Conheça outras formas deliciosas de preparar este prato.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais, links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Suco que acorda o corpo inteiro
autor:
Teve uma manhã que acordei meio devagar, aquele cansaço que café não resolve. Fiz esse suco meio cético, mas nossa, em cinco minutos já senti uma energia diferente. O agrião tem um picante natural que desperta tudo, e o limão corta o amargor.
Uso só as folhas mais novas, os talos grossos deixam muito forte. Bato com gelo para ficar refrescante. Virou meu ritual matinal quando preciso de um choque de realidade.
3º. Xarope que funciona de verdade
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Ano passado, numa crise de tosse que não passava, resolvi testar esse xarope caseiro. A cerveja preta parece estranho, mas ela dá um corpo incrível e o álsome some no cozimento. O agrião solta uma seiva que acalma a garganta na hora.
Ferva bem por meia hora para concentrar os sabores. Guardo em vidro na geladeira e dura semanas. A Daiane que não acreditava, agora pede quando sente a garganta arranhando.
Nos dias frios, essa sopa vira meu abraço líquido. A batata dá cremosidade sem precisar de creme de leite, e o agrião cozido perde a força mas mantém o sabor característico. O ovo cozido por cima é genial, dá proteína e textura.
Adiciono o agrião só no final, depois de triturar a base. Cozinhar demais ele fica amargo. Essa receita salvou vários jantares de inverno quando não tinha muita coisa em casa.
Sirvi esse creme para uns amigos e ninguém adivinhou o que tinha dentro. O alho poró disfarça o agrião, e a textura fica tão fina que parece coisa de restaurante. Com peixe grelhado então, nossa, combinação perfeita.
Peneiro depois de bater para ficar lisinho. Já tentei pular essa etapa e ficou com textura de baby food. A diferença é absurda.
O segredo dessa salada tá no tempero na hora certa. Regar o agrião com limão antes de montar o prato amacia as folhas e tira a agressividade. Palmito e ovo cozido são meus acompanhamentos preferidos, criam contrastes incríveis.
Nunca tempero com antecedência senão fica murcho e triste. Aprendi isso depois de várias saladas que viraram sopa. Agora preparo na hora de servir.
Substituir manjericão por agrião no pesto foi minha ousadia que deu certo. O sabor picante funciona demais com massas, e o parmesão equilibra tudo. Fica com uma cor verde intensa linda.
Uso azeite bom porque ele é protagonista aqui. Bato pouco no liquidificador para não esquentar e ficar amargo. Descobri que congela bem também, faço potinhos para a semana toda.
Essa omelete virou meu jantar rápido preferido. O agrião refogado rapidinho perde a água e concentra sabor, e os ovos formam uma base perfeita. Cebola roxa caramelizada é meu toque especial, doce e crocante.
Refogo o agrião separadamente antes de juntar aos ovos. Se colocar cru, solta água e vira uma bagunça. Demorei para aprender isso.
A primeira vez que fiz agrião refogado, a Daiane torceu o nariz. Agora é ela que pede. Alho dourado na manteiga faz milagre, e o agrião murcha mas mantém personalidade. Serve como acompanhamento ou recheio de sanduíche.
Fogo alto e panela quente são essenciais. Se cozinhar devagar, vira papinha. Eu gosto quando fica crocante nas pontas.
Esse macarrão prova que folhas verdes não são só para salada. O agrião salteado rapidinho com alho e tomate cherry cria um molho instantâneo que gruda na massa perfeitamente. A pimenta dedo de moça dá o calor necessário.
Adiciono o agrião só depois de escorrer a massa, com o fogo já desligado. O calor residual cozinha na medida certa sem murchar demais.
Colocar agrião no arroz foi ideia da minha sogra, confesso. E funciona demais. As folhas praticamente somem no cozimento, mas deixam um sabor suave e uma cor interessante. Fica nutritivo sem mudar o prato tradicional.
Refogo bem com o alho antes de acrescentar água. Assim o sabor se incorpora melhor. Até o Titan come seu arroz verde sem reclamar.
Essa receita transforma um frango simples em prato de domingo. O agrião cozido na pressão com o molho de tomate cria um caldo encorpado que a batata absorve perfeitamente. A carne fica incrivelmente macia.
Uso sobrecoxa com pele para dar mais sabor, mas funciona com peito também. O agrião adiciono depois de cozinhar a batata, só para murchar levemente.
Fiz essa carne num almoço de família e todo mundo pediu a receita. O agrião adicionado no final mantém a crocância e corta a gordura da carne. O cominho é o segredo, combina surpreendentemente bem.
Escolho cortes com algum osso para o caldo ficar mais saboroso. O agrião eu coloco depois de desligar o fogo, apenas mexendo até murchar.
Rabada é daquelas comidas que parecem complicadas mas são paciência. O agrião no final é revolução, traz frescor para um prato pesado. A cebola caramelizada no fundo da panela é outro segredo.
Cozinho a rabada até a carne quase descolar do osso. O agrião entra só no final, para não sumir completamente. Fica tão bom que até quem não gosta de "verdinho" no prato se rende.
Essa costela virou minha especialidade para visitas. O açafrão dá uma cor linda e o agrião no final equilibra a gordura. A cebola no fundo da panela vira um doce natural que engrossa o caldo.
Não encho a panela de água, a própria gordura da costela basta. O agrião adiciono depois de pronta, apenas mexendo para murchar. Os talos mais grossos eu descarto, só uso as folhas.
E ai, qual dessas vai para sua panela primeiro? Cada uma tem seu momento, né? Se testar alguma, volta aqui para me contar como foi, adoro saber das experiências de vocês na cozinha!
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