Essa é a escolha eu faço quando o dia está corrido e eu não tenho tempo pra pensar. A banana madura transforma o suco em algo mais parecido com um café da manhã que você quer, e não com um remédio. O sabor da banana esconde a couve, mas não a elimina. Ela a envolve. E o mais importante: ela não adiciona açúcar. Ela adiciona doçura natural. Mas atenção: só use banana com manchas pretas. Se estiver amarela, não vale. Aí ela não amadureceu o suficiente. E se você quiser que o suco fique mais cremoso, congele a banana antes. A textura fica como um milk-shake. Já tentei com banana verde, não. Foi um erro. O suco ficou ácido e pesado. A banana precisa estar pronta. Assim como a gente.

Se quiser um toque de proteína, adicione uma colher de semente de chia. Só uma. Ela não muda o sabor. Só a sensação.

11º. Acrescentando pedaços de berinjela

Berinjela no suco? Parece loucura. Mas é a versão que eu testei quando não tinha mais nada na geladeira. E surpreendeu. A berinjela não muda o sabor, ela muda a textura. Torna o suco mais encorpado, mais sedoso. E o melhor: ela não tem gosto. Ela é um suporte. A cor fica mais escura, e o suco parece mais sério. Mas não é. É só mais completo. Eu uso apenas um pedaço pequeno, sem casca. Se usar casca, o sabor fica amargo. E se você quer que ele funcione como um laxante suave, bata com um pouco de água. Mas não exagere. Um pedaço já é o suficiente. E se você não acredita, experimente. Só não espere que ele fique doce. Ele não é. Ele é só… mais.

Se quiser, adicione uma folha de hortelã depois. Para equilibrar. Porque a berinjela precisa de um amigo.

12º. Com polpa de maracujá

Maracujá aqui não é para disfarçar. É para acalmar. O suco de couve tem um sabor que pode ser intenso. E o maracujá? Ele não esconde. Ele acolhe. A acidez dele é diferente da laranja. É mais profunda, mais tranquila. E a polpa? Ela traz fibras, e as sementes? Elas dão textura. Já tentei sem semente, o suco ficou vazio. Com semente, ele ficou completo. E se você toma esse suco à noite, ele ajuda. Não é um calmante. É uma pausa. Um momento em que você para. E bebe. E respira. E não pensa em nada. Só em saber que está cuidando de si. E se quiser, use polpa congelada. Mas não adicione açúcar. A própria polpa já é doce o suficiente.

Se quiser um toque extra, adicione uma pitada de canela. Só uma. Ela não muda o sabor. Só o sentimento.

13º. Usando fatias de mamão e ameixa seca

Essa é a versão que eu faço na segunda-feira. Depois do fim de semana. Quando o corpo pede uma limpeza, mas a alma não quer sofrer. O mamão é doce, suave, e a ameixa seca? Ela é o segredo. Ela não é só um adoçante. Ela é um impulso. Uma força suave que faz o intestino se mover. E o mais incrível? Ela não muda o sabor do suco. Ela só o completa. Eu uso duas ameixas. Não mais. Se usar mais, o suco fica pesado. E se quiser, deixe a ameixa de molho por 10 minutos antes. Ela solta mais suco. E se você não tiver ameixa seca, não se preocupe. Mas se tiver, experimente. É como se a natureza tivesse feito um acordo: “você bebe, eu te ajudo”.

Se quiser, bata com um pouquinho de água morna. A ameixa dissolve melhor. E o suco fica mais suave.

14º. Adicionando acerola fresca

A acerola é a que eu uso quando quero que o suco pareça um presente. Ela não é só vitamina C. Ela é cor. Ela é brilho. Ela é um toque de alegria. A acerola não esconde a couve, ela a ilumina. E o sabor? É ácido, mas não agressivo. É doce, mas não falso. E se você usar a fruta inteira, casca, semente e tudo, o suco fica mais completo. A casca tem mais fibra. A semente tem mais antioxidantes. E se você não acha que vale a pena, experimente. Só uma vez. E se você não sentir diferença, talvez seja porque você não está bebendo com atenção. Não com pressa. Mas com calma. Como se estivesse agradecendo.

Se quiser, guarde as sementes e use como adubo. Nada se perde. Nada é desperdício.

E aí, qual dessas você vai tentar hoje? Cada uma tem seu jeito de curar, nem todas são para todos. Mas todas são para alguém. Se alguma for para o seu fogão, me conta aqui nos comentários. Quero saber qual delas virou seu novo favorito. Ou qual você achou que era um erro… e virou vício.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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