Agora que ficou mestre neste preparo, veja como esse belezinha ganha novas versões deliciosas.
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. O clássico com queijo que todo mundo ama
autor: Cozinhando com Fernando Couto
Eu sou do time que acredita que queijo melhora tudo, e nessa receita não é diferente. A primeira vez que tentei fazer com queijo, a massa ficou um pouco oleosa, mas aí aprendi que o segredo é usar o queijo bem curtido, ralado grosso, e não exagerar na quantidade. O Fernando mostra direitinho no vídeo como fica aquela casquinha crocante por fora e o queijo quase derretendo por dentro.
Uma dica que eu dou é: se você for congelar, faz os bolinhos já formados e vai assando ou fritando conforme precisa. A Daiane adora quando deixo uma fornada no freezer pra ela resolver uma fome de improviso. Dá uma olhada no vídeo aí em cima, ele explica bem certinho o ponto.
3º. A versão doce que é pura nostalgia
autor: Dicas e Culinárias
Confesso que fiquei com um pé atrás quando ouvi falar em bolinho de polvilho doce, mas nossa, que surpresa boa. Fica uma textura areadinha, levemente adocicada, perfeita pra mergulhar no café. A receita do canal Dicas e Culinárias é bem honesta, sem complicação.
O meu palpite é: se você gosta de um doce mais suave, pode reduzir um pouquinho o açúcar que não estraga. E na hora de fritar, o óleo não pode estar muito quente senão doura por fora e fica cru por dentro. Já aconteceu comigo, e não fica legal. Mas seguindo o vídeo, dificilmente erra.
Essa eu testei mais por curiosidade, pra ver se realmente funcionava. E funciona, viu? A panela de pressão veda e esquenta muito, então o bolinho cozinha por igual sem você precisar virar. Fica um pouco diferente da fritura tradicional, mas é uma opção válida pra quem quer praticidade.
Só toma cuidado na hora de abrir a panela, espera sair toda a pressão antes, claro. E o óleo tem que estar bem quente, senão o bolinho pode ficar encharcado. O canal Receitas Caseiras tem o tempo certinho no vídeo, vale a pena seguir.
Misturar farinha de milho foi uma ideia que eu peguei de uma senhora numa feira, e ela disse que deixa o bolinho mais sequinho. Testei em casa e gostei bastante, dá um sabor leve e uma cor mais dourada. A Gi do Receitinhas da Gi ensina uma versão bem parecida.
O negócio é não errar a mão na água, porque a farinha de milho pode deixar a massa mais pesada se ficar muito úmida. Melhor ir colocando aos poucos e ver o ponto, que é quando para de grudar nos dedos. Se ficar muito mole, é só acrescentar um tantinho mais de polvilho.
Eu era cético com air fryer pra receitas de massa, mas o Maurício me convenceu. O bolinho fica bem crocante por fora e macio por dentro, e o melhor é que não fica aquele cheiro de fritura pela casa toda. É ótimo pra quando você quer um lanche mais leve.
Dica de ouro: dá uma pincelada de óleo bem leve nos bolinhos antes de colocar na air fryer. Ajuda a dourar e ficar com aquele aspecto mais appetitoso. E não enche demais o cesto, senão eles não assam por igual. O vídeo mostra bem isso.
O polvilho azedo é a alma do negócio pra muita gente. Ele dá aquele sabor característico e uma textura única. A Ediane, que é expert em comida mineira, manda muito bem nessa receita. É bem fiel ao que se come em Minas.
Uma coisa que eu aprendi é que o polvilho azedo as vezes precisa de um pouquinho mais de líquido que o polvilho doce. Mas olha, vai com calma, porque cada marca é de um jeito. O ideal é confiar no olho e no tato, a massa tem que ficar lisa e moldável.
Tenho um primo com intolerância à lactose, então sempre busco opções sem leite. Essa receita do Rogério é bem simples e fica surpreendentemente boa. A textura fica um pouco diferente, mas o sabor é muito parecido.
Ele usa água e um fio de óleo, mas já testei com leite de aveia também e ficou ótimo. O importante é acertar o ponto da massa, que não pode ficar nem muito mole nem muito dura. Se você tá nesse grupo, o vídeo é uma mão na roda.
A Drica é fantástica nas receitas veganas, e essa não fica atrás. Ela conseguiu a proeza de fazer um bolinho de polvilho sem ovo e sem leite que fica com uma crocância incrível. O azeite ajuda a dar sabor e liga.
Uma sugestão: se você quiser um sabor extra, pode adicionar uma pitada de alho em pó ou ervas finas na massa. Fica um aperitivo diferente e gostoso. Vale muito a pena experimentar, mesmo se você não for vegano.
O leite dá uma cremosidade diferente ao bolinho, deixa ele com um interior mais úmido e saboroso. A receita da Bruna é bem clara e direta, perfeita pra quem tá começando. Eu gosto de fazer assim quando vou servir com um café bem forte.
Só um aviso: a massa com leite tende a queimar um pouco mais rápido na fritura, então fica de olho no fogo. Médio pra baixo é o ideal. E usa uma panela funda, que o óleo não transborda.
Essa é pra emergência, quando a geladeira tá vazia e dá aquonta vontade de um lanchinho. Só polvilho, água e sal. É impressionante como três coisas tão simples viram algo tão gostoso. A Isamara mostra que não tem segredo.
O truque aqui é a água estar bem quente, quase fervendo, pra cozinhar o polvilho e dar liga. E na hora de fritar, o óleo bem quente também, senão o bolinho abre. É bem difícil errar, pra ser sincero. Se você nunca fez, começa por essa.
E aí, qual dessas você vai testar na sua cozinha? Eu fico entre o com queijo e o doce, não consigo decidir. Quando experimentar alguma dessas, volta aqui pra contar como foi, adoro trocar ideia sobre essas experiências. Até a próxima!
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