Salgadinho Perfeito: Receita Fácil para Surpreender

Saiba agora como preparar petiscos saborosos para qualquer hora do dia!
Salgadinho Perfeito: Receita Fácil para Surpreender
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A verdade é que fazer salgadinhos caseiros que valham o trabalho era um desafio pra mim. Até descobrir um macete nos meus cursos de culinária que mudou tudo: a temperatura da água na massa.

Se a água não estiver numa fervura vigorosa quando a farinha entrar, a massa fica grudenta e difícil de modelar. Já perdi a conta de quantas coxinhas viraram uma bagunça por causa disso. O recheio de frango desfiado, bem temperado com cheiro verde e colorau, faz toda a diferença no sabor.

Essa receita é o meu coringa para visitas inesperadas ou um fim de tarde especial. É mais simples do que parece e o resultado impressiona. Quer ver como é feito?

Confira as melhores receitas de salgadinho frito ou assado no forno: Saiba como fazer

Coxinha

Rendimento
Aprox. 11 coxinhas
Preparo
1 h
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para a massa (a parte mágica):

Para o recheio de frango (o coração da coisa):

Para a montagem e fritura (a reta final):

Parece muita coisa, mas é tudo bem simples de achar. A maior parte já tá na sua despensa, eu aposto. O trabalho vale cada mordida.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 110g (1 coxinha)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 1.8g 7%
   Açúcares 1.2g 1%
Proteínas 12.8g 26%
Gorduras Totais 11.6g 15%
   Saturadas 2.1g 10%
   Trans 0.1g 1%
Colesterol 28mg 9%
Sódio 480mg 21%
Potássio 185mg 4%
Ferro 1.2mg 7%
Cálcio 45mg 4%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Boa Proteína: 12.8g por porção
  • Contém Frango: Não é vegetariana
  • Energia Rápida: Carboidratos para atividades

Alertas & Alérgenos

  • Contém Glúten: Farinha de trigo na massa
  • Contém Lactose: Leite usado na empanagem
  • Fritura: Alto teor de gordura por fritura em óleo
  • Insight: Para versão mais saudável, asse no forno e reduza sal no caldo

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

Fazendo a massa (presta atenção aqui):

  1. Pega uma panela que não seja muito fina. Coloca as 4 xícaras de água e liga no fogo médio.
  2. Enquanto a água esquenta, dissolve o tablete de caldo de galinha nela. Adiciona o óleo e o sal também. Mexe só pra dissolver.
  3. Agora, fica de olho. Não pode tirar os olhos. Quando a água começar a ferver firme, com aquelas bolhas grandes subindo, é a hora. Reduz o fogo para baixo e adiciona as 3 xícaras de farinha de trigo, de uma vez só. Cuidado com o vapor, viu?
  4. Mistura rápido com uma colher de pau. Vai virar uma massa que gruda no fundo da panela. Não para de mexer. Ela vai começar a se soltar toda e ficar lisinha. Esse é o ponto. Quando ela não grudar mais na panela, tá pronto. Leva uns 5 minutos nessa etapa, talvez menos.
  5. Tira a massa da panela e coloca num prato ou tábua. Deixa esfriar um pouquinho, só o suficiente pra você conseguir encostar. Aí, sova com as mãos por uns 2 minutos, até ficar bem lisa e maleável. Isso aqui é terapia, juro.

Preparando o recheio (enquanto a massa esfria):

  1. Numa outra panela, esquenta o azeite em fogo médio. Adiciona o alho e frita até dourar, sem queimar. Junta o colorau e mexe rapidinho por uns 10 segundos.
  2. Joga o frango desfiado já cozido na panela. Refoga bem, pra pegar o sabor do alho e do colorau.
  3. Tempera com cheiro verde e pimenta-do-reino a gosto. Eu coloco bastante. Adiciona a meia xícara de água, mexe e deixa cozinhar por mais uns 3 minutos, só pra secar um pouco a água e os sabores se incorporarem. Desliga e reserva.

Montando e fritando (a parte divertida):

  1. Com a massa já fria, pega um pedaço do tamanho de uma bola de pingue-pongue. Abre na mão, faz uma conchinha. Coloca uma colher de sobremesa bem cheia de recheio no centro.
  2. Fecha a massa com cuidado, puxando as bordas pra cima e apertando pra selar. Vai modelando com as mãos até ficar com o formato da coxinha clássica. Se a massa começar a grudar, passa um pouquinho de óleo nas mãos.
  3. Repete até acabar a massa e o recheio. Dá umas 11 coxinhas boas.
  4. Pega uma coxinha, mergulha no leite, tira o excesso e depois rola na farinha de rosca, cobrindo bem. Coloca numa assadeira e faz o mesmo com todas.
  5. Num tacho ou panela funda, esquenta o óleo em fogo médio-alto. Testa jogando um farelinho de farinha de rosca: se subir rápido e borbulhar, tá no ponto. Frita as coxinhas em lotes, sem encher muito a panela.
  6. Deixa dourar por igual, vira de vez em quando com uma escumadeira. Quando ficarem douradas e crocantes, tira e coloca sobre papel toalha. Esse é o momento de glória.

Uma dica que aprendi da maneira mais difícil: se a massa ficou muito mole e difícil de modelar, é porque a água não estava fervendo o suficiente quando você botou a farinha. Na próxima, espera ferver bem. Fica a lição.

Pronto, essas são minhas coxinhas de confiança. Elas já renderam elogios em várias reuniões de família aqui em casa. A Daiane até brinca que eu viro um chef profissional quando faço, mas o mérito é todo da receita, que é infalível se você seguir o ponto da água fervendo.

E aí, topa o desafio? Conta pra mim como ficou a sua. Demorou muito pra modelar? O recheio você fez igual ou botou sua cara? Me fala tudo nos comentários, adoro saber como cada um adapta a receita.

Acho que o melhor da cozinha é essa parte: depois que você domina o básico, pode pirar nas variações. Olha só essas ideias.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. Palitinhos Crocantes: O Salva-Rodinhas

autor: Stefani Hübner Marsaro

Essa aqui é a solução para quando as visitas batem à porta e a cerveja já está gelada, mas não tem nada para beliscar. Em meia hora você resolve. O formato de palito é genial porque fica crocante por inteiro, sem aquele miolo mais mole que às vezes acontece em bolinhas maiores.

Eu gosto de fazer um mix de temperos na farinha de rosca. Páprica doce, um pouco de alho em pó, orégano. Dá um up absurdo no sabor e ninguém sabe o que é, só percebe que tá viciante. Perfeito para aquela reunião improvisada onde o papo é o principal prato.

3º. Queijo Cremoso: A Armadilha da Fritura

autor: Cook'n Enjoy

Olha, uma confissão: eu já perdi recheio de queijo pra panela mais vezes do que gostaria de admitir. O queijo esquenta, cria pressão e puf, vaza tudo. A dita cuja do vídeo tem um macete na modelagem que ajuda muito nisso, fica de olho.

E sobre o acompanhamento, esquece só mostarda e ketchup. Experimenta um molho rápido de iogurte natural com limão siciliano e cebolinha picada. Corta a gordura e fica uma combinação insana, acredita. É o segredo para não parar de comer.

4º. Fritos que Valem a Pena a Bagunça

Tem hora que só frito resolve, não tem jeito. O barulho do óleo, o cheiro que toma a casa… a experiência é parte do sabor. A reação que essa leva sempre provoca é um silêncio seguido de um "nossa, tá muito bom".

O segredo para não ficar encharcado é a temperatura do óleo. Tem que estar bem quente, senão o salgadinho fica oleoso. Jogue um farelinho de farinha de rosca, se ficar borbulhando na hora, tá no ponto. E a farinha de rosca caseira, feita com torrada, dá um crocante totalmente diferente, mas aí já é outro nível de dedicação.

5º. Massa Coringa: Sua Liberdade na Cozinha

Essa massa é a resposta para a pergunta "o que eu faço com essa sobra de frango/queijo/espinafre?". Diferente do que se pensa, ela não é chata. Você pode ir pro forno, pro óleo, fazer em forminhas. A minha dica não óbvia é adicionar uma colher de sobremesa de vinagre na água. Ajuda a deixar a massa mais elástica, mais fácil de trabalhar sem rachar.

Já usei para fazer uns pastézinhos com sobra de lasanha, foi um sucesso. É a ocasião onde ela brilha: limpar a geladeira de um jeito glorioso. Mistura bem até formar uma massa homogênea e solta a imaginação.

6º. Cebola Caramelizada: O Sabor que Convence Qualquer Um

Se tem alguém aí que torce o nariz para cebola, essa receita é a conversora oficial. A cebola, quando cozinhada direitinho, perde a acidez e fica doce, quase um recheio de compota salgada. O erro comum é não deixar dourar o suficiente, ficando com um sabor cru meio apagado.

Deixa no fogo baixo, com uma pitada de paciência. Quando ela ficar daquela cor caramelizada, quase marrom claro, você vai entender. É um sabor profundo, que dá corpo. Da última vez, a Daiane pegou uns três seguidos e eu nem comentei nada, só sorri.

7º. Bacon: Para os Dias de "Me Dê Gordura"

Tem dia que é isso. A dica aqui é sobre o bacon: não adianta só picar e misturar. Dourar ele separadamente antes, até ficar bem crispy, faz toda a diferença. Aí você junta à massa, e ele vai dar sabor e uma textura crocante surpresa a cada mordida.

Se você só misturar cru, ele pode ficar borrachudo. Aprendi isso na marra. Essa receita é aquele tipo que some do prato em minutos, então faz a mais, sério.

8º. Milho: O Clássico que Reconforta

Isso aqui traz memória afetiva de tarde de visita na casa de parente, não tem como. O sabor é leve, doce natural. Um erro que evita é usar milho enlatado muito aquoso. Escorre bem, se possível até dá uma secada com papel toalha, senão a massa pode ficar mole.

Fica uma cor linda, um amarelo alegre. É o salgadinho perfeito para quando tem criança por perto, mas os adultos vão atacar igual. A textura com o amido de milho fica meio arenosa, no bom sentido, sabe?

9º. Batata: Cremosidade Garantida

Usar batata cozida e amassada na massa é um truque antigo para garantir cremosidade interna, mesmo depois de frito ou assado. O problema que resolve é o salgadinho seco. Com batata, fica sempre úmido por dentro.

Só atenção na hora de amassar: tem que ser bem feito, sem pedacinhos. Eu passo ainda no espremedor, fica um purê liso que incorpora na massa sem grumos. Dá um trabalho a mais, mas a textura final não tem comparação.

10º. Pururuca de Bacon: A Crocância em Estado Puro

Isso aqui é mais uma técnica do que uma receita. Aprender a fazer a pururuca crocante, que é essa massinha de farinha e bacon, é um divisor de águas. Você pode usar como cobertura, como aperitivo solto… é viciante.

Ela fica ótima é no churrasco. Joga um punhado por cima de um prato ou come solto com a cerveja. E como o autor comenta, é uma opção sem glúten e sem lactose, o que é ótimo para agradar a todo mundo.

11º. Assados no Forno: Quando a Simplicidade Vence

Nada contra a fritura, mas tem dia que a gente não quer o cheiro, a louça, o óleo pra descartar. Essa versão assada é a salvação. Fica douradinho, saboroso e você pode deixar no forno e cuidar de outras coisas.

O enroladinho de salsicha é infalível. Dica: pincela com uma gema batida com um fio de óleo antes de levar ao forno. Dá aquele brilho e cor profissional, parecendo de padaria. Leve ao forno preaquecido e espere dourar de verdade.

12º. No Palito: A Magia para as Crianças

Sério, coloca qualquer coisa num palito que vira festa. É psicológico. Essa massa versátil, quando assadinha no palito, vira o centro das atenções numa festa infantil ou até num encontro descontraído.

É uma adaptação inteligente para quem quer começar a vender. Fácil de servir, de comer, de transportar. A massa para festa é realmente um sucesso, e no palito, ela ganha outro status.

13º. Salsicha: Nostalgia com Crunch

Todo mundo tem uma memória afetiva com salsinha enrolada, né? A chave para essa não ficar trivial é o tempero na massa. Não seja tímido. Pimenta-do-reino, noz-moscada ralada na hora, talvez um pouco de cominho.

Isso eleva o salsicha a outro patamar. E fritinho, fica realmente crocante por fora e suculento por dentro. É a receita para quando você quer agradar uma plateia grande e diversa, sem erro.

14º. Vegano: Prova que Simplicidade tem Sabor

Eu não sou vegano, mas adoro uma culinária de desafio. Essa receita é um estudo em como criar sabor e textura sem os ingredientes óbvios. O azeite no lugar da manteiga dá um saborzinho frutado interessante.

O recheio de jaca ou palmito temperado, quando bem feito, é surpreendente. A dica é caprichar no soffritto (cebola, alho, pimentão bem refogado) para o recheio ter profundidade. Coxinhas incríveis e deliciosas sem nada de origem animal.

15º. Pimenta: Para os Corajosos

Aqui a pimenta não é só um detalhe, é a protagonista. Para quem ama ardência, é um prato cheio. Mas toma cuidado: a potência da pimenta pode variar. Melhor começar com menos e ir provando a massa (crua, sim, só um tiquinho) antes de definir a quantidade.

É dedicada aos apaixonados por ardência, então não dá para ser meigo. Serve com uma bebida bem gelada do lado, é obrigatório. Básica, mas transformadora.

16º. Polvilho: A Alegria em Forma de Salgado

O sabor do polvilho azedo é único, inconfundível. Traz uma lembrança de boteco bom, de feira livre. Essa receita caseira resolve o problema de pagar caro em um pacotinho pequeno no mercado.

Ela é realmente a mais amada. A textura é meio esponjosa por dentro e crocante por fora, uma combinação perfeita. A farinha de trigo que ela menciona é só para polvilhar a bancada, ajuda a não grudar.

17º. Frango: O Confiável de Sempre

Às vezes a gente não quer experimentar algo novo, quer a certeza do sabor bom. O frango bem desfiado e temperado é essa certeza. A dica não óbvia é refogar o frango com os temperos e um pouquinho de caldo de legumes caseiro, até ele absorver tudo e ficar bem saboroso.

Isso evita o recheio seco. Depois é só esperar esfriar completamente antes de modelar, senão vaza. É o coringa, o que nunca falha.

18º. Presunto e Queijo: A Dupla Dinâmica

Croquetinho clássico. O que faz diferença é a qualidade do presunto e do queijo. Usa um presunto cozido de boa marca e um queijo muçarela que derreta bem, não aquele embalado cheio de amido.

O tempero incrível pode ser um toque de noz-moscada. Parece pouco, mas arremata o sabor do queijo de um jeito especial. É crocantinho e quentinho, exatamente como a família gosta.

19º. Japonês: Uma Viagem Sem Passaporte

Esses salgadinhos, como os guiozas fritos, são uma verdadeira aula de textura. A massa fininha, o recheio úmido, a parte de baixo super crocante. É uma experiência.

A receita sem muitos segredos é um convite para tentar. O maior aprendizado é na hora de selar: tem que apertar bem as bordas para não abrir na hora de fritar. Conquista o coração pela delicadeza do sabor.

20º. Sem Glúten: Inclusão Saborosa

Essa é para não deixar ninguém de fora da mesa. A farinha de arroz dá uma textura mais arenosa e quebradiça, diferente, mas muito gostosa. É uma adaptação inteligente e necessária.

Funciona bem para recheios mais pastosos. A dica é ser generoso na hora de untar as mãos com óleo para modelar, porque a massa gruda mais. Dá para comer sem preocupação e com muito sabor.

21º. Fandangos Caseiros: A Guloseima Honesta

Fazer seu próprio salgadinho de pacote, só que melhor. A lista é curta, mas o resultado é viciante. O sabor é mais "real", menos artificial, e você controla o sal.

Misture tudo e vá experimentando o tempero. Pode botar o que quiser: páprica defumada, ervas finas. É a liberdade de criar seu próprio sabor preferido, em quantia ilimitada. Simples, mas brilhante.

22º. Batata-Doce: A Surpresa Saudável

A batata-doce no lugar da batata inglesa dá um sabor adocicado incrível e uma cor linda. É uma alternativa que realmente agrega sabor, não é só por ser "saudável".

Combina muito bem com recheios mais encorpados, como um frango desfiado bem temperado. Deixa o conjunto mais interessante. Uma receita para provar que comida com um toque mais natural pode ser a mais gostosa da mesa.

23º. Estilo Padaria: O Toque Caseiro que Engana

O que faz um salgadinho ter aquele sabor e aparência de padaria? Às vezes é um ingrediente simples, como o leite em pó na massa, que dá cor e sabor no forno. Essa receita parece ter desses segredinhos.

É a opção para quando você quer um resultado que pareça profissional, comprado, mas feito em casa. Irresistível para impressionar ou para aquele café da tarde especial.

Ufa, quanta opção, né? O legal é que agora você tem um arsenal. Pode fazer o clássico frango, ou se aventurar no vegano, ou fazer a massa coringa para limpar a geladeira. O importante é botar a mão na massa e ver a reação das pessoas.

Me conta aí nos comentários: qual dessas você já fez ou qual tem mais vontade de tentar? Se inventar uma variação nova, compartilha também! A gente aprende muito com as experiências de cada um na cozinha.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

Instagram icon https://www.instagram.com/raf.gcs

Comentários  

Luizaestrela
0 Luizaestrela
A dica da água fervendo antes de botar a farinha salvou minha massa
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Rafael Gonçalves
0 Rafael Gonçalves
Detalhe que faz toda diferença, Luizaestrela!
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Lari_Coisinhas
0 Lari_Coisinhas
Minha primeira vez fazendo coxinha e consegui! Fiquei com medo da massa, mas é bem tranquila de trabalhar. Só cuidado na hora de fechar pra não ficar muito fina na ponta, senão pode abrir.
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