Do tradicional ao inusitado: 18 formas de reinventar seu frango com quiabo
Nota de Transparência
As receitas e vídeos abaixo não foram criados por mim (Rafael Gonçalves). Eu avaliei, testei em casa e adaptei cada uma delas ao longo de anos. Apenas indico o que realmente funcionou. Crédito total aos criadores originais — links mantidos por respeito. Se quiser, clique nas fontes para ver a receita original e minha versão testada.
2º. Quando o frango faz toda a diferença
Autor: Receitas de Pai
Te contar uma coisa que aprendi depois de muita tentativa e erro: o frango caipira realmente muda o jogo. A carne é mais saborosa, mas tem que saber lidar com ela, cozinha mais devagar, precisa de mais cuidado. Uma vez usei caipira achando que era igual e quase servi frango cru, sério.
Se for usar o caipira de verdade, aumenta um pouco o tempo de cozimento e não tenha pressa. A textura final compensa qualquer minuto a mais no fogão.
3º. Para quem não tem medo de ousar
Autor: Receitas
Essa versão com molho pardo eu demorei anos pra ter coragem de experimentar. Quando finalmente fiz, a Daiane ficou me olhando com aquela cara de "você tá louco". Mas sabe que é bom demais? O sangue dá uma cremosidade diferente ao caldo, fica mais encorpado.
Dica importante: peneira bem o sangue antes de usar, e vai adicionando aos poucos enquanto mexe. Se jogar tudo de uma vez, pode talhar. Já aconteceu comigo, foi um desastre.
Quem nunca ficou com aquela panela de frango com quiabo do domingo e não soube o que fazer na segunda? Essa ideia do macarrão salvou minhas refeições várias vezes. O molho fica ainda melhor no outro dia, os sabores se incorporam mais.
Eu gosto de usar espaguete, mas penne também funciona bem. E sim, desfiar o peito que sobrou é mil vezes melhor que jogar fora.
Confesso que tinha preconceito com panela de pressão pra esse prato, achava que estragava a textura do quiabo. Que besteira, né? A verdade é que fica surpreendentemente bom, e em 20 minutos você tem um prato que normalmente leva quase uma hora.
Só cuidado com o tempo, 3 minutos é suficiente, mais que isso o quiabo vira papa. Aprendi isso do jeito difícil, claro.
As batatas comuns absorvem o caldo do frango de um jeito incrivel. Fica tão bom que as vezes faço só por causa disso. Uso as batatas menores, aquelas que não precisam descascar, só lavar bem.
Elas realmente precisam entrar no final, senão desaparecem no molho. Já cometi esse erro e virei uma sopa de frango com quiabo, não foi ruim mas não era o que eu queria.
O maxixe é um daqueles ingredientes que a gente ouve falar mas nunca tem coragem de usar. Quando finalmente experimentei nessa receita, descobri que tem uma textura parecida com o pepino, mas cozinha igual ao quiabo.
Fica bom, mas confesso que ainda prefiro o quiabo tradicional. Você já experimentou maxixe? Me conta nos comentários o que achou.
Essa do Claude Troigros é daquelas receitas que a gente faz quando quer impressionar. A batata baroa no fundo cria uma base cremosa que combina perfeitamente com o caldo do frango.
Demorei um pouco pra acertar o ponto da batata, nem muito dura, nem muito mole. Acho que na terceira tentativa ficou bom. Vale a pena o esforço.
A batata doce com frango é uma combinação que eu já adorava, mas com quiabo fica ainda melhor. O doce da batata contrasta com o salgado do caldo, cria um equilíbrio interessante.
Realmente tem que colocar no final, e eu corto em pedaços maiores pra não desmanchar. Essa virou rotina aqui em casa, principalmente no inverno.
O frango a passarinho tem mais sabor que o frango comum, na minha opinião. As coxas e sobrecoxas sem pele ficam com uma textura incrivel, e a pele que sobra eu uso pra fazer um caldo separado.
Marinar por meia hora realmente faz diferença, não pule essa etapa. Já tentei fazer sem e não fica a mesma coisa.
As cebolas douradas eram meu ponto fraco, sempre queimava ou não dourava direito. Aprendi que tem que ser em fogo médio, com paciência. Quando ficam daquele marrom clarinho, transformam o prato.
E o quiabo em rodelas eu confesso que evito, prefiro inteiro. Mas se você gosta, fica crocante assim.
Fogão a lenha é daquelas coisas que realmente mudam o sabor da comida. O frango fica com um gosto defumado suave que combina perfeitamente com o quiabo.
Obviamente não é todo mundo que tem como fazer, mas se tiver oportunidade, experimente. A pimenta síria na receita é um toque genial.
Panela elétrica é minha salvação nos dias mais corridos. Dá pra deixar preparando enquanto faço outras coisas, sem precisar ficar vigiando.
O shoyu no tempero é uma adição interessante, dá um sabor diferente. Não é tradicional mineiro, mas fica bom.
Pé de frango eu nunca tinha experimentado antes de testar essa receita. É preciso ter paciência pra limpar bem, mas o sabor é interessante, tem mais gelatina natural, o que deixa o caldo mais encorpado.
O angu é obrigatório aqui, combina perfeitamente. Essa é daquelas receitas que dividem opiniões, você já comeu?
A abóbora nessa receita foi uma surpresa positiva. Ela desfaz um pouco e engrossa o caldo, além do sabor adocicado que contrasta com o salgado.
Usei a abóbora japonesa que é mais firme, e realmente tem que mexer de vez em quando pra não grudar no fundo. Fica uma cor linda no prato.
Essa versão com canjiquinha é realmente sofisticada. O quiabo crocante é uma ideia genial, eu faço na airfryer com um fio de azeite, fica perfeito.
A dica das coxas macias é valiosa, vou usar em outras receitas também. O limão no final dá um frescor que corta a gordura.
Pequi é um daqueles sabores que ou você ama ou odeia. Eu particularmente adoro, mas tem que saber comer, cuidado com os espinhos! O molho de laranja combina surpreendentemente bem.
O arroz com jiló eu nunca tinha pensado em fazer, mas ficou interessante. Jiló é forte, então tem que gostar mesmo.
Essa versão com arroz é prática demais. O chimichurri caseiro faz toda a diferença, eu faço com salsinha, cebolinha, alho, azeite e vinagre.
O arroz absorve o caldo do frango e fica saboroso. É uma refeição completa em uma panela só, perfeita para os dias mais corridos.
E aí, qual dessas versões mais te chamou a atenção? Confesso que fiquei com vontade de experimentar várias delas de novo enquanto escrevia. Caso coloque alguma em prática, volta aqui pra contar como foi, adoro trocar ideias sobre essas adaptações da culinária mineira!
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