O beijinho é só o começo: escolha sua versão favorita entre essas variações incríveis
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.
2º. Com Leite Ninho: o sucesso garantido das festas
autor: Inove Receitas
Se você pensa em vender doces ou só quer impressionar na próxima reunião de família, comece por aqui. A receita com Leite Ninho tem um apelo que todo mundo reconhece, uma doçura cremosa que as crianças adoram. O grande trunfo é não precisar ir ao fogo, o que evita aquele estresse de errar o ponto. Só misturar tudo e pronto.
Um detalhe que faz diferença: deixa a massa descansando na geladeira pelo tempo que o vídeo indica, mesmo que você tenha pressa. Ela fica muito mais firme para enrolar, e as bolinhas saem perfeitas, sem grudar nas mãos. É praticamente à prova de erros.
3º. De colher, para quando a preguiça é legitima
autor: Receitas que amo
Já teve aquela vontade de beijinho mas zero disposição para enrolar cinquenta bolinhas? Essa versão de colher é a solução. É a mesma experiência de sabor, mas sem trabalho. Você faz uma panela, deixa esfriar um pouco e já pode comer direto de lá com uma colher — não vou julgar.
Perfeito para um domingo chuvoso acompanhando um filme. A dica é usar um creme de leite de boa qualidade, sem soro, para o doce ficar com um sabor mais limpo e a textura realmente cremosa, não oleosa.
Diferente do que se pensa, gourmet aqui não é sinônimo de complicado. É sobre ingredientes que fazem a diferença, como o chocolate branco e a glucose. A glucose, pra ser sincero, eu evitava porque não sabia usar direito, mas nessa receita ela é o segredo para um doce com brilho e que não fica duro como uma pedra na geladeira.
Fica com uma textura incrível, derrete na boca de um jeito que o tradicional não consegue. Serve em uma bandeja bonita e todo mundo acha que você comprou em uma doceria fina. A sugestão de combinar com frutas vermelhas é de mestre, o ácido corta a doçura na medida certa.
Essa é inteligente por dois motivos. Primeiro, a apresentação fica impecável, cada convidado pega o seu sem bagunça. Segundo, e mais importante, dura uma semana na geladeira porque fica mais protegido. Resolve o problema de fazer doce com antecedência e ver ele ficar meio ressecado.
Na hora de colocar nos copinhos, não espera esfriar completamente, só um pouco para não derreter o plástico. E usa uma colher de chá ou um saco de confeitar para ficar mais limpo. Fica um charme mesmo, parece aqueles de festa infantil chique.
Aqui está a prova de que não dá para usar a desculpa de falta de tempo. Em minutos você tem um beijinho caseiro pronto. O cuidado é com o ponto no micro-ondas, porque ele cozinha de forma desigual. A dica é parar a cada 30 segundos para mexer muito bem, assim você evita queimar uns pedaços e deixar outros crus.
Não vai ficar exatamente igual ao feito no fogão, a textura é um pouquinho diferente, mas o sabor salva qualquer tarde de preguiça. Para um desejo súbito de doce, é mais que suficiente.
Eu sou do time que acha que dieta não precisa ser um castigo. Essa versão low carb, sem glúten e vegana, é a salvação para aqueles dias. O xylitol deixa bem doce sem aquele gosto residual estranho de alguns adoçantes, mas usa com moderação, porque o excesso pode ficar amargo.
O leite de coco é o protagonista, então escolhe um que seja grosso, quase cremoso. Fica surpreendentemente bom, com o gosto do coco bem real. Não espera que fique idêntico ao original com leite condensado, mas mata a vontade com honras.
Se a ideia é ganhar um dinheiro extra ou fazer um presente caprichado, essa é a forma. Enrolar como trufa, passar no chocolate branco derretido ou no coco bem fininho, eleva o beijinho a outro patamar. A receita rende bem, então é ótima para produção em quantidade.
O segredo para não azedar o doce é trabalhar a massa só quando estiver bem fria. Eu já tentei enrolar com ela ainda morna e foi um desastre, grudou tudo. Paciência é a chave aqui. Depois de pronto, embrulha em um saquinho bonito e ninguém resiste.
Essa é a receita clássica de muitas famílias, e com razão. O creme de leite dá uma cremosidade e um sabor suave que faz toda a diferença contra a versão mais "seca". A dica da Gabriela sobre untar as mãos com água em vez de manteiga é genial — eu demorei anos para aprender isso. A manteiga realmente deixa um gosto, e a água resolve na hora, deixando a bolinha lisinha.
Deixa na geladeira pelo tempo que ela indica, sem pular essa etapa. A massa fica no ponto exato para enrolar. Sucesso garantido em qualquer aniversário.
Para mostrar que dá para fazer um doce incrível sem nada de origem animal. A base de leite de castanha de caju e leite de coco é rica e cremosa. O açúcar mascavo e os cravos dão uma profundidade de sabor que fica incrível, meio que lembra um doce mais antigo, caseiro.
É um pouco mais trabalhoso que os outros porque você faz o próprio "leite", mas o resultado é tão gostoso que vale cada minuto. Quem não é vegano também vai adorar, pode confiar.
Já aconteceu comigo de abrir o armário e o leite condensado simplesmente não estar lá. Essa receita é o plano B perfeito. Com leite comum e leite em pó você chega em um ponto muito similar. A textura fica um pouquinho diferente, talvez um grude a menos, mas o sabor doce e de coco está lá.
É preciso ter paciência no fogão, mexendo até pegar o ponto certo, que é quando solta do fundo da panela. Não acelera o fogo, senão pode queimar o fundo e estragar o sabor todo. Salva o dia.
Essa aqui brilha em ocasiões especiais ou quando você quer mesmo surpreender. O azedinho do morango fresco dentro do doce de coco é uma combinação que funciona demais. Use morangos bem vermelhos e doces, os que estão meio ácidos podem desequilibrar.
Na hora de enrolar, faz uma bolinha de massa de coco, achata um pouco no centro, coloca o morango e fecha com cuidado. Polvilha com coco ralado e fica lindo. É aquele doce que some do bandejão em segundos.
A uva passa dentro do beijinho é uma daquelas tradições que muita gente ama. Ela dá um contraste de sabor e uma textura diferente que quebra a cremosidade. Se você é do time que gosta, essa receita é a base perfeita.
O corante verde é opcional, mas dá um visual lindo para festas temáticas. Se for usar, vai com uma gotinha de cada vez, porque esses corantes são bem fortes. O resultado é profissional, parece de doceria mesmo.
Nunca tinha pensado em beijinho de abacaxi até testar, e é uma delícia diferente. O ácido da fruta corta a doçura e fica muito equilibrado. A dica de provar o abacaxi antes é fundamental, porque se ele estiver muito azedo, você vai precisar de mais açúcar mesmo.
O acabamento com açúcar cristal amarelo e o cravinho é charmoso e combina com o sabor. É um ótimo doce para servir no verão, parece mais leve que o tradicional. Dá uma ótima variação no cardápio.
Para quem acha beijinho muito doce, essa versão com limão é uma revelação. O cítrico não fica excessivo, só dá um toque fresco que deixa o doce menos enjoativo. A receita tem um passo a passo mais elaborado, com duas misturas, mas não é difícil, só requer um pouco de organização.
Usa o limão siciliano se puder, é mais aromático e menos ácido. É um sabor sofisticado que agrada até quem não é muito fã de doces de coco puro. Dá uma chance.
Às vezes, o visual é metade da diversão. Esse beijinho rosa, com açúcar de confeiteiro na mesma cor, é impossível de ignorar numa mesa de festa. Fica lindo e as crianças ficam fascinadas. A essência de baunilha é um toque clássico que combina com tudo.
Com corante, sempre a mesma história: menos é mais. Uma gota, mistura, vê se ficou do tom que você quer, e só então coloca mais se precisar. É fácil passar do rosa pastel para um rosa choque bem forte.
Aqui a gente brinca com textura. A casquinha crocante de caramelo quebradiço envolvendo o beijinho macio é uma experiência sensorial à parte. Precisa de um pouco de atenção na hora de fazer a calda, para não queimar, mas o vídeo explica bem.
É um ótimo doce para servir em ocasiões mais especiais, porque impressiona. Deixa esfriar bem antes de comer, senão o caramelo ainda está muito quente e pode grudar nos dentes — já passei por isso, não é legal.
Essa é a receita que faz o beijinho roubar a cena do brigadeiro. O recheio de Nutella, ou de doce de leite como ela sugere, transforma o simples em algo decadente. A massa de coco fica quase como uma casca para a surpresa cremosa no centro.
Respeita o tempo de geladeira antes de enrolar, porque com o recheio a massa fica um pouco mais mole. E enrola com cuidado para não vazar. É rico, é gostoso, é aquele doce que você come um e já fica satisfeito, mas com vontade de mais.
Se você busca um doce mais natural, com ingredientes reais, essa versão com batata doce é uma mão na roda. A batata doce cozida dá corpo e um sabor levemente adocicado que combina perfeitamente com o coco e o mel. A pasta de amendoim acrescenta uma cremosidade e um toque salgado que equilibra.
É uma opção que você pode comer sem culpa, muito mais nutritiva que as tradicionais. Perfeito para a lancheira das crianças ou para o seu lanche da tarde. Surpreende pelo sabor, não parece "dieta".
20º. De amendoim: a textura crocante que faz diferença
Essa receita não tem mistério. É só preparar de modo tradicional e acrescentar a paçoca para dar aquele gostinho do amendoim. Os ingredientes são: leite de coco; manteiga; paçoca cremosa e castanha triturada.
Leve ao fogo os itens até dá o ponto e depois à geladeira por 1 hora. Vai amar.
Uau, quanta coisa boa, né? É difícil escolher só uma para fazer primeiro. O que mais me impressiona é como um doce tão simples pode ter tantas caras diferentes. Posta aí nos comentários qual dessas versões você já conhecia e qual ficou com vontade de experimentar. E se tiver uma dica especial para enrolar beijinho sem grudar, compartilha aí também!
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