Agora que você já pegou o jeito da massa básica, bora explorar umas variações que vão surpreender seu paladar!
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Massa italiana crocante
Autor: Chef José Carlos Pizzas
Essa italiana é outro nível de crocância, bem diferente das nossas pizzas brasileiras. A primeira vez que tentei fazer, achei que tinha dado errado porque a massa era tão fina que parecia papel, mas quando assou, nossa, virou minha preferida para jantares especiais.
O segredo tá na farinha especial mesmo, aquela 00 faz diferença, mas se não encontrar, dá pra improvisar com farinha de trigo comum e um pouquinho de semolina. O vídeo mostra bem como manipular essa massa delicada sem ela rasgar. É um trabalho mais chatinho, mas o resultado compensa demais.
3º. Profissional com fermento fresco
Autor: Cozinhando com a Ly
Essa aqui é a que mais se aproxima daquelas pizzas de pizzaria que a gente ama. O fermento fresco dá um sabor característico que o seco não consegue reproduzir, sabe? Demorei um tempo pra pegar o ponto certo da massa, as vezes ficava muito elástica, outras muito mole.
Uma dica que aprendi: quando for fazer a borda recheada, não coloque muito recheio senão ela abre durante o forno. E deixa o fermento dissolver bem na água morna antes de misturar com a farinha, isso evita aqueles gruminhos brancos na massa.
Todo mundo já passou pela situação: vontade de pizza, mas zero fermento biológico em casa. Foi numa dessas que descobri essa versão com fermento em pó, e olha, salvou meu jantar! A textura fica diferente, mais parecida com um pão de queijo do que com pizza tradicional, mas é gostosa pra caramba.
O legal é que não precisa esperar crescer, então em meia hora você tá com a pizza na mesa. Só toma cuidado com a quantidade de fermento, se colocar demais, fica aquele gosto químico forte. E untar bem a forma é essencial porque ela gruda fácil.
Essa ideia de usar pão velho é genial, né? Eu sempre tinha aquele drama do pão amanhecendo e não saber o que fazer. Agora, quando sobra pão francês em casa, já vira pizza no dia seguinte. O processo é bem simples: é só hidratar, tirar o excesso de água e misturar com ovo.
A massa fica com uma textura interessante, meio borrachuda mas gostosa. Dá pra fazer aquela pizza de lanche rapidinho, principalmente para as crianças que adoram. E o melhor: zero desperdício!
Teve um dia que a Daiane chegou em casa faminta depois do trabalho e o forno tinha quebrado. Foi quando descobrimos essa técnica na frigideira, e cara, é mágica! Em 10 minutos você resolve o problema da fome com uma massa que parece panqueca, mas sustenta o recheio direitinho.
O segredo é fritar bem dos dois lados antes de colocar o recheio, senão fica cru por dentro. E usa fogo baixo, porque queima fácil. Não é igual pizza de forno, claro, mas para uma emergência, quebra um galho enorme.
Quando resolvi cortar carboidratos, pensei que ia ter que abandonar a pizza. Mas essa versão com batata doce e farinha de amêndoas me salvou! A massa fica meio úmida, então tem que ter paciência pra espalhar na forma, mas o sabor é surpreendente.
Dica importante: deixa o purê de batata doce bem sequinho antes de misturar, senão vira uma pasta. E não espera que fique crocante igual massa normal, ela é mais macia, mas satisfaz demais a vontade de pizza sem culpa.
Eu sempre evitava massa integral porque achava que ficaria dura ou seca. Mas essa com iogurte mudou completamente minha opinião! O iogurte deixa a massa incrivelmente macia, e a aveia dá uma textura que eu particularmente adoro.
É uma das mais fáceis de trabalhar, não gruda tanto nas mãos e abre bem na forma. E fica tão gostosa que às vezes faço mesmo sem estar de dieta, só pelo sabor mesmo.
Para quem precisa evitar glúten, essa da farinha de aveia é uma mão na roda. Eu faço sempre quando recebo amigos celíacos, e todo mundo adora. A massa não cresce igual a de trigo, mas fica com uma textura bem gostosa, meio granulada.
O melhor é que não precisa sovar nem esperar crescer, mistura tudo e já pode assar. Fica perfeita para aquelas pizzas individuais de lanche da tarde.
Essa de tapioca eu testei por curiosidade e acabei virando fã. É tipo uma crepioca mais firme que aguenta recheio. Fica pronta em minutos e é perfeita para o café da manhã ou lanche rápido.
Só uma observação: tem que comer na hora porque se esfriar fica borrachuda. E não coloca muito molho, senão umedece demais a massa. Para dias corridos, não tem nada melhor!
Confesso que fiquei com pé atrás quando vi os ingredientes, mas essa com grão de bico me surpreendeu demais! A massa tem um sabor terroso que combina incrivelmente bem com recheios vegetarianos.
Ela não abre igual massa normal, é mais tipo uma base que você espalha na forma com as mãos. Mas o resultado final é satisfatório e diferente de tudo que já experimentei.
Essa vegana de couve-flor é um trabalho mais elaborado, mas vale cada minuto. O processo de tirar toda a água da couve-flor é chato, mas essencial, se pular essa etapa, a massa não gruda.
O resultado é uma base leve e crocante que até quem não é vegano vai adorar. Já fiz para uns amigos carnisvoros e eles nem acreditaram que era de couve-flor!
E ai, qual dessas você tá com mais vontade de testar? Eu tô dividido entre a italiana crocante e a low carb de batata doce, as duas são minhas favoritas no momento. Quando decidir preparar alguma, me conta nos comentários como ficou e se descobriu algum truque novo!
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