Massa De Pizza Pan Pizza Hut Caseira Perfeita

Supere os pizzaiolos profissionais com essa massa deliciosa
Massa De Pizza Pan Pizza Hut Caseira Perfeita
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Você já parou pra pensar por que uma pizza Pan nos faz esquecer todas as outras? Não é só o queijo borbulhando, nem o recheio generoso. É aquela massa, fofa como pão de hambúrguer, mas com uma crosta dourada que estala ao morder. Parece feita por mágica, né? Pois saiba que não é.

Depois de testar um monte de receitas – e sim, algumas viraram tijolos – cheguei nessa Massa De Pizza Pan Pizza Hut Caseira que entrega exatamente isso: altura, maciez e aquele toque profissional que todo mundo pergunta “como você fez?”. O segredo tá no descanso longo e na forma alta, que empurra a massa pra cima, igual nas pizzarias. Ah, e eu troco o leite desnatado por integral, dá mais corpo. A Daiane já avisou que essa vai virar festa de sábado.

Baixa a receita, separa os ingredientes e bora provar que casa de verdade é onde a melhor pizza mora. Conta depois pra gente se o titanzinho ficou de olho na sua fatia.

Top Receita De Massa De Pizza Pan da Pizza Hut Caseira Perfeita: Saiba Como Fazer

Rendimento
2 pizzas de 35cm de diâmetro
Preparo
3 h
Dificuldade
Fácil

Ingredientes

0 de 14 marcados

Para a massa:

Para o molho:

Para a cobertura:

Usei leite integral, não desnatado. A diferença é enorme. A massa fica mais rica, mais macia. E o fermento? Não compre o da embalagem grande. Compre o sachê, ele é mais fresco. Já fiz com o velho e a massa não cresceu. Foi triste.

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Modo de preparo

Prepare a massa:

  1. Numa tigela grande, misture a água morna, o açúcar e o leite. Espere uns 2 minutos até o açúcar dissolver. A temperatura tem que ser morna, não quente. Se você colocar água fervendo, o fermento morre. Já fiz isso. Não me perdoe.
  2. Adicione o fermento seco e misture com uma colher. Deixe repousar por 5 minutos. Se não fizer bolhinhas, esquece. O fermento tá morto.
  3. Jogue a farinha aos poucos, misturando com a mão. Não precisa ser perfeito, só precisa estar integrado. A massa vai ficar pegajosa. É normal.
  4. Adicione o óleo e continue misturando. A massa vai começar a se soltar da tigela. Se estiver muito seca, acrescente um pouquinho mais de água. Se estiver muito mole, mais farinha. O ponto é quando ela não gruda nas mãos, mas ainda é macia.
  5. Transfira para uma superfície limpa e sove por 10 minutos. Não pare. Não desanime. Ela vai ficar lisa, elástica. É tipo fazer ioga com a massa.

Primeiro descanso:

  1. Envolva a massa com um pano limpo e deixe descansar por 1 hora, em local quente. O forno desligado, com a luz acesa, é perfeito. Ela precisa triplicar de tamanho. Não apresse. Se você forçar, a massa fica com gosto de fermento.

Divida e boleie:

  1. Depois de crescer, divida a massa em duas partes iguais. Não pesa, olha. Acha pelo olho. Cada parte vira uma pizza.
  2. Boleie cada pedaço. Isso é formar uma bola lisa, apertando bem as bordas embaixo. Pode usar um pouco de farinha na mão pra não grudar.
  3. Coloque as bolas em duas tigelas limpas, untadas com um fio de óleo. Cubra com plástico e deixe descansar por mais 30 minutos. Elas vão crescer de novo, mas menos.

Enforme e asse:

  1. Unte duas formas de pizza de borda alta, com óleo. Use um pincel, espalhe bem. A massa vai subir, então a forma precisa ser alta.
  2. Abra cada bola com as mãos, dentro da forma. Comece do centro e vá empurrando para as bordas. Quer aquela crosta alta? Empurre, empurre, empurre. Não use rolo. A massa vai se esticar sozinha, é só paciência.
  3. Deixe descansar por mais 30 minutos. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 220°C.
  4. Enquanto a massa descansa, prepare o molho: misture a passata com o orégano, manjericão, manjerona e o tempero alho e sal. Só isso. Nada de cebola, nada de alho cru. A gente quer sabor, não confusão.
  5. Depois dos 30 minutos, espalhe o molho por cima da massa, deixando uns 2 cm de borda livre. Coloque a carne especial, o pepperoni, as azeitonas e o pimentão. Cubra com a muçarela ralada e por cima, os cubinhos. A muçarela em cubo é o segredo daquele fio que escorre. É o que faz a gente fechar os olhos.
  6. Asse por 25 a 30 minutos, até a borda ficar bem dourada e o queijo borbulhar. Se quiser, pincele a borda com um fio de óleo antes de assar. Fica linda.

Essa é a pizza que eu faço quando quero sentir que a cozinha é um lugar de paz. A Daiane me ajuda a espalhar o molho, e a gente conversa enquanto a massa cresce. Ela sempre diz que eu demoro demais, mas aí quando prova, fica quieta. É a pizza que a gente faz pra não ter pressa. Ainda mais quando o Titan fica de olho na borda, esperando uma migalha.

Se você tentar e a massa não crescer direito, não se desespere. Eu já fiz com água quente e ficou um disco de borracha. Ainda comi. A pizza não é sobre perfeição, é sobre coragem. A coragem de esperar, de mexer, de botar o queijo por cima e acreditar que vai dar certo. Conta aqui nos comentários: qual foi a sua primeira pizza que você fez e deu errado? Eu ainda me lembro da primeira que eu queimei... foi um desastre. Mas foi a melhor lição que eu tive.

Antes de ligar o forno, leia isso

Quanto tempo dura e como guardar sem virar borracha?

Se sobrar, e acho que nem vai sobrar —, guarde na geladeira em pote fechado por até dois dias. Mas não espere milagres: a crosta perde o estalo, e a massa fica um pouco pesada. O melhor jeito de reaquecer? Forne quente, 200°C, por 8 minutos, sem tampa. Assim, a borda volta a dourar. Micro-ondas? Nem pense. Vira um pão de forma molhado. A massa crua, enrolada em filme, dura até 3 dias na geladeira. Se quiser congelar, faça com as bolas já boleadas. Descongele na geladeira por 12 horas antes de usar. Já congelei uma pizza pronta uma vez... saiu com cara de pão de queijo que foi esquecido no inverno. Não recomendo.

Os 3 erros que matam sua pizza Pan

Primeiro: água quente. Se você colocar água fervendo, o fermento morre. Já fiz. Ficou uma massa plana, sem vida. Segundo: abrir a massa com rolo. A massa Pan é feita para ser esticada com as mãos, empurrando suavemente para as bordas. Rolo esmaga os gases, e você perde a altura. Terceiro: forno frio. Se não pré-aquecer direito, a massa não cresce na hora certa. A borda fica pálida e mole. O forno precisa estar quente o suficiente pra fazer a massa “pular” no primeiro minuto. Já vi gente colocar a pizza e sair pra tomar café. Não. Não é isso que faz uma Pan.

Por que óleo de milho e não azeite?

Porque o óleo de milho tem um ponto de fumaça mais alto e um sabor neutro. O azeite, mesmo o bom, pode queimar no forno quente e dar um gosto amargo à borda. Além disso, ele não deixa a massa tão macia quanto o óleo vegetal. A gente quer aquela textura de pão de hambúrguer, não de focaccia. E olha, eu já tentei com manteiga. Ficou bom, mas muito pesado. O óleo de milho é o equilíbrio perfeito. A Daiane me perguntou se era por causa do preço, e eu disse: “É por causa da textura, não da conta.”

O truque da luz do forno (e por que ele funciona)

Quer um local perfeito para o descanso da massa? Ligue a luz do forno, desligue o fogo, e coloque a tigela lá dentro. A luz emite calor suave e constante, sem ressecar. É como um abraço térmico. Eu uso isso desde que a Daiane me disse: “Você tá tentando fazer pizza no frio da nossa cozinha? Vai pro forno, lá é quente.” Foi um insight de esposa. E funcionou. A massa cresce linda, sem vento, sem corrente de ar. Nenhum pizzaiolo profissional tem um forno caseiro, mas todos têm um lugar quente. Esse é o nosso.

Sem glúten? Ainda dá pra fazer uma Pan?

Não é a mesma coisa, mas dá pra tentar. Use um mix de farinhas sem glúten (arroz, milho, tapioca) com 1 colher de goma xantana para dar elasticidade. A massa vai ser mais quebradiça, e não vai crescer tanto. Mas se você for celíaco, vale a pena. Já vi versões com farinha de quinoa e amêndoa, ficam densas, mas com um sabor incrível. A Daiane, que adora experimentar, fez uma versão com farinha de amendoim. Ficou parecida com um pão de milho. Não é Pan, mas é deliciosa. Se quiser ver outras alternativas, temos essa lista aqui com opções que funcionam.

A vez que eu usei fermento velho e quase chorei

Uma vez, comprei um sachê grande de fermento, pensei que ia durar meses. Quando usei, não fez nada. A massa ficou plana, sem vida. Fiquei parado na cozinha, olhando. A Daiane chegou, viu, e só disse: “Rafa, você tá tentando fazer pizza com fermento que já morreu?” Eu neguei. Ela pegou o sachê, leu a data, estava vencido há 6 meses. Fui comprar outro na esquina. E naquela noite, fizemos pizza com o novo. Foi a melhor pizza da semana. A lição? Fermento é como uma pessoa: precisa de frescor. Não espere que ele ressuscite.

Como esticar a massa sem rasgar, o passo mais assustador

Quando você coloca a bola na forma, a tentação é puxar com força. Não faça isso. Comece com os dedos, pressionando suavemente no centro. Vá empurrando, devagar, para as bordas, como se estivesse fazendo um disco de vinil. Se a massa resistir, deixe descansar por 5 minutos. Ela vai relaxar. Se rasgar? Não tem problema. Puxe um pedaço da borda e junte. Não precisa ser perfeito. Ainda me lembro da primeira vez que rasguei. Chorei um pouco. Mas a Daiane falou: “Põe mais queijo por cima, ninguém vai ver.” E foi exatamente isso que fiz. E funcionou.

O que beber com uma pizza Pan?

Essa pizza é pesada, rica, cremosa. Ela pede algo que corte. Um vinho tinto leve, tipo Sangiovese, é perfeito. Ou uma cerveja ale, com um toque cítrico. Se não bebe álcool, vá de limonada com hortelã, o azedinho equilibra o queijo. E se for no almoço? Um suco de laranja natural, sem açúcar. A Daiane, que odeia café, sempre pede isso. Já experimentei com chá de camomila gelado? Surpreendentemente, combina. É estranho, mas funciona. E se for só você e a TV? Um refrigerante de laranja, bem gelado. A gente não precisa ser sofisticado pra comer bem.

Nada se perde, tudo se transforma

Se sobrar carne da cobertura? Misture com um pouco de molho, um ovo e uma colher de farinha. Vire um recheio de empada. Se sobrar muçarela em cubos? Espalhe numa assadeira, leve ao forno por 5 minutos. Vira um queijo derretido que você pode usar em sanduíches. E se a massa crua sobrar? Faça mini-pãezinhos. Unte forminhas de muffin, coloque a massa, deixe crescer e asse. Vira um lanche perfeito para o café da manhã. Já fiz isso. O Titan nem chega perto, mas a Daiane comeu três.

Uma versão que ninguém espera: Pan doce

Sim, é possível. Troque o açúcar cristal por 3 colheres de mel ou açúcar mascavo. Não coloque sal. Depois de assar, pincele a borda com leite condensado e polvilhe canela. Pode colocar morangos, banana ou até chocolate derretido por cima. Já fiz uma versão com requeijão e goiabada, virou sobremesa. A Daiane chamou de “pizza de domingo da vovó”. Ficou tão bom que virou tradição. Não é Pan tradicional, mas é Pan com alma.

E se a pizza Pan virar pão de hambúrguer?

A massa Pan é basicamente um pão de hambúrguer gigante. Então, por que não usar ela como base? Divida a massa em 4 bolas, deixe crescer, asse em forno médio por 15 minutos. Faça hambúrgueres pequenos, com carne moída, queijo e picles. Vira um lanche que ninguém vai esquecer. Já fiz isso numa noite de chuva. A Daiane disse: “Isso aqui é um pão de hambúrguer que foi pra faculdade.” Funcionou. E virou um dos nossos favoritos.

A pizza Pan como base de um brunch

Imagine: uma pizza Pan assada, sem molho, sem queijo. Sobre ela, você coloca ovos pochê, bacon crocante, espinafre refogado e um fio de molho holandês. Sim, isso existe. Já fiz uma vez. Foi o jantar mais estranho e mais delicioso que já comemos. A Daiane não falou nada. Só comeu. Depois disse: “Isso aqui é o que a gente deveria fazer todo domingo.” Não é pizza. É uma experiência. E às vezes, a comida precisa ser mais que comida.

Perguntas que ninguém faz, mas todos pensam

“Posso usar farinha 00?”, Pode. E vai ficar mais macia. Mas a farinha comum também funciona. “Posso usar fermento químico?”, Não. Ele não tem força para fazer essa massa crescer como precisa. “Posso fazer sem açúcar?”, Pode, mas a crosta não doura tão bem. O açúcar ajuda o fermento. “A massa precisa descansar 2 vezes?”, Sim. A primeira é para o fermento acordar. A segunda é para a massa respirar. Pular isso é como pular o café da manhã antes de correr. “Posso usar forno a gás?”, Pode. Mas espere 20 minutos a mais para pré-aquecer. O forno a gás esfria mais rápido. “E se eu não tiver forma alta?”, Use uma assadeira de borda alta, tipo de bolo inglês. Não é ideal, mas funciona. Já fiz com uma de 20cm. Ficou mais larga, mas ainda era Pan.

A origem da Pizza Pan, e por que ela é tão diferente

A Pizza Pan não é italiana. Ela nasceu nos EUA, nos anos 50, como uma resposta à pizza tradicional: mais espessa, mais macia, mais “acolhedora”. A Pizza Hut, que popularizou, não inventou, mas aperfeiçoou. O segredo é a forma alta, que empurra a massa pra cima, criando aquela borda que parece pão. E o óleo? É o que faz a crosta ficar dourada e crocante, sem secar. É uma receita de conforto, não de técnica. É a pizza que a gente come quando quer se sentir bem. E olha, a Daiane me disse uma vez: “É a pizza que a gente faz quando o mundo tá pesado.” Talvez por isso ela funcione.

E aí, qual foi a sua experiência? Você tentou com água quente? Usou rolo? Fez a versão doce? Me conta nos comentários. Se a massa cresceu, se a borda dourou, se o titanzinho ficou de olho, quero saber tudo. E se você fez uma variação que ninguém imaginou? Marca a gente no @sabornamesaoficial. Porque pizza não é só comida. É uma lembrança. Uma escolha. Um jeito de dizer: “Estou aqui, com você.”

Sobre o autor

Rafael Gonçalves

O cozinheiro apaixonado que transforma cada prato em memória.

Rafael não é um chef de restaurante estrelado, mas tem o dom de transformar cada prato em uma verdadeira obra de arte, cheia de sabores e histórias. Apaixonado por gastronomia desde sempre, já mergulhou em cursos de churrasco, confeitaria e até cozinha italiana, francesa e brasileira, só para garantir que nenhum tempero fique sem seu toque especial. Em casa, é o rei do fogão: seja no almoço de domingo com a família ou nas festas onde todo mundo já sabe que quem manda na cozinha é ele. Há 10 anos casado com a Daiane, descobriu que cozinhar juntos é tão gostoso quanto comer, e transformou a mesa num lugar sagrado, onde cada refeição vira motivo pra celebrar.

Inspirado por mestres da culinária como Jamie Oliver e chefs premiados em restaurantes como o D.O.M. de Alex Atala, Rafael aplica técnicas refinadas e sempre busca atualizar suas receitas com o que há de melhor nas cozinhas do mundo. Se tem alguém que conhece os sabores do Brasil e do mundo, é ele. Já desbravou os melhores restaurantes, do Figueira Rubaiyat em São Paulo ao Terraço Itália, sem falar nas experiências internacionais que inspiram suas receitas. Mas, no fim do dia, seu maior orgulho é ver o sorriso da família ao provar um prato feito com carinho. Quer ver dicas, descobertas e muito sabor no dia a dia?

Está no lugar certo, aqui no sabor na mesa, trago todas as receitas que testei, gostei e reuni durante toda a minha vida.

Segue lá no Instagram e vem comer com a gente! ??

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Comentários  

Chico Pimenta
0 Chico Pimenta
Acho que você não falou a hora de colocar o fermento e sal na massa.
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