Tem coisa mais viciante que o som de um nugget sendo frito? Esse estalinho crocante é o sinal de que algo bom está prestes a acontecer. Já fiz essa receita centenas de vezes, e a primeira vez que acertei a textura, nem muito mole, nem tão dura quanto um tijolo, foi por pura sorte. A Daiane provou, fez uma cara de “tá bom, mas não é nada demais”, e depois voltou pra cozinha pra pegar mais um.
Esse segredo não tá no processador, nem na farinha panko. É na carne: peito de frango de verdade, sem aquelas pastinhas industrializadas. E o tempero? Só sal, pimenta e um pouquinho de alho. Nada de mistérios. O que faz a diferença é a técnica: passar na farinha, no ovo e depois na panko com calma. Se apressar, desmancha. Eu já fiz isso. Virou uma sopa de frango com crosta.
Se você quer um nugget que pareça feito num restaurante, mas que saiba de verdade que foi feito por você, a receita de nuggets de frango está aqui. Fácil, rápida e sem química. Vai no passo a passo abaixo, e depois me conta: você conseguiu fazer um que a família pediu para repetir? Ou vai inventar um recheio maluco?
Receita de Nuggets de Frango Caseiro e Saudável: Saiba como fazer
Tem coisa mais viciante que o som de um nugget sendo frito? Esse estalinho crocante é o sinal de que algo bom está prestes a acontecer. Já fiz essa receita centenas de vezes, e a primeira vez que acertei a textura, nem muito mole, nem tão dura quanto um tijolo, foi por pura sorte. A Daiane provou, fez uma cara de “tá bom, mas não é nada demais”, e depois voltou pra cozinha pra pegar mais um.
Esse segredo não tá no processador, nem na farinha panko. É na carne: peito de frango de verdade, sem aquelas pastinhas industrializadas. E o tempero? Só sal, pimenta e um pouquinho de alho. Nada de mistérios. O que faz a diferença é a técnica: passar na farinha, no ovo e depois na panko com calma. Se apressar, desmancha. Eu já fiz isso. Virou uma sopa de frango com crosta.
Se você quer um nugget que pareça feito num restaurante, mas que saiba de verdade que foi feito por você, a receita de nuggets de frango está aqui. Fácil, rápida e sem química. Vai no passo a passo abaixo, e depois me conta: você conseguiu fazer um que a família pediu para repetir? Ou vai inventar um recheio maluco?
Quantidade
12 Porções
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil
Ingredientes
0 de 10 marcados
Gastei R$18 nessa receita. O peito de frango foi o que mais custou. O resto? Tinha em casa. A Daiane já me disse: “Você faz nugget melhor que o da lanchonete.” Eu respondi: “É porque eu não uso aquela pasta que parece plástico.” Ela não respondeu. Só pegou mais um.
Progresso salvo automaticamente
Modo de preparo
Preparando a base:
Se o peito de frango tiver pele, osso ou cartilagem, retire. Não precisa ser perfeito, só limpo. Corte em pedaços grandes, não em cubinhos. O processador vai fazer o resto.
Coloque no processador: os dois dentes de alho, um ovo e os pedaços de frango. Se não couber tudo, faça em duas vezes. Não adianta forçar. O motor vai agradecer.
Processa até virar uma pasta. Não precisa estar lisa. Um pouquinho de textura é bom. Se ficar muito líquida, coloca um pouco de farinha de trigo. Mas isso raramente acontece.
Tempere com calma:
Transfira a massa para uma tigela. Jogue a pimenta-do-reino e o sal. Misture com as mãos. Não com colher. As mãos sentem a textura. Se estiver muito mole, é sinal que precisa de mais tempo no processador.
Prova. Só um pouquinho. Se precisar de mais sal, ajusta agora. Depois que empanar, não tem mais jeito.
Montando a casca:
Em três tigelas separadas: uma com farinha de trigo, outra com o ovo batido (com uma colher de água, sal e pimenta), e a terceira com a panko.
Tempere a farinha de trigo e a panko com um pouquinho de sal e pimenta. Só um toque. Não exagere. O frango já tá temperado.
Modelando e empanando:
Unte as mãos com manteiga. Não use óleo. Manteiga não gruda, e dá um leve sabor. Faça bolinhas, depois aperte levemente pra ficar em formato de nugget. Não precisa ser perfeito. A crosta vai esconder.
Passe primeiro na farinha de trigo. Sacuda o excesso. Depois no ovo. Deixe escorrer um pouco. E por fim, na panko. Pressione levemente pra grudar bem. Se a panko cair, passa de novo. Não tem vergonha.
Coloque os nuggets em um prato. Deixa eles descansar uns 10 minutos. Isso ajuda a casca a aderir. Eu já esqueci disso. Ficou tudo no óleo.
Fritando com amor:
Coloque óleo numa frigideira funda. O suficiente pra cobrir metade da peça. Aquece em fogo médio. Não pode estar frio, nem fumegando. Se você colocar um pedacinho de panko e ele subir rápido, tá na temperatura certa.
Frite em lotes. Não encha a panela. Se colocar tudo de uma vez, baixa a temperatura e vira um pão mole. Deixa dourar por 3 minutos de cada lado. Quando ficar bem dourado, tira e coloca num papel toalha.
Se quiser mais crocância, passa de novo no ovo e na panko. Faz um segundo empanamento. É o truque que ninguém conta. Fica tipo um nugget duplo. Eu faço só nos domingos.
Se o nugget ficou meio mole por dentro, não se desespere. Pode ser que a carne tivesse mais água. A próxima vez, deixa a massa na geladeira por 30 minutos antes de modelar. Acho que foi isso que me salvou depois daquela vez que a Daiane quase me expulsou da cozinha.
Se você fez, me conta: usou panko mesmo, ou tentou com farinha de rosca? E aí, a família pediu mais? Ou só você? Porque eu sei que, se você fez desse jeito, não vai conseguir parar. E se sobrou, é só esquentar no forno. Não precisa fritar de novo. E se não sobrou? Tudo bem. Eu também não deixo. Me conta nos comentários: qual foi o seu primeiro bite? E qual foi a reação da sua família? Eu quero saber.
Antes de fritar seus nuggets, leia isso, tem coisa que ninguém te conta
Quanto tempo dura? E como guardar sem virar borracha
Se você tiver sorte e sobrar algum, o ideal é comer no mesmo dia. A crocância some rápido, e o nugget fica com aquela textura de “frito ontem”. Mas se for preciso guardar, na geladeira ele aguenta até 3 dias, em pote fechado. O segredo? Coloque em uma grade, não em papel toalha direto, assim o vapor não o encharca. Para aquecer, use o forno a 180°C por 8 minutos. Nada de micro-ondas. Se você fizer isso, vai se arrepender. Já fiz. Ficou como um pedaço de borracha com sabor de frango.
Se quiser congelar, faça antes de fritar. Modela, passa na farinha e no ovo, na panko, e coloca no freezer em um prato, sem que toquem. Quando estiverem firmes, guarda em saquinhos. Dura até 3 meses. E o melhor: você pode fritar direto do freezer, só aumenta 1 minuto de cada lado. Não precisa descongelar. Eu já esqueci de um lote no freezer por 5 meses. Ainda ficou bom. A Daiane não perguntou.
Erros que todo mundo comete (e eu já fiz todos)
Um deles: usar o liquidificador. Se o seu não for potente, vai queimar o motor. E se for, vai virar uma pasta lisa, tipo purê. E nugget não é purê. Precisa ter textura. A carne tem que sentir que foi cortada, não triturada.
Outro: fritar tudo de uma vez. O óleo esfria, a crosta não doura, e vira um nugget encharcado. Frite em lotes pequenos. Três, quatro por vez. Deixe espaço. É como dançar: precisa de espaço para girar.
E o mais grave: não untar as mãos. Já tentei sem manteiga. Foi um desastre. A massa grudou nas mãos, nos dedos, no pano. Ficou parecendo que eu tentei fazer nuggets com as mãos sujas. A Daiane riu e disse: “Isso aí parece um bolo de frango.”
Hack que ninguém conta: o segundo empanamento
Depois de fritar e escorrer, passe de novo no ovo e na panko. Só um pouquinho. Volte para a frigideira por 1 minuto. É o truque dos chefs que não querem revelar. Vira um nugget duplo: crocante por fora, suculento por dentro. Eu faço só nos domingos, quando não tenho pressa. A Daiane sempre pede. “Faz de novo, por favor.”
Troca de ingredientes? Sim, mas com consciência
Panko é ideal, mas se não tiver, farinha de rosca funciona. Só que não fica tão crocante. Farinha de milho moída fina também dá, mas é mais frágil. Se quiser algo sem glúten, use farinha de amêndoas ou farelo de arroz. Mas não espere o mesmo efeito.
Se não quiser usar ovo, misture 1 colher de linhaça em pó com 3 colheres de água. Deixe repousar 5 minutos. Vira uma pasta que funciona como ligante. Já testei. Funciona. Mas o nugget perde um pouco da leveza. E a Daiane disse: “Ficou mais sério.”
Se não tiver alho, pode usar alho em pó. Mas não substitua por tempero pronto. Ele tem sal e outras coisas que estragam o equilíbrio. O sal e a pimenta são suficientes.
Low carb, sem glúten, vegano? Sim, dá pra adaptar
Low carb? Troque a farinha de trigo por farinha de amêndoas e a panko por farelo de castanha de caju moída. O resultado é crocante, mas mais caro. Sem glúten? Use farinha de arroz e panko sem glúten. Fica ótimo.
Vegano? Isso é mais desafiador. Substitua o frango por grão-de-bico cozido e escorrido. Processa com alho, cebola, uma pitada de pimenta e um pouco de farinha de aveia. Fica mais macio, mas ainda assim gostoso. Eu já fiz. A Daiane provou e disse: “É diferente. Mas não é nugget.”
Proteico? Adicione uma colher de whey protein na massa. Sim, funciona. Vira mais firme, mas o sabor não muda. Ideal pra quem treina.
Modo gourmet: o detalhe que faz a diferença
Se quiser impressionar, passe um fio de azeite trufado no ovo antes de empanar. Só um fio. Não exagere. Vira um nugget que parece saído de um restaurante caro. Outra ideia: misture um pouco de parmesão ralado na panko. Fica com um sabor salgado e tostado. Já fiz para um jantar e a Daiane perguntou: “Você contratou um chef?”
E se quiser um toque de doce? Polvilhe um pouquinho de açúcar mascavo na panko. Só um toque. Fica uma combinação inesperada. A Daiane não gostou. Mas o Titan, que não pode comer, ficou olhando com aquela cara de “o que é isso?”
Nada se perde, nem a casca da cebola
Sobrou óleo? Deixe esfriar, coe em um pano limpo e guarde em um pote de vidro. Pode reutilizar até 3 vezes. Só não use se estiver escuro ou com cheiro ruim.
Casca de cebola e alho? Congele em um saquinho. Depois, faz um caldo vegetal. É só ferver com água e um pouco de sal. Vira um fundo de sabor que você nem imaginava.
Se sobrar massa, não joga fora. Faça mini hambúrgueres. Ou coloque em uma forma, cubra com molho de tomate e queijo, e assa. Vira um prato de massa com nugget. Já fiz. A Daiane chamou de “nugget à parmegiana”.
Perguntas que sempre me fazem (e outras que nunca me fizeram)
Pode usar peito de frango congelado? Pode, mas deixe descongelar na geladeira. Se colocar congelado no processador, o motor vai agradecer… ou não.
Por que usar manteiga e não óleo nas mãos? Manteiga tem água e sabor. Ela ajuda a soltar a massa e dá um leve toque de doçura. Óleo só gruda.
Posso usar o forno? E a airfryer? Pode. 200°C por 20 minutos, virando na metade. Mas não espere a mesma crocância. A airfryer é melhor. 180°C por 15 minutos. Ainda assim, nada supera o óleo quente.
Posso usar o liquidificador? Só se for potente. Mas prefira o processador. É mais seguro, e você sente a textura.
Variação que testei numa tarde chuvosa
Uma vez, a Daiane disse: “Faz com queijo dentro.” Fiz. Coloquei um cubinho de muçarela no centro. Ficou ótimo. Virou “nugget derretido”. A Daiane comeu três. Depois, tentei com requeijão. Ficou molhado por dentro. Não recomendo. Mas aí eu fiz com calabresa acebolada. Foi uma revelação. Agora é um clássico na casa. A Daiane chama de “nugget de domingo”.
Duas coisas que ninguém fala sobre nuggets
Primeiro: o som. Quando você coloca o nugget no óleo, o primeiro chiado é o sinal de que está na temperatura certa. Se for um som baixo, o óleo está frio. Se for um estouro, tá quente demais. Tem que ser um “szzzz” suave. É como ouvir a música certa no momento certo.
Segundo: os nuggets não precisam ser perfeitos. Na verdade, os quebrados, os que ficaram tortos, são os que mais gostam. Porque são os que têm mais crosta. Eu sempre pego os quebrados. A Daiane me chama de “o rei dos nuggets imperfeitos”.
O que serve com isso? (Além de molho)
Claro que molho barbecue é clássico. Mas experimente um molho de iogurte com limão e ervas. Misture 1 pote de iogurte natural, suco de 1 limão, sal, pimenta e um pouco de salsinha. Fica fresco, corta a gordura. É o que eu faço quando quero algo leve.
Para acompanhar, batata-doce assada em palitos é perfeita. Crocante por fora, doce por dentro. Ou uma salada de repolho roxo com vinagrete. O ácido equilibra. E se quiser algo mais substancial, um arroz de ervilha ou uma canja de galinha simples. A Daiane sempre diz: “Nugget é pra comer com o coração.”
Se der errado, conserta assim
A massa ficou muito mole? Coloca uma colher de farinha de trigo e mistura com as mãos. Deixa na geladeira por 20 minutos. Vai firmar.
Se desmanchou no óleo? Tira os pedaços, refoga com um pouco de cebola, adiciona um pouco de molho de tomate e faz um molho de carne. Serve com arroz. Virou um prato novo.
Se queimou? Corta as partes escuras. O resto ainda é comestível. Vira crouton de salada. Já fiz. A Daiane disse: “Isso aí é arte.”
De onde veio esse negócio de nugget?
Essa versão moderna surgiu nos EUA nos anos 50, criada por um professor que queria usar sobras de frango. Mas o que virou lenda foi o formato de estrela e coração, inventado por empresas de fast-food. A versão caseira, com carne de verdade, é mais antiga. É o que a gente fazia em casa antes de existir embalagem. A Daiane me contou que a mãe dela fazia assim, só que com peixe. Ela disse que o cheiro era o mesmo: de domingo, de casa.
O que combina com esse sabor?
O frango tem um sabor suave. Por isso, ele pede contraste: crocante contra macio, salgado contra ácido. A cebola caramelizada, o molho de pimenta, o vinagrete, o limão, tudo ajuda. Mas o mais surpreendente? Uma geleia de morango. Sim, a mesma que a Daiane faz. Um pouquinho, só para provar. O doce com o salgado? Foi uma descoberta. Ela não acredita, mas eu juro: funciona.
E aí, já fez seus nuggets? Conta aqui nos comentários: você usou panko ou tentou com farinha de rosca? E o que foi o primeiro bite? Ficou crocante? A família pediu mais? Ou só você? Se você fez uma versão maluca, com queijo, com pimenta, com geleia, me conta. Eu quero saber. Porque no fim, o que importa não é o que está na receita… é o que você fez com ela.
O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.
Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.
Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?
Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.
Comentários