Zabaione: O Segredo Cremoso que Vai Conquistar Você

A clássica sobremesa Italiana é requintada e fácil de preparar. Dos chiques restaurantes italianos diretamente para a sua casa.
Zabaione: O Segredo Cremoso que Vai Conquistar Você
Avalie este item
(18 votos)

Você já tentou fazer um zabaione e acabou com um ovo mexido no lugar de um creme? Eu já. Várias vezes.

Esse creme italiano não é só açúcar, gema e vinho. É equilíbrio. Um toque de calor suave, batida constante, e paciência que não vem com receita. O Marsala precisa evaporar sem queimar, as gemas precisam cozinhar sem virar granulado. Não é mágica. É técnica. E eu aprendi isso na mão, com o fogão errando e a cozinha cheia de cheiro de queimado.

Quando acerta, o zabaione é outra coisa. Liso como seda, com o sabor doce e levemente alcoólico que não invade, só envolve. É o tipo de sobremesa que faz você parar de falar e só sentir. Nada de frutas por cima, nada de hortelã. O creme já é o show.

Se você já desistiu por achar que era difícil, dá uma chance. A receita abaixo é a que uso desde que aprendi a não correr. Não tem segredo. Só atenção. E se der certo, me conta nos comentários, ou se queimou de novo, também conta. Todo mundo já fez isso.

Receita de Zabaione Tradicional: Saiba Como Fazer

Rendimento
3 porções
Preparação
30 min
Dificuldade
Médio

Ingredientes

0 de 4 marcados

Só quatro ingredientes, mas cada um precisa estar no lugar certo. Gastei R$18 só no Marsala, e valeu cada centavo. Já usei vinho do Porto uma vez. Ficou bom, mas não era zabaione. Era outra coisa.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 100g (1/3 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 205 kcal 10%
Carboidratos Totais 18.5g 6%
   Açúcares 17.8g 36%
Proteínas 4.2g 8%
Gorduras Totais 10.3g 19%
   Saturadas 3.5g 18%
   Trans 0g 0%
Colesterol 310mg 103%
Sódio 35mg 2%
Potássio 45mg 1%
Cálcio 25mg 2%
Ferro 0.8mg 4%
Vitamina A 140µg 23%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Sem carne animal
  • Gluten-Free: Sem glúten naturalmente
  • Rico em Vitaminas: Alta vitamina A das gemas
  • Energia Rápida: Carboidratos de absorção rápida

Alertas & Alérgenos

  • Contém ovos – Alérgeno comum
  • Alto teor de açúcar – Diabéticos devem evitar
  • Alto colesterol – Consumir com moderação
  • Insight: Rico em vitamina A para saúde ocular; versão gelada reduz sabor alcoólico

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Prepare o xarope de vinho:

  1. Em uma frigideira pequena, coloque a outra metade do açúcar, a que não vai com as gemas, e o vinho Marsala. Leve ao fogo baixo e deixe dissolver sem mexer. Apenas espere.
  2. Quando começar a ferver, aumente ligeiramente o fogo e deixe ferver por 30 segundos. Não mexa. Apenas observe. O álcool vai evaporar, e o cheiro muda, de vinho para algo mais doce, mais quente.
  3. Apague o fogo. Não deixe ferver demais. Se queimar, o sabor fica amargo, e você vai ter que começar de novo. Já fiz isso. Fiquei com medo de tentar de novo por uma semana.

Bata as gemas e incorpore:

  1. Enquanto o vinho esfria, coloque as gemas e a outra metade do açúcar em um bowl. Bata com um fouet, não com batedeira, até ficar clara e esbranquiçada. Não precisa de espuma, só de brilho.
  2. Despeje o vinho quente, mas não quente demais, aos poucos sobre as gemas, batendo sempre. Se for muito quente, as gemas cozinham e vira omelete. A gente já viu isso.
  3. Continue batendo até a mistura esfriar um pouco. A textura precisa ficar cremosa, mas ainda líquida. Não pare de mexer.

Banho-maria e finalização:

  1. Coloque o bowl sobre uma panela com água quente, não fervendo. A água precisa estar em torno de 70°C. Se ferver, o creme vira grumos.
  2. Mexa sem parar, com movimentos suaves, como se estivesse desenhando círculos no fundo do bowl. Não pare. Se parar, o fundo queima.
  3. Continue por 8 a 10 minutos. O creme vai engrossar devagar. Quando você levantar o fouet e a mistura escorrer em uma fita contínua, está pronto.
  4. Retire do banho-maria e coloque o bowl dentro de outro com gelo. Continue mexendo por mais 2 minutos. Isso para o cozimento e mantém a cremosidade.
  5. Deixe esfriar até a temperatura ambiente. Não coloque na geladeira. Se esfriar demais, perde a textura.
  6. Transfira para taças pequenas. Não encha até a borda, deixe espaço para o aroma subir.
  7. Se quiser, polvilhe uma pitada de canela ralada na hora. Só uma. Se for mais, você vai sentir o cheiro antes do sabor.
  8. Sirva morno, ou no máximo morno. Se estiver gelado, o sabor some. Se estiver quente demais, o álcool queima a língua.

Esse zabaione não é para quem quer sair rápido da cozinha. É para quem quer sentar, ouvir o som da colher no bowl, e esperar. Eu já fiz de tudo errado: fogo alto, vinho ruim, batedeira, geladeira. Só quando parei de correr, aprendi. Daiane não fala nada quando eu faço. Só puxa a cadeira, pega a colher, e come em silêncio. Depois, sempre pede mais uma colher.

Se você tentou e virou ovo mexido, não se desanime. Todos já fizeram. O segredo não é a receita. É o tempo. A paciência. O fogo baixo. A mão que não para. Me conta nos comentários: qual foi a sua primeira vez? E o que você aprendeu com o erro?

Calorias? Bora fazer as contas (sem neuras!)

Cada porção dessa zabaione tradicional tem cerca de 205 kcal, conforme nossa tabela nutricional completa. A maior parte vem das gemas e do açúcar - mas relaxa, é sobremesa, né? Pra equilibrar, eu sempre sirvo com frutas frescas. A Daiane adora com morangos!

Quanto tempo dura? Spoiler: nem vai sobrar

Na geladeira, dura 2 dias no máximo (mas perde um pouco a textura). Eu prefiro fazer na hora - até porque a Daiane já roubou minha porção duas vezes quando deixei guardado. Sério, esconde bem!

Sem Marsala? Sem crise!

O vinho Marsala é o tradicional, mas se não tiver:

  • Vinho branco doce + 1/2 colher de chá de extrato de baunilha
  • Rum escuro (reduza pela metade a quantidade)
  • Até café expresso forte funciona (mas aí vira outra receita)

Já testei com cachaça envelhecida uma vez - ficou surpreendente, mas não conta pros italianos!

3 erros que quase estragaram meu zabaione

1. Banho-maria muito quente: vira omelete doce. Fogo baixo e paciência!
2. Bater pouco: fica aguado. Bate até o braço cansar (ou use batedeira).
3. Flambe errado: se o álcool não evaporar, fica com gosto forte. Dica: quando as chamas apagarem, já era!

Hack de mestre: o truque do congelador

Esqueceu de esfriar o bowl antes? Coloca direto no congelador por 5 minutinhos (não mais!), mexendo a cada minuto. Já salvei um jantar de última hora assim quando a Daiane avisou que traria visitas!

Para todo mundo provar

Sem álcool: suco de uva integral reduzido em fogo baixo até ficar xarope
Low carb: eritritol no lugar do açúcar (mas não flamba tão bem)
Vegano: difícil, mas já vi versões com aquafaba e leite de coco - fica bem diferente, mas interessante

O ponto do "não virar ovo mexido"

O segredo tá no banho-maria: a água NÃO pode ferver, só ficar bem quentinha. Se começar a formar grumos, tira imediatamente do fogo e bate freneticamente. Juro que já salvei um assim - a Daiane nem percebeu o desespero!

Combinações que elevam o jogo

- Biscoito amaretti esfarelado por cima (crocância divina)
- Frutas vermelhas frescas (o ácido corta o doce)
- Shortbread caseiro (pra mergulhar que nem fondue)
- Café espresso forte (pra quem é do time "doce com café")

Modo chef Michelin

Raspa de limão siciliano na hora de servir + flor de sal. Parece simples, mas o contraste salgado/ácido faz milagres. A primeira vez que fiz assim, a Daiane pensou que eu tinha comprado em padaria chique!

Zabaione, mas make it different

Chocolate: adicione 1 colher de cacau em pó 100% junto com o açúcar
Tropical: substitua 1 colher de Marsala por leite de coco e adicione raspas de limão
Festivo: no Natal, uso vinho do porto e noz-moscada no lugar da canela

SOS: salvando o zabaione desastre

Virou ovo mexido? Coe numa peneira fina e bata de novo com 1 gema fresca. Ficou aguado? Volta pro banho-maria e adiciona 1/2 colher de amido de milho dissolvido em água fria. Já usei os dois truques numa mesma receita - vergonhoso, mas funcionou!

O que mais combina com esse sabor?

Experimenta servir com pão de mel esquentado ou sobre waffles recém-saídos da máquina. Se for ousar mesmo, faz uma versão salgada (sim, existe!) com vinho branco seco e serve com aspargos grelhados. Mudou meu conceito de brunch!

De onde veio essa delícia?

O zabaione nasceu no século XVI no Piemonte, Itália - dizem que foi criado para um santo franciscano doente. O Marsala entrou na receita só no século XVIII, quando os ingleses descobriram o vinho siciliano. Curioso: originalmente levava pimenta em vez de canela!

2 fatos que ninguém te conta

1. Na Sicília, tem gente que coloca uma folha de louro durante o flambê - dá um perfume inexplicável!
2. Os chefs antigos testavam o ponto jogando uma colher contra a parede - se escorresse devagar, estava pronto. Hoje em dia não recomendo (a Daiane mataria se sujasse a parede assim).

Perguntas que sempre me fazem

Pode congelar? Pode, mas fica granuloso - melhor consumir fresco.
Por que meu zabaione não fica fofo? Provavelmente bateu pouco ou o fogo estava alto demais.
Posso usar claras? Tradicionalmente não, mas pode fazer uma versão mais leve com 1 clara batida em neve incorporada no final.

Modo economia (sem perder o glamour)

Substitua o Marsala por vinho branco comum + 1 colher de mel. E não jogue fora as claras! Faz merengue, omelete ou até adiciona na massa de pão. Uma vez fiz macarons com as claras sobras - a Daiane achou que eu tinha comprado na França!

O que fazer enquanto espera esfriar?

Lava as panelas (sim, eu sei que é chato), prepara as taças ou tira aquela foto Instagramável. Se tiver com pressa, coloca o bowl em cima de uma marmita gelada - funciona quase tão bem quanto o gelo!

Confissões de um cozinheiro desastrado

Já flambei tanto que quase queimei o exaustor. Já bati tanto que o creme virou manteiga. E uma vez esqueci o açúcar - resultado: uma sobremesa alcoólica que deixou a Daiane meio... alegre. Moral da história? Até os erros podem ser deliciosos!

E aí, já fez seu zabaione? Conta nos comentários como ficou - ou quais suas adaptações malucas! Se tiver dúvidas, é só perguntar. E se quiser ver minhas aventuras culinárias (incluindo os fracassos épicos), dá uma olhada no @sabornamesaoficial. Bora bater (literalmente) essa receita!

Completa a experiência: um menu que casa perfeitamente com seu zabaione

Depois de preparar aquele zabaione cremoso e irresistível, que tal montar uma refeição completa que harmonize com essa sobremesa clássica? Selecionamos opções que vão desde entradas leves até pratos principais que não competem com o destaque do final doce. Aqui em casa, adoramos essas combinações - a Daiane sempre pede para repetirmos o menu todo!

Para começar com o pé direito

Bruschetta de tomate seco: Crocante por fora e macia por dentro, prepara o paladar sem roubar a cena da sobremesa.

Mini quiches de espinafre: Leves e sofisticadas, essas pequenas delícias são perfeitas para abrir o apetite.

Canapés de ricota com mel: Um toque adocicado que já dá uma prévia do que vem depois na sobremesa.

Dica bônus: Palitinhos de legumes com hummus caseiro - crocância e cremosidade numa combinação infalível.

Prato principal: sustento sem peso

Filé mignon ao molho de mostarda: Sofisticado mas simples de fazer, deixa aquele gostinho que pede por um final doce.

Risoto de funghi secchi: Cremoso como o zabaione, cria uma experiência de texturas complementares.

Peixe grelhado com ervas finas: Leve e saboroso, não sobrecarrega o paladar antes da sobremesa estrela.

Plus: Frango assado com limão siciliano - aqui em casa é sempre sucesso, principalmente nos domingos em família.

Acompanhamentos que fazem a ponte

Legumes grelhados no azeite: Simples mas cheio de sabor, combina com tudo e deixa espaço para o zabaione.

Purê de batata-doce: Um docinho natural que já prepara o paladar para a sobremesa.

Arroz branco soltinho: Clássico que nunca falha, principalmente quando o prato principal já tem sabores marcantes.

Dica nossa: Aspargos salteados na manteiga - a Daiane adora e sempre pede quando fazemos menus mais elaborados.

Bebidas que deixam sua refeição mais especial

Chá gelado de pêssego: Refrescante e levemente adocicado, perfeito para acompanhar sem interferir nos sabores.

Água aromatizada com limão siciliano e alecrim: Desintoxica o paladar entre as garfadas e prepara para o zabaione.

Suco de uva integral: Doce natural que conversa bem com a sobremesa sem competir com ela.

Extra: Café espresso - depois do zabaione, é o fechamento perfeito para a refeição (aqui em casa tomamos sempre, mesmo sem bebidas alcoólicas).

E aí, curtiram essas sugestões? Aqui em casa esse menu já virou tradição quando preparamos o zabaione. Conta pra gente nos comentários se testaram alguma combinação ou se têm suas próprias versões preferidas!

Agora que você já pegou o jeito do zabaione básico, que tal explorar algumas variações incríveis?

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Marsala: o clássico que nunca falha

Autor: Metrópoles

O marsala é daqueles vinhos que parece que foi feito especialmente para o zabaione. Já tentei substituir por outros vinhos mais de uma vez, mas sempre volto pro marsala, ele tem essa doçura equilibrada que não deixa o creme pesado.

Uma dica que aprendi depois de algumas tentativas: se você usar o marsala doce, pode reduzir um pouquinho o açúcar da receita. Fica mais equilibrado, sem perder aquela característica única que só o marsala entrega.

3º. Frutas vermelhas: o contraste que surpreende

Autor: Cozinha é cultura

Confesso que sempre fui do time do zabaione puro, até experimentar com frutas vermelhas. A acidez das amoras e o doce das uvas criam um jogo de sabores que corta a riqueza do creme de um jeito incrível.

Se for fazer assim, sugiro deixar as frutas em temperatura ambiente, quando estão muito geladas, criam um choque térmico com o creme quente que não é tão agradável. Pequeno detalhe que faz diferença.

4º. Pera: a combinação que virou favorita

Ao contrário do que as pessoas pensam, a pera não fica só como enfeite, quando você assa levemente ela antes de servir, o sabor caramelizado combina perfeitamente com a cremosidade do zabaione.

Já serviu essa versão pra visitas? Eu fiz numa dessas e todo mundo achou que era uma receita super elaborada, quando na verdade é bem simples. Só cortar a pera ao meio, dar uma passada rápida na frigideira com manteiga e canela, e pronto.

5º. Mix de frutas: para quando a geladeira ajuda

Essa é daquelas versões salva-vidas quando você tem poucas frutas de cada tipo na geladeira. O kiwi azedo, o morango equilibrado e a manga doce, cada um traz uma textura e sabor diferente que, juntos, criam uma experiência completa.

O segredo aqui é cortar as frutas em pedaços pequenos, mas não muito, senão vira uma salada e perde a graça. Pedaços médios deixam você saborear cada fruta separadamente enquanto aproveita o creme.

6º. Biscoito champagne: crocância que complementa

Quem diria que biscoito champagne triturado ficaria tão bom com zabaione? A textura crocante contrasta com o creme liso de um jeito viciante. É daquelas combinações que você experimenta uma vez e quer repetir sempre.

Só toma cuidado na hora de triturar, se ficar muito fino, vira pó e perde a graça. O ideal são pedacinhos pequenos que ainda dão aquela resistência na hora de mastigar.

7º. Vieira: para impressionar de verdade

Essa é provavelmente a versão mais ousada da lista. A vieira com zabaione parece estranho no papel, mas na prática é uma combinação de sabores incrível, o doce do creme realça o sabor suave do fruto do mar de um jeito que eu nunca imaginei que funcionaria.

Se for tentar, compre vieiras frescas e passe rapidamente na frigideira antes de servir. E prepare-se para explicações, todo mundo vai querer saber o que é essa combinação diferente.

8º. Baunilha: o cheiro que conquista

A essência de baunilha tem o poder de transformar qualquer doce em algo reconfortante. No zabaione, ela suaviza o sabor alcoólico do marsala e deixa o conjunto mais familiar, especialmente para quem não está acostumado com vinhos fortificados.

Use sempre essência de verdade, não extrato artificial, a diferença no sabor é absurda. E só uma gotinha já basta, senão o perfume fica forte demais.

9º. Hortelã: o frescor que limpa o paladar

A hortelã não é só enfeite, ela quebra a doçura do zabaione e deixa o conjunto mais refrescante. Perfeita para servir depois de uma refeição mais pesada, quando você quer algo doce mas não muito enjoativo.

Dica: amasse levemente as folhas antes de colocar sobre o creme. Isso libera os óleos essenciais e intensifica o sabor sem precisar usar muita hortelã.

10º. Granita de morango: quente e frio na mesma taça

Essa combinação é puro teatro, o creme quente encontrando a granita gelada cria uma experiência sensorial que vai além do sabor. A primeira colherada é sempre uma surpresa, com os contrastes de temperatura e textura se misturando na boca.

Se for servir assim, prepare a granita com antecedência e mantenha no freezer até o último minuto. E sirva imediatamente, antes que derreta muito.

11º. Abacaxi: o toque tropical

O abacaxi grelhado com zabaione é uma daquelas combinações que deveriam ser mais famosas. O calor realça a doçura natural da fruta, e a acidez corta a riqueza do creme perfeitamente.

Grelhe as fatias de abacaxi rapidamente, só para marcar e aquecer, não deixe amolecer muito. E use abacaxi maduro, mas ainda firme, senão desmancha tudo na frigideira.

E aí, qual dessas versões mais te chamou a atenção? Eu particularmente adoro testar combinações diferentes, cada uma traz uma experiência única. Se fizer alguma, volta aqui pra contar como foi a sua experiência, curioso pra saber qual virou a favorita de vocês!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Vinireceitas Bernard
0 Vinireceitas Bernard
30 minutos parece pouco, mas tem que ficar atento o tempo todo.
Responder | Responder com citação | Citar

Adicionar comentário