16 Receitas de Cuscuz Recheado Incluindo Preparos Incríveis E Muito Saborosos

Veja como criar esse prato amado em todo o país e ter sempre que desejar
16 Receitas de Cuscuz Recheado Incluindo Preparos Incríveis E Muito Saborosos
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Um segredo que descobri depois de anos na cozinha: a simplicidade de um cuscuz bem feito esconde uma arte. Foi numa tarde preguiçosa, quando a fome bateu mas a vontade de fazer algo grandioso não, que resolvi brincar com o flocão. A Daiane, sempre cética com meus experimentos rápidos, duvidou que daria em algo. O resultado foi tão bom que ela ficou sem argumentos. Risos à parte, essa humilde combinação de flocão, calabresa ralada na hora e queijo derretido virou um coringa aqui em casa.

O aprendizado veio de observar receitas tradicionais do Magrebe, a origem do prato, e adaptar com o que temos de melhor. A técnica está nos detalhes: molhar o flocão aos poucos e deixar hidratar, essa pausa de três minutos é sagrada. E ralar a calabresa na hora, em vez de fatiar, faz toda a diferença. Ela solta a gordura e o sabor de um jeito que impregna cada camada do cuscuz, criando um recheio que é quase um molho.

Essa receita de cuscuz recheado é puro sabor autêntico. A cebola fica translúcida, o queijo forma fios e a massa, úmida e soltinha, abraça tudo. É um daqueles lanches que parecem simples, mas entregam uma experiência completa, perfeito para reunir a família na cozinha. Mais abaixo, coloquei o passo a passo certinho pra você reproduzir essa magia aí na sua casa. Depois me conta nos comentários o que achou.

Receita de Cuscuz Recheado Simples com calabresa: como fazer

Rendimento
1 porção (bem generosa!)
Preparação
30 min
Dificuldade
Fácil
Referência de Medida: Xícara de 240ml

Ingredientes

0 de 5 marcados

Lista enxuta, né? Acho que o maior "ingrediente" aqui é a paciência de três minutinhos para o flocão hidratar. Sério, não pule essa etapa, ela é a alma do negócio.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 300g (1/2 da receita)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 485 kcal 24%
Carboidratos Totais 45.2g 15%
   Fibra Dietética 3.5g 14%
   Açúcares 2.8g 6%
Proteínas 18.6g 37%
Gorduras Totais 23.4g 30%
   Saturadas 9.2g 46%
   Trans 0.2g 1%
Colesterol 55mg 18%
Sódio 1,150mg 50%
Potássio 320mg 7%
Ferro 2.8mg 16%
Cálcio 280mg 28%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Energético: Fonte de carboidratos para atividades
  • Boa Proteína: Combinação equilibrada
  • Sem Glúten: Naturalmente sem trigo
  • Rico em Cálcio: Graças ao queijo

Alertas & Alérgenos

  • Alto sódio – Principalmente da calabresa
  • Gorduras saturadas – Modere o consumo
  • Contém lactose – Atenção intolerantes
  • Insight: Rico em carboidratos complexos que fornecem energia gradual

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Primeiro, pegue uma tigela e coloque o cuscuz flocão. Adicione uma pitada de sal e misture bem com as mãos, tipo um carinho, pra garantir que o sal se espalhe por todos os flocos. Já ajuda demais no sabor final.
  2. Agora vem o segredo: acrescente a água aos poucos, mexendo enquanto despeja. Não joga tudo de uma vez, senão embola. Quando toda a água estiver incorporada, dê uma apertada gentil na massa com as mãos e deixe descansar por uns 3 minutos. Isso não é sugestão, é lei. O flocão precisa desse tempo pra absorver a água e ficar soltinho depois, sem pedaços secos.
  3. Enquanto isso, prepare a cuscuzeira. Coloque água no fundo, na quantidade que o manual indica (geralmente até a marca). Forre o cesto (aquela primeira peça furada) com um pouco da massa de cuscuz já hidratada. Crie uma camada de base.
  4. É hora do recheio! Espalhe metade da calabresa ralada, metade da cebola e algumas fatias de muçarela sobre essa primeira camada de cuscuz. A ideia é cobrir bem.
  5. Cubra tudo com mais uma boa porção de cuscuz. Aí repita: coloque o resto da calabresa, da cebola e o queijo que sobrou. Finalize com a última camada de flocão, pressionando levemente para compactar.
  6. Tampa e leva a cuscuzeira ao fogo médio. Deixa cozinhar até a água ferver e o vapor começar a subir pelo cesto, cozinhando o cuscuz. Leva mais ou menos 10 minutos, mas fica de olho, o tempo pode variar um pouco com seu fogão.
  7. Desliga o fogo e espera um minuto para o vapor baixar. Com cuidado, tira o cesto. Para desenformar, passa uma faca fininha nas laterais, soltando bem as bordas. Vira sobre um prato e... tá pronto um espetáculo.

A primeira vez que fiz, fiquei com medo de grudar. Passei a faca com um certo drama, mas saiu inteirinho. A Daiane olhou e falou "até que você acertou dessa vez". Valeu cada segundo.

Pronto, tá aí um cuscuz que é praticamente uma refeição completa. O que eu mais gosto é como ele fica úmido por dentro, com a calabresa soltando aquele sabor que se infiltra em tudo, e o queijo derretido fazendo sua parte gloriosa. É simples, mas tem uma profundidade de sabor que pega a gente de jeito.

Já tentou fazer cuscuz recheado assim? Ou tem um truque diferente na manga, tipo colocar um pouco de pimentão ou milho? Conta pra mim aqui nos comentários como foi a sua experiência. Fico curioso pra saber se você também virou fã dessa receita rápida que salva qualquer jantar.

Quanto tempo dura? Dica quente pra não estragar

Esse cuscuz recheado é melhor comer na hora, mas se sobrar (difícil, eu sei), guarda na geladeira por até 2 dias. Só esquenta no vapor ou microondas com um pano úmido em cima pra não ressecar. Se quiser congelar, embala bem em filme plástico e dura até 1 mês - mas a textura do queijo pode mudar um pouco.

Tá de dieta? Vem cá que te conto

Uma porção desse cuscuz recheado tem 485 calorias (conforme nossa tabela nutricional completa). Se quiser reduzir, troca a muçarela por queijo minas light e usa calabresa de frango. Mas sério, às vezes vale a pena gastar essas calorias - especialmente no domingo de ressaca.

Sem calabresa? Sem problemas!

Se você não curte ou não tem calabresa, bora de:

  • Frango desfiado temperado (fica incrível com pimentão)
  • Carne moída refogada com cebola e pimenta
  • Atum com tomate seco (minha versão favorita pra dias preguiçosos)
  • Pro vegano: cogumelos shitake grelhados + pimentão assado
A Daiane uma vez fez com salsicha e eu jurei que não ia gostar... mas confesso que surpreendeu!

3 erros que vão arruinar seu cuscuz (e como evitar)

1. Água demais: o cuscuz fica empapado. O segredo é molhar aos poucos até ficar úmido, mas não encharcado.
2. Fogo alto: a água evapora rápido e o cuscuz não cozinha direito. Fogo médio-baixo é o segredo.
3. Não desenformar na hora: se deixar esfriar na cuscuzeira, vira um tijolo. Passa a faca e desenforma logo!

Hack que ninguém te conta

Coloca uma folha de bananeira (ou papel manteiga) no fundo da cuscuzeira antes de por o cuscuz. Quando terminar, é só puxar que sai inteirinho, sem grudar. Funciona que é uma beleza!

O que servir com isso? Eu tenho ideias

Um café preto forte se for café da manhã. Se for almoço:
- Molho de pimenta caseiro (combina demais com a calabresa)
- Uma saladinha de pepino com limão pra cortar a gordura
- E pra beber? Uma cerveja gelada ou suco de caju. Não tem erro!

Quer surpreender? Faz assim

Versão nordestina premium: substitui a muçarela por coalhada seca e acrescenta manteiga de garrafa por cima na hora de servir. Meu amigo... é outro nível! Já a versão paulistana que eu inventei: coloca cream cheese e tomate seco no recheio. Fica tão bom que dá até pra vender.

A parte mais chata (e como facilitar)

Ralar a calabresa pode ser um trabalhão, né? Dois truques: 1) Congela por 15 minutos antes de ralar - fica bem mais fácil. 2) Se tiver preguiça total, compra aquela calabresa já ralada (tem em alguns mercados). Já salva uns 10 minutos do seu dia.

Se tudo der errado... calma!

O cuscuz ficou seco? Regue com um fio de azeite ou manteiga derretida e cubra por 5 minutos. Virou papa? Transforma em bolinho: mistura um ovo, faz bolinhas e frita. Queimou o fundo? Raspa com cuidado e disfarça com bastante queijo por cima. Já passei por tudo isso, pode confiar!

Modo economia ativado

Troque a muçarela por requeijão cremoso (fica mais barato e dá um cremoso incrível). Use salsicha ao invés de calabresa (corta o custo pela metade). E o melhor: o cuscuz flocão é barato e rende muito. Prato completo por menos de 10 conto!

Quer impressionar? Faz isso aqui

Depois de pronto, finaliza com azeite trufado e folhas de manjericão. Serve numa tábua de madeira com faca bonita - parece de restaurante caro, mas é o mesmo cuscuz de sempre. Já fiz pra visita e todo mundo achou que eu tinha feito curso de chef!

De onde veio essa ideia?

O cuscuz recheado é uma adaptação brasileira do cuscuz marroquino. A versão com calabresa e queijo é mais nossa mesmo, coisa de boteco e lanchonete. Curiosidade: em São Paulo tem um bar na Mooca que serve desde os anos 80 - dizem que foi um dos primeiros a popularizar.

2 coisas que ninguém fala sobre cuscuz recheado

1. Faz ótima marmita: esquenta bem no microondas e não fica ruim como outros pratos.
2. É ótimo pra ressaca: a combinação de carboidrato + gordura + sal é cientificamente comprovada pra curar bêbados. Eu testei. Funciona.

Perguntas que me fazem toda hora

Pode fazer sem cuscuzeira? Pode! Envolve a massa em filme plástico e cozinha no vapor (numa peneira sobre panela com água).
Dá pra fazer doce? Dá sim! Troca o sal por açúcar, o recheio por coco ralado e leite condensado. Fica bom também, prometo.
Por que meu cuscuz não solta? Provavelmente você não untou bem a cuscuzeira ou deixou esfriar demais. Unta com manteiga e desenforma quente!

Sabia que...

O cuscuz de flocão foi criado nos anos 60 no Brasil pra facilitar o preparo do cuscuz tradicional. E olha só: em São Paulo tem um concurso anual de melhor cuscuz recheado - o vencedor do ano passado tinha bacon e abacaxi no recheio. Polêmico, né?

Completa o seu cuscuz recheado com essas combinações imperdíveis

Depois de preparar aquele cuscuz recheado que vai deixar todo mundo com água na boca, que tal montar um menu completo? Selecionamos opções que casam perfeitamente, desde pratos principais até aquela sobremesa que fecha com chave de ouro. Aqui em casa, a gente adora montar combinações assim para reunir a família!

Para servir como prato principal

Pescada amarela incrível: Um peixe leve e saboroso que equilibra bem o peso do cuscuz. A Daia sempre pede quando quer algo mais "marvado".

Bife ao molho: Carnes e molhos são clássicos que nunca falham. Esse aqui é daqueles que pede um pãozinho pra aproveitar até a última gota.

Receita de Pastelão de frango bem simples: Pra quem quer continuar no clima de recheios gostosos. Cuidado pra não comer demais e faltar espaço pro resto!

Acompanhamentos que fazem a diferença

Abóbora recheada: Combina tanto que parece que foram feitos um pro outro. Além de linda na mesa, é nutritiva.

Cream cheese caseiro (link): Pra passar no pão ou até mesmo no próprio cuscuz. Fica tão bom que a gente sempre faz em dobro.

Salada verde crocante: Um mix de folhas com tomate cereja e pepino para refrescar. As vezes a gente só precisa de algo simples pra equilibrar, né?

Para terminar com doçura

Sobremesa de abacaxi (veja como é fácil preparar): Doce, ácida e refrescante. Perfeita pra fechar uma refeição mais encorpada como essa.

Bolo de nozes (saiba mais): Pra quem não abre mão de um cafezinho com algo especial no final. Esse aqui é o preferido do meu sogro!

Recheio de abacaxi (aprenda aqui): Se quiser inovar, use para rechear panquecas ou até servir com sorvete. A versatilidade é o que manda!

Bebidas para harmonizar

Suco de caju gelado: Doce como o nordeste e combina que é uma beleza com o cuscuz. A gente sempre tem na geladeira no verão.

Água de coco natural: Pra quem quer algo leve e hidratante. Dai adora servir com uma rodela de limão pra dar um toque especial.

Chá mate gelado: Amargo na medida certa pra limpar o paladar. Eu costumo fazer um jarra grande pros visitantes.

E aí, qual combo você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas combinações virou hit aí na sua casa também! Aqui já sabemos que o cuscuz com abóbora recheada não dura 5 minutos na mesa...

Se você curtiu a versão com calabresa ralada, espere só até ver essas outras combinações incríveis.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. A clássica dupla: queijo derretido

autor: Lar da Janaira

Às vezes, menos é mais. Essa receita prova isso. Ela foca no básico, mas faz com uma técnica que garante o ponto perfeito do cuscuz, nem seco, nem empapado. O segredo que aprendi aqui é a paciência na hora de deixar o flocão hidratar, não adianta ter pressa.

É a versão que eu faço quando quero algo rápido para o café da manhã ou um lanche da tarde. O queijo derretendo por dentro cria uma surpresa gostosa a cada garfada. Dica: se for usar queijo mussarela, seca ele um pouco com papel toalha antes, senão pode soltar muita água e umedecer demais a massa.

3º. Com sardinha, uma surpresa maravilhosa

autor: Me Chamem de Nanda Mel

Eu era cético. Cuscuz com sardinha em lata? Mas juro que essa combinação funciona de um jeito que não consigo explicar. A sardinha dá um sabor profundo, quase como um patê, e os ovos cozidos e as azeitonas equilibram com frescor.

É uma receita que brilha no almoço de sábado, leve mas satisfatória. O pulo do gato é escorrer bem o óleo da sardinha e desfiar com garfo antes de misturar. E não precisa de sal extra, a sardinha já cuida disso. Experimenta uma vez, sério.

4º. O nordestino tradicional, pura raiz

Essa é a receita que mais se aproxima da origem do prato, daquele cuscuz substancial que é quase uma refeição completa. A carne – geralmente carne seca ou charque dessalgado – e os ovos cozidos criam camadas de sabor e textura.

Demanda um pouco mais de tempo, mas o resultado é digno de domingo em família. Aprendi que a ordem das camadas na cuscuzeira é sagrada: uma base de massa, uma de recheio, outra de massa. Isso garante que cozinhe por igual e o recheio não fique cru.

5º. A versão simples e infalível

Para dias sem criatividade ou quando a geladeira parece vazia. Essa receita resolve com o que você provavelmente já tem: ovos, talvez um pouco de queijo, tomate, salsinha. A beleza está na simplicidade e no conforto que um prato bem executado traz, mesmo sem ingredientes fancy.

É o meu coringa para quando chego tarde em casa. Em 20 minutos está pronto. A dica é sempre ter flocão de milho na despensa, ele salva mais do que imaginamos.

6º. Com charque, um sabor intenso

Charque tem um gosto marcante, então essa receita é para paladares que gostam de uma pancada de sabor. O segredo, que essa receita ensina bem, está no dessalgue. Deixar de molho trocando a água algumas vezes é chato, mas indispensável. Se não fizer, fica intragável.

Quando bem feito, o charque fica na medida certa entre salgado e saboroso, e combina divinamente com a textura do cuscuz. É um prato robusto, que enche bem e agrada em reuniões informais.

7º. Leve e saboroso com frango

Fugindo ao que todo mundo pensa, cuscuz com frango não é sem graça. Tudo depende de como você prepara o frango. Essa versão aqui usa um refogado bem temperado, com bastante cebola, alho e pimentão, o que deixa o recheio úmido e cheiroso.

É a opção que eu mais faço quando quero algo mais leve, mas ainda assim gostoso. Perfeito para quem está evitando carnes mais gordurosas. Desfia o frango ainda morno, ele absorve melhor os temperos.

8º. O clássico do boteco: charque e calabresa

Essa é pesada, no bom sentido. A dupla charque e calabresa é poderosa, então essa receita é para momentos de fome real. O que salva é a simplicidade do preparo, que equilibra a intensidade dos ingredientes.

Fica incrível acompanhado de uma cerveja bem gelada ou um suco de caju bem ácido para cortar a gordura. Só não exagera na porção, porque é bem encorpado. A Daiane adora, mas sempre reclama que eu encho muito o prato dela quando faço esse.

9º. Calabresa e queijo, o coringa das festas

Se tem uma combinação que nunca, jamais, falha em qualquer reunião, é essa. A calabresa frita e o queijo derretido são uma combinação quase injusta de boa. Essa receita é rápida, direta ao ponto e rende bastante.

É a que eu levo para encontros de família onde não quero me complicar. Todo mundo sempre elogia. Dica prática: frita a calabresa bem crocante, ela dá uma textura que contrasta com a maciez do cuscuz e do queijo. Faz toda a diferença.

10º. Com carne seca, requinte nordestino

Essa aqui é um passo à frente. Não é só cuscuz recheado, é quase um banquete em camadas. Leva carne seca, linguiça, queijo curado... É trabalhosa, eu não vou mentir. Mas o resultado é um prato de restaurante caseiro, daqueles que impressionam qualquer um.

Faço apenas para ocasiões especiais. A lição mais importante que tirei dessa receita é a de cozinhar cada componente separadamente antes de montar. Assim você controla o ponto de cada um, e o sabor final fica harmonioso, não uma bagunça.

11º. O clássico matinal com ovo

Tem cheiro de infância, de casa de vó. Cuscuz com ovo cozido é simples, barato e absurdamente reconfortante. Essa receita mantém essa essência. O truque está em dosar a água na massa para ela ficar soltinha, e não uma massa compacta.

É meu café da manhã preferido nos fins de semana. Sirvo com uma xícara de café forte e já estou feliz. Não tem erro, é pura memória afetiva em forma de comida.

12º. Descontraído e gostoso com salsicha

Nada de gourmetizar. Essa é a receita para fazer com as crianças, para um lanche divertido e sem pretensões. A salsicha cortada em cubos e frita fica com um gostinho que todo mundo ama, especialmente a garotada.

É rápida, econômica e sempre agrada. Não exige habilidade nenhuma, só vontade de comer algo gostoso. Às vezes, a simplicidade é a melhor estratégia na cozinha.

13º. Com carne de sol e queijo coalho

Essa combinação é a alma do Nordeste em um prato só. A carne de sol bem preparada e o queijo coalho que derrete levemente são uma experiência sensorial. Essa versão ainda tem a praticidade de poder ser feita no micro-ondas, o que é uma mão na roda.

Fica incrível. Só atenção para a carne de sol, que às vezes pode vir muito salgada. Experimenta um pedacinho antes de colocar tudo, e se necessário, dá uma rápida fervura para dessalgar.

14º. Feito na cuscuzeira tradicional

Usar a cuscuzeira de alumínio não é só tradição, é técnica. O vapor cozinha o cuscuz de forma uniforme e deixa a textura no ponto exato, areada e soltinha. Essa receita com linguiça e bacon aproveita bem isso, porque a gordura dos dois vai permeando a massa por dentro, ficando saborosa até o último grão.

Se você nunca usou uma, pode estranhar no começo, mas depois não vai querer fazer de outro jeito. Só não esquece de verificar o nível de água da base para não queimar o fundo.

15º. Prático e vendável no pote

Essa é uma ideia inteligentíssima. Servir o cuscuz recheado no pote além de bonito, é super prático para vender, levar para um piquenique ou deixar pronto na geladeira. A montagem em camadas fica visualmente atraente e cada garfada pega um pouco de tudo.

A receita de recheio com frango, milho e requeijão é uma combinação segura, que agrada a maioria. Se for fazer para vender, testa a consistência, tem que ficar firme o suficiente para não virar uma pasta dentro do pote.

16º. O queridinho do café: queijo e presunto

Para começar o dia com energia e sabor. Essa é provavelmente a versão mais amigável para quem está experimentando cuscuz recheado pela primeira vez. Os sabores são familiares, o preparo é descomplicado e o resultado é sempre um sucesso.

É a receita que eu mais indico para iniciantes na cozinha. Não tem como errar. Fica ótimo acompanhado de um café com leite espumoso. Praticamente um abraço matinal.

Uau, deu até vontade de fazer um de cada, né? O legal do cuscuz é essa versatilidade toda, ele se adapta desde um café simples até um almoço completo. Conta pra mim aí nos comentários: qual dessas variações combinou mais com seu estilo? Se fizer, tira uma foto e me marca, adoro ver os pratos de vocês tomando forma.

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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