11 Receitas de Acarajé E Variações Diferentes Com Sabores Incríveis

Hoje é o dia que vai dominar todo o processo desse lanche típico e muito saboroso.
11 Receitas de Acarajé E Variações Diferentes Com Sabores Incríveis
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A primeira vez que tentei fazer acarajé caseiro, foi um desastre. A massa desmanchou no dendê e virei motivo de piada aqui em casa por uma semana.

Mas aí, aprendi com quem sabe. O segredo está na paciência com o feijão fradinho. Lava, deixa de molho, tira cada casca com a mão. Parece chato, mas é esse cuidado que dá a textura aerada e crocante. E o azeite de dendê, aquele tom alaranjado lindo, tem que estar bem quente, quase fumegando, para selar na hora.

Quando finalmente deu certo, foi uma celebração. O cheiro que tomou o apartamento, o crocante por fora e o macio por dentro. É mais que um lanche, é conquistar um pedaço da Bahia na sua cozinha. Quer tentar o jeito certo? O passo a passo tradicional tá aqui embaixo, detalhadinho.

Receita de Acarajé Baiano: Saiba Como fazer a massa perfeita

Rendimento
20 unidades
Preparo
2h + descanso
Dificuldade
Média

Ingredientes

0 de 6 marcados

O investimento maior aqui é tempo, não dinheiro. O feijão fradinho e o dendê são a alma do negócio. Uma dica: não tente substituir o dendê por outro óleo, o sabor e a cor são únicos, é meio que trapaça.

Progresso salvo automaticamente

Informação Nutricional

Porção: 100g (2 unidades com recheio médio)

Nutriente Por Porção % VD*
Calorias 285 kcal 14%
Carboidratos Totais 32.5g 11%
   Fibra Dietética 6.8g 27%
   Açúcares 2.1g 4%
Proteínas 10.2g 20%
Gorduras Totais 12.8g 16%
   Saturadas 4.2g 21%
   Trans 0g 0%
Colesterol 0mg 0%
Sódio 420mg 18%
Potássio 480mg 10%
Ferro 2.8mg 16%
Cálcio 45mg 4%
Magnésio 85mg 20%

*% Valores Diários baseados em uma dieta de 2.000 kcal (FDA)

Etiquetas Dietéticas

  • Vegano: Sem ingredientes de origem animal
  • Gluten-Free: Naturalmente sem glúten
  • Alto em Fibras: Excelente para digestão
  • Rico em Ferro: Bom para prevenção de anemia

Alertas & Alérgenos

  • Alta gordura – Frito em dendê, moderar consumo
  • Calorias moderadas – Atenção em dietas de perda de peso
  • Insight: Rico em fibras e proteínas vegetais, ótima fonte de energia sustentada
  • Valores podem variar conforme recheio escolhido

Fonte: Calculado manualmente via Tabela TACO Unicamp; valores aproximados – não substitui consulta profissional.

Baixar Tabela TACO (Excel)

Modo de preparo

  1. Quebra do feijão: Coloque o feijão fradinho no liquidificador e bata só por uns segundos, em pulsos. A ideia é quebrar os grãos, não triturar até virar pó. Você vai ouvir aquele barulho seco de coisa quebrando. Pare antes de virar farinha, sério.
  2. Limpeza (a parte que requer paciência): Transfira o feijão quebrado pra uma tigela bem grande e cubra com água fresca. Com uma espátula ou só com a mão, mexa e ajude as cascas a soltarem e boiarem. Tire todas que conseguir. Agora, meta a mão na massa mesmo e esfregue os grãos entre as palmas. É meio terapêutico, depois que você aceita o processo. Troque a água, repita. Faz isso até a água ficar bem mais clara, sem aquela espuma esbranquiçada. Pode levar umas 4 ou 5 trocas de água.
  3. Descanso de um dia pro outro: Depois da última lavagem, cubra o feijão com água limpa e bota na geladeira. Deixa lá de um dia pro outro, ou por no mínimo 8 horas. Esse descanso é mágico, ele hidrata e deixa o grão perfeito pra virar aquela pasta aerada depois.
  4. Preparo da pasta de cebola: Enquanto o feijão descansa (ou no dia seguinte), rale as duas cebolas grandes e bata no liquidificador até formar uma pasta. Peneire essa pasta pra tirar o excesso de líquido. Aquele caldo que sobra você joga fora. O que importa é a pasta mais seca, reserve ela.
  5. Bater a massa do acarajé: Escorra bem a água do feijão. Agora, no processador ou liquidificador (vai de pouco em pouco, pra não sobrecarregar), bata o feijão hidratado até virar uma pasta bem lisa e homogênea. Vai colocando a pasta de cebola reservada aos poucos enquanto bate. Transfira tudo pra uma tigela grande.
  6. Sovar e sabor: Aqui vem um segredo. Com uma colher de pau, mexa essa massa vigorosamente, fazendo um movimento de vai e vem, por uns 10 a 15 minutos. É isso que vai incorporar ar e deixar o acarajé fofo por dentro. Depois de sovar, experimente e ajuste o sal.
  7. Esquentar o dendê: Numa panela funda (uma panela de pressão sem a tampa é excelente pra isso), aqueça o dendê em fogo médio. Jogue dentro a cebola pequena inteira, com casca. Ela vai aromatizar a gordura e te dar uma pista de quando está quente.
  8. Teste de temperatura: O dendê precisa estar bem quente. Jogue uma pitadinha da massa dentro. Se formar bolhinhas ao redor imediatamente e a massa subir, tá no ponto. Se afundar e só borbulhar fraco, espera mais um pouco.
  9. Modelar e fritar: Molhe duas colheres de sopa na água pra massa não grudar. Pega uma porção de massa com uma colher, passa pra outra pra dar aquele formato oval clássico, e desliza com cuidado no dendê quente. Não enche a panela, deixa espaço pra eles nadarem. Com uma escumadeira, vire depois de alguns minutos, quando a parte de baixo estiver bem dourada e crocante. Frita do outro lado. Tira e escorre no papel toalha.
  10. Rechear e devorar: Depois de frito, você faz um cortinho na lateral e recheia com o que mais te agradar. O tradicional é vatapá, camarão seco e vinagrete. Mas fica a seu critério. O primeiro vai direto pra boca, nem espera esfriar direito, pode confessar.

A massa pode ficar um pouco líquida se você não tirou bem o líquido da cebola. Se acontecer, não entra em pânico. Adiciona um pouquinho de farinha de trigo ou de rosca, bem pouco mesmo, até dar o ponto de modelar. Já salvei uma leva assim.

Depois que você pega o jeito, o processo todo vira quase um ritual de meditação. Esfregar o feijão, sovar a massa, o cheiro do dendê quente tomando conta de tudo. A primeira vez que eu acertei a textura, aquela casca crocante que estala e o miolo fofo, foi uma das maiores vitórias aqui na cozinha. A Daiane até filmou pra provar que não era lenda.

E aí, topa o desafio? Pode dar trabalho, mas a recompensa é daquelas que você lembra por anos. Quando fizer, volta aqui e me conta como foi. Teve crise com a casca do feijão? A massa ficou boa? Qual recheio você escolheu? Partilha aí nos comentários, adoro ler essas histórias.

Quanto tempo dura? E como guardar sem perder o sabor

Acarajé é daquelas comidas que tem que comer na hora - sério, a textura crocante por fora e macia por dentro não perdoa. Mas se sobrar (difícil, eu sei), guarde na geladeira por até 2 dias em pote fechado. Pra requentar: forno baixo ou airfryer por 5 minutinhos. Nunca micro-ondas, senão vira uma pedra de tristeza.

Os 3 pecados capitais do acarajé (e como evitar)

1. Massa muito líquida: Se escorrer entre as colheres na hora de fritar, adicione um pouco mais de feijão batido. 2. Dendê queimando: Controla esse fogo, guerreiro! O ponto ideal é quando a cebola fica douradinha. 3. Apresse o descanso do feijão: Não pule as 8h de molho, senão seu acarajé vai ficar com gosto de "arrependimento".

Truque da baiana experiente

Pouca gente sabe, mas bater a massa no liquidificador com cubos de gelo (sim, gelo!) ajuda a não esquentar demais e manter a textura perfeita. A Daiane achou estranho quando eu fiz, mas depois admitiu que ficou melhor que o da tia dela da Bahia (shhh, não conta).

Sem dendê? Sem problemas!

Se você tá no interior e não acha dendê (ou não curte o sabor forte), dá pra misturar óleo de soja com um fio de azeite e 1 colher de sopa de colorau. Não fica igual, mas salva o jantar. Agora, feijão fradinho é sagrado - sem substitutos aqui!

Versão gluten-free sem mistério

Boa notícia: o acarajé tradicional já é naturalmente sem glúten! Só tomar cuidado com os acompanhamentos - aqueles camarões secos às vezes têm farinha. Pra veganos, o vatapá pode ser feito com leite de coco no lugar do leite.

O momento crítico: hora de fritar

Quando o dendê começar a "cantar" (aquele barulhinho de fritura), teste com uma colherada de massa primeiro. Se formar bolinhas ao redor como a receita diz, bora! Molde com as colheres rápido, senão a massa assenta e perde o volume. Primeira vez? Faz uns 3 de teste antes de encher a panela.

O que botar dentro? Eis a questão

Clássico é vatapá, caruru e camarão seco. Mas inovar não é crime: experimentei uma vez com frango desfiado temperado e até a sogra elogiou (milagre!). Pra beber, uma cerveja bem gelada ou suco de caju bate que nem luva.

Modo chef Michelin (quando a visita é chique)

Faz uns mini acarajés (tipo tapas), pincela com dendê na hora de servir e enfeita com microfolhas. Coloquei numa festa aqui em SP com camarão rosé por cima - galera achou que eu tinha trazido de Salvador!

Faça render sem gastar um rim

Dendê tá caro? Compra aqueles sachês pequenos em mercados africanos que rendem mais. E no lugar do camarão seco, dá pra usar aqueles miúdos de peixe bem temperados. Fica bom também, juro!

SOS: salvando o acarajé desastre

Massa virou sopa? Adiciona farinha de rosca aos poucos até dar ponto. Queimou por fora e cru por dentro? Abaixa o fogo e frita por mais tempo virando sempre. Dendê fumegando? Tira do fogo IMEDIATO e começa de novo. Já passei por tudo isso, relaxa.

Acarajé do século 21

Testei uma versão assada (sim, eu sei que é heresia) pra fugir da fritura: forma untada, 200°C por 25 minutos. Fica diferente, mas bom! Outra ideia: substituir parte do feijão por abóbora cozida pra um sabor mais doce. Os puristas podem xingar nos comentários.

Não é só comida, é história

O acarajé veio da África com os escravizados, era comida de orixá na tradição iorubá. A forma arredondada representa o universo, e o dendê é sagrado no candomblé. Quando como, sempre lembro que estou mastigando 400 anos de resistência cultural - por isso merece respeito no preparo.

2 segredos que ninguém conta

1. A cebola com casca no dendê não é só pra aromatizar - ela ajuda a controlar a temperatura do óleo. 2. O movimento "vai e vem" com a colher de pau não é frescura: oxigena a massa e deixa o acarajé mais fofinho por dentro.

Perguntas que toda pessoa faz (e as respostas)

"Posso congelar a massa?" Pode, mas perde um pouco a textura. Melhor congelar já frito e requentar.
"Por que meu acarajé fica pesado?" Provavelmente não bateu a massa o suficiente ou errou no tempo de descanso do feijão.
"Dá pra fazer sem liquidificador?" Dá, mas prepare o braço - os antigos batiam no pilão por horas!

Sabia que...

Em Salvador tem briga séria sobre o tamanho certo do acarajé? Os do Porto da Barra são gigantes, já os do Rio Vermelho são mais modestos. E tem até lei municipal regulamentando a comercialização! Na dúvida, faça do tamanho da sua mão - nunca errei.

Completa a Experiência: O que Servir com Acarajé para uma Refeição Inesquecível

Depois de preparar aquele acarajé douradinho e crocante, vem aquela dúvida: o que servir para transformar isso numa refeição completa? Aqui vão nossas sugestões testadas e aprovadas - a Dai já deu o selo de qualidade em todas!

Para Fechar o Estômago

Escondidinho de Camarão: Combina tão bem que parece feito sob medida. O cremoso do purê com o camarão é um contraste perfeito pra textura do acarajé.

Fraldinha Assada no Forno: Carnes sempre caem bem, e essa aqui fica tão macia que quase não precisa de faca. Ótima pra quando quer impressionar.

Baião de Dois: Esse clássico nordestino completa a festa de sabores. A gente sempre faz em quantidade extra porque nunca sobra.

Moqueca de Peixe: Se já estamos no clima baiano, por que não? O molho de dendê e leite de coco casa perfeitamente.

Acompanhamentos que Fazem Diferença

Salada de Feijão Fradinho: Leve e refrescante, equilibra bem a refeição. Dai sempre pede pra eu fazer um pouco mais apimentado.

Quibebe tradicional: Esse creme de abóbora é puro conforto. Quando fazemos no inverno, vira o prato principal sem querer!

Farofa de Dendê: Não podia faltar, né? Crocante e com aquele sabor característico que todo mundo ama.

Doces para Finalizar com Chave de Ouro

Torta de Maracujá (saiba o passo a passo): O azedinho corta a gordura do dendê e refresca o paladar. Sempre faz sucesso aqui em casa.

Doce de Goiaba Caseiro: Simples mas matador. Combina tão bem que parece que foram feitos um pro outro.

Beijinho de Colher: Pra quem quer algo mais leve depois da refeição. A textura cremosa é irresistível.

Cocada Cremosa: Outro clássico que não pode faltar. Dica: faça em potinhos individuais pra servir.

Bebidas: A bebida certa para cada tipo de refeição

Água de Coco Gelada: Refrescante e combina perfeitamente com a culinária baiana. Nossa opção preferida nos dias mais quentes.

Suco de Caju: O sabor adocicado e levemente ácido equilibra bem os sabores intensos.

Refrigerante de Guaraná: Clássico que nunca erra. A versão tradicional ou a zero, pra quem prefere.

E aí, qual combinação você vai testar primeiro? Conta pra gente nos comentários se alguma dessas sugestões virou hit aí na sua casa também! Aqui já sabemos que no próximo final de semana vai ter acarajé com escondidinho de camarão - a Dai já encomendou.

Do clássico ao inovador: encontre a sua versão de acarajé

Depois de aprender a base, a parte mais divertida começa: explorar as variações. Separei algumas que já testei ou que tenho muita curiosidade de fazer, de criadores que explicam direitinho cada detalhe. Tem desde o tradicionalíssimo até adaptações malucas que podem ser a sua nova paixão. Dá uma olhada nessa seleção.

Nota de Transparência

As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei algumas delas e outras eu gostei da técnica e fui juntando aqui ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original.

2º. O passo a passo completo, do zero

autor: Nhac GNT

Se você quer encarar o desafio completo, do feijão fradinho até os acompanhamentos, esse vídeo é um ótimo guia. O Rodrigo Hilbert tem um jeito bem descontraído de ensinar que tira aquele ar de missão impossível da coisa toda. Ele mostra o pacote completo: caruru, vatapá, o molho lambão…

É demorado, claro. Mas a recompensa é ter a experiência autêntica na sua mesa. Faça num final de semana com tempo, chame alguém pra ajudar a descascar o feijão e vira um programa. A sensação de ter construído tudo do zero é indescritível, juro.

3º. Para quem não come nada de origem animal

autor: Juliana Palma

Acho fascinante como a culinária vegana reinventa os clássicos. Aqui, o vatapá ganha uma base cremosa de castanha-de-caju e amendoim, que dá uma riqueza e um corpo incríveis, capaz de fazer até quem come camarão ficar com vontade. O vinagrete finaliza com o toque ácido que o prato precisa.

É uma prova de que dá pra manter a alma do prato — aquela mistura de textures e sabores intensos — respeitando outra filosofia. Se você tá começando no veganismo ou quer simplesmente experimentar algo diferente, essa é uma porta de entrada criativa.

4º. Quando você quer um sabor defumado e único

Essa versão é para os audaciosos. Imagina só: os ingredientes tostados na brasa antes de virar massa e recheio. O camarão seco ganha uma camada extra de sabor, e o vinagrete com gengibre é uma jogada de mestre — corta a gordura do dendê de um jeito brilhante.

Confesso que nunca tentei tostar tudo na brasa, a logística na minha cozinha de apartamento é complicada. Mas a ideia do vinagrete picante com gengibre eu roubei, e ficou sensacional até no acarajé comum. As melhores adaptações nascem dessas inspirações, né?

5º. A salvação para a vontade de última hora

Tem dia que a vontade bate, mas a paciência para descascar feijão fradinho, não. E tá tudo bem! Essa é a realidade. A massa pronta pode ser uma solução honesta para esses momentos. O vídeo mostra uma marca específica e o processo, que basicamente é bater e fritar.

O resultado obviamente não é igual ao feito no processo lento, mas mata a saudade e o desejo. Minha dica? Se for por esse caminho, capriche ainda mais nos acompanhamentos caseiros. Um vatapá bem feito salva qualquer atalho na massa.

6º. Uma textura surpreendentemente cremosa

Trocar o feijão fradinho por milho verde é uma daquelas ideias que soam estranhas até você experimentar. A massa fica com uma doçura natural e uma textura que eu diria que é mais úmida por dentro, mesmo depois de frita. E o queijo parmesão ralado na massa? É um upgrade ousado que funciona.

Fica com uma cara mais de bolinho de festa gourmet, mas o espírito de acarajé, com aquele recheio de camarão e o dendê, continua lá. É uma variação que agrada muito quem acha o original muito denso.

7º. A solução para alergias e paladares mais suaves

Frango desfiado no lugar do camarão pode até puristas torcerem o nariz, mas resolve um problema real: como servir um acarajé para quem tem alergia a frutos do mar ou simplesmente não gosta do sabor. O vatapá de frango fica incrivelmente cremoso e é um recheio que todo mundo conhece e geralmente aprova.

É uma versão "falsa", como diz o autor, mas extremamente gostosa e acessível. Perfeita para uma reunião de família onde os gostos são diversos. Às vezes, adaptar é incluir.

8º. A praticidade do liquidificador a seu favor

Depois de descascar tanto feijão fradinho na vida, descobrir que dá pra bater no liquidificador foi um alívio. A Bela Gil mostra que o processo pode, sim, ser facilitado sem perder a essência. A massa fica lisa e aerada, e você pula a parte mais trabalhosa.

Não é exatamente a técnica tradicional, mas entre não fazer e fazer dessa forma, a escolha é fácil. É ideal para quem está testando pela primeira vez e tem medo do processo manual. Depois que pegar o jeito, você pode partir para o modo tradicional, se quiser.

9º. A versão com um feijão de sabor mais neutro

10º. com feijão branco

Tradicionalmente feito com feijão-fradinho, também fica super gostoso com outros tipos. A variação com feijão-branco, que vi no Gshow, é uma curiosidade interessante.

O feijão branco tem um sabor mais suave e uma textura que também bate bem. A massa deve ficar com uma cor diferente, é claro, mas a estrutura funciona. É uma boa para quem quer experimentar a técnica do bolinho mas não tem o feijão fradinho à mão. A cebola e o sal na massa são fundamentais para dar o ponto de sabor.

11º. Usando o feijão mais comum do seu mercado

12º. com feijão carioca

O feijão-carioquinha é uma das variações mais facilmente acessíveis às pessoas no mercado, principalmente se você é de São Paulo. A receita que o Chef Motta compartilhou vai por aí.

Deixe o feijão de molho por algumas horas, em seguida escorra o feijão. Bata o feijão, até obter uma pasta. Para moldar os bolinhos, utilize uma colher de pau. Aproveitando essa facilidade, que tal usá-lo nesse acarajé incrível? A lógica é a mesma, mas o sabor final terá a personalidade do feijão carioca, que a gente já conhece tão bem. É a prova definitiva de que a técnica é versátil.

Pronto, são caminhos muito diferentes, do mais fiel ao mais inventivo. O legal da cozinha é essa liberdade, né? Depois de dominar a base, você pode se aventurar e até criar a sua própria versão. Qual dessas te deixou com mais vontade de ir para a cozinha? Me conta depois nos comentários como foi a sua experiência!

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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