16 Receitas de Pavê de Paçoca + Alternativas Super Deliciosas

  • Sobremesa tradicional dos encontros de família, o pavê está na história de todos os brasileiros.
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Eu sempre achei que pavê era aquela sobremesa complicada, cheia de etapas. Até o dia que resolvi testar uma versão simplificada pra um jantar de última hora aqui em casa.

O segredo tá no creme de paçoca que não precisa de fogão, só misturar os ingredientes. A Daiane, que é minha crítica particular de doces, deu o veredito: parece que levei horas fazendo, mas foi tudo em 20 minutos. Ela adora quando eu acerto essas receitas práticas.

Essa receita de pavê de paçoca virou meu coringa para visitas inesperadas. A textura que o biscoito maisena umedecido cria com o creme é algo mágico, e o amendoim da paçoca dá aquela crocância que quebra a doçura.

Se você quer uma sobremesa que impressiona mas não gasta seu fim de semana inteiro, essa vai te salvar. Lá embaixo mostro como montar as camadas perfeitas e aquele truque pra decorar que faz diferença no visual.

(top) Receita de Pavê de Paçoca Clássico Simples e Fácil: Saiba Como Fazer

Rendimento
1 travessa
Preparo
50 min
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 9 marcados

Para o creme de paçoca:

Para a montagem:

Para decorar:

Compre paçoca extra se for como eu, que sempre acabo comendo uma durante o preparo. Acontece mais do que gostaria de admitir.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 150g (1/8 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 68.5g 25%
   Fibra Dietética 2.1g 8%
   Açúcares 52.3g 104%
Proteínas 9.8g 20%
Gorduras Totais 19.2g 35%
   Saturadas 10.5g 53%
   Trans 0.3g -
Colesterol 45mg 15%
Sódio 285mg 12%
Cálcio 215mg 22%
Ferro 1.2mg 9%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegetariano: Não contém carne
  • Com Fibra: Contribui para saciedade
  • Rico em Cálcio: Bom para ossos

Alertas & Alérgenos

  • Alto teor de açúcar – Excede 100% do VD por porção
  • Alta gordura saturada – Mais de 50% do VD
  • Contém lactose e glúten (biscoito maisena)
  • Insight: Para versão light, use leite condensado light e creme de leite zero lactose

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo o creme:

  1. Primeiro, pega uma tigelinha e dissolve o amido de milho em uma parte do leite. Mexe bem até sumir todos os gruminhos.
  2. Numa panela média, coloca o leite condensado, o creme de leite, o resto do leite e essa mistura com amido. Adiciona a baunilha se for usar.
  3. Leva ao fogo médio e mexe sem parar. Não para nem um segundo, senão gruda no fundo. Uns 10 minutos mexendo até engrossar, quando começa a ferver e fica com consistência de pudim.
  4. Tira do fogo e joga as 8 paçocas quebradas em pedacinhos. Mexe até derreterem totalmente no creme quente. Fica com aquela cor marrom linda e cheiro de amendoim.

Montando o pavê:

  1. Pega uma travessa retangular, aquela que você usa para lasanha serve perfeitamente.
  2. Molha rapidinho cada biscoito no leite e faz uma camada no fundo da travessa. Cuidado para não deixar encharcado, é só um banho de leve.
  3. Espalha uma camada generosa do creme ainda morno por cima dos biscoitos.
  4. Repete: biscoitos molhados, creme, biscoitos, creme. Termina com creme por cima, sempre.

Finalizando:

  1. Esmigalha as paçocas restantes com as mãos mesmo e joga por cima do último creme. Se quiser ficar chique, deixa uma paçoca inteira no centro.
  2. Cobre com filme plástico e leva para geladeira por pelo menos 2 horas. Eu prefiro deixar de um dia para o outro, o sabor fica ainda melhor.
  3. Na hora de servir, corta em quadradinhos e se prepara para os elogios. É daqueles doces que todo mundo pede a receita.

Essa receita me salvou tantas vezes que perdi a conta. A última foi num aniversário surpresa que esqueci completamente, e em menos de uma hora tinha um pavê lindo na mesa. A Daiane até brincou que eu devia ter um escondido no congelador para emergências.

E você, já fez pavê de paçoca antes? Me conta nos comentários se testou alguma variação, tipo com chocolate ou castanhas. Adoro trocar ideias sobre essas adaptações!

Quanto tempo dura e como guardar esse pavê?

Essa beleza dura até 3 dias na geladeira, mas sério... quem é que consegue resistir tanto tempo? Eu e a Daiane nunca passamos do segundo dia! O segredo é cobrir com filme plástico bem colado na superfície pra não pegar cheiro de geladeira. Se quiser congelar (corajoso!), aguenta 1 mês - mas a textura do biscoito pode ficar meio molenga depois.

Calorias? Nem olha!

Vamos combinar que ninguém come pavê pensando em dieta, né? Mas pra quem tem curiosidade (ou arrependimento pós-comilança), cada pedaço generoso tem em torno de 485 kcal conforme nossa tabela nutricional completa. Dá pra "aliviar" usando leite condensado light e creme de leite fresco batido com adoçante, mas aí já vira outra receita...

Sem paçoca? Sem crise!

Se onde você mora não acha paçoca fácil (ou acabou seu estoque de festa junina), bora de amendoim torrado moído com açúcar mascavo. Fica diferente, mas ainda assim delicioso. Outras trocas que já testei:

  • Biscoito maisena pode virar champanhe ou até cornflakes pra textura crocante
  • Leite integral por vegetal (mas o creme fica menos encorpado)
  • Essência de baunilha por canela em pó ou raspas de laranja

3 erros que quase estragaram meu pavê

Já queimei o creme, deixei o biscoito encharcado e até derrubei uma travessa no chão (RIP, pavê). Aprendi na marra:

  1. Mexer sem parar o creme no fogo baixo - se grudar no fundo, já era
  2. Passar o biscoito no leite rápido tipo "tchibum!" - 1 segundo cada lado só
  3. Montar com o creme ainda quente - espera esfriar pelo menos 15 minutinhos

Truque secreto da vó da Daiane

Espia só esse hack que minha sogra me ensinou: em vez de umedecer os biscoitos no leite puro, mistura 1 colher de café solúvel no leite morno. Dá um toque surpresa que deixa todo mundo "uau, o que tem nisso?". Outra dica é bater rapidinho o creme pronto na batedeira antes de montar - fica mais aerado!

O que servir com esse pavê?

Sozinho já é estrela, mas combina demais com:

  • Cafézinho bem forte (o amargo contrasta com o doce)
  • Calda de chocolate meio amargo por cima
  • Fruta ácida tipo morango ou kiwi pra equilibrar

Já servimos numa festa com mini doses de cachaça envelhecida - ficou gourmet e os convidados piraram!

Pavê mutante: 3 versões pra testar

Cansou do clássico? Bora inovar:

  1. Pavê de paçoca com doce de leite - alterna camadas do creme original com doce de leite cremoso
  2. Versão "crunchy" - mistura pedacinhos de paçoca crocante entre as camadas
  3. Pavê sorvete - congela parcialmente e serve tipo sundae (perigo: viciante)

O ponto certo do creme - não erre!

A parte mais chatinha é o creme engrossar sem empelotar. Fica a dica: quando começar a ferver, conta 2 minutos mexendo sem parar. Se ficar muito grosso, dá pra salvar com um pouco de leite frio. Já se ficou ralo... paciência, vira calda pra regar por cima!

Modo restaurante 3 estrelas

Quer impressionar? Faz assim:

  • Peneira o creme pronto pra ficar ultra liso
  • Usa biscoito amanteigado tipo "petit beurre" no lugar do maisena
  • Finaliza com ouro comestível e paçoca triturada fininha

Uma vez fizemos assim pra aniversário da cunhada e ela jurou que tinha comprado em confeitaria chique!

Sobrou? Transforma!

Se por milagre sobrar (duvido), vira recheio de cupcake ou bolo. Outras ideias anti-desperdício:

  • Congela em forminhas de gelo pra fazer "pavê pops"
  • Mistura com aveia e faz trufas (sério, fica bom)
  • Usa como cobertura de panquecas no café da manhã (não julgue)

Perguntas que sempre me fazem

Pode fazer sem leite condensado? Pode, mas aí mistura leite em pó com açúcar e um pouquinho de água. Não fica igual, mas salva.

Por que meu creme ficou grumoso? Provavelmente o fogo estava alto demais ou não mexeu o suficiente. Peneira e segue o baile.

Posso montar em taças individuais? Claro! Fica lindo e ainda dispensa cortar. Só diminui o tempo de geladeira pra 1 hora.

2 coisas que ninguém te conta sobre pavê

1. O nome vem do francês "pavé" (calçada), por causa das camadas. Mas no Brasil viramos verbo - "pavê ou pacumê?"

2. A paçoca originalmente era comida de tropeiro, que levava amendoim moído com farinha nas viagens. Virar doce foi genial!

De onde veio essa maravilha?

O pavê é 100% brasileiro, uma adaptação criativa dos nossos pudins portugueses. Já a paçoca tem raízes indígenas e virou hit nas festas juninas. Misturar os dois? Golpe de gênio anônimo que merece estátua!

Confissões de quem já errou muito

Uma vez usei biscoito salgado sem querer (não pergunte como). Resultado: pavê de sabor "surpresa". Outra vez a Daiane esqueceu o creme no fogo e virou tijolo - salvamos fazendo um "pavê desconstruído", tudo misturado numa tigela. Moral da história: até errado, pavê é bom!

Harmonização maluca que funciona

Experimenta comer um pedaço com:

  • Pimenta rosa (sério, o contraste é incrível)
  • Um gole de licor de café gelado
  • Tirinhas de bacon crocante por cima (não olhe com essa cara até provar)

Se tudo der errado...

Desandou o creme? Biscoito virou papa? Paçoca sumiu? Respira e transforma num:

  • Mousse: bate tudo no liquidificador com um pouco mais de leite
  • Sorvete: congela a mistura e bate periodicamente
  • Brigadeiro: engrossa mais no fogo e enrola

Na dúvida, coloca numa taça e chama de "sobremesa autorais" - ninguém vai desconfiar!

Sabia que...

No interior de São Paulo tem versão com banana entre as camadas. No Nordeste, já vi acrescentarem coco ralado. E em Minas, tem quem faça com queijo frescal (sim, queijo!). Essa receita é um Brasil em camadas!

Ah, e a primeira receita publicada de pavê apareceu num jornal carioca nos anos 1950 - mas com bolacha champagne e creme de baunilha. A evolução para a paçoca foi nossa maior contribuição para a humanidade, change my mind.

E aí, bora fazer?

Depois de tudo isso, só me conta: já fez seu pavê? Qual foi seu maior desafio? Inventou alguma variação maluca? Compartilha aí nos comentários - e se tiver foto, marca a gente no @sabornamesaoficial pra gente ver essa obra-prima!

Completa a experiência: um menu que casa perfeitamente com seu pavê de paçoca

Depois de preparar essa sobremesa incrível, que tal montar uma refeição completa que harmonize com ela? Selecionamos opções que vão desde entradas leves até pratos principais reconfortantes, tudo para criar uma experiência gastronômica memorável. Aqui em casa, adoramos essas combinações - especialmente a Dai, que sempre pede para repetirmos o menu todo!

Para começar com o pé direito

Receita de Salgadinho de queijo bem simples: Crocante por fora e derretido por dentro, perfeito para abrir o apetite sem pesar.

Torta salgada simples (passo a passo no link): Versátil e prática, pode ser recheada com o que tiver na geladeira - aqui costumamos fazer de frango com catupiry.

Camarão ao molho branco (link aqui): Para ocasiões especiais, esse clássico nunca falha em impressionar.

Bolinho de mandioca: Uma sugestão nossa que combina demais com o tema brasileiro da refeição - e fica incrível com um molho picante.

Prato principal: conforto em forma de comida

Receita de Caldo de mandioca fácil: Reconfortante e cremoso, ideal para noites mais frescas ou quando o corpo pede algo mais leve.

Macarrão com frango desfiado (veja a receita aqui): Clássico que agrada a todos, ainda mais quando feito com aquele toque caseiro que só quem tem prática consegue.

Receita de Arroz com frango desfiado super simples: Prático e saboroso, uma ótima opção para o almoço de domingo em família.

Acompanhamentos que fazem a diferença

Farofa de bacon crocante: Porque tudo fica melhor com uma farofinha caseira, ainda mais quando tem pedacinhos de bacon.

Vinagrete de pimentão: O contraste fresco e levemente ácido corta a riqueza do pavê que virá depois.

Purê de batata-doce: Doce natural que já prepara o paladar para a sobremesa, além de ser um hit com as crianças.

Bebidas: O que beber para harmonizar com sua refeição

Suco de maracujá natural: A acidez equilibra bem a refeição e limpa o paladar para a sobremesa.

Água de coco gelada: Refrescante e leve, perfeita para dias quentes ou refeições mais encorpadas.

Chá mate gelado com limão: A versão caseira daquela bebida famosa, mas sem exageros no açúcar.

E aí, curtiram as sugestões? Aqui em casa esse menu já virou tradição, especialmente quando recebemos amigos. Conta pra gente nos comentários se testaram alguma combinação ou se têm suas próprias versões preferidas!

Agora que você já viu como faço meu pavê de paçoca, descubra outras versões incríveis que testei e aprovo

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.

2º. Com bolacha champanhe para ocasiões especiais

Autor: DuasxDoce

Quer impressionar em um jantar mais arrumado? Essa com bolacha champanhe é puro luxo. A bolacha tem uma crocância diferente, mais delicada, e um sabor neutro que deixa o creme de paçoca brilhar sozinho.

O segredo mesmo está em como umedecer a bolacha, passa rápido no leite, só para dar aquele toque, porque ela absorve muito mais líquido que o biscoito maisena. A primeira vez que executei a receita, ficou uma papa. Hoje vou com mais cautela e sempre fica no ponto.

3º. Com brigadeiro de paçoca para os ousados

Autor: Elisa Bighetti

Essa combinação parece óbvia agora, mas quando testei pela primeira vez foi tipo aquela revelação. O brigadeiro de paçoca com ganache de chocolate cria camadas de sabor que vão se revelando na boca. É bem mais interessante que o pavê tradicional.

Uma coisa que aprendi: faz o brigadeiro um pouquinho mais mole que o normal, porque na geladeira ele endurece. Já fiz muito consistente e na hora de servir parecia que estava comendo pedra. Hoje paro um minuto antes do ponto que estou acostumado.

4º. Com chantilly para os práticos

Essa é para aqueles dias que você quer uma sobremesa incrível mas não tem tempo nem paciência. Três ingredientes e pronto! O chantilly dá uma cremosidade leve que contrasta bem com a textura da paçoca.

Só atenção na hora de bater o chantilly, se exagerar, vira manteiga. Já aconteceu aqui em casa, e a Daiane não deixou por menos: "Gastou uma caixa de chantilly pra fazer manteiga?" Hoje bato até ficar firme mas ainda cremoso, sem passar do ponto.

5º. Com chocolate ao leite para os clássicos

Chocolate e paçoca são aquela combinação que nunca falha, né? Essa versão com ganache de chocolate ao leite é doce na medida certa, familiar o suficiente para agradar todo mundo, mas especial o bastante para impressionar.

O truque está em deixar a ganache esfriar um pouco antes de montar, senão ela derrete as outras camadas. Aprendi isso depois de fazer um pavê "fundido" que mais parecia uma sopa doce. Hoje espero ficar morna, quase gelada.

6º. Com chocolate meio amargo para o equilíbrio

Essa é minha versão favorita para servir para convidados que não são muito fãs de doces muito adocicados. O amargor do chocolate meio amargo corta a doçura da paçoca criando um equilíbrio perfeito.

Dica que ninguém te dá: rala um pouco de chocolate meio amargo por cima na hora de servir. Além de lindo, dá aquela textura crocante extra que faz os olhos brilharem. É o detalhe que transforma o simples em especial.

7º. Com creme de chocolate para o contraste

Dois cremes, duas texturas, uma experiência sensorial completa. O contraste entre o creme de paçoca e o creme de chocolate é visualmente lindo e no paladar então, nem se fala. Cada camada revela algo diferente.

Faz os dois cremes com a mesma consistência, se um ficar mais firme que o outro, na hora de cortar fica desigual. Já servi fatias que mais pareciam obras de arte abstratas porque não prestei atenção nisso.

8º. Com doce de leite e chocolate para os indecisos

Quem disse que três sabores são demais? Doce de leite, paçoca e chocolate formam um trio tão harmonioso que parece que foram feitos um para o outro. E a praticidade de usar a mesma base para dois cremes é genial.

Sobre a ganache no micro-ondas: esquenta em intervalos curtos mexendo sempre. Já queimei chocolate no micro-ondas mais vezes do que gostaria de admitir. Hoje faço de 30 em 30 segundos, sem pressa.

9º. Com doce de leite puro para os tradicionais

Parece que vai ser doce demais, mas a combinação do creme de leite com o doce de leite cria uma suavidade que complementa a paçoca sem competir. Fica aquele sabor reconfortante que lembra casa de vó, sabe?

Usa doce de leite caseiro se possível, a diferença é absurda. Mas se for usar o industrializado, pega uma marca mais cremosa, não aqueles muito consistentes que parecem massa de modelar.

10º. Com leite ninho para os modernos

O leite ninho realmente tem o poder de transformar qualquer receita, e com o pavê de paçoca não é diferente. Dá uma textura incrível ao creme e intensifica o sabor de forma suave, sem ser agressiva.

Quando a receita diz "continuar mexendo por 2 minutos", leva a sério. Parece bobagem, mas é o que garante que o leite ninho não fique com aquela textura arenosa. Já cortei esse tempo pela metade e me arrependi amargamente.

11º. No pote para o dia a dia

Essa versão em potes é pura praticidade. Além de ser lindo de ver, facilita na hora de servir, de armazenar e até de transportar. Já levei para vários piqueniques e sempre faz sucesso.

Compra potes com tampa, faz toda diferença na hora de guardar. E sobre vender, realmente é uma ótima ideia, mas testa antes com amigos e familiares para pegar feedbacks. Eu mesmo já ajustei várias receitas assim antes de pensar em vender.

12º. Vegano para todos

Fiquei surpreso como o pavê vegano pode ficar tão gostoso quanto o tradicional. O leite de amendoim realmente intensifica o sabor de forma natural, e a textura fica incrivelmente cremosa.

Se for fazer leite de amendoim caseiro, coe bem para não ficar com aquela textura arenosa. E deixa de molho as castanhas por pelo menos 8 horas, parece exagero, mas faz uma diferença enorme na cremosidade final.

13º. Vegano com chocolate para os exigentes

Essa versão leva o pavê vegano para outro nível. O pudim de paçoca tem uma textura diferente, mais suave, e combinado com o chocolate amargo cria uma experiência sofisticada que nem parece vegana.

Realmente, chocolate amargo é mais fácil de encontrar vegano, mas sempre confira o rótulo. Algumas marcas ainda usam traços de leite. E sobre os biscoitos, a maioria dos maisena é vegana, mas sempre bom confirmar.

E aí, qual dessas versões mais te chamou a atenção? É fascinante como cada uma tem a sua essência. Se arriscar em alguma, conta nos comentários como foi preparar a receita, adoro trocar figurinhas sobre essas descobertas doces. E se já tiver sua própria variação de pavê de paçoca, compartilha aí que eu fico curioso para testar!

Última modificação em Quinta, 27 Novembro 2025 01:29

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

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